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 O Prólogo de Twelve.
Twelve
 Posted: Dec 5 2017, 06:18 PM
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Twelve




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O Prólogo de Twelve - Post 1

Mais um dia começava em Parthevia. Abrindo seus olhos com certa preguiça ainda e olhando ao seu redor, notou estar em um beco, que apesar de pouco iluminado, não contava com mau cheiro ou lixo por perto. A luz chegava apenas pela única saída do beco, parecia estar entre duas construções altas.

Parando para escutar um pouco antes de acordar totalmente (Audição Aguçada), percebeu diversos passos rápidos de um lado para o outro, tantas vozes falando ao mesmo tempo que se tornavam um som só e pouco mais ao fundo gaivotas e o mar. Logo se deu conta que estava no Porto de Mattal, um lugar do qual gostava de ir, pois o som do mar a noite o ajudava a esquecer do zumbido que o atormentava de vez em quando.

Twelve começa a tatear sua mochila, afinal não foram raras as vezes que levaram algo enquanto estava dormindo depois de uma noite de brigas ou que ele pegava algo "emprestado" e esquecia. "Dinheiro? Confere. Lanterna? Confere. Manto e kit de disfarce? Oh, mais algumas baterias, que conveniente!"

Quando começava a sair do beco, ouviu seu estômago roncar, afinal já deveria passar do meio dia. "Opa, agora tenho mais o que fazer no dia, do que esperava. Acho que primeiro vou para a pousada aqui perto, aproveitando que estou no porto. Dizem que o banho deles é sensacional, tomara que a comida seja boa também e por último, procurar alguma recompensa boa.", pensou Twelve, organizando seu dia.

A situação de segurança da cidade não estava das melhores, certos rumores de gangues crescendo nas partes baixas de Parthevia, turistas indesejados e alguns piratas malucos o suficiente para ficar alguns dias num lugar com a presença forte da marinha. Isso era bom de se aproveitar e fazer alguma grana extra e lutar com pessoas mais forte e quem sabe roubá-las. Twelve esfrega seus olhos e parece se animar um pouco com a ideia de uma boa comida e põe-se a correr pelo porto com um sorriso alegre, cumprimentando alguns dos vendedores ao qual tinha certa amizade (Aparência Inofensiva), não que isso o impedisse de pegar algumas coisas "emprestadas" de vez em quando.



This post has been edited by Twelve: Jan 11 2018, 12:27 AM

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Kaimon
 Posted: Dec 7 2017, 07:08 PM
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O PRÓLOGO DE TWELVE - Post 1


A ilha de Parthevia passava por uma era de conflito interno. Seu rei não se importava com o que acontecia e as pessoas, aos poucos, começaram a se armar para enfrentar os perigos que surgiam pelo arquipélago, piratas, máfia ou apenas assaltantes, tudo representava um perigo para as pessoas que tentavam viver seu dia-a-dia de forma honesta.

Esse clima permitiu que diversos caçadores de recompensa viessem fazer fama no local, e a marinha, após instalar uma base nas proximidades, tenta, sem sucesso, acalmar os ânimos e evitar uma guerra civil.

E assim encontramos Twelve, mais um garoto que veio tentar a sorte nas ruas turbulentas de Parthevia. Após acordar em um beco no porto, espreguiçou-se e percebeu tudo que estava acontecendo à sua volta, notando que as pessoas seguiam suas vidas normalmente, indo trabalhar nas diversas lojas presentes na extensão do local.

Decidido a ir até uma pousada próxima experimentar seu famoso banho, o rapaz corre pelo porto, o que assusta algumas pessoas já acostumadas com assaltos e fugas seguidas de tiros, mas nada disso ocorreu. Em pouco tempo, Twelve estava na porta de uma pousada de dois andares, provavelmente o maior prédio que o garoto viu ate agora, e sua cara convidativa logo é barrada por um segurança mal encarado, que olha para o rapaz e diz:

- Você deseja alguma coisa rapaz? Saiba que só permitimos a entrada de quem pode pagar pelos nossos serviços, e aí o que vai ser? O banho é 10.000 e a estadia custa 25.000!

De dentro da pousada, na janela do primeiro andar, Twelve consegue ouvir com sua visão aguçada uma risada, e, caso olhe para cima, verá um rapaz loiro, com um terno branco, tomando uma taça de vinho e divertindo-se com a situação.

QUOTE
@Twelve Vamos começar, espero que se divirta e qualquer dúvida ou sugestão, estou à disposição.


This post has been edited by Kaimon: Dec 13 2017, 10:27 PM

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Twelve
 Posted: Dec 7 2017, 08:23 PM
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O Prólogo de Twelve - Post 2

Logo chegando em frente a pousada, fiquei espantado com o tamanho, realmente era muito bem destacada dos demais prédios ao redor, que apesar de ser uma zona bem movimentada, não se preocupavam em chamar a atenção de clientes.

Assim que tentei adentrar o local, um guarda do tamanho de um armário surge em minha frente, quase me dando um susto de tão distraído que eu estava.

- Você deseja alguma coisa rapaz? Saiba que só permitimos a entrada de quem pode pagar pelos nossos serviços, e aí o que vai ser? O banho é 10.000 e a estadia custa 25.000!

Após ele dizer isso, eu me preparava para lhe mostrar o dinheiro para entrar, afinal um bom cãozinho sabe quando ganhar um agrado, porém eu ouvi da janela do primeiro andar de frente para a rua uma risada (Audição Aguçada), alguém parecia rir de minha situação, uma ótima oportunidade para mostrar essas pessoas seu devido lugar.

-Dinheiro? Isso não é problema nenhum, eu vou tomar um banho e ficar por uns dois dias, isso da o que? 60 mil? Tome aqui 5 mil e não me incomode enquanto eu estiver aqui, o que devo a pousada pago na recepção certo? Obrigado!

Eu dou um sorriso tranquilo para o segurança enquanto empurro 5 mil berries contra seu peito enquanto entro no local. Aproveito e dou uma olhada para cima para ver o sujeito da risada, um cara loiro, terno branco, bebendo vinho. "Típico cara que se acha o poderoso, certeza que nunca apanhou na vida.", pensei.

Entrando logo me direciono a recepção com uma feição de tranquilidade, estava aqui para relaxar, meu corpo ainda está meio duro da noite passada.


QUOTE
@Kaimon Só uma correção rápida, último parágrafo, primeira linha, décima quarta palavra, você escreveu que ouvi com minha visão aguçada. Eu ri um pouco quando li isso hahahaha. Mas vamos q vamos!


This post has been edited by Twelve: Jan 11 2018, 12:31 AM
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Kaimon
 Posted: Dec 11 2017, 06:06 PM
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O PRÓLOGO DE TWELVE - Post 2


O rapaz responde de forma rápida. Informando que dinheiro não era problema, dando até uma boa gorjeta para o segurança que estava na porta, resolve que ficaria ali nos próximos dois dias. O segurança, assustado com aquela quantidade de dinheiro, fica sem jeito e põe a mão na cabeça, visivelmente sem graça.

- Me desculpa senhor, a recepção é por aqui... - E aponta por uma entrada, mas que claramente poderia ser achada por qualquer um.

Entrando no hotel, Twelve tem a sensação dele ser maior ainda por dentro. A recepção fica logo atravessando o Hall, e acima dela pode-se ver uma grande quantidade de chaves penduradas. Apesar de apenas três andares preencherem o local, cada andar ela largo o suficiente para agrupar 10 quartos. Uma moça de cabelos azuis claros e sorriso largo se apressa a falar com o garoto, assim que ele adentra o local

- Bom dia senhor! Em que podemos ajudá-lo? Veio pelos nossos banhos termais ou pela estadia? Espero que Brand lá fora não tenha importunado o senhor, fazemos isso pela segurança de todos! Caso queira tomar um banho o caminho é pela direita, lá o senhor encontrará tudo que precisa para ter a melhor experiência de todas! Se é um quarto que o senhor quer, nosso mordomo o levará ao melhor que temos disponível.

Nesse momento Twelve percebe que um homem estava o tempo todo ao seu lado. Extremamente silencioso, o homem usava um terno preto com gravata, bigodes e cabelos falhos brancos, assim como um óculos que impedia qualquer um de ver os olhos do homem.

- Me chamo Sven e estou à disposição, senhor.

Caso o garoto vá tomar banho agora, o mordomo esperará ele voltar ao hall de entrada, para então levá-lo até o destino. Caso decida subir aos seus aposentos, será levado até o quarto 208, ao fim do segundo andar. Dentro do quarto, uma grande cama de casal, com 4 travesseiros e uma decoração impecável tomavam conta do local. Um closet permitia que os hóspedes trocassem de roupa ou guardassem qualquer tipo de roupa ali.

- Está entregue senhor, caso haja qualquer outra dúvida, estou à disposição.

O mordomo fica parado em frente à porta, aguardando alguma reação do seu mestre, nesse instante o homem que Twelve vira ao entrar no ambiente, rindo da situação que o garoto estava,passa por eles, dessa vez com os braços segurando os ombros de duas mulheres, enquanto segurava uma garrafa de vinho nas mãos, caminhava para o seu quarto, que aparentemente era um dos dois seguintes. Ele olha para Twelve mais uma vez, e, em meio as risadas que dava com as garotas, dá um olhar de desdém ao garoto, e segue seu caminho.


QUOTE
@Twelve Nem percebi que troquei o sentido usado kkkkk

Sinta-se livre pra descrever toda a experiência no banho ou o que mais você achar relevante, caso fique legal na história, eu vou continuar desenvolvendo a partir dali. Vamos escrever isso juntos.


This post has been edited by Kaimon: Dec 13 2017, 10:27 PM
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Twelve
 Posted: Dec 12 2017, 02:15 PM
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O Prólogo de Twelve - Post 3

Logo após passar pelo grandalhão, ouço ele falar algo enquanto vou entrando.

- Me desculpa senhor, a recepção é por aqui...

Ele parecia ter entendido que não falava com um garoto perambulante, que bom, gosto assim, ser bem tratado é algo crucial para mim, mas ainda tem aquele cara de branco, ele é alguém de quem vou tomar conta em breve.

Entrando um pouco mais no hotel, tenho a estranha sensação que o local é bem maior por dentro e parece ter muitos quartos pelas chaves na parede, mas logo que chego perto da recepção vejo uma bela moça de cabelos azuis claros, ela logo começa a falar comigo.

- Bom dia senhor! Em que podemos ajudá-lo? Veio pelos nossos banhos termais ou pela estadia? Espero que Brand lá fora não tenha importunado o senhor, fazemos isso pela segurança de todos! Caso queira tomar um banho o caminho é pela direita, lá o senhor encontrará tudo que precisa para ter a melhor experiência de todas! Se é um quarto que o senhor quer, nosso mordomo o levará ao melhor que temos disponível.

Eu me distraio um pouco com a beleza dela e mais ainda com a sua voz encantadora, afinal é bem raro ver uma mulher tão bonita nos locais que frequento, mas antes que eu pudesse dizer qualquer coisa noto a presença de alguém muito perto, eu me viro quase que em um susto.

- Me chamo Sven e estou à disposição, senhor.

Era um homem que usava um terno preto com gravata, tinha bigodes e cabelos falhos brancos, assim como um óculos que impedia qualquer um de ver os seus olhos. Claramente era o mordomo do qual foi falado.

- Está entregue senhor, caso haja qualquer outra dúvida, estou à disposição.

E logo antes que eu pudesse formular qualquer tipo de resposta para ambos os funcionários, que foram tão eficientes que até fiquei um pouco perdido, o cara que eu vi na janela lá fora aparece com duas mulheres se pendurando nelas com uma garrafa de bebida e rindo que nem um idiota e seu olhar de panaca, alguma hora vou dar o troco.

- Obrigado pela receptividade, eu gostaria de uma estadia de 2 noites em seu hotel, mas antes de tudo vou me banhar, afinal após uma noite de lutas meu corpo merece um bom descanso. É Sven o nome do senhor, certo? Me espere um pouco, logo voltarei para o senhor me levar ao meu quarto, por favor fique com a minha mochila enquanto isso.

Seguindo o caminho pela direita para a sala de banhos, me deparo com a tipica entrada, um local com várias estantes com cestas para guardar as roupas, toalhas e alguns produtos como shampoo e sabonete. Após deixar minhas vestes, me direciono aos chuveiros para me limpar.

A água tinha uma excelente pressão com uma temperatura perfeita, morna e relaxante. Era algo que precisava, me limpo com bastante calma, afinal fazia alguns meses que não ficava em um local com tamanha qualidade.

Após isso, chego na parte principal, ao abrir a porta de cara vejo o vapor quente saindo, a sensação é revigorante, quase como se estivesse acordando depois de uma longa noite. Me direciono a uma das banheiras, percebo a presença de diversas pessoas, afinal era um local bastante famoso, vejo alguns mal encarados, provavelmente fazem parte de alguma organização.

Não deixo esses pensamentos tomarem conta, estou aqui para relaxar. Entrando em uma delas, a temperatura da água logo trás um alívio quando me submerjo, os músculos relaxam quase completamente, os pensamentos se esvaem, era quase como se o tempo parasse e só o que sentia era o calor da água, e o canto onde eu recostava a cabeça, realmente uma sensação quase indescritível, com certeza é um lugar ao qual pretendo retornar no futuro.

Após o breve momento de total relaxamento, não poderia mais perder o foco, levanto-me, me sentindo mais afiado, com o pensamento mais focado e os instintos mais atentos. Saindo de lá, vejo que alguns dos caras suspeitos já saíram, provavelmente estão pelo hall, fico alerta, sinto que tem algo por aqui, algo grande e com muito dinheiro envolvido.

Chegando de volta a recepção, antes de pedir para Sven me guiar para o quarto, pergunto calmamente a recepcionista, com um sorriso como quem só queria jogar conversa fora.

- Havia uns senhores nas banheiras, pareciam estar todos juntos, está tendo algum tipo de evento no hotel? Apenas para não incomodar ninguém ou entrar em algum local e interromper uma reunião. Eu estava tentando ver se ela acidentalmente me daria alguma informação interessante, quem sabe para eu dar uma passadinha de leve e verificar o que estava rolando de verdade.




QUOTE
@Kaimon Tranquilo. Vamos fazer dessa aventura algo muito bom!


This post has been edited by Twelve: Jan 11 2018, 12:33 AM
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Kaimon
 Posted: Dec 14 2017, 05:18 PM
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O PRÓLOGO DE TWELVE - Post 3


- Senhores?!- A moça fica um pouco nervosa quando os homens são citados, mas tenta contornar a situação. -Não se preocupe com eles, frequentemente eles vem para o hotel para tomar banho, um ou outro alugam um quarto mas nada que atrapalhe a estadia do senhor aqui, garanto! Como estão as acomodações, tudo no agrado do senhor? O Sven está te tratando bem?

- Você sabe que eu me esforço para satisfazer nossos clientes, Safira! - Sven mais uma vez se encontrava ao lado do rapaz, sem fazer qualquer barulho até ser mencionado.

A audição aguçada de Twelve permitiu que ele ouvisse da rua um barulho de vidro quebrando, seguido de uma gargalhada muito alta. Um grande burburinho começa a se formar na porta do prédio, enquanto alguém pedia por ajuda.

De cima das escadas, dois homens descem em direção ao hall, vindo do mesmo andar em que Twelve estava hospedado, rindo de forma debochada. Ambos eram atarracados, e usavam ternos brancos espalhafatosos, chapéu também branco e óculos escuros.

- O chefe realmente sabe como aproveitar a vida hahahaha Vamos resolver nosso problema, agora que ele autorizou! - Os homens passam pelos três presentes, ambos os funcionários abaixam a cabeça, e partem porta afora. Quando a porta é aberta, percebe-se que uma multidão já se encontrava na frente do hotel, os homens saem pelo lado e seguem pela rua.

O hall volta a ficar em silêncio, apenas Twelve e os dois funcionários presentes. Safira resolve quebrar o silêncio, direcionando-se ao hóspede

- Sentimos muito pelo barulho lá fora senhor, se o senhor se dirigir ao seu quarto, logo tudo estará resolvido!

@Twelve
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Twelve
 Posted: Dec 14 2017, 05:37 PM
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O Prólogo de Twelve - Post 4

A reação da moça ao ser perguntada me levantou suspeitas, mas pelo visto Safira não falaria algo interessante por agora, talvez por não saber ou por não querer falar, mas isso não importa, o barulho lá fora e os homens de branco descendo e falando que iriam resolver um problema são mais interessantes, posso cuidar dela depois.

O vidro quebrando poderia indicar uma briga, algo que me agrada muito, mas como dois caras desceram provavelmente vou estar em desvantagem numérica. Ir com calma agora é o ideal, apesar de estar tremendo de ansiedade por uma briga.

-Eu vou lá fora ver o que está rolando, enquanto isso Sven, poderia levar minha mochila para meu quarto? Agradeço imensamente.

Sem esperar muito a resposta do mordomo, saio do hotel tentando não chamar muita atenção (Furtividade), tem algo intrigante rolando com esses caras, não vou deixar passar essa oportunidade.



QUOTE
@Kaimon


QUOTE

Furtividade (1PE): Capacidade de caminhar sem ser percebido, seja sob a luz ou nas sombras (que obviamente é um trabalho mais fácil), podendo se aproximar de alvos com mais facilidade. Combinável com "Invisibilidade".
Benefício: Interpretativo; Concede um bônus +2 em testes de Furtividade.


Spoiler

Atributos Primários:
✦ FORÇA: 5
✦ ACUIDADE: 5
✦ PRECISÃO: 6 + 2 (Bonus Racial) = 8
✦ DESTREZA: 5 + 2 (Bonus Racial) = 7
✦ VITALIDADE: 4

Atributos Secundários:
✦ DANO CORPO A CORPO: 5
✦ DANO A DISTÂNCIA: 5
✦ DANO DE ARREMESSO: 5

✦ ACERTO CORPO A CORPO: 8
✦ ACERTO A DISTÂNCIA: 8

✦ ESQUIVA: 7 + 2(Estilo Avançado) = 9
✦ BLOQUEIO: 7
✦ AGILIDADE: 7 + 2(Estilo Avançado) = 9

✦ RESISTÊNCIA: 2
✦ PONTOS DE VIDA: 30
✦ ENERGIA: 39

✦ PECULIARIDADES: Aceleração, Audição Aguçada(Extra), Coragem(Extra) e Corrida.
✦ APRIMORAMENTOS:Aparência Inofensiva(Extra), Disfarce e Furtividade(Extra)


This post has been edited by Twelve: Jan 11 2018, 12:36 AM
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 Posted: Dec 19 2017, 03:08 PM
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O PRÓLOGO DE TWELVE - Post 4


Sven acata com a cabeça e recolhe a mochila do hóspede, enquanto o mesmo segue para o lado de fora para ver o que estava acontecendo. Caso o rapaz tenha olhada para trás no percurso, perceberia que Sven não estava mais no Hall de entrada, muito menos nas escadas, ele simplesmente sumiu.

Ao sair pela porta da frente, Twelve percebe a multidão em volta de alguma coisa, os homens seguiram pela rua, sorrindo, enquanto as pessoas se afastavam para eles passarem. Eles descem por uma escada que dava acesso a uma parte mais baixa da ilha, e desaparecem de vista.

No local, Twelve, devido a suas habilidades furtivas, consegue ir passando pelas pessoas até chegar na beira do ocorrido. Um homem estava deitado no chão, com muito sangue espalhado por todo lado. Twelve consegue perceber que o homem ainda se mexia, e mais ao lado, uma garrafa de vinho quebrada. Um cheiro forte de vinho ainda podia ser sentido. A ajuda médica, entretanto, não parecia nem perto de chegar no local

@Twelve
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Twelve
 Posted: Dec 19 2017, 03:29 PM
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O Prólogo de Twelve - Post 5

Ao me esgueirar pela multidão vi o homem machucado no chão que sem sombra de dúvida havia sido espancado, não sei o porque, mas sei por quem. A garrafa de vinho era a mesma que o homem de branco carregava quando subiu as escadas acompanhado de suas meretrizes.

Claramente aquilo foi um detalhe sutil para o público, a garrafa de vinho podia dar a falsa impressão de que o homem era um bêbado qualquer que provavelmente havia incomodado a pessoa errada.

Preciso chegar mais a fundo nisso, infelizmente não tenho tempo para chamar ajuda para o homem ferido pois isso chamaria atenção demais, por agora preciso seguir aqueles caras para a parte baixa da ilha.

-Isso está se tornando interessante, provavelmente aqueles caras são de algum grupo criminoso e estavam cobrando aquele cara, um simples espancamento não precisaria de uma garrafa plantada como se o cara fosse um bêbado qualquer, isso significa que tem dinheiro envolvido, motivo mais que suficiente para eu continuar.

Meus pensamentos preenchiam minha mente sobre o porque aquele homem fora espancado daquela forma, porque se ele tivesse tentando roubar os ternos brancos, precisava saber qual foi seu erro, para eu não cometer o mesmo na minha tentativa. A noção que eles eram perigosos por algum motivo não me fazia querer recuar, mas avançar mais, eu tremia um pouco, estava ansioso com o que estaria por vir.



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@Kaimon Só pra avisar que quando eu colocar minha frase em itálico é pra simbolizar pensamento http://files.b1.jcink.com/html/emoticons/smile.gif Vamos que vamos por que ta ficando interessante!


This post has been edited by Twelve: Jan 11 2018, 12:37 AM
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 Posted: Jan 3 2018, 03:13 AM
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O PRÓLOGO DE TWELVE - Post 5


Com uma teoria bem formada em sua mente, Twelve conclui que tudo que acontecera fora planejado e plantado, e com isso fica ainda mais instigado a prosseguir sua investigação aos ternos brancos. Seu objetivo era seguir os dois homens que a pouco sairam do hotel e seguiram pela rua em direção à parte mais baixa da ilha, onde os "menos adinheirados" viviam.

Seguindo os mesmos passos dos homens, Twelve seguiu os mesmos pelas vielas. Sua aceleração ajudou a manter o passo e acompanhar os dois, enquanto suas habilidades furtivas permitiram que ele fosse apenas mais um na multidão, até quando estava sozinho na rua com os dois. Foi uma caminhada curta, pouco tempo depois os três chegam a um armazém, e com sua audição aguçada o garoto consegue ouvir claramente os homens falando

- Jogo rápido, pega as armas, umas bombas e vamos pro local!

E assim os dois entram pela porta menor ao lado de um grande portão, grande o suficiente para entrar e sair grandes caixas. A porta é fechada logo em seguida, mas Twelve não ouviu nenhum barulho de tranca. Quanto tempo eles ficariam ali dentro, e pra onde iriam em seguida?

@Twelve

QUOTE
estamos de volta Twelve, foi uma pausa grande, mas com fim de ano, eu morar em outra cidade e uns problemas pessoais me impediram de postar antes, vou tentar manter a regularidade agora, vamos nessa que agora a brincadeira vai ficar mais séria kkkk
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Twelve
 Posted: Jan 3 2018, 03:38 AM
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O Prólogo de Twelve - Post 6

Após minha conclusão de pensamento, tive a perseguição furtiva aos caras de terno branco. Admito que não foi prazeroso, mas passou longe de ser difícil, esses caras devem ser surdos ou algo do tipo, ou eu sou muito bom.

Minha aceleração e furtividade foram essenciais para manter o ritmo até o galpão sem ser notado e algo grande estava para acontecer, uma voz lá dentro falava de armas, bombas e um local.

- Jogo rápido, pega as armas, umas bombas e vamos pro local!

A voz estava agitada, com pressa, acredito que eles estão com o cronograma apertado, pois para um nível bélico desse tamanho andar pela cidade, seria necessário cautela.

Quando os dois capangas entraram no armazém, ouço que a porta não fora trancada, é uma oportunidade única para me infiltrar mais ainda nesse grande evento, isso me excita, afinal não é sempre que posso invadir uma festa de tal porte.

Acredito que deva se tratar de um assalto grande, pois armas já seriam o suficiente para roubar lojas, mas o uso de explosivos pode indicar algum arrombamento de cofre talvez.

Seja como for, usando minha (Furtividade) tento entrar pela porta destrancada, acredito que não deva ter ninguém guardando ela do lado de dentro, afinal não havia ninguém do lado de fora.

- Típico pensamento de pessoas que se acham grandes demais para não precisar de proteção, mas ainda sim eles tem armas, não posso ser descuidado.



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@Kaimon Aeee! Senti sua falta cara, tive que me encher de trabalho do fórum para tentar de esperar e suprir a vontade de jogar ahahaha. Vamos que vamos que o bagulho vai ficar louco!


This post has been edited by Twelve: Jan 11 2018, 12:40 AM
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 Posted: Jan 3 2018, 04:19 AM
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O PRÓLOGO DE TWELVE - Post 6


O garoto, movendo-se praticamente como um ninja, entra pela porta do armazém. Lá dentro, parecia que o espaço era ainda maior do que aparentava do lado de fora. Grandes fileiras de prateleiras ostentavam diversas metralhadoras, submetralhadoras, pistolas, munição de todos os tipos e até mesmo alguns lança foguetes podiam ser facilmente vistos pelo rapaz.

O pensamento do rapaz parecia correto, ninguém guardava aquele local, como se não houvesse nada ou ninguém que colocasse medo nos ternos brancos, mesmo com a forte presença da marinha no local.

Os homens estavam em uma das prateleiras do fundo, remexendo em tudo depressa e ao mesmo tempo sorrindo e fazendo graça um com o outro. Um dos homens pega uma bomba que cabia no bolso, não antes de mostra-la ao companheiro, que sorri enquanto fazia um sinal de positivo com a cabeça. Ambos então pegam duas pistolas e duas metralhadoras cada, assim como muita munição, e partem de volta para a entrada.

Twelve então percebe o problema em que se metera, não existia onde se esconder, pelo menos não à primeira vista. Os homens estavam vindo em sua direção, a porta estava distante demais para alcançar sem ser visto, e não haveria esconderijo quando os dois chegassem na porta, o que o garoto iria fazer?

@Twelve
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Twelve
 Posted: Jan 3 2018, 04:35 AM
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Twelve




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O Prólogo de Twelve - Post 7

Ao adentrar o local, vejo fileiras e mais fileiras de prateleiras de armas e mais armas, aquela visão me fascinava pelo valor de venda delas, mas também causava-me uma repulsa, afinal elas são quase trapaça em uma luta, homens de verdade usam os punhos e a inteligência.

Percebo claramente alguns homens nos fundos, brincando entre si e rindo, estão descontraídos e animados, como se fossem crianças com seus novos brinquedos, mas não tenho tempo para ficar pensando muito preciso agir, eles estão vindo para a entrada novamente.

Agora era a hora crucial, preciso tentar me mover com o máximo de cautela para fazer o mínimo de barulho afim de me esgueirar entre as prateleiras, de forma passar desapercebido, como se fosse um rato andando pelo local. Se isso der errado poderia tentar usar as prateleiras como um labirinto, não estava em vantagem ali, mas estou longe de estar encurralado.

Minhas mãos tremem um pouco, meus batimentos aceleram, mas controlo minha respiração, preciso usar ainda melhor minha (Furtividade) combinada com a minha (Aceleração), agora é a hora, preciso usar meus truques e me manter aqui dentro antes de segui-los novamente, algo aqui deve indicar o que eles pretendem.

- Cara, isso está ficando emocionante! Penso, enquanto a adrenalina preenche meu corpo.



@Kaimon

This post has been edited by Twelve: Jan 11 2018, 12:41 AM
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Kaimon
 Posted: Jan 10 2018, 05:40 AM
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O PRÓLOGO DE TWELVE - Post 7


A situação ficou um pouco tensa para Twelve, mas, apesar do nervosismo e empolgação, soube lidar muito com a situação. Com calma e velocidade, usou as prateleiras como escudo para ocultar sua presença. O garoto tinha costume de agir daquela forma e passar despercebido, vivera sua vida daquela forma desde que se desligara da organização que o criou, e não seria hoje que cometeria erros. O fato dos homens serem arrogantes demais para sequer imaginarem que alguem os seguia ajudou muito naquela manobra.

Twelve já estava contente com sua façanha, mas um barulho pôde ser ouvido ao longe, será que era apenas arrogância ou existia um motivo para que a máfia branca não se preocupasse se entravam ali ou não? A audição de Twelve permitiu que um rosnado fosse ouvido ao longe e, antes que percebesse, um novo som foi captado pelos ouvidos sagazes do garoto. Um barulho de fechadura sendo trancada. Do lado de fora os homens gargalhavam, da mesma forma que brincavam lá dentro, enquanto o som ia diminuindo, até não se ouvir nada do lado de fora.

Aquela era a única saída, como o rapaz sairia dali? E mais importante ainda, conseguiria Twelve escapar da fonte daquele rosnado?

@Twelve
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Twelve
 Posted: Jan 10 2018, 05:32 PM
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O Prólogo de Twelve - Post 8

Agora o som da porta fechando me preocupava mais que o rosnado de um bicho qualquer dentro do galpão, eu não conseguia entender como eles sairam dali tão rápido antes que eu me desse conta e porque ficaram tão pouco tempo? Ainda tem que ter alguma coisa que me de uma pista do paradeiro daqueles malditos. Conforme andava em direção aos fundos, podia sentir o rosnado me seguindo, sem alterar muito sua distância, aquilo me dava um certo receio de ser atacado por trás.

- Droga, não esperava que eles fossem tem algum animal de guarda, estava muito tranquilo minha entrada aqui. Mas estou onde queria estar, preciso descobrir algo e dar o fora.


Usando somente minha (Furtividade) na tentativa de andar com cautela para não esbarrar em nada e chamar mais atenção da coisa que está no meu cangote, ando com passos curtos e ritmados, todo cuidado agora era pouco, mas qualquer movimento em falso e estaria em apuros. Cada vez mais a adrenalina enchia meu corpo, mas dessa vez meu nervosismo foi mudando para uma melhor atenção das coisas, a iminência de algum contratempo já estava impregnado na minha mente, só me restava manter a situação do jeito atual, porque dali em diante, era ladeira a baixo.

QUOTE
@Kaimon agora to gostando de ver


This post has been edited by Twelve: Jan 11 2018, 12:42 AM
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