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 Caos e Destruição em Branch, A grande fuga dos prisioneiros
Wednesday
 Posted: Mar 3 2018, 03:41 PM
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Wednesday




Revolucionário - Líder da Rage -



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Wednesday is Offline

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Eu acordava e não fazia ideia de quanto tempo havia dormido nem ao menos onde estava.
Me levanto procurando saber onde estava e percebo que estava em uma cela junto de minha companheira Lalythia e Alepo. Eles ainda estavam desmaiados logo então me aproximo de Lalythia e tento acorda-lá.

- Ei Lalythia, acorde!

Dizia em um tom baixo ao mesmo tempo que cutucava a moça com a mão tentando acorda-lá.

- Você sabe onde estamos?- Perguntaria caso ela acordasse.

De qualquer forma, me levanto de novo e vou até a grade da cela, mas quando encosto no metal da cela eu sinto um enfraquecimento muito grande e quase fico de joelhos por conta disso. Rapidamente tiro minhas mãos da cela e me afasto assustado.

- Mas o que foi isso? - Neste momento lembrava que havia comido uma akuma no mi e que havia sentido uma sensação parecida com essa quando coloquei os pés na água do mar para empurrar o barco.

Seria uma cela que anulasse poderes de akuma no mi? Do pouco que sabia dessas frutas somente o mar enfraquecia os usuários de akuma, como se fosse uma maldição, mas o que poderiam ter feito naquela cela? Algum tipo de celo? Magia? Tecnologia? Isso eu teria que investigar e descobrir, afinal se uma cela me enfraquecia o que mais poderia?

Depois deste breve susto acabo por lembrar do que havia acontecido anteriormente.
Quando já estava no barco senti o poder de minha akuma se manifestando, mas não tive nenhum controle e uma sombra saiu de mim perfurando tanto Sothe (revolucionário) como a gata agente do governo. Eu não sabia determinar se eles haviam morrido, mas sabia que depois de meu ataque o leão nos atacou com uma força absurdamente grande e depois não lembrava de mais nada.

Olhava para fora da cela e percebia que os cômodos eram pequenos e de madeira, o cheiro de maresia e o balanço do lugar me fazia deduzir que estávamos em um barco, com toda certeza seria do agente ou da marinha.

- Mas que droga..

Agora tentava observar naquela cela algum tipo de brecha ou falha por onde pudesse forçar e conseguir uma abertura para fugir. Talvez a madeira estivesse podre em algum ponto, talvez não estivesse bem pregada em algum canto, ou as dobradiças estivessem gastas.

Enquanto analisava a cela surge uma pessoa ao fundo e rapidamente me afasto da cela e observo quem estava chegando.
A silhueta se mostrava e eu podia identificar que era o mink leão agente do governo que havia nos atacado em Dililo. Ele estava com um grande curativo em seu peito que só não era visto por inteiro devido ao paletó negro que usava por cima, esse ferimento era fruto de meu ataque contra ele disso eu tinha certeza.

- Ora ora, Wednesday certo? Você tem um perfil e tanto! Escapou de Ohara durante o buster call, é um revolucionário que sabe ler as pedras proibidas e recentemente adquiriu o poder de uma akuma no mi matando um agente com a mesma.

O Leão dava uma breve pausa e começava a dar uma risada contida olhando para mim.
Me Mantinha sério olhando para ele com uma cara de desafio que não se intimidava com as falas dele.
Ele dizia que eu havia matado a outra agente será que Sothe teria tomado o mesmo destino?

- Tenho certeza que depois de reportar isso terei uma boa recompensa e até mesmo uma patente melhor! Devo te agradecer no fim das contas seu idiota revolucionário hahahaha

O leão então se afastava para ir embora, mas ele parecia se lembrar de algo e voltava.

- Ah! Agora vou interrogar seu amigo Sothe, ele é bem resistente devo admitir, sobreviver aos meus ataques e da minha companheira e até do seu! Mas não acho que ele vá durar muito, quando chegarmos em 80TH BRANCH vocês todos serão presos e com certeza serão executados, principalmente você senhor amiguinho dos minks! hahahaha. Até mais! - Ao sair o leão dava um grande tapa na grade da cela e então saia do local.

Eu rangia os dentes com as palavras daquele infeliz, mas me continha, sabia que poderia piorar as coisas se caísse na lábia daquele escroto.
Mas uma coisa me aliviava, Sothe estava vivo. Ele com certeza estaria bem ferido, mas o que importava era que estava vivo, talvez ainda houvesse chances de salva-lo e me redimir depois de tantos erros. Me sentia culpado por ter levado a todos para essa situação, se algo ruim acontecesse ficaria me remoendo pelo resto da vida.....

Eu não deixaria as coisas saírem baratas para aquele mink leão e nem para esse governo imbecil. Já estava farto de arruinarem minha vida e de tantos outros com seus planos obscuros, eu achava que Ohara era o estopim para minha fúria, mas este leão ultrapassava os limites de minha imaginação, ele definitivamente teria de pagar pelo que fez.

Agora estava somente eu e meus companheiros, falaria com eles.
Depois do bate-papo comecei a pensar sobre meus poderes, a única coisa que sabia era aquela sombra que atingia Sothe e a gata mink.
Era hora de saber mais sobre meus poderes. Eu sabia que uma sombra tinha saído de mim e atacado os dois e eu tinha uma sensação estranha quando olhava minha sombra desde que comi a fruta.

Enquanto pensava nisso foquei meu olhar para minha sombra e tentava fazer algo, eu não sabia muito bem o que fazer já que não sabia os poderes que tinha, mas continuei a me observar e imaginar meus poderes.
Em um breve momento pude ver minha sombra se mexendo de uma maneira estranha e tendo sua forma modificada em algo estranho.

- Putz!

Eu assustava com aquilo, mas não era algo ruim, era um susto de surpresa pois parecia que tinha entendido o meu poder!

Novamente tento mexer com meu poder, mas desta vez imaginava uma forma mais sólida como uma espada por exemplo. Para minha surpresa a sombra assumia a forma de uma espada e aos poucos foi ficando cada vez mais perfeita a imagem até que se tornou uma espada bem simétrica.
Lentamente movo minha mão até a sombra e toco na arma, novamente me surpreendo, a sombra era sólida! Eu pegava então a espada em mãos e observava de mais perto. Com a espada na mão ataco a grade da cela, mas a sombra se desfazia e voltava para meu corpo se tornando uma sombra comum.

Meus companheiros viam a cena e se me olhassem poderiam ver minha cara de alegria por estar descobrindo meus poderes.

- Isso.... que incrível!

Depois deste momento fiquei praticando com a sombra fazendo ela tomar as mais variadas formas, a cada nova forma eu sentia que ficava mais fácil tentar algo mais difícil e assim fui praticando ali dentro da cela.
Em determinado momento não sabia exatamente o que havia feito, mas eu me teleportava para o local onde a sombra estava.

- Uau! ihihihihi Está cada vez ficando melhor!

Rapidamente tento novamente usar esta habilidade e ela saia quase que naturalmente, eu me transportava para o local da sombra e a sombra tomava meu antigo lugar, era como se trocássemos instantaneamente de lugar com ela.
Isso com certeza era uma habilidade e tanto!

Continuei a praticar dentro da sala agora fazendo construtos de sombra mais elaborados, como barcos, prédios, armas e também treinava meus teleportes com a sombra. Não foi difícil ficar usando o teleporte para evitar quedas ali dentro da cela, minha habilidade de controlar minha sombra estava ficando afiada e cada vez mais rápida.
Mas algo me ocorria na mente, será que somente controlava minhas sombras? Será que poderia controlar as sombras dos outros? Quem sabe unir minha sombra com a de outro e fortalecer meus construtos?

Pensando nisso olho para a sombra de Alepo e Lalythia que eram os únicos ali comigo. Alepo me olhava desconfiadamente ele sabia que eu tentaria algo com ele.

- Alepo relaxa, só quero ver se consigo fazer algo com sua sombra.

Lentamente aproximo minha mão da sombra dele e a toco, já não ficava surpreso em saber que a sombra dele era sólida para mim, então a puxo com minha mão, mas não saia muito bem como eu esperava.
Alepo era puxado junto caindo no chão e ficando pendurado pela sombra, como se fosse uma corda amarada em suas pernas, eu também sentia uma sensação estranha em meu corpo, era como se eu quisesse eu poderia absorver a sombra de Alepo, mas ela parecia firme e teria que fazer muita força para tira-la do corpo dele, ou então corta-lá....

Mas eu não fazia nada disso, apenas soltava e me desculpava com meu colega.
Com toda certeza eu sabia que os poderes de minha fruta não se limitava apenas a construtos de sombras ou teleportar, o que eu poderia fazer caso pegasse a sombra de alguém?
Quando saísse desta cela iria testar nos malditos que me prenderam sem piedade alguma, tiraria Sothe dali e fugiria com meus companheiros.



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Lalithya
 Posted: Mar 6 2018, 12:41 AM
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Lalithya




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Lalithya is Offline

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"-Mais fundo, senhora"
O escravo ainda se agitava enquanto as mãos da médica cortavam e reviravam as entranhas em sua barriga.
"-Ok... eu vou mais fundo"
E com mais força a médica mergulhava a mão no interior dos órgãos quentes da criatura. O escravo parecia satisfeito, urrava por mais, e Laly obedecia, remexendo entranhas com os dedos.
"Como esta sendo um bom rapaz, vou te dar um presente maior esta noite..." - A médica murmurava enquanto retirava as mãos da carne pulsante.

Aquilo não poderia ser melhor. Lalithya mal se lembrava do sufoco na ilha mink. Tudo não parecia um pesadelo de águas turvas; um daqueles passados que desejamos loucamente esquecer.

Agora, médica e paciente, estavam com os rostos próximos. A médica sentia a respiração quente próxima da sua e deixava que suas pálpebras pesassem sobre os olhos..... aquele momento era perfeito! Um momento íntimo inebriante... sem minks... e sem revolucionários......... ....... só que não.


QUOTE
- Ei Lalythia, acorde!


* A médica abria os olhos para a realidade. Diante de si uma imagem que Laly custou a creditar: Wednesday.
Ainda perdida entre o véu da realidade e da fantasia a cirurgiã olha perdida a sua volta, desejando amargamente que aquilo fosse o sonho e que logo despertaria novamente nos braços de seu monstruoso escravo. No entanto, infelizmente, foi a dor nos músculos que a fez perceber que estava desperta.

Uma expressão de fúria começou a tomar forma na face da médica. Com um salto Laly envolve as mãos ao redor do pescoço de Wednesday e o chacoalha: *

- QUE DIABOS FOI AQUILO?!

* Para sorte do revolucionário a médica em seguida o soltava. Levantar rápido demais não tinha sido uma ideia muito boa, e agora Laly se tinha que controlar a vertigem e o vomito que a açoitavam.
Enquanto a médica se ocupava de combater aquele gosto amargo de geladeira na boca, Wednesday analisava a cela.

Pouco depois o mink leão surgia da escuridão do porão do navio para olhar seus prisioneiros com tom de deboche. A médica erguia a cabeça para olhar o captor e se recordava aos poucos das últimas cenas na praia que levaram o grupo para aquela situação em que estavam.
O mink estava certo, se o grupo não fosse executado com toda certeza seriam torturados - o que não é uma má ideia, considerando que um pouco de dor era apetitoso.

Quando novamente o trio ficava sozinho, Wednesday se erguia e se punha a andar pelo aposento numa busca incessante por uma saída. Lalithya, por sua vez, se aproximou das grades da cela para olhar as dobradiças da porta.

-Vamos para uma prisão....será que piratas são levados para lá?

* Comentou a médica mais para si mesma do que para os companheiros. Mentalmente Laly desejava rever a pirata Amber... quem sabe aquela não fosse a oportunidade de encontrar a viking?
Enquanto a médica pesquisava em como abrir as dobradiças da porta, o samurai parecia entretido numa espécie de dança bizarra..algo que Lalithya dava pouca atenção no momento.

Passado um bom tempo analisando a porta da cela, a cirurgiã se voltava para Wed e para o dorminhoco Alepo capotado em um canto da cela.

-Então é isso... vou abrir a barriga de Alepo! Farei cordas com o intestino dele e armas com os ossos capazes de perfurar os olhos daquele mink traiçoeiro. Dai surpreendemos o Leão e fugimos daqui! Esse dorminhoco terá tido um sacrifício em prol dos companheiros e no fim todos saímos felizes e sorridentes ...O que acha Wednesday?..... Wednesday?

Foi então que a médica percebeu que o samurai brincava com algo escuro nas mãos. As formas iam e vinham.
Com uma sobrancelha erguida a cirurgiã se aproxima e senta em silêncio encostada com as costas na parede da cela. Os olhos da médica acompanhavam Wednesday que brincava com as sombras do corpo de Alepo, erguendo o corpo adormecido no ar:

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-Agora entendi... ainda estou sonhando..só pode....ainda estou sonhando.

This post has been edited by Lalithya: Mar 6 2018, 12:42 AM

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Curdus
 Posted: Mar 8 2018, 08:07 AM
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Curdus




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CAOS E DESTRUIÇÃO EM BRANCH.



O sentia as dores de seu corpo começarem a ficar evidentes, seu corpo gritou para que acordasse do transe que estava a tempo que não tinha como determinar, sentia o solo duro e a certeza de que aquele local que o corpo encontrava-se não era nem um pouco o aconchegante “ hospital” que encontrava-se antes. Não demorou a pode sentir as primeiras gotículas de água tocarem sua pele, água, um bem que a muito não consumia e que jamais poderia mergulhar novamente, sua boca seca exigia o liquido, mas foi quando virou-se que sentiu as correntes em seus braços e pernas.

Os ossos doíam, mas saber que estava encurralado doía ainda mais, grogue o tritão tentava mapear exatamente o que estava acontecendo. Era evidente estava sendo preso, por quem? E por que ? Questionamentos esse eram validos e diretos, foi em um devaneio pessoal em meio a tudo que estava ocorrendo que falou para si baixo: —Pandora...Don Kong...onde estou? – Sua confusão se refletia em suas palavras, nomes, questionamentos sobre sua localização, tudo isso era padrão para os outros prisioneiros em suas selas, mas talvez de todos os ali presente Curdus fosse o único bestialmente peculiar e talvez o menos culpado dos crimes que nunca saberia ao certo que cometeu..

As rígidas algemas poderiam ser retiradas facilmente, mas sem saber uma rota de fuga poderia ser essa decisão um suicídio, não estava naquele momento em sua perfeita forma física e não sabia que inimigos poderia enfrentar naquela situação. Com dificuldade o tritão sentou-se enquanto escutava ao longe uma conversa desdenhosa, não demorou a o Mink leão passar por ele, bem trajado, com uma postura arrogante e com um olhar vitorioso, ele estava em Beast Point? Esse era um questionamento que fez, mas foi o recostar na parede húmida que Curdus falou para si – Um dia sem confusão, era apenas isso que eu pedi a você Curdus... – O tritão resmungava enquanto observava e escutava mais e mais empolgação dos da cela próxima, não dava-se o trabalho de observar, naquele momento precisava do mínimo de descanso para sua forma física total ser restabelecida ou teria sérios problemas a enfrentar desafios físicos naquele lugar.
| Post: 01| 80th Branch | Civil | Curdus D. Obliviam


@Muffin
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Invadindo, pois assim podemos começar a aventuras juntos e de agora.


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Kcyan
 Posted: Mar 8 2018, 07:25 PM
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Kcyan




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Aquela insólita sensação que tomava a minha cabeça e alastrava-se pelo meu corpo já me era familiar; afinal, resolvê-las era o meu trabalho. E bem queria fazê-lo, mas tinha certeza que não estava em posse do meu kit de primeiros socorros. E sem poder fazer nada a respeito, a minha cabeça latejava incessantemente, como se tivesse recebido um grande trauma, que até deixava a minha visão turva.

Oh... oh... onde estamos? - falava com a minha voz arrastada, levando a mão até a minha nunca, de onde vinha aquela dor inoportuna.

Três figuras que me eram muito bem conhecidas estavam ao meu lado, logo os reconheci. Por um momento me tomei pelo animo de vê-los bem e ao meu lado, mas logo a sensação desvaneceu após notar as impetuosas grades metálicas — Ah, não... - resmunguei baixo, ainda me recuperando, encolhendo os joelhos até o meu peito e abaixando a cabeça. Aqui praguejei algumas palavras sórdidas.

Voltei a me virar para Odin e Lalithya — Vocês estão bem? O que aconteceu? Não lembro de nada, estávamos no barco e... - minha cabeça latejava ainda mais, obrigando-me a encostar as costas contra a parede, com o olhar erguido para cima, pensativo. "Como diabos vamos sair daqui? Eu não quero ser entregue ao Governo Mundial, não mesmo, não antes deles pagarem por tudo... - um misto entre frustração e raiva me tomava.

Tentava recuperar as memórias, na tentativa de juntar as partes do quebra-cabeça. Não tardou para o leão mink que nos atacou outrora aparecer; desta vez, trajando o uniforme que expressava a sua verdadeiro identidade: um fiel agente do governo. Aquilo me aborrecia. Havíamos sidos enganados, atacados pelas costas, encurralados e... — Sothe! Onde está Sothe?! - olhava para os lados — Não me diga que... - meu coração apertou por um momento. Como um médico, o meu dever era salvar vidas, perder alguém, perder um companheiro, era a maior desonra que eu poderia ter em minha vida.

Para o meu alívio, Sothe estava vivo, dizia o bastardo, do qual o nome se quer pronunciarei. Não bem, mas vivo. O Governo Mundial estava cuidando dele a parte. Extrair informações é uma das táticas mais cruéis que esse tipo de governo pode fazer, eu temia pelo estado do revolucionário. Precisavamos lidar com a situação urgentemente, do contrário, toda a nossa empreitada teria sido em vão, e eu ainda não havia retribuído o que fizeram à Ohara.

Entre os temores e preocupações, algo me espantava quase em mesma proporção. Olhei para o lado e em um vislumbre achei que havia uma sombra se mexendo. A princípio, atribui o fenômeno à minha visão, a qual havia sido ligeiramente afetada pela pancada que havia recebido na cabeça. Mas não, não era iusão, limpei os meus olhos duas vezes para ter certeza: as sombras estavam se mexendo!

Estava prestes a chamar Odin, demasiadamente surpreso, boquiaberto e sem palavras, quando vi que a fonte daquela bizarrice provinha do próprio bárbaro — M-mas q-que...@#*!&?! - abafei a voz alta. Nãp queria chamar atenção dos agentes.

Você tem muita coisa a explicar, Odin! Muita coisa! - me diriga à ele. Trocava olhares com os outros prisioneiros, Lalithya e Alepo, buscando reações semelhantes à minha —Vocês não estão vendo?! Que porcaria é essa?! - estava estupefato.

Como se não bastasse, Odin aparecia repentinamente ao meu lado, forçando-me a pular instintivamente para o lado oposto enquanto caia de cotovelos no chão, assustado e trêmulo, me arrastando para trás e para perto de Lalithya — E-explquem i-isso, e-eu sou médico e um arqueólogo, já li centenas de livros e visitei dezenas de lugares, e em minha cabeça isso, i-isso é... - não sabia mais o que falar, esperava explicações racionais para aquilo. Do contrário, eu era amigo do próprio diabo.


QUOTE
@Muffin Invadindo também, espero que o Wed tenha avisado (eu tinha sumido e não ia jogar essa), obrigado pela narração!

EDWIN SMITH



This post has been edited by Kcyan: Mar 8 2018, 07:27 PM
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Muffin
 Posted: Mar 8 2018, 09:32 PM
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Muffin




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Caos e Destruição em Branch

A brincadeira de sombras de Wednesday trouxe atenção para todos em volta, fosse Lalithya, Edwin ou o próprio Curdus, mas apesar da médica desejar que aquilo fosse um sonho, tudo parecia feio demais para ser um sonho — um pesadelo talvez? Alepo se manteve quase em silêncio suficiente para que a pirata achasse que ele estava dormindo, mas em realidade, ele se mantinha apenas parado como o rato de experimento do viking, só saindo daquele transe quando a pirata começa a falar sobre a mutilação dele. "Eh-ehehe, acho que não é necessário, Lali.", sorria para ela, levantando suas patas amistosamente para a moça.

Do lado deles, Edwin ia tomando a compostura e a sua consciência de onde estavam e na cela em frente, Curdus também parecia começar a acordar de vez, mas ambos se viam em situações ruins diferentes — Edwin estava tendo um pequeno ataque de pelanca por toda aquela situação, se via encarando uma coisa totalmente alienígena para ele ocorrendo em sua frente e em um dos seus aliados; enquanto o tritão, ele tinha todas as memórias voltando para si, mas só quando tentou se mexer que notou que estava preso por alguma coisa, uma coisa que ele não notaria durante muito tempo por ter vivido daquela forma por tanto tempo: água do mar. Estava em um vidro de água do mar grande o suficiente para que ele ficasse totalmente submerso, e como Don Kong havia lhe dito, não teria como agir mesmo que um dia tivesse vivido ali.

Alepo completava a fala de Edwin por ele. "...É uma Akuma no Mi!", sorria. "Ah, sabe, foi o que o leãozão falou também.", enquanto o quarteto falava em uma cela, ouviram passos se aproximando, um homem e uma mulher, ambos uniformizados, vieram até a cela onde um tritão estava — curiosamente, ele estava em um aquário próprio, como um grande peixão. O homem puxou sua manga e retirou um pedaço de carne menor que a sua mão, colocou na água e enfiou na boca do tritão, lhe alimentando quase como se ele fosse uma estátua. Wednesday foi o primeiro a ligar os pontos: aquele tritão também possuía uma Akuma no Mi.

"Ergh, temos que ir naquela ilha de merda para pegar um peixe mutante.", reclamava, tirando o braço da água e o balançando para tirar o excesso. "Bem, vamos poder ver esse bando de desajustados sendo executados, o que sempre é bom.", comentava com a sua colega, mas com total certeza estava também provocando o grupo ali. Ambos seguiam para fora, rindo-se, deixando-os novamente presos naquele lugar — a movimentação constante lhes dizia que estavam no mar, mas a falta de janelas ou qualquer tipo de iluminação tirando um solitário lampião preso no teto, lhes impedia de dizer o horário certo.


@Wednesday @Lalithya @Curdus @Kcyan

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Kcyan
 Posted: Mar 8 2018, 10:45 PM
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Kcyan




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Kcyan is Offline

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Me aproximava de Alepo, com o coração um pouco mais apaziguado. Se alguém conseguia me deixar calmo, era Alepo, pois fora ele que me levantou os ânimos quando mais precisei — A-akuma... - indagava, com um semblante dúbio; me aproximava usando os braços e pernas para deslizar pelo chão enquanto sentado, aproximando a cabeça desconfiadamente — Nani? - me inclinava, olhando para Odin com as novas lentes que me foram concedidas — E o que seria essa tal de Akuma... você entendeu. - me sentia levemente envergonhado pela reação exagerada que havia tido.

No entanto, aquele sentimento logo morreu quando me dei a observar melhor o ambiente e me deparei com um grande aquário, exercendo sua função de cela, que fazia de cárcere o que aparentava ser um tritão. Contemplei-o por um momento, não era a primeira vez que avistava um, mas a segunda. Havia tido uma boa experiência com a raça, mas sabia que não se fazia motivos para confiar em outrem, cada qual guardava seus próprios mistérios. E, se ele estava ali, não podia ser alguém que prestasse.

Na verdade... - percebi quão o meu pensamento era errôneo; afinal, estávamos no mesmo barco, na mesma situação, restava saber os motivos que o fizeram estar ali. O tritão não parecia estar bem, por mais que estivesse na água, o que me gerava uma dúvida perturbadora. Estaria ferido? Se sim, alguém haveria de tratá-lo, e esse alguém seria eu! Cutuquei Alepo, sem querer chamar muita atenção — Alepo, o que está acontecendo ali? Ele é um tritão, não? Assim como o Colosso, não era suposto ele se dar bem com a água? - explorava as infindáveis perguntas as quais eu não possuía a resposta.

Olhando para nós e para o tritão, logo me passou pela cabeça que aquele barco em que estávamos era inapropriado para levar tantos prisioneiros. Estávamos com liberdade demais, o Odin podia se teletransportar, podíamos nos comunicar a vontade, sem repressão. O maior perigo aqui, para ser honesto, parecia ser a Lalithya, ela era forte, selvagem e incontrolável, até para si mesma, ao que parecia. Todavia, ela havia sido uma valorosa aliada, minha confiança dava crédito à ela.

Ao que tudo indicava, eles não esperavam pelo encargo de nos levar naquela viagem, se tivessem, as preparações seriam melhores, tal como eram para o tritão. Se eles estavam despreparados para lidar conosco como prisioneiros, era uma vantagem da qual nós podíamos abusar — Vocês notaram que a atenção dada a nós é tão menor em comparação ao tritão ali? - falava baixinho para o grupo todo — Se nos valermos disso, com certeza podemos sair daqui. E não só sair daqui, mas liberar o restante dos prisioneiros, o que inclui o tritão e Sothe! Eu não deixaria ninguém para trás! - falava determinado — Precisamos dar um jeito de sair, precisamos da chave e de nossos equipamentos - olhava para Odin, pensando no quão útil aquele seu poder poderia ser.

Odin, esses seus poderes, quando você os obteve? Foi em Dililo, quando estávamos separados? Tenho certeza que se você tivesse algo assim na manga, não teria passado sufoco tão grande contra Rakiro e os minks, o que indica que você não sabe usá-los ainda, assim como não sabe se há efeitos colaterais... mesmo assim, mesmo que tenha riscos, será que você consegue roubar a chave que precisamos? Você pode acabar em confronto contra o leão, mas lembre-se que existem dois médicos aqui, prontos para te ajudar, sua vida não correrá riscos em nossas mãos! - sugeria a ideia para o meu companheiro, começando a bolar o plano de fuga.


QUOTE
@Curdus @Wednesday @Lalithya Curdus, eu não consegui acessar a sua ficha, acho que ela está com o link crashado!

EDWIN SMITH



This post has been edited by Kcyan: Mar 8 2018, 10:46 PM
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Curdus
 Posted: Mar 8 2018, 10:56 PM
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Curdus




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Curdus is Online

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CAOS E DESTRUIÇÃO EM BRANCH.



Otritão encontrava-se cercado por água, os músculos inertes mostravam o quão impotente tinha se tornado em sue habitat natural, ele era uma transgressão a natureza, ele era um ser de fato amaldiçoado. Ao seu redor criaturas humanoides agiam com violência e euforia, compreendia o que via, sim, o tritão tinha noção mas sinceramente? Ele preocupava-se muito mais com o seu estado que no momento era catastroficamente pior do que o seus “companheiros de cárcere “.

Os indivíduos que adentraram tentavam alimentar com um pedaço de carne o tritão, bem, ao menos eles tentavam, era uma verdadeira imbecilidade alimentar um ser paralisado, mas eles tentaram com afinco, seus comentários finais quase fizeram o tritão na água se mover, mas os músculos estavam fracos, estavam sem a capacidade de exercer a sua habitual força. Logo o tritão pensou enquanto via os homens se afastarem e apenas os estranhos companheiros de cárceres lá estavam Curdus pensou consigo em meio a tudo isso: —“Vamos Curdus, pense em como sair disso...sua jornada não pode acabar assim...” – As poucas reações que o corpo de Curdus permitiam ele tomar era piscar e observar e com a sua grande orbe única o tritão observava seus companheiros de carcere.
| Post: 02| 80th Branch | Civil | Curdus D. Obliviam


@Muffin
QUOTE

Bem, o post ta meio curto devido a minha " incapacidade atual" mas logo melhorarei
@Kcyan arrumei o link pode conferir, mas está desatualizado, estou esperando a avaliação da aventura e ai ela será atualizada.


This post has been edited by Curdus: Mar 8 2018, 11:07 PM
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Lalithya
 Posted: Mar 9 2018, 12:08 PM
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Lalithya




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Lalithya is Offline

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* Lalithya continuava em silêncio encostada contra a parede fria da cela, seus olhos leitosos acompanhavam as sombras que Wed ( @Wednesday) moldava como argila. A médica estava tão absorta que mal esboçou uma reação ao escutar a voz do dorminhoco Alepo ao seu lado. *

-Oh, veja só quem despertou. Descansou bem, urso?

*A médica rosnava para o urso, furiosa pelo mink ter deixado o grupo na mão na ilha mink por quase toda a aventura.

Enquanto falava com Alepo, outra voz familiar vinha da escuridão da cela. Edwin (@Kcyan) se juntava ao grupo dos acordados. A reação do médico era mais do que comum visto que tudo que acontecia a volta deles não passava de um turbilhão de informações frescas e novas.
Edwin se arrastava para o lado de Lalithya que continuava resoluta em seu canto confortável.

Do outro lado das grades da cela o grupo viu um tritão (@Curdus) encarcerado em...água???... sim, por mais estranho que aquilo pudesse parecer.
Foi Kcyan e Alepo quem começaram a discutir sobre a possibilidade do revolucionário e do tritão serem sortudos (ou não) usuários de Akuma no Mi.

Akuma no Mi, para quem gosta de estudar e saber dos mistérios do mundo em que vive a história do fruto era obrigação de se saber. O irônico é que a Akuma no Mi, um fruto tido como raro para muitas pessoas, parecia ser muito comum naquela prisão visto que tanto Odin quanto o tritão eram os sortudos sorteados.

Todas essas informações só se comprovaram quando os captores minks se juntaram na prisão para debater sobre o destino de seus prisioneiros. A médica escutava o que os oficias diziam e acompanhava com os olhos tudo que faziam para o Tritão, seja lá quem era aquele Homem-Peixe parecia ter dado muita dor de cabeça para os oficiais.

Quando finalmente os captores deixaram o porão fétido, os prisioneiros podiam novamente pensar e discutir um plano de ação.
A médica então respirava fundo e estalava as juntas de seu pescoço e espinha dorsal ao se por de pé na cela escura. *

-Certo, se de fato Wed se tornou um usuário da Akuma no Mi seria mais sábio pensarmos em uma forma de escapar em terra firme e não em um navio cercado por água e cheio de oficiais. * Uma vez de pé a médica se põe a observar sua cela, as paredes, os grilhões, enfim, tudo que pudesse servir para uma fuga em terra firme. A segunda coisa que Laly faz é apalpar seu corpo - e decote - em busca de suas armas e itens, quem sabe os oficiais não tiveram tempo de vasculhar cada canto do corpo voluptuoso da médica? * - Provavelmente, em terra firme, seremos julgados antes de sermos condenados a morte... isso nos da um pouco mais de tempo para bolar numa forma de escapar sem envolver mergulhar no fundo do mar desviando de balas e carregando o Wed que vai afundar = concreto na água.

*Em frente as grades da cela a médica olha para dentro do tanque de água onde estava o tritão. Só de bater os olhos naquele Homem-Peixe a cirurgiã percebeu o quanto aquele homem estava debilitado.
Sem desviar os olhos do tritão, a médica continua seu diálogo com seus amigos no interior da cela mas Curdus pode perceber que as palavras da médica também pareciam direcionadas a ele. *

- E pelo visto só teremos força o suficiente em terra firme. * Um sorriso se abre na face branca da médica quando ela volta sua atenção para seus amigos no interior da cela* - Certo... vamos aproveitar nossa estada na prisão como parentes indesejáveis visitando a família: vamos comer a comida deles, usar o papel higiênico deles e tirar o sossego deles.... tudo isso para no fim irmos embora sem nem ao menos devolver o favor da hospitalidade! Ah! Claro, e deixamos tudo uma bagunça porque é assim que as visitas deixam.

*E assim a médica começava a recuperar seu humor ácido. *

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@Muffin

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• Perceptivo (1PE) (Racial):
Não possui exatamente a apuração em um sentido físico, mas sim em sua capacidade de percepção. Consegue notar mais detalhes em ambientes e obter informações como armadilhas, segredos e outros com um pouco mais de facilidade.
→ Benefício: Interpretativo; Concede um bônus +2 nos testes de Percepção.

• Visão Aguçada (2PE):Possui uma visão além do alcance, consegue enxergar mais distante e também com mais nitidez que um olhar normal.
→ Benefício: Consegue enxergar melhor que o normal na penumbra (mas não em escuridão total). Recebe um bônus +2 em jogadas de acerto e dano para ataques à distância, e esses bônus são dobrados quando obtém sucesso em um ataque surpresa.

•Arma Viva (2PE): Você nunca está completamente desarmado, ao usar pedras, pedaços de vidro, e outros objetos do cenário, pode causar algum pontos de dano extra, de acordo com a interpretação do mestre.
→ Benefício:concede um bônus até +3 em dano quando usa objetos improvisados (dano normal +0), mas estes se quebram facilmente (resistem entre 1 e 3 ataques, dependendo do objeto).

•Linguagem Corporal - Social (1PE): Esta perícia permite que você “leia” os movimentos sutis e alterações na postura dos outros personagens socialmente.
→Benefício: Interpretativo. Permite que o personagem interprete a postura do corpo e suas nuances, usando isso como auxílio para descobrir detalhes como se o alvo está nervoso ou mentindo, por exemplo.



(Aviso, Final de Semana fico ausente... então só vou postar novamente na segunda)

This post has been edited by Lalithya: Mar 9 2018, 12:09 PM
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Wednesday
 Posted: Mar 9 2018, 09:30 PM
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Wednesday




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Lalythia finalmente acordava e era como uma fera assustada. Ela me balançava pelo pescoço nervosa, eu não entendia muito bem o porque mas apenas ficava quieto.

É médica, parece que estamos indo para uma prisão, mas vamos sair dessa, disso eu tenho certeza.

Passado um tempo enquanto eu tentava achar alguma maneira de sair dali, Laly diz algo sobre usar Alepo como nosso trunfo de fuga, mas como sempre, do seu jeito macabro e inconsequente.

- Ei Laly, você não disse sério né?

Alepo acordava imediatamente para escapar das garras da médica macabra, Edwin que até então estava inerte também acordava e ficava assustado. Ninguém ali gostava da ideia de ser preso e a possibilidade batendo a nossa porta deixava nosso grupo com certo medo.

Quando comecei a usar meus novos poderes, tanto eu como os outros da cela não acreditavam nas coisas que eu conseguia fazer, era incrível e até eu mesmo ficava impressionado com as possibilidades que eu conseguia com aquela akuma no mi.
Tudo para mim era novo e o pessoal ali da cela também desconhecia isso, Edwin e Laly ficavam impressionados, mas Alepo parecia ter mais familiaridade com estes poderes. O fato dele estar no exército revolucionário talvez fosse um crédito para ele poder ter mais experiência e saber de certas coisas.

Uma dupla de agentes aparecia ali, eles alimentavam um outro prisioneiro de outra cela. Não havia notado ele ali de início, mas julgando que aquele prisioneiro era um tritão e estava numa cela de água, pude imaginar que ele também tivesse uma akuma no mi.
<- Dois usuários de akuma no mi ein... Que poderes será que ele tem então? E.... Será que ele não morre se ficar de baixo da água assim?> Pensava comigo mesmo.

Após a dupla sair, Edwin me questionava sobre meus poderes e também dava a ideia de eu usa-los para podermos sair dali.

Alepo havia desmaiado após ser atingido por algo, então tivemos que proteger ele durante o ataque do Leão e da gata minks. Sothe é bem forte, mas mesmo assim não conseguimos sair ilesos, o leão é um monstro, nem meu ataque mais forte foi o bastante para derruba-lo, mas realmente, talvez agora eu consiga ter uma chance de derrota-lo.
Essas habilidades novas.... ele não vai sair impune.

Laly também dizia algumas coisas que até mesmo o tritão poderia ouvir e o que ela dizia fazia total sentido.
Não sabíamos onde estávamos exatamente, mesmo que tomássemos o barco teríamos o risco de estarmos dentro de um barco de um comboio de barcos. Isso tornaria uma fuga bem difícil.
Tínhamos dois usuários de akuma no mi, eu não tinha tanta experiência assim e o tritão estava notavelmente bem exausto, não tínhamos nossas armas e o fato de estarmos no mar complicava as coisas para mim e o tritão.

Talvez a melhor escolha fosse realmente esperar até chegar na ilha. Era uma decisão perigosa, mas somente lá sabíamos que teríamos mais força para lutar e escapar.

Ainda sim, eu tentaria preparar algumas coisas para facilitar nossa fuga.

Moveria minha sombra para fora da cela e depois usaria aquela habilidade de trocar de lugar com a sombra, assim a sombra voltaria para dentro da cela e eu estaria fora da mesma.
Se desse certo, eu me moveria até a cela do tritão e lá faria algumas coisas para facilitar sua fuga.

- Ei, qual é seu nome? Sou o Wednesday. Pelo que vi você é um usuário de akuma no mi, que tipo de poder você tem? Precisamos ter uma ideia sobre isso para bolar um plano de fuga para todos aqui.
Ah, também tenho uma akuma no mi, pelo que parece eu controlo as sombras.... Bom, sair agora não parece uma boa ideia e você não me parece em boas condições. Vamos esperar até chegarmos na ilha. Mas fica aqui uma ajudinha minha.

Manipulando minha sombra eu fazia uma forma pontuda e fincava no vidro do tanque. A intenção era racha-lo para que ficasse frágil. Depois usando minhas habilidades ladinas, faria uma forma mais fina com a sombra para que pudesse entrar nas algemas do tritão, assim afrouxaria elas de modo que a mão do tritão conseguisse passar com facilidade por entre as algemas quando ele quisesse.

Não agiria agora, mas facilitar a fuga do outro prisioneiro era uma vantagem interessante para nós.

Eu ficava tentado em tentar em seguir adentrando o navio para achar nossos itens, mas era arriscado demais fazer isso. Se fosse pego a situação seria ainda mais complicada então apenas sigo de volta para minha cela e uso o mesmo movimento de troca de sombras para entrar na cela de novo.
Agora esperaria o navio chegar na ilha para lá finalmente começar o plano de fuga.




QUOTE

NOME:Ladrão
NÍVEL ADQUIRIDO:9
GRADUAÇÃO:Profissional(3PE)
SUBNÍVEL:Intermediário

FURTIVIDADE:  (Sorrateiro) +4 (Furtividade) +2 (Invisibilidade )+4 (Ladrão profissional) +1    Total = 11
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Muffin
 Posted: Mar 11 2018, 01:31 AM
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Muffin




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Caos e Destruição em Branch

O trio de foras-da-lei conversava entre si dentro de sua cela, ainda tomando rédeas do que fazer naquele momento — haviam agentes no convés acima deles, tal como aquele estranho tritão preso dentro do grande aquário de vidro que mesmo também estando preso com eles, talvez não necessariamente fosse um aliado só por estar naquela situação. Edwin tinha as melhores observações visuais do lugar em volta deles, parecia um lugar que não era feito para suportar tantos passeiros e, mais importante que isso, parecia que não estava tão preparado para transportar eles. O tritão tinha ganhado o seu próprio aquário, mas e eles? Tinham apenas uma cela comum, onde ficavam quatro pessoas apertadas e apenas uma só cama para eles.

Lalithya apontava para eles as novas desvantagens que Wednesday poderia vir a encontrar, afinal, em um navio haviam poucas coisas que dividiam um marinheiro do mar e, diferente do tritão, ele iria afundar como uma pedra. A médica também trazia em mente o seu plano de bagunçar 80th Branch como uma visita indesejada, o que fez Alepo rir. "Sempre é divertido ver os marinheiros correndo para apagar o fogo que fazemos!", é claro, Lalithya falava de uma maneira mais direta sobre fazer confusão do que Alepo, mas a ideia estava na mente da pirata e do mink igualmente. "Tenho alguns amigos lá dentro, podemos fazer uma reunião com eles.", sorria para o trio em volta dele. É claro, com o panda falando, Edwin e Lalithya acabaram tendo sua atenção puxada para ele, enquanto o viking se movia para sair da sua cela.

Normalmente, a sua sombra iria passar por entre as grades e chegar do outro lado, mas assim que se preparava para trocar com ela, sentiu como se houvesse uma âncora em suas costas que lhe impedia de avançar. Foi nesse momento que a atenção de todos ali, incluindo Curdus, se puxou para uma sombra saindo do lado esquerdo daquela sala e lentamente andando na direção das celas. O lado esquerdo era o mais escuro, todos acharam que aquela parte havia apenas aquelas duas celas, mais nada além do corredor entre elas, a porta de saída e o lampião preso no teto que balançava junto das ondas. Mas, aparentemente, havia também uma figura desconhecida por eles... Uma mulher que trazia consigo uma onda de fumaça do seu charuto. "Heya, senhores — madame", deu um pequeno tip no seu chapéu para Lali e jogou um cartão de visita de um bolso em suas calças de couro para a cela, acabou caindo no colo de Alepo.

O panda o levantou com suas garras, aproximando bem do seu rosto para ler naquela baixa iluminação que tinham. "Melissa Graves...", leu lentamente. Então levantou seus pequenos olhos escuros para a mulher enquanto ela jogava o seu charuto contra as botas de Wednesday. "...Caçadora de Recompensas?", disse, meio incerto se era uma resposta certa — mesma que a resposta certa estivesse escrita no papel em suas mãos.

"É isso ai, grandão.", já estava com outro charuto em sua boca e lhe acendeu enquanto falava. "Meu serviço é manter vocês, patifes, dentro da linha. Então se eu ver algum de vocês tentando sair, vai levar chumbo. Se eu ver algum de vocês falando com o tritão, vai levar chumbo. Se vocês olharem feio para mim, vão levar chumbo.", deu um chute na porta da cela de Curdus, ainda sem tirar os olhos deles, entrando para o interior dela, ficando frente-a-frente com o quarteto na outra cela. "Eu sei que tu também me escuta ai, cramunhão d'água. O mesmo serve para tu, se você piscar errado para mim, leva chumbo.", disse séria para o aquário, mas deu uma risada logo depois. "To brincando, tu nem consegue piscar mais.", sentou ao lado do aquário contra a parede, deixou a sua enorme escopeta na sua frente e colocou uma rede ao lado dela. Seu sorriso dizia 'por favor, façam alguma coisa ruim'.

Não demoraram mais do que dez ou vinte minutos para ouvirem gritos acima dizendo. "Terra a vista!", parecia que a chegada em 80th Branch se aproximava a cada momento que passavam sob o olhar vigilante de Melissa Graves.


@Wednesday @Curdus @Kcyan @Lalithya

QUOTE
Tomei algumas liberdades narrativas aqui. Curdus, me desculpe por lhe impedir de agir muito aqui, irei tentar tornar essa cena o mais curto dentro do limite do possível.


QUOTE
Feliz aniversário, Lalithya!


This post has been edited by Muffin: Mar 11 2018, 07:50 PM
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Kcyan
 Posted: Mar 11 2018, 10:35 PM
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Kcyan




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Após ponderar sobre tudo que lhe vinha à mente naquele momento, Edwin finalmente se dava conta de um detalhe importante que agora alfinetava a sua cabeça — O que você estava dizendo, Lalithya? O Wednesday vai afundar? Ele não sabe nadar, por acaso? - trocava olhares entre os dois, sem entender do que estavam falando.

Havia algo de estranho cingindo o que quer que fosse a tal "Akuma no mi". Eu não as entendia bem, mas começava a ter alguns insights hipotéticos sobre algumas particularidades de suas habilidades.

Alepo, minha primeira experiência agradável com minks, e meu companheiro em quem eu confiava, se pronunciava sobre os planos que começavam a se desenvolver ali. Me interessei logo, pois suas considerações sempre eram pertinentes; aliás, ele era meu superior — Isso seria ótimo! Seria uma grande facilidade em uma fuga da base, aliás seria muit.. - interrompia-me abruptamente.

Assim como todos na cela, meu olhar se dirigia quase que instantâneamente para o lado, de encontro ao que era uma mulher. "Havia alguém aqui o tempo todo?!", pensei. A mulher era uma ameaça para os nossos planos; inclusive, caso ela estivesse escutando tudo desde o início, e provavelmente havia, poderíamos ter sérios problemas.

Meus olhos voltavam-se para o colo de Alepo, lendo junto a ele o cartão que ela havia atirado para dentro da cela. "Melissa Graves... Caçadora de Recompensas". Logo após, o primeiro pensamento que me veio a mente foi: "Isso não pode ser sério...", resmungava interiormente. Era sabido que a marinha cooperava com os caçadores de recompensas, razão pela qual originou os seus empregos, mas o Governo Mundial contratava terceirizados? Essa organização só piorava na minha concepção.

A caçadora não era em nada amigável, mas ela não parecia se importar o resto das coisas. Claro que ela não facilitaria para a gente, a reputação dela estava em jogo. E cobrir a oferta que ela havia recebido parecia fora de cogitação. Ademais, havia aquela arma assustadora que, sem sombra de dúvidas, faria um grande estrago caso acertasse alguém - um estrago que eu teria imensas dificuldades em reparar.

Por bem ou por mal, precisávamos dar um jeito de nos adaptar à situação. Uma atiradora que nem ela tinha a desvantagem em um combate corpo a corpo, pelo menos, a princípio. Tínhamos a vantagem numérica, podíamos lidar com ela antes dos agentes chegarem, caso algo acontecesse.

"Mas as minhas katanas..." - lembrava que nossas armas haviam sido roubadas, o que dificultava tudo. Ao que parecia, teríamos que esperar por uma chance. O barco já estava chegando à terra firme, poderíamos bolar um plano quando chegássemos; afinal, tínhamos contatos valiosos lá dentro.

As nossas fichas estavam em jogo.


QUOTE
@Curdus @Wednesday @Lalithya Lalithya, eu fiz um diálogo com você, se puder olhar, uma pergunta sobre akumas! Let's go!

EDWIN SMITH



This post has been edited by Kcyan: Mar 11 2018, 10:38 PM
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Wednesday
 Posted: Mar 11 2018, 11:41 PM
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Wednesday




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Edwin parecia saber menos que eu sobre akumas no mi e perguntava algo que eu sabia a resposta.

- Eu sei nadar sim haha, mas acontece que essas frutas do diabo amaldiçoam quem as come, de modo que não conseguimos mais nadar.
Então imagino que o tritão esteja ali dentro pois também tem uma akuma, ele não consegue se mexer na água, mas consegue respirar por ser um tritão. Bom pelo menos é o que acho.

O grupo conversava e Alepo dizia algo interessante, tinha alguns "amigos" dele para onde estávamos indo, isso com certeza era algo valioso pois facilitaria bastante nossa fuga.
Enquanto conversavam eu tentava usar meus poderes para sair dali, mas a grade me impedia de fazer tal ato. Essa grade com certeza era preocupante, impedir de usar meus poderes assim e ainda me enfraquecer quando toco nela... Seria preocupante se tivessem armas deste tipo e disso eu com certeza poderia afirmar que eles tinham.

Não conseguia sair dali e neste momento aparecia uma moça, ela se apresentava de uma forma mais grossa tentando nos intimidar e era uma caçadora de recompensas.
Era preocupante saber que ela pudesse escutar todas nossas conversas por ali.

Ela jogava seu charuto por entre minhas pernas e eu ficava apenas olhando tentando entender esse modo de intimidação dela.
Depois dela se apresentar eu pegava o charuto da moça e dava uma tragada. Sentia a boca ficando cheia de saliva por conta do charuto e então olhava com um sorriso para a moça.

- Quanto eles te pagaram para nos vigiar? Vai por mim, não somos os caras maus aqui.
Dava uma breve pausa esperando as respostas dela e dependendo do que fosse eu continuava:

Você parece ser uma pessoa interessante Melissa, mas baba demais no charuto! huhum
Com um outro sorriso, agora arremesso o charuto para longe de mim, mas de modo que ficasse dentro da cela.

Eu não queria provoca-la, mas sabia que isso aconteceria. Talvez este início de conversa pudesse me levar a outros caminhos mais para frente, claro, dependia também da personalidade da moça, mas isso eu veria mais a frente.

Depois que ela se afastava eu me virava para meus companheiros e dizia cochichando.
- Podemos usar o cartão e talvez até o charuto pra abrir a cela, deixa o cartão comigo Alepo eu sou bom com fechaduras.

Se Alepo me desse o cartão eu guardaria no único lugar que não era visível e que provavelmente ninguém de fora mexeria além de mim, na minha cueca!

Tempo se passava e ficávamos apenas esperando, pois era a única coisa que poderíamos fazer. Então para matar o tempo perguntava para Alepo algo que eu queria saber.

Alepo, do que é feito essa cela? Ela me enfraquece e tira meus poderes, a marinha tem armas com isso também?




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Lalithya
 Posted: Mar 12 2018, 10:49 PM
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Lalithya




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* O que se passava na mente da médica era uma incógnita oculta por trás de olhos leitosos e um sorriso animado. Laly e Alepo estavam descontraídos. Apesar das indiferenças da médica com o urso dorminhoco, os dois pareciam pensar a mesma coisa sobre chegar em terra firme e estavam lidando de forma semelhante com a situação em que se encontravam.

QUOTE
O que você estava dizendo, Lalithya? O Wednesday vai afundar? Ele não sabe nadar, por acaso?


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-Bom...meu antigo grupo possuía um usuário de Akuma no Mi, o nome dele era Tyron. Ele conseguia usar eletricidade como habilidade! Um poder incrível e muito útil! No entanto...ele afundava como uma pedra na água..quase como se perdesse a capacidade de flutuar e nadar. Esta é a maldição que vem com o poder da fruta, uma desvantagem para pessoas que passam a maior parte de suas vidas em um barco navegando pelos Blue... * Os olhos brancos fitam o companheiro de profissão (@Kcyan).* - Existem muitos tipos de Akuma, cada uma com uma habilidade distinta! Algumas frutas são lendárias e suas histórias fazem muitos malucos navegarem pelos Blue... e até morrerem procurando por elas. Tenho muita curiosidade de saber mais sobre as frutas...imagine como seria maravilhoso abrir um cadáver de um usuário de Akuma e descobrir que outras mudanças essa fruta pode fazer no corpo de seu dono!

*Enquanto conversava com Edwin a médica observava com o canto dos olhos a movimentação de Odin(@Wednesday). O companheiro tentava domar sua nova habilidade e a usar contra a prisão aquática do tritão (@Curdus) ao lado. Infelizmente - ou felizmente, uma vez que não se conhecia bem a índole do tritão -, Wed não conseguia perfurar o aquário. Provavelmente as celas eram projetadas para serem imunes aos usuários das Akuma no Mi.
Pouco depois da tentativa de Wed, uma figura se aproximava das celas vinda do canto do porão: *

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Heya, senhores — madame"



*Uma "A caçadora de recompensas"....durona....
Lalithya olha dos pés a cabeça o belo espécime feminino se aproximar e sorri de forma sutil.

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Enquanto Odin respondia a Melissa de forma acalorada, Lalithya se afastava das grades o máximo que podia e ia se recostar com os braços cruzados contra a parede oposta da cela. Os olhos treinados da médica agora se ocupavam em olhar a carcereira e seus movimentos.....e quantas curvas! *

Não adiantaria gastar energia naquele momento. Logo o barco iria atracar e ai poderiam pensar em algo. *


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•Linguagem Corporal - Social (1PE): Esta perícia permite que você “leia” os movimentos sutis e alterações na postura dos outros personagens socialmente.
→Benefício: Interpretativo. Permite que o personagem interprete a postura do corpo e suas nuances, usando isso como auxílio para descobrir detalhes como se o alvo está nervoso ou mentindo, por exemplo.


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Obrigada @Muffin!!!

Respondido @Kcyan!


This post has been edited by Lalithya: Mar 12 2018, 10:54 PM
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Curdus
 Posted: Mar 14 2018, 02:21 AM
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CAOS E DESTRUIÇÃO EM BRANCH.



As coisas não pareciam fáceis para o tritão, em sua cela de água mantinha-se em completa desvantagem em comparação aos seus captores, a sua capacidade de respirar dentro daquela prisão tornava ainda mais agonizante e terrível a sensação de impotência. Foi apenas quando uma tentativa falha de o libertar falhou que ouve um momento de reação visual de esperança, mas infelizmente tudo aquilo foi interrompido por uma caçadora de recompensa, algo que não facilitaria nem um pouco a situação atual do tritão.

Os primeiros dizeres da caçadora fizeram o tritão compreender quem era o seu inimigo ali, não só os ousados que o alimentaram como um peixe de aquário, por outro lado os agitados prisioneiros da outra cela fizeram o tritão questionar curiosamente sobre a “ questão de por que eles estarem ali “, bem, em sua atual posição esperar pacientemente era a única coisa que podia se fazer, isso e pensar consigo —“ Calma, mantenha a calma.” – A capacidade de movimento do tritão encontrava-se apenas no piscar de olhos, e era olhando para os seus companheiros de cárceres e os analisando um a um que tentava compreender o que toda essa situação poderia ser.

| Post: 03| 80th Branch | Civil | Curdus D. Obliviam


@Muffin
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Bem, agindo como dá rsrsrs


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Muffin
 Posted: Mar 17 2018, 07:11 PM
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Muffin




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Caos e Destruição em Branch

A revelação de Melissa havia sido menos homogênea possível — Kcyan, tal como Alepo, pareciam incertos sobre o que pensar sobre aquela caçadora, mas enquanto o mink parecia se resumir em encarar o cartão de visitas dela curioso, o espadachim montava um plano em sua mente; Curdus, sem muito espaço para agir, teve que tentar manter a sua calma e a sua mente limpa, ele estava preso em uma prisão que não seria capaz de fugir sem ajuda, isso seria capaz para tornar a mente de qualquer um em um caos total; Lalithya, por outro lado, tinha um interesse peculiar pela caçadora, seu jeito de sentar e a maneira que olhava para o grupo de piratas e desordeiros que ela tinha que cuidar — sua posição era confiante e relaxada, quase como se tivesse total certeza de que não teria problemas com eles; Wednesday também teve interesse nela (de uma maneira menos luxuriosa comparada a pirata), tentando puxar uma conversa e até tentar que ela veja o seu lado. A resposta dela foi Melissa assoprando a sua língua. "brrrl", puxou a língua para dentro da boca novamente. "Estão me pagando bem, temos a recompensa acumulada sua, dela, do ursão e desse peixão aqui.", deu uma batidinha de leve no aquário de Curdus. "Não é baixa, além de um preço extra para manter isso fora do radar.", dava de ombros. "Eu assinei com o Governo, não são o tipo de gente que eu gosto de ficar quebrando contratos com.", respondia o que o viking perguntava, semicerrando os olhos quando o quarteto se juntou para uma conversa.

"Uuuuh...", olha para a cela. "Isso é kairouseki — pedra do mar — é um tipo especial de mineral que a Marinha usa muito. É uma carta curinga para ser usada contra usuários de Akuma no Mi, essa pedra tem a mesma vibração que o mar, o que anula os poderes que as frutas dão. Uma grade feita disso impede qualquer tipo de poder das Akumas no Mi, enquanto uma rede ou uma algema pode bloquear os poderes.", indica para o viking que Melissa trazia consigo uma rede também. Antes de entregar o cartão para ele, ele adicionava um ponto ao assunto. "A marinha tem algumas armas assim pelo o que soube, mas elas são mais úteis contra alguns tipos específicos de Akumas no Mi.", concluía olhando para Melissa por cima do outro de Wed, o que resultou na caçadora de recompensas apontar a arma para ele.

"Já basta a branquela me despindo com o olhar, ursão. Vai pro canto.", indica o canto da cela com a arma, acima deles, ouviam passos que iam se aproximando, provavelmente vinham do convés e seguiam em direção da porta de entrada para aquela prisão improvisada. Melissa levantou-se e tomou compostura, pela porta, seis agentes uniformizados e armados entraram e apontaram suas armas para a cela do quarteto, aquele mink leão entrou logo atrás deles seguido por outros dois soldados que ficaram de guarda na porta.

Tirou o seu matinho da boca e o guardou em um dos bolsos, virou o olhar para Curdus — seria ele muito parecido com Aslam ou apenas um pensamento racista vindo do tritão? — por um segundo, antes de voltar-se para os foras-da-lei que estavam na outra cela. "Chegou a hora que esperavam, patifes. Iremos atracar em 80th Branch logo, e é meu trabalho colocar vocês em suas celas para ficarem por um bom tempo.", dava um sorrisinho sádico, se aproximando da cela, indicando para Melissa se aproximar junto dele. "Aqui será como iremos agir, vocês irão se virar para a parede com as suas mãos nas cabeça, quando eu chamar o seu nome, você irá colocar a sua mão na barriga. Melissa aqui irá entrar, colocar algemas em vocês e então iremos voltar para o convés em uma fila — se vocês fizerem algum movimento brusco, iremos abrir fogo contra vocês se tiverem sorte e se tiverem azar, irei cortar um ou dois braços. Estamos entendidos?"

"É isso ai- Pera lá, por quê eu?", questionou o leão, mas a resposta dele foi só olhar torto para ela que respondeu com um grunhido descontente, mas não falou mais nada até que o mink abrisse a cela — lhe foi dada quatro algemas, três delas eram feitas de um metal comum enquanto a quarta parecia feita do mesmo material escuro que a cela que estavam foi feita de, todas elas prendiam ambas as mãos e os pés dos . Como iriam agir naquele momento iria depender muito do plano que teriam agora... Alepo se manteve atrás dos três, como Melissa havia lhe mandado ficar anteriormente, mas estava provavelmente disposto a agir como os piratas e revolucionário lhes mandaria agir.

Do outro lado, Curdus via dois outros agentes entrando, eram familiar para ele — o que não era realmente uma coisa boa. A dupla de agentes, que antes havia nocauteado Pandora e lhe colocado naquele aquário, agora entravam na cela dele juntando as mãos do tritão ainda embaixo d'água e prendendo-as com uma algema feita de um material escuro, idêntica a que estava na mão de Melissa naquele momento. Uma vez preso, Curdus foi puxado para fora da água salgada e jogado contra o chão, o seu corpo estava sólido ainda quando a agente disse para ele. "Se levanta, tritão.", ela estava armada com um sabre e o outro com um mosquete, lentamente, ele ia retomando o controle que havia em seu corpo e podia ver os companheiros de prisão dele em frente e qual seria o resultado daquilo.

Se não fizessem nenhuma ação que merecesse uma saraivada de tiros, Melissa iria colocar as algemas um por um — a algema especial foi para Wednesday que estava em uma ponta, então foi passando para Alepo, Edwin e por último Lalithya, que colocou com mais cuidado, quase como se tocar nessa iria fazer a caçadora ficar envenenada. Mas no final, todos os prisioneiros daquele barco estavam presos por aquelas algemas, o que fez Leon, o agente mink, sorrir para eles. "Bom! Agora vamos subindo.", deu espaço para eles seguirem em fila indiana pela escadaria em direção ao convés.

Do lado de fora, um vento refrescou o corpo deles enquanto a luz do sol se escondia por trás de densas nuvens de chuva, apesar dos ventos e um eventual relâmpago nos céus, era incerto dizer se eles iriam encontrar chuva antes de atracar na ilha... E que ilha curiosa tinham em frente. Uma ilha única, reservada como Base da Marinha e a principal prisão do West Blue, os prisioneiros foram colocados na ponta do convés, juntos e de costas para a tripulação, enquanto os seis agentes que haviam subido junto deles não tiravam as armas deles em nenhum momento — deveriam haver mais vinte e tantos soldados subordinados de Leon, eles se direcionavam para a entrada da ilha e podiam ver que haviam outros dois navios com as bandeiras da Marinha estacionados a esquerda e a direita daquele lugar. "Uuufff.", disse, como se tivesse tido um calafrio. "É literalmente uma pequena Marineford."


@Curdus @Lalithya @Wednesday @Kcyan
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