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 Do. Or do Not. There is no try., Cap. I - Alistamento
winthor
 Posted: May 29 2018, 10:54 AM
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Akarui trabalhou bem e se esforçou muito para fazer cada tarefa, por mais insignificante que cada uma parecesse. O fato é que enquanto realizava suas tarefas ela perdeu a noção do tempo e apesar de achar ser cedo ainda, já estava anoitecendo.

A prisão havia sido reformada recentemente e estava impecável, na entrada havia uma sala pequena com um marinheiro dentro, era uma espécie de guarita, com uma janela grande que servia de bancada, ao lado da sala tinha uma grade gigantesca que separava a prisão do resto do local.

O marinheiro da guarita estava com os pés para cima e com o boné cobrindo os olhos, provavelmente estava dormindo, ele se assustou quando a garota chegou de surpresa e fez barulho, achou que era algum superior. [Marinheiro] -Ah é você Zatsuyo. Falou enquanto voltava para a tranquilidade. [Marinheiro] -A comida está ali. Apontou para o local que estava a comida dos presos, e diga-se de passagem era bastante comida, elas estava separada em recipientes, cada um para um preso.

[Marinheiro] -Uma dessas para cada um, é só seguir o corredor e ir entregando nas celas, leve elas no carrinho. Apontou para um carrinho de 4 rodas que podia ser puxado a mão. [Marinheiro] -É mais fácil desse jeito. Afirmou. [Marinheiro] -Quando acabar volte para cá que eu abro a grade. Apontava para o local da grade onde havia uma pequena porta com uma tranca enorme. [Marinheiro] -Cuidado eles são prisioneiros, não se esqueça.

Ela então estava lá, com um carrinho cheio de comida, mais pesado que qualquer coisa do arsenal, a este momento já estava cansada de tantas tarefas, mas não podia desistir então ela seguiu firme. O marinheiro abriu a grade e deixou ela passar com o carrinho, assim que ela passou ele trancou e voltou para a guarita, provavelmente para dormir de novo. Akarui estava do lado de dentro da grade, o terreno era plano e cimentado, o que deixava o carregar do carrinho mais fácil, era um corredor imenso, nem dava para ver o final e era escuro também, mal iluminado, havia celas dos dois lados, umas mais cheias outras mais vazias.

Ao perceber que a comida havia chegado os presos começaram a gritar e se aglomerar nas grades, colocando as mãos para fora, tentando alcançar a garota, o que fez ela sentir um pouco de medo. [???] -Hehehe, vem aqui gracinha, não vou lê fazer mal. Disse o maluco da primeira cela em meio a outros 5, ele babava enquanto falava, era meio repugnante. Ela foi entregando os recipientes e a medida que ia entregando o carrinho ficava mais leve, depois de umas 10 celas ela se deparou com uma cela vazia, bem “quase vazia”, havia uma criança ali, devia ter cerca de 8 anos, cabelos azuis e olhos da mesma cor, estava caído ao chão, parecia fraco. [???] -C-comida. Murmurou fraco. [???] -Preciso de comida. Quase não foi ouvida a segunda parte.

O garoto estava muito longe para pegar a comida com a mão e muito fraco para levantar. O que a garota faria? Ao se aproximar da grade para olhar bem o garoto ela esbarra no carrinho e faz um barulho de metal, a garota então percebe que no carrinho tem um gancho com um molho de chaves, provavelmente das celas da prisão.

O que você faz?



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 Posted: May 30 2018, 09:12 AM
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Tadiotto




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Akarui acenou com a cabeça quando o guarda dorminhoco despertou, e seguiu suas instruções, indo até o carrinho e dando início a entrega dos alimentos. Aquele local a deixava desconfortável, ter de lidar com os presos e o cansaço apenas piorava a sensação da garota.

Ao adentrar no corredor ela parou um pouco, piscou algumas vezes, dando um tempo para que os olhos começassem a se acostumar com a baixa luminosidade. Os presos começaram a reagir a chegada da comida e isso fez com que o coração de Akarui começasse a acelerar. Estar ali, tendo de ouvi-los e vê-los agindo daquela forma não deixava a jovem nem um pouco tranquila e sim com medo. Tentava não se aproximar muito ao entregar os pratos, levava bastante em consideração o que o marinheiro havia lhe falado: "Tenho que me lembrar que eles são prisioneiros... se estão aqui é por um motivo, né?"

Quando chegou na cela da criança seu estomago embrulhou, “Quem poderia prender uma criança nesse estado? E-e porque ele está aqui?!" Com os olhos arregalados a moça ficou paralisada por alguns segundos, seu corpo balançou para frente, anunciando um movimento de aproximação que logo cessou. "Não... eles são prisioneiros...". As palavras do marinheiro ecoaram em sua cabeça. Akarui então voltou a anunciar o movimento de aproximação que resultou na mesma esbarrando no carrinho, isso a fez perceber o molho de chaves que nele estava pendurado. "Essas chaves devem ser de cada uma das celas, ainda assim... Eu não devo fazer isso." Ocorria naquele momento um conflito entre o que a garota achava certo e a logica, uma criança não poderia ser tratada daquela forma, ainda assim, ela não fazia ideia do porque ele estava preso.

Ela serviu a comida como havia feito nas outras celas e manteve uma distância das grades.
"Vou perguntar ao guarda sobre esse preso, apesar que... Ele não parece que vai durar muito." Olhou então para o “fim” do corredor, se faltassem poucas celas ela terminaria de entregar a comida e então iria diretamente para o guarda, caso houvessem muitas para serem entregues ela se esforçaria o suficiente para puxar o carrinho de volta a grade de entrada. A intenção de Akarui era chamar o marinheiro que ali estava para questiona-lo sobre o garoto e sua condição.

@winthor
OFF ~ Esqueci de marcar novamente.

This post has been edited by Tadiotto: May 30 2018, 09:13 AM
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winthor
 Posted: Jun 1 2018, 10:54 AM
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Apesar de a criança despertar certa curiosidade na jovem marinheira, nenhuma atitude foi tomada, apenas o que lhe foi ordenado, que era entregar a comida. O garoto mal conseguia se mexer e ao avistar a comida tenta se arrastar em direção da mesma, para que possa se saciar, no meio do caminho ele fraqueja e desmaia ficando imóvel.

A marinheira estava no início do corredor ainda, não conseguia ver o fim e provavelmente havia mais alguns andares de prisão para ela passar. Decidida a falar com o guarda ela retorna até a grade, apesar do seu esforço ninguém saiu da guarita, nem mesmo uma espiadinha, o que ele estava fazendo? Estaria em um sono profundo? Havia ele saído para ir no banheiro? Não havia como saber e por mais que tentasse não havia sinal de vida vindo da guarita.

A única forma então seria retornar e continuar seu trabalho, ou, pelo menos, tentar terminá-lo, assim ela segue até a cela do garoto. O menino não moveu um músculo desde que caiu, não parecia nem respirar, ele não conseguiu chegar até a comida, uma cena triste de se ver.

A garota agora tinha um difícil dilema, ignorar tudo e seguir com seu afazer ou tentar alguma coisa para que o garoto “ressuscitasse”.

O que você faz?



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 Posted: Jun 1 2018, 12:04 PM
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Akarui respirou fundo "Ó, céus! Isso é sério? Onde aquele cara foi parar? Eu vou acabar fazendo alguma besteira..." Ela então voltou para a cela da criança, observando atentamente sua situação, se ele estava respirando, se movimentando - mesmo que minimamente. Olhou para o carrinho e suspirou, pegando o molho de chaves.

- Oi! Você consegue pelo menos me ouvir? - Falava se direcionando para o garoto de cabelos azuis, em um tom baixo, tentando disfarçar o nervosismo. Ela conseguia sentir que aquilo poderia ter consequências bem grandes, mas ainda assim, mesmo com os avisos ensurdecedores da lógica, sua decisão foi de seguir a consciência, seu lado humano. Ela não considerava justo deixar a criança morrer ali. Mas... o que faria para evitar essa situação?

"Meu pai me ensinou algumas coisas sobre medicina, ainda assim eu não tenho como tratar alguém que simplesmente está fraco, não dentro de uma prisão. Eu precisaria da ajuda do outro homem para tirar a criança daqui, e isso certamente não é permitido. E-eu... Bem, eu vou pelo menos aproximar o prato dele, dar uma oportunidade."

Testou uma a uma as chaves até encontrar a certa, tentando se manter atenta aos movimentos do garoto. Antes de abrir a cela fez uma pequena pausa, retirou a chave da fechadura e olhou para o carrinho. Se lembrando que uma vez já havia esbarrado nele. Decidiu então deixa-lo um pouco a frente, pelo menos assim, se fosse necessário sair rápido da cela, a garota não acabaria derrubando tudo.

Em mais um momento de hesitação olhou para o garoto e para a cela. "Porque ele está sozinho? Será que tem algum motivo?" Como se tentasse evitar uma brincadeira de seu cérebro a garota resolveu mais uma vez olhar o cômodo em que o garoto estava, para ter certeza de que nada ali pudesse apresentar perigo.


Akarui respirou fundo, buscou se acalmar, "é errado! é errado! é errado!", gritava seus pensamentos lógicos, a ingenuidade e até mesmo a bondade as vezes podem custar caro. Girou a chave. E se tudo acabasse ali? Ela estava com as chaves das celas e teria, por puro desejo de fazer o que é certo, dado início a fuga de muitos presos. Prendeu as chaves na calça, na parte da frente, e a cobriu com a camisa, se aproximou devagar, tinha como intenção apenas empurrar o prato para perto do jovem, onde seus braços pudessem alcançar, depois disso ela sairia dali, trancaria a porta e daria continuidade ao trabalho. Talvez a garota apenas estivesse exagerando as coisas e tudo daria certo, ela não teria salvado alguém, mas teria, de momento, feito o que estava ao seu alcance para ajudar.

"Preciso falar com Milner, ele provavelmente vai ajudar o garoto, assim que terminar aqui vou procura-lo..."

@winthor

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Esquiva Sobrenatural (1PE)
QUOTE
O instinto de sobrevivência do personagem é maior que sua própria velocidade de raciocínio e, às vezes, diante do perigo seu corpo responde antes de você pensar em reagir.
Benefício: Quando sofre um ataque surpresa a penalidade é reduzida para 1/4 na rolagem de esquiva, e tem 25% de chance de ignorar completamente o redutor.


Perceptivo (1PE)
QUOTE
Não possui exatamente a apuração em um sentido físico, mas sim em sua capacidade de percepção. Consegue notar mais detalhes em ambientes e obter informações como armadilhas, segredos e outros com um pouco mais de facilidade.
Benefício: Interpretativo; Concede um bônus +2 nos testes de Percepção.


Visão Aguçada (2PE - Raça)
QUOTE
Possui uma visão além do alcance, consegue enxergar mais distante e também com mais nitidez que um olhar normal.
Benefício: Consegue enxergar melhor que o normal na penumbra (mas não em escuridão total). Recebe um bônus +2 em jogadas de acerto e dano para ataques à distância, e esses bônus são dobrados quando obtém sucesso em um ataque surpresa.


This post has been edited by Tadiotto: Jun 1 2018, 12:05 PM
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 Posted: Jun 7 2018, 10:17 PM
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*Akarui via o estado em que o menino estava e embora seu cérebro lhe gritasse que era uma péssima ideia o coração da garota falava mais alto e ela se sentia na obrigação de ajudar aquela criança. Quando a chave girava na fechadura um pequeno som de clique ecoava pelo corredor e o pequeno corpo da criança dava um leve tremor no lugar e voltava a ficar parado.*

*Com a porta aberta a garota começava a se aproximar para empurrar a pequena bandeja de comida para perto da criança ela via o garoto rapidamente se levantar em uma grande disparada na direção dela. A médica percebe o garoto correndo na sua direção e graças a sua esquiva sobrenatural ela consegue sair da frente, evitando um ataque com uma pedra afiada que ele segurava.*

*O garoto dava um encontrão nela e começava a sair gritando e correndo até o final do corredor na direção contrária a que ela vinha vindo e conforme ela se afastava a navegadora percebia um objeto brilhante nas mãos da criança, e rapidamente ela percebia que eram as chaves que havia prendido na calça, o garoto de alguma forma as arrancá-la.*

*A voz da criança ecoava pelos corredores quando Akarui ouvia o som de portas vindo de trás dela seguido de passos que se aproximavam.*

-Que barulho todo é esse aqui? Um camarada não consegue dormir em paz mais aqui?

*O marinheiro que estava guardando a porta antes se aproximava dela com uma clara expressão de quem acabara de acordar. Porém o rosto dele mudava rapidamente para um choque perplexo e perdendo toda a cor quando reparava a cela vazia com a porta aberta em frente a qual a nova recruta estava caída.*

- Pelo amor de todos os deuses Zatsuyo o que você fez? Você deixou o Pequeno Problema escapar? Onde você estava com a cabeça, me dê as malditas chaves e vamos atrás dele

*Assim que percebia que ela não tinha as chaves das celas uma real preocupação começa a perpassar pela fronte dele.*

- Garota você não achou que deixar ele fugir era o bastante, tinha que dar acesso para formar uma maldita gangue? Vá chamar o Milner correndo, a gente pode ter uma situação bem problemática aqui. Avisa pra ele o que você fez e manda recursos no caminho, acho que vai ser preciso
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 Posted: Jun 7 2018, 11:35 PM
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Ah, pobre ingenuidade. Akarui nem ao menos sabia como reagir a aquela situação. "PUT* QUE O PARIU! Eu não acredito que fiz isso!". Pensou enquanto via o molho de chaves na mão do furacão-infantil-de-cabelo-azul. Dar início a uma rebelião de presos era, sem sombra de dúvidas, uma ótima forma de dar início a sua escalada nos cargos da marinha. Enquanto a criança fazia tudo o que tinha direito o guarda que antes havia ignorado o chamado de Akarui surgia.

-É...é-eu -A jovem não conseguia nem ao menos dar início a suas explicações, seu rosto assumia novas tonalidades de vermelho a cada tentativa de falar seja lá o que fosse. Ela estendia a mão, apontando para o fim do corredor como se quisesse mostrar o que, certamente, já era bastante visível - ou audível. - T-t-t...também... - Voltava a tentar se explicar quando era questionada sobre o que havia feito e a entrega das chaves.

Akarui estava nervosa, muito nervosa. Mesmo ouvindo as ordens do marinheiro superior a garota levou alguns segundos para processar seu pedido. Tentou respirar fundo, trazer para si um pouco de calma, mas não obteve muito sucesso. Não era acostumada a interagir muito, muito menos ser repreendida, e era menos acostumada ainda a deixar um grupo de prisioneiro fugir. Respirou fundo novamente. Os ouvidos, que antes zuniam por causa da adrenalina da burrada que havia feito, agora já haviam diminuído um pouco. Tentou se lembrar o caminho que havia feito até a prisão e o último lugar que havia encontrado Milner. A garota, durante todo o curto tempo que esteve na base não chegou a conhecer um quarto ou sala especifica onde pudesse encontra-lo. "Já é noite, e se ele estiver dormindo, como eu vou achar o quarto dele?!". Pensou em cada um dos lugares que havia passado; o arsenal; a muralha com os canhões; os corredores; seu dormitório; a cantina...

"Isso! A cantina! Essa pode ser a hora da última refeição do dia. E se não for, pelo menos vou acabar encontrando alguém no caminho. Foi o último lugar em que encontrei Milner, talvez ele tenha voltado para lá esperando que eu vá avisa-lo do fim das minhas tarefas"

Se tinha uma coisa que a garota confiava era em seu senso de direção e, mesmo não estando totalmente calma, era disso que ela tentaria fazer uso, relembrando e percorrendo os caminhos até a cantina e, ao encontrar qualquer marinheiro, seja quem fosse, questionaria os sobre o paradeiro de Milner, até encontra-lo.

Com esse plano em mente Akarui saiu correndo da prisão. Um certo incomodo surgia ao pensar que talvez fosse necessário lidar com os marinheiros que haviam lhe tratado mal. Passar por aquela situação novamente, ainda mais em um momento tão urgente, certamente não facilitava muito a tentativa da jovem de se manter calma.


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OFF ~ Opa! Vamos lá!

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 Posted: Jun 10 2018, 12:13 AM
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*Akarui ficava nervosa conforme aos poucos ia compreendendo a magnitude do que acabara de acontecer e por isso levava alguns segundos para reagir as ordens que lhe eram dadas. O marinheiro porém não tinha paciência e começava a estalar os dedos na frente do rosto dela.*

- Agora! Precisamos controlar isso antes que tudo piore.

*A pressão que o homem colocava sobre ela dificultava ainda mais a tentativa falha da nova recruta em se acalmar, levando-a a sair correndo mesmo que estivesse nervosa demais para pensar corretamente.*

*As batidas do coração da médica ressoavam nos ouvidos dela dando a impressão de que acelerava-se com cada uma das suas passadas ao invés de ir acalmando-se aos poucos. Conforme ela corria pelos corredores na direção do refeitório percebia vários marinheiros confusos no corredor sem entender direito o que estava acontecendo, sem saber a emergência que começava.*

*Chegando na cantina Akarui percebia que a mesma encontrava-se quase que completamente vazia tendo apenas alguns poucos marinheiros espalhados aleatoriamente pelo recinto. Inicialmente ela não via Milner no local, porém após alguns segundos via o velho homem saindo de uma porta lateral com uma chaleira e sentando-se em uma mesa no canto da sala.*

*O velho marinheiro via a jovem e dava-lhe um sorriso caloroso e servia duas xícaras de chá na mesa dele e acena para que ela se aproximasse.*

- Por que o nervosismo, o primeiro dia está um pouco mais difícil do que esperava? Acho que é um pouco cedo para já ter terminado todo o trabalho mas já que está aqui tome um pouco de chá com um velho, por favor.

@Tadiotto

This post has been edited by Hang: Jun 10 2018, 12:14 AM
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 Posted: Jun 10 2018, 11:32 AM
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Akarui identificava Milner e o mais rápido possível seguia em direção ao mesmo. O coração pulsava e a garota tremia devido a adrenalina. "Como céus eu vou explicar isso pra ele?! No meu primeiro dia vou ser expulsa da marinha, certeza! Meu pai vai me odiar por isso!". A garota respirou fundo, soltando o ar pela boca, como um assovio longo e tremulo. - E-e-eu preciso de ajuda, rápido, o chá fica pra depois! A-a - Fez uma pausa, fechando os olhos e tentando manter o foco - "Droga! Preciso explicar logo a situação" -, Pensou a garota.

- Acabei deixando um prisioneiro escapar e-eu só queria ajudar! Ele parecia fraco e eu tentei aproximar a comida dele e ai ele roubou as chaves da cela e agora tudo está uma bagunça o carcereiro pediu ajuda disse que precisava de reforço pediu alguns marinheiros a mais também os prisioneiros estão sendo soltos e que bagunça que eu causei m-me desculpe, Milner! - Akarui falou tudo sem uma única pausa, culminando em uma leve falta de ar após a fala. Necessitou então repor o ar novamente. Piscou os olhos algumas vezes enquanto respirava fortemente. Se apoio com as duas mãos na mesa, curvando um pouco o corpo devido a falta de ar.

- DEIXA O CHÁ PRA LÁ, MILNER!

Akarui tinha o corpo inundado por adrenalina, compulsivamente dava pequenos "pulinhos" para disfarçar as pernas tremulas. Tentava focar ao máximo possível em Milner, tentaria seguir suas futuras ordens da melhor maneira possível e se fosse necessário repassaria todas as informações para o marinheiro, explicando o local e o acontecimento novamente.

OFF ~ O post foi mais curto porque a personagem nem tem condições de refletir muito ou interagir com qualquer coisa xD
@Hang
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 Posted: Jun 11 2018, 10:10 PM
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*Akarui encontrava o marinheiro que estava procurando e apesar de toda a agitação e nervosismo que a garota sentia Milner mantinha uma expressão serena com sua xícara de chá. Ele tomava um longo gole do chá enquanto a garota falava tudo que acontecera com ela naquele dia, e embora a expressão dele não se alterasse muito era nítido que os olhos do homem se arregalavam ao ouvir sobre uma possível fuga de prisioneiros. Ele apoiava o copo de chá na mesa e rapidamente se levantava enquanto ajeitava o seu kimono e prendia uma katana que deixara ao lado da cadeira na cintura.*

- Aposto que não é tão ruim quanto você acha tudo deve ficar sobre controle rapidamente. Você já mandou reforços até lá embaixo para controlar a situação, certo?

*Mas mesmo com palavras que claramente visavam acalmar a novata ele se movia com uma tensão que claramente não existia anteriormente.Conforme ela guiava os passos na direção das celas o homem olhava nas duas direções como se estivesse esperando alguma coisa.*

- As coisas estão estranhamente calmas. Você deu o sinal de fuga para que os preparativos fossem iniciados para conter a fuga, não deu? Mas afinal, qual prisioneiro que você deixou fugir?

*Ao entrarem no corredor das celas a cena era bem assustadora. O guarda da guarita que entrara lá estava no chão sangrando, ele parecia ter sido espancado incessantemente, os braços dele estavam presos contra a grade de uma das celas com o que pareciam pedaços de roupas sujas dos presidiários. Todas as celas estavam vazias e com as portas abertas.*

- Não, não, não... Isso é ruim, isso é muito ruim.

*O velho então pegava um den den mushi de dentro do seu kimono e após uma sequência de comandos sirenes começam a soar por toda a base.*

- Eu passei um código para o capitão, logo a maior parte das forças da base devem se deslocar até aqui para ajudar na apreensão dos fugitivos e para cuidar desse pobre homem. Mas temo que nós não tenhamos muito tempo para esperar. Eu pretendo descer até os níveis inferiores, é onde ficam a maior parte dos presos mais perigosos, você pode olhar os andares superiores? Ou prefere aguardar aqui por reforços? Não há nenhuma vergonha em conhecer seus próprios limites.

*O velho marinheiro indicava o longo corredor de celas que no final tinha uma escada ascendente e uma escada descendente. Atrás de si a garota conseguia ouvir alguns passos distantes que pareciam estar se aproximando da entrada daquele corredor.*

@Tadiotto
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 Posted: Jun 12 2018, 10:25 AM
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A garota observava Milner se levantando. Sua respiração ainda estava rápida e o nervosismo ainda era presente e, sinceramente, dificilmente seria contido frente a situação que ela estava enfrentando. "Reforços?! Eu estou aqui a um dia, limpando canhões e organizando armas, fui zoada por todo marinheiro que encontrei, como céus vou saber solicitar reforços?!". Enquanto ouvia o tenente Akarui movia timidamente a cabeça de um lado para outro, sinalizando um "não" que ela torcia para que não fosse perceptível.

- E-eu acho que ta bem ruim - A voz da jovem aos poucos ia sumindo conforme pronunciava sua resposta. Que primeiro dia na marinha agradável!

Começou a seguir Milner, que, aos olhos da garota, já não parecia tão calmo assim. Ouviu mais uma vez o questionamento e voltou a balançar a cabeça timidamente. "Eu vou ser responsável pelo fim da 80th Branch!" Enquanto andava Akarui via em sua mente um anuncio na primeira página do jornal que seu pai costumava receber: "Garota é responsável por dar início a uma fuga de presos que culminou na queda de uma das mais importantes bases da Marinha. "Eu só queria alimentar um preso!" Afirmou a responsável em sua defesa. A jovem já foi demitida e sua execuçã..." . A marinheira sentiu um arrepio na espinha, que momento mais inoportuno para deixar a mente divagar.

- N-não foi intencional! Foi uma criança, de cabelos azuis!

Chegando na prisão Akarui se assustou, o guarda que antes havia conversado com ela estava preso as grades e parecia ter tomado uma baita de uma surra. Os pensamentos da jovem se embaralharam por um instante enquanto ela permanecia estática. Viu Milner dar os comandos e anunciar como iria agir. Respirou fundo. "Tenho que fazer pelo menos alguma coisa certa hoje!".

- Eu não tenho nenhuma arma, mas sim, vou ajudar enquanto os reforços não chegam. Tenha cuidado Milner!

A moça não tinha a mínima ideia de como poderia ajudar, reconhecia sua falta de destreza em combate desarmado e não acreditava o suficiente nas formas de combate que tinha mais conhecimento. "Acho que primeiro eu preciso ajudar o guarda, se ele conseguir falar qualquer coisa pode acabar me indicando um local que tenha alguma arma... Ou ele mesmo pode ter alguma." Akarui então se aproximou do guarda, buscou desamarrar suas mãos e analisar sua situação, seus conhecimentos médicos talvez pudessem ser úteis na construção de um quadro clinico. - Você está acordado? - Falou colocando a mão no rosto do homem. - Sabe me dizer se aqui tem qualquer coisa que eu possa usar? Alguma arma ou itens médicos? - A marinheira observou o guarda, tentando identificar qualquer arma que pudesse ser usada, após isso se levantou e observou o local de forma geral, tentando identificar qualquer coisa que pudesse indicar itens médicos ou a arma que procurava.

Terminando sua busca e analise do guarda Akarui seguiria o corredor, olhando cela por cela, receosa. Seu corpo tentava atrasar sua chegada nas escadas, fazendo com que seus passos fossem lentos e arrastados. "Vamos lá, garota! Cresça! Tome conta da situação uma vez na vida! Confie em você!". Vinha em sua memória alguns flashes dos treinos com seu pai, Mudai sempre a encorajava e isso, de certa forma, ajudou Akarui a se concentrar no que deveria fazer. Escolheu então ir para o andar superior.

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Não possui exatamente a apuração em um sentido físico, mas sim em sua capacidade de percepção. Consegue notar mais detalhes em ambientes e obter informações como armadilhas, segredos e outros com um pouco mais de facilidade.
Benefício: Interpretativo; Concede um bônus +2 nos testes de Percepção.


Médico
QUOTE
NÍVEL ADQUIRIDO: 1
GRADUAÇÃO: Amador (1PE)
SUBNÍVEL: Novato

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This post has been edited by Tadiotto: Jun 12 2018, 10:29 AM
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 Posted: Jun 13 2018, 09:32 PM
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*Akarui explicava para o marinheiro mais experiente que não fizera nada daquilo de forma intencional que apenas tentara alimentar uma criança de cabelos azuis e depois disso tudo saíra do controle. Era muito sutil, mas a garota percebia que ao ouvir a descrição do preso o maxilar de Milner retesava e ele dava uma leve acelerada nos seus passos enquanto sussurrava*

Isso pode ser ruim...

*A garota via a terrível cena ao entrar no corredor com as celas abertas, o marinheiro que havia deixado lá parecia ter sido severamente espancado e seus conhecimentos médicos diziam que o homem corria algum perigo de vida, podendo ter sofrido alguns ferimentos internos. Enquanto analisava aquele homem Milner ia falando com ela sobre como deviam proceder e ela lhe respondia que ajudaria mas ainda não tinha nenhuma arma consigo.*

- Você não pode ficar desarmada numa hora dessas. Pode me devolver essas depois mas aqui pegue use a pistola para derrubá-los de longe e a adaga se eles se aproximarem demais. Tome cuidado Zatsuyo, não quero que você acabe igual a ele

*O marinheiro entregava para Akarui uma pistola e uma adaga e com suas últimas palavras indicava com a cabeça o marinheiro preso e em estado crítico junto a uma das celas. Dizendo isso o velho começava a correr na direção das escadas e rapidamente ia para os andares inferiores deixando a garota observando o homem ferido. A médica buscava alguma reação do homem porém ele parecia estar desacordado, várias de suas costelas estavam quebradas, e parecia que pelo menos uma delas perfurara-o no pulmão, um dos seus ombros estava deslocado e o rosto dele era uma grande confusão de ferimentos. Seria necessário um hospital inteiro para cuidar daquele homem.*

*Seguindo pelo corredor ela percebia que apesar de todas as celas parecerem vazias em algumas delas jazia o corpo ferido de alguns presos em condições semelhantes a do marinheiro da entrada, aparentemente alguns presos aproveitaram aquela oportunidade para resolver antigas inimizades.*

*As tropas da marinha ainda não haviam alcançado aquele corredor quando a menina chegou nas escadas. Dos andares inferiores, para os quais Milner seguira, havia uma grande multitude de sons de batalha com esporádicos barulhos de dor, uns poucos dos quais ela conseguia distinguir a voz do marinheiro mais velho. No andar de cima ela conseguia ouvir algumas vozes abafadas e o som de passos, bastante passos, porém esses pareciam se afastar da escada e não se aproximar dela. Caberia a garota agora decidir o que fazer, se iria tentar ajudar o velho homem no andar de baixo, subir as escadas como ele lhe indicara e conter os prisioneiros do andar superior ou escolher a opção mais segura e esperar pelos reforços ali mesmo.*
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 Posted: Jun 14 2018, 01:59 PM
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Akarui havia recebido de Milner a pistola e uma adaga. A marinheira se tranquilizava um pouco mais assim. Por mais que não tivesse muita confiança em si, ter a sua disposição dois tipos de arma das quais tinha uma maior afinidade era algo bom. "Dessa vez não vou deixar nenhum preso escapar impune! Aquele garoto já foi o suficiente!.".

Enquanto percorria o caminho até as escadas notou que alguns presos também haviam apanhado, sentia de certa forma pena, mas voltou a tentar manter o foco. "Independente do estado deles... tudo começou porque eu me senti no dever de ajudar, isso não vai acontecer novamente!". Verificava quantas balas teria a sua disposição antes de ir para o andar superior e mantinha a arma carrega em punho.

Ao chegar nas escadas Akarui notou os sons e buscou se concentrar neles, na tentativa de identificar algo que lhe fosse útil. Pôde perceber que no andar inferior as coisas não estavam muito fáceis para Milner, ou pelo menos era isso que a garota achava. "Alguns sons parecem vir do tenente... ainda assim ele me ordenou que fosse ao andar superior. Ele é um tenente, não é? Tenho certeza que consegue lidar com os presos sozinho, sem contar que em um corredor eu pouco vou ser capaz de ajudar, sendo apenas um fardo para ele... vamos garota, você é capaz, vou cuidar do andar superior o mais rápido possível e depois eu desço para ajudar Milner... se eu ainda estiver viva.". E com pensamentos um tanto quanto duvidosos a marinheira subiu as escadas.

Akarui não recuara, apesar do nervosismo, porque acreditava que o correto era fazer algo em relação ao acontecimento que começou por sua única e exclusiva culpa. A garota, por menos confiança que tinha em si, buscava sempre ser movida - quando o corpo não ficava paralisado por medo - pelo seu senso de dever, de certo e errado. Vale ressaltar que, neste dia, devido a fuga do prisioneiro, ela tinha novas questões para refletir; até que ponto valeria a pena tentar ajudar uma vida que, ao ser recuperada, apenas traria males ao mundo? Como esse julgamento seria feito? Quem é, e quem não é merecedor de pena, merecedor de uma chance... essas são questões bem profundas e que, talvez, Akarui nunca vá achar uma resposta, mas sem dúvida são questões necessárias para seu amadurecimento.

Chegando ao andar superior a marinheira rapidamente levantou a pistola. A manteve firme, apontada para o final do corredor, a empunhava da forma como seu pai havia ensinado. - Todos os presos, por favor, cooperem... - Falou Akarui, na cabeça dela aquele pedido, falado em um tom um pouco mais alto, mas que ainda não poderia ser considerado um grito, fazia todo sentido. Ela tinha como intenção apenas identificar os presos que estavam ali, já que não tinha a menor noção do que fazer com eles após isso. Caso algum preso estivesse a vista de Akarui e continuasse a se afastar, ou pior ainda, se aproximar, a garota repetiria a ordem, em um tom ainda mais alto, tentando parecer imponente, mesmo que sua aparência gritasse o contrário.
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 Posted: Jun 15 2018, 09:19 PM
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*Akarui optava por seguir as ordens que o superior lhe dera subindo as escadas enquanto deixava os sons de combate para trás e ainda não ouvia nenhum marinheiro adentrando o local. Enquanto subia ela conferia a arma que Milner lhe dera e constatava que ela estava com um pente cheio, parecendo ter mais de 30 balas. A escada era feita inteiramente de degraus de pedra muito bem limpos e cuidados e levavam para o andar superior que parecia muito semelhante ao que ela viera estruturalmente com a diferença que a escada para continuar subindo ficava do outro lado do corredor.*

*No corredor entre a garota e a escada todas as celas também estavam abertas e cerca de 10 presos se reuniam chutando um outro que estava caído enquanto falavam sobre ele ter "muita coragem para dizer não ao chefe" porém tudo aquilo para quando a marinheira pede que todos cooperassem*

*Uma risada que faz um arrepio subir pela coluna da médica sai do meio do grupo de homens enquanto um deles, um careca com olhos roxos, uma cicatriz cortando a cara dele ao meio na diagonal e um sorriso que deixava bem claro o que queria fazer com a bela garota na sua frente dá alguns passos a frente do resto do grupo.*

- Deixem o idiota. Subam e liberem todo mundo igual o chefe mandou eu vou ficar aqui me divertindo com a gracinha enquanto isso.

*Alguns dos outros presos pareciam que iam começa a reclamar foram acertados com correntes que pendiam soltas do que restava de algemas no pulso do careca. Após a demonstração de agressividade os outros presos seguiram a ordem, ignorando os constantes pedidos de cooperação de Akarui, reclamando bastante do companheiro não saber dividir.*

*O homem ia lentamente andando na direção da garota enquanto estalava a ponta da corrente no chão. Os olhos dele vagavam o tempo todo pelo corpo dele enquanto ele lambia os lábios.*

- Eu espero que você grite e implore. Eu adoro quando elas choram então pode ter certeza de que isso vai doer bastante garota mas quando eu acabar eu te mato, não se preocupa. Agora solta essa arminha que nós dois sabemos que você não vai usar.

*O homem de repente no meio do seu movimento movia o seu pulso fazendo com que a corrente voasse na direção do rosto da marinheira*

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 Posted: Jun 16 2018, 07:53 PM
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A marinheira observou o grupo de prisioneiros. Seu coração começou a bater na mesma velocidade de um puro-sangue em uma competição de corrida. "Eles não estão nem ao menos abalados?! E-e..." Inalou profundamente. "Calma, vamos lá." Expeliu o ar pela boca, quase em um assovio. Akarui sentia o pulsar até mesmo no ouvido - turum - turum - turum - , toda a calma que a garota havia conseguido acumular sem dúvida alguma tinha ido embora. As mãos ficaram geladas, sentia o suor começar a escorrer pelo cabo da arma, e não só por lá, do couro cabeludo também, alguns pequenos, talvez até imperceptíveis, fios de suor começaram a escorrer, um suor gelado, um misto de nervosismo e medo. "Para com isso! Vamos lá, se acalme, siga os conselhos do papai! Você consegue, garota!"

Akarui havia notado que eles falavam de algum chefe, havia, naquela situação toda, algum plano ou algo do gênero ocorrendo, até porque que preso se negaria a iniciar um simples motim para desfrutar da liberdade? Percebeu também que no grupo havia uma certa liderança imposta a força, talvez pudesse usar isso, se conseguisse se acalmar e pensar direito até ter essa oportunidade. Observou bem o homem de olhos roxos, sua expressão não lhe agradava nenhum pouco. "Ok. Ele não parece disposto a conversar...". Pensou a jovem, até porque isso já parecia estar bem explicito desde o início.

- Não se aproxime! - Ordenou Akarui, apontando a pistola para o prisioneiro. Fora uma tentativa totalmente falha, visto que ele continuava a se aproximar. Um leve arrepio atravessou a espinha da jovem. O estalo da corrente parecia acionar algo no corpo da garota, algo maior que a sua própria consciência, como se o corpo, por conta própria, ameaçasse se jogar para algum lado a cada misero sinal de ataque. - É sér... - Antes que pudesse finalizar o aviso o prisioneiro lançou a corrente contra Akarui. A garota, levando em consideração que o ataque foi direcionado a seu rosto, dobrou os joelhos o mais rápido possível tentando evitar o golpe. "Ele ta realmente tentando me matar?! Mas eu só estou fazendo o meu trabalho! Vamos lá, garota, pense no treinamento do papai!" Apontou a arma para o meio da pélvis do prisioneiro e deu um único disparo. Não era lá o melhor lugar, mas Akarui buscava apenas impossibilitar o prisioneiro de alguma forma e aquele fora o melhor lugar que ela pode pensar, visto que, considerando o corredor em que estavam, era possivelmente um dos pontos mais difíceis de se movimentar, já que comandava o centro de gravidade do corpo... se isso fazia algum sentido ou não a jovem não sabia.

- É sério, senhor, por favor, pare!

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Acrobata (1PE)
Com grande capacidade de movimento, consegue entrar com facilidade em locais de difícil acesso, executar difíceis manobras e realizar acrobacias diversas.
Benefício: Interpretativo; Concede um bônus +1 nas jogadas de defesa.

Olhos de Águia (2PE - Raça)
Sua precisão não sofre redutores por mirar em alvos em movimento. Se precisar ajustar o trajeto da "mira", você faz isso instantaneamente. Além disso, sua visão permite que você pegue projéteis em pleno ar, ou defenda projéteis com outros projéteis!
Benefício: Concede um bônus +1 nas jogadas de ataque e dano à distância; Permite atacar alvos em fuga sem penalidade.


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 Posted: Today at 08:37 pm
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*Akarui podia sentir a tensão no ar com a aproximação daquele prisioneiro, o suor escorria pelas costas dela enquanto cada passohaha do homem com o som daquelas correntes fazia um calafrio percorrer o corpo dela. As mãos que seguravam a arma tremiam levemente conforme o prisioneiro ia se aproximando porém no instante em que viu a correndo vindo atacá-la a recruta agiu mais por instinto do que qualquer outra coisa.*

*A médica via a corrente vindo contra o seu rosto e rapidamente dobrava os joelhos esquivando-se da corrente que passava sobre a sua cabeça. Ela aproveitava a oportunidade para contra-atacar, as mãos dela não mais tremiam enquanto erguia a pistola mirando contra a pélvis do homem que acabara de tentar atacá-la.*

- Abaixa isso gatinha nós dois sabemos que não vai fazer isso.

*As palavras do homem era interrompidas pelo som de um disparo e pelo som oco do impacto de ferro contra osso. Akarui sentia uma forte dor vindo do seu ombro esquerdo, o prisioneiro havia puxado o braço para trás trazendo a corrente que passara por cima da cabeça dela acertando-a no ombro. O impacto da corrente desequilibrava a marinheira no momento do disparo, fazendo com que ela acertasse a coxa do prisioneiro ao invés de na pélvis*

-AAARGH, SUA DESGRAÇADA

*Com um rápido movimento a corrente da outra mão se enrolava no pé de Akarui e o homem a puxava, derrubando a garota no chão de costas e então o homem erguia as duas correntes no ar acima da cabeça dela e as descia com força tentando acertá-la*

- Quando eu acabar com você vai implorar pra que eu te mate

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