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Brand New World > Shells Town > Todo Almirante já foi um Soldado


Posted by: Gracie May 16 2018, 09:27 AM
Gracie olhava para o céu e refletia por um instante. “A vida não é fácil, não é mãe?” - Ele nunca conhecera sua progenitora, porém sentia uma conexão especial com ela. Não era nada místico ou sobrenatural, era apenas um mal costume vindo de uma infância solitária, desejando o colo da mãe, e a personificando como um ser imaginário, uma espécie de guardião com a qual ele refletia consigo mesmo. “Mas isso não é desculpa. Afinal se fosse fácil não teria sentido em ser vivida.”

E então retomava sua caminhada, o destino do rapaz era a 153ª Base da Marinha. “Vô, sei que me disse pra não seguir seus passos. Não buscar vingança contra o desgracado que abandonou todos nós, mas eu não consigo superar. Não consigo deixar de imaginar como tudo seria diferente se ele não nos tivesse abandonado...preciso olhar em seus olhos e perguntar: por quê?” - Aquele ao qual Gracie amaldiçoava era seu pai biológico, um pirata, um maldito pirata abobalhado atrás de um tesouro de contos de fada.

Apesar da mente conturbada, o jovem aspirante a marinheiro não deixava transparecer isso em suas feições, mantendo o semblante calmo e sério, focado à frente com olhos determinados. Ele vestia-se com roupas simples, camisa de manga longa vermelho escuro com preto e calça preta. Carregava nas costas sua arma, uma arma de haste de madeira e lâmina curvada na ponta, sem dúvida alguma bastante chamativa. Gracie orgulhava-se de suas aptidões marciais, treinara desde criança com o avô o uso de armas de haste e combate corpo-a-corpo. Era a princípio para garantir que o jovem fosse capaz de se proteger no futuro, mas para o infante era tudo parte do plano de partir à Grand Line atrás do paradeiro de seu pai.

“Por fim, hoje é o dia que tudo começa. É o dia que minha luta contra a injustiça e também minha vinganca tem início.” - E assim Gracie iria dirigir-se diretamente ao local de alistamento na marinha. Caso fosse necessário o jovem indagaria aos transeuntes sobre direções, buscando o local exato para concluir seu objetivo. - Com licença, você pode me informar onde posso me alistar na marinha? - Com certeza não seria uma tarefa difícil encontrar tal lugar. Ao adentrar na base propriamente dita, Gracie manteria o tom cordial, cumprimentando os funcionários e marinheiros, e dando os esclarecimentos devidos sobre sua presença ali. - Bom dia. Vim me alistar, pode me ajudar? - Encontrando algum auxílio pronta,ente seguiria as orientações. Chegando ao local do alistamento, iria seguir conforme protocolo e continuar até terminar o processo. - Sou Ringabell Gracie, vim me tornar um marinheiro. - Abriria um sorriso amigável, involuntário, ao ouvir o som de suas próprias palavras.

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OFF: Olá querido narrador. O grande objetivo dessa aventura seria me alistar na marinha e realizar minhas primeiras missões. Deixo a seu critério as rédeas da aventura, mas gostaria que não fosse apenas combates por combates. Se possível gostaria que envolvesse desafios sociais, exploração e combates com objetivos diferentes de apenas derrotar o oponente. Mas, no fim, se a aventura for divertida não precisa se preocupar muito com isso http://i.imgur.com/Ozgus6F.gif

Posted by: T. Wall May 18 2018, 01:48 PM
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Off: Saudações!

Vamos começar essa aventura juntos. Dei uma lida na sua ficha. A princípio, vamos ter que lidar com algumas mudanças no cenário de Shells Town que ainda não foram incorporados no cenário, mas você verá em breve. Qualquer coisa, pode me enviar MP.


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Shells Town, a cidade-forte.

Certamente desta forma poderia se resumir a ilha construída ao redor da Base #153 da Marinha. Uma cidade militar, regida até pouco tempo, pela mão-de-ferro (de Machado, na realidade) de seu Comandante, Morgan. Porém, os recentes acontecimentos que levaram a morte do Comandante abalaram a cidade como um todo.

A moral, por alguns dias, ficou abalada. Um funeral foi marcado, contando com a presença de alguns membros importante da Marinha, a exemplo do filho do ex-Comandante, Helmeppo, que estava em missão na Grande Rota com o lendário Garp. Porém... os dias passaram.

E o medo da população de ficar desguarnecida foi respondido pelo alto comando da Marinha que enviou o recém-chegado da Grande Rota, Capitão John Doe, para assumir o comando da base. Não só ele, mas alguns poucos marinheiros reforçaram o base de comando. A chegada do experiente capitão trouxe segurança e alívio aos moradores e, sobretudo, um raio de esperança.

As baixas na marinha fizeram com que uma grande campanha de alistamento fosse feita pela ilha e nas proximidades, atraindo vários jovens ávidos por aventuras e pela proteção da instituição mais poderosa do mundo conhecido (ao menos por aquelas bandas).

Quando você chega na base, Gracie, encontra uma enorme fila de pessoas. Havia, pelo menos, cento e cinquenta jovens. Ao abordar perguntando sobre como fazia para se alistar um jovem fardado te encara.

Marinheiro: Opa, bom dia recruta. Tome... - Ele te entrega um formulário. Preencha o formulário com seus dados e entregue ao final da fila para a tenente Hammabell... - Ele, em seguida, bate continência e vai para o próximo da fila, repetindo a entrega do formulário.

???: As coisas parecem ter ficado sérias aqui, huh? - Uma voz vem da sua frente, enquanto você estava virado olhando o marinheiro com os formulários. Ao virar o rosto depare-se com esta figura:

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???: Sou Calêndola, vim para o alistamento de Gunkan para me alistar... Quer uma caneta? - Te estendeu o objeto de tinta azul para preencher a ficha.

O que você fará?

@Gracie

Posted by: Gracie May 18 2018, 06:32 PM
Estenderia a mão e recolheria o formulário, analisando lentamente enquanto me distancio do funcionário. - Grato - Não esperava que fosse ser tão simples e direto o processo de alistamento, porém era compreensível diante do volume elevado de candidatos. A queda de Morgan e a chegada de Joe havia revivido a ilha, dando um ar diferente para todo o complexo urbano. Apesar de tudo, estava agradecido, afinal essa primeira etapa havia sido, aparentemente, superada sem maiores ressalvas - "Preciso apenas preencher isso e entregar a Hemmabell.." - Refletiria olhando na direção do tenente em questão.

A mulher ruiva me pegara desprevenido. Estava perdido em pensamentos e aquela voz feminina não era o que esperava naquele ambiente. Machismo de minha parte, afinal muitos oficiais da marinha eram mulheres, e mantinham a ordem em seus esquadrões melhor que muitos homens em posição semelhante. Fora um erro, mas que não seria cometido novamente, não poderia subestimar aliadas ou inimigas apenas baseado em seu gênero.

- Sou Gracie. Então seremos colegas, Calêndola. Não preciso, agradecido. - Passaria a mão em meus cabelos, os tirando da frente do rosto para permitir uma aparência mais apresentável. Seguida à resposta, tiraria uma caneta do bolso, a erguendo e deixando claro que possuia a minha própria. De toda maneira, abriria um discreto sorriso amigável, tentando manter boas relações com a moça, não pela sua beleza física, uma vez que não tinha interesse em um relacionamento, mas sim porque aliados eram preciosos em qualquer lugar.

- Me deixe apenas terminar de preecher o formulário, podemos entregá-lo juntos, estava me sentindo deslocado sem ninguém para conversar. - E assim procuraria um apoio próximo para poder preencher o formulário. Concluindo a tarefa me dirigiria à Hemmabell, de maneira neutra e séria. - Tenente Hemmabell. - E estenderia a mão com o papel. - Há algum procedimento a mais?

QUOTE
OFF: Mudei para 1ª pessoa pra me adaptar ao estilo RPG de Mesa. Tomei a liberdade de ter uma caneta no bolso, afinal condiz com o personagem ter esse mínimo de preparação e é um item comum, ainda mais pra ele que vive na ilha. De todo modo, se não tiver achado condizente fico à disposição para críticas e conselhos. Abraço o7


@T. Wall

Posted by: T. Wall May 18 2018, 08:21 PM
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Off: Sem problemas.


Calêndola: Anon... - A garota suspira, recolhendo a caneta, vez que o rapaz demonstrava ter uma. Prevenido.

Em seguida, ela guarda o objeto, juntando as mãos que seguravam seu próprio formulário, abaixo dos fartos seios - impossíveis de não notar - enquanto você retirava as mechas rebeldes da frente do rosto. Prontamente ela cora as bochechas. Parecia um pouco desapontada em não poder ajudar, mas assim que você sugere entregar os formulários juntos ela sorri com brilho nos olhos:

Calêndola: Se-seria ótimo! - Responde. E, tão logo você responde as questões - todas muito simples, perguntando sobre familiares, idade, altura, peso, aptidões, vocês percebem que a fila anda com rapidez. Mais a frente vocês percebem algumas mesas com alguns marinheiros sentados separando as fichas.

Quando você chama pela tenente Hemmabell todos os escrivães erguem a cabeça, arqueando as sobrancelhas. Um deles diz:

Marinheiro: A tenente está analisando as fichas, garoto, traga-a a mim... - Ele trata de pegar a ficha, lendo-a lentamente. - Ri-ring... Ringabell? Oe... Por acaso você é parente do... Oe... - Ele cutuca um marinheiro que estava ao seu lado, mostrando a ficha dos jovens.

Calêndola: Sobrenome famoso, huh? - Comenta Calêndola, entregando sua ficha a um marinheiro que lê rapidamente e coloca numa pilha. Enquanto isso, um burburinho a respeito da ficha de Gracie se espalhava.

???: MAS QUE PORRA É ESSA?! - Uma voz firme emerge do alto da construção, numa espécie de sacada. Quando você volta seu olhar para cima - e todos o fazem no mesmo momento - uma figura, no mínimo exótica, irrompe com as mãos sobre o parapeito, gritando:

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(Off: Desconsidere o paletó, afinal é para capitães).


Marinheiro: Te-te-tenente... Ha-hamm-Hammabell! - Todos os marinheiros batem continência.

Tenente Hammabell: Mas será o benedito! Nem para separar as fichas dos recrutas vocês servem... - A mulher salta do parapeito, pousando gentilmente sobre a mesa, já tomando da mão do marinheiro o seu formulário. Ela lê por um instante, batendo o olho no sobrenome:

Tenente Hammabell: Ringabell, huh? - Seus olhos ambares cravam em você, como uma felina: O velho Ulysses não mentiu quando disse que tinha um netinho... Kyufufufufu... Não pense que seu sobrenome te dará moleza... - Ela então coloca a ficha no meio das demais, ficando de pé em cima da mesa:

Tenente Hammabell: Atenção todos vocês!!!

Eu sou a Tenente Nyachan Hammabell. Fui designada com o capitão Doe para pôr um pouco de ordem em Shells Town após os recentes acontecimentos. Os formulários são apenas o cadastro de vocês em nosso banco de talentos. Temos atualmente cento e cinquenta e oito candidatos para entrar na marinha. Mas temos apenas vinte e sete vagas para a base... Isso significa dizer que vocês passarão por um processo de seleção.

Vocês vão ficar um mês sob meus cuidados. Vocês vão morar na base, comer na base, treinar na base... Quem quiser desistir, a hora é agora. Quem for permanecer, basta deixar suas roupas civis com os homens e pegarem seus uniformes.

Nos encontramos às 14h.
- Então ela salta da mesa de volta para o parapeito da sacada e adentra na base.

Alguns recrutas se entreolham, sem entender direito o que havia acabado de acontecer. Uma minoria, algo em torno de sete, decidem desistir. Um até rasga o formulário.

E você, Gracie, o que fará?



@Gracie

Posted by: Gracie May 18 2018, 08:59 PM
Indiferente pelo erro cometido entrego o formulário ao funcionário encarregado. Não estava acostumado às burocracias da instituição, então o engano era plausível. Ao notar a surpresa do marinheiro devido a meu sobrenome, continuo o fitando seriamente. Sabia que meu avô tinha um cargo importante dentro da hierarquia da Marinha e já esperava que isso fosse me render oportunidades proveitosas e também desvantagens, afinal a fama é uma faca de dois gumes. Ao ouvir a expressão da jovem que me fazia companhia, a fitaria novamente forçando um sorriso, claramente desajeito, mas de boa intenção. - Eles estão exagerando um pouco - Não era humildade, apenas não tinha intenção de deixar a influência de meu avô alcançar todos os aspectos do meu futuro, iria criar meu próprio nome e me destacar pelos meus próprios méritos.

A voz estrondosa vinda do alto me deixou sobressaltado. Reflexamente recuei, levando a mão à arma em minhas costas, porém não a saquei. Notara rapidamente de quem se tratara, mesmo sem conhecer sua identidade. Só poderia ser a encarregada naquele momento. A fitaria indiferente, apesar de sua atitude e postura, mantendo meu território mas sem parecer ameaçador. A pele morena e os olhos dotados de um fogo selvagem fizeram os pelos do meu corpo eriçarem, não de desejo, mas de excitação. Ela parecia ser um oponente formidável.

- E nem desejo que me dê, Tenente. Vou abrir meu próprio caminho aqui dentro. - O sorriso agora era sincero e desafiador, o olhar cheio de confiança. Sabia do meu potencial, sabia da minha determinação, muitos cairiam mas eu permaneceria. - "Quando a vida lhe der pedras, faça uma sopa."

Após a explicação da Tenente, prontamente me dirigiria à Calêndola - Não se preocupe, iremos conseguir. Vamos juntos. - E levaria gentilmente a mão à cabeça da moça, a acariciando fraternalmente, um jeito de lhe dar apoio e dizer-lhe que estava tudo bem. Em seguida, me voltaria ao funcionário. - O uniforme, por favor.

Devidamente cadastrado e com o uniforme em mãos iria me trocar no local indicado pelos marinheiros. - Calêndola, após vestir o uniforme nos encontramos aqui, onde a fila estava formada. Até breve. - E me retiraria, sem mais. Agora tinha certeza que havia sido muito ingênuo. Obviamente não poderia ser tão simples entrar nas fileiras da marinha. Eles não aceitavam qualquer um, apenas aqueles com a capacidade para levar a instituição à frente, com força, foco e compromisso. Não poderia ser diferente.

Apesar de ter conhecido meu avô desde pequeno e ele ter me treinado, ainda fico surpreendido em ver o quão longe ele chegou. - "Isso deixa claro quão poderosa é a ambição de um indivíduo"

Após vestir a farda da Marinha, me dirigiria ao local de encontro com Calêndola. Aguardaria a jovem até pouco antes das 14h, indo até o local de início da seleção se ela não aparecesse até tal momento. Ela se fazendo presente aproveitaria o momento para conhecer melhor a moça, era essencial criar laços se planejava mantê-la como uma aliada, apesar do ambiente competitivo. - Você mora aqui na ilha? Porque decidiu entrar na marinha? O que realmente você quer alcançar na vida? - As perguntas viriam naturalmente durante o diálogo com a moça, tentando parecer casual em meu tom de voz, guiado por uma curiosidade inverídica. Ao chegar perto de 14h, me dirigiria ao local de reunião com a Tenente.

@T. Wall

Posted by: T. Wall May 18 2018, 09:34 PM
Calêndola: Aye! - Responde a garota, sorrindo. Em seguida, vocês dois pegam os uniformes e são direcionados aos vestiários.

Não demora nem vinte minutos e já estão devidamente uniformizados - roupa padrão da marinha: calça jeans, bota, camisa branca com símbolo, lenço e boné (opcional). Alguns recrutas já estavam no pátio, conversando.

Um pequeno grupo brincava com cartas sobre um barril. Um outro fazia quebra de braço mais adiante. Quando você chega ao lugar marcado, encontra Calêndola com a farda. Os cabelos presos num coque, amarados por um laço azul característico da marinha. Os seios quase forçando os botões da camisa... Enfim, uma lindeza.

Assim que ela o vê, sorri, e vocês dois sentam-se num banco na sombra.

Calêndola: Não moro aqui, cheguei a dois dias de Gunkan... - Ela repete a informação que tinha dado, quando se conheceram. Você não deve ter prestado muita atenção... hehe... - Ela sorri e você percebe o quanto o seu sorriso é bonito. Tímido e singelo.

Calêndola: Resolvi entrar na marinha para cumprir um sonho antigo de família. Minha avó serviu a marinha há muitos anos e morreu eu batalha. Meus pais tentaram me fazer desistir, mas eu tenho certeza que meu lugar é aqui... - Disse resoluta.

Calêndola: E você, Gracie-kun... Parece que seu avô é um grandão da marinha, não é? Pretende seguir seus passos ou, quem sabe, encontrá-lo em breve? - Indagou-lhe.

Neste momento, nem sinal da tenente, mas ainda não estávamos nas 14h marcadas. Bom que há mais tempo para vocês se conhecerem e ela saber um pouco mais sobre as pretensões na marinha.



@Gracie

Posted by: Gracie May 18 2018, 10:05 PM
Olhava fixamente para a garota enquanto ela falava. Sua beleza era notória, e sua personalidade a tornava ainda mais atraente. Mas ela não fazia meu tipo. Não tivera muitas aventuras amorosos mas sempre fui firme quanto às preferências pelo sexo oposto, prefiro mulheres fortes, determinadas e imponentes, como a Tenente. - Desculpe, Calêndola, realmente não percebi quando falou a primeira vez sobre sua cidade natal. - Era algo plausível diante da situação conturbada em que os dois se encontraram inicialmente, entre a multidão de candidatos.

- Você não deve desistir dos seus sonhos. No fim, você vai ser a única se arrepender se desistir. - Gostava cada vez mais da moça. Apesar de seu jeito recatado tinha determinação escondida dentro de si. Lutar pelos seus sonhos era louvável. - Então vamos nos esforçar pra sermos ótimos marinheiros. - Abriria o primeiro sorriso espontâneo do dia, mostrando bem os dentes e fechando os olhos, em um semblante feliz. Não tinha muitos amigos e começava a me sentir a vontade com aquela garota.

- Meu avô está na Grand Line, ele é um oficial. Não sei bem seu cargo atual, mas há alguns anos ele já era capitão. Quero crescer aqui dentro, igual meu avô fez, mas não seguirei seus passos, eu o superarei e concluirei o que ele não conseguiu. - Nunca falara tão abertamente com outros sobre aquela ambição, mas não havia motivo para escondê-la de Calêndola. Era a verdade e era o guia que estava usando para traçar minha vida.

- Calêndola, você é uma moça bonita e parece bastante determinada. Você sabe lutar ou tem alguma habilidade especial?? O que você se orgulha em fazer?? - Mesmo que não fosse uma combatente notável, a moça poderia ter muitas capacidades úteis à instituição, garantindo seu lugar entre os vários candidatos presentes.

@T. Wall

Posted by: T. Wall May 19 2018, 09:52 PM
Calêndola: Vamos sim, vamos ser ótimos marinheiros! - A moça deu duas batidinhas com as mãos, sorrindo.

Em seguida, ela escutou fascinada a história do avô de Gracie, Ulysses, que estava na Grande Rota e, segundo a própria Tenente Hammabell, numa posição hierárquica alta dentro da Marinha. Por fim, quando questionada sobre alguma habilidade especial, a garota retira uma agulha de quase dez centímetros da roupa, praticamente escondida. Com a luz, a lâmina tintila, enviando um raio que faz com que o olho esquerdo que Gracie reclame, fechando-o instintivamente.

Calêndola: Meu pai é médico em Gunkan e eu aprendi o básico da medicina com ele. Aprendi também sobre anatomia humana e aprendi a usar essas agulhas http://pt-br.naruto.wikia.com/wiki/Senbon como armas em combate... - Revelou a garota, guardando o objeto em seguida. - Quanto a sua arma, não vou nem perguntar... Mas... isso é uma lança? - Indaga, ao ver o seu bisento preso às costas.

Nesse momento, o diálogo é interrompido pela chega da tenente Hammabell. Ela adentra o pátio junto com um grupo de marinheiros de patentes mais altas, em passos firmes. Tão logo, todos se levantam e formam cinco fileiras com trinta recrutas em média em cada uma (Off: Especifique em qual fileira ficaram).

Tenente Hammabell: Muito bem... Shells Town sempre foi famosa pelo seu treinamento rigoroso. Enquanto esteve aqui, o Comandante Morgan fez questão de comandar a base do seu jeito... peculiar... E, mesmo não concordando com algumas coisas, devo dizer que ele fez um excelente trabalho... Os recrutas de Shells Town são conhecidos por serem alguns dos melhores de todos os Blues. Duros, ótimos de serviço e bastante promissores... Algumas lendas nasceram neste solo que vocês estão pisando neste exato momento... Certo, Ringabell? - Capitã faz questão de te caçar com o olhar, sorrindo.

Tenente Hammabell: A vida de vocês não será fácil nesse mês. Vamos nos revesar em cinco grandes grupos. Um será responsável pela patrulha da cidade, em mantê-la segura. Vamos designar, por dia, setenta homens para isso. Quase metade de vocês. Outro será responsável por limpar a base, vamos dedica vinte homens. O terceiro grupo vai cuidar das armas e dos canhões da base, mais dez homens. O quarto grupo aprenderá estratégia e disciplina da marinha. E, por fim, o quinto grupo fará treinamento militar aqui no pátio durante o dia de folga, teremos trinta. - Explicou a tenente, enquanto dois marinheiros traziam um quadro negro que tinha os grupos e as quantidades conforme foi informado. - Trabalharemos com turno de revesamento, então cada um um grupo está em uma dessas funções. Alguma dúvida? - Indagou, por fim.

Caso não houvesse dúvida, todos seriam designados para uma das tarefas conforme a ordem de apresentação. Considere que a sua vai começar no grupo dois. No próximo post, quero que narre como foi o primeiro dia limpando a base. Use a criatividade. Ah, importante, Calêndola ficou em outro grupo.

@Gracie

Posted by: Gracie May 20 2018, 09:26 AM
Enquanto a garota explicava sobre suas habilidades, a olhava de maneira incrédula, involuntariamente. Como ela esperava que eu fosse acreditar que aquelas agulhas poderiam ser úteis de alguma forma, ainda mais em combate. Entretanto, ela parecia decidida quanto a isso então tentava não ser mal-educado. - Uma médica vai ser muito útil aqui - Falaria com um tom condescendente, tentando elogiar a moça. Ao ser indagado sobre minha arma prontamente levantei-me e a tirei das costas, apoiei o cabo no chão, a mantendo na vertical. - Isso não é uma lança, Calêndola. É u- - Enquanto falava ouvia a voz de comando da tenente. Havia finalmente chegado o momento de início do teste para ingresso na marinha, e não poderiamos nos atrasar. Logo, levei novamente a arma às costas e fitei o local onde o grupo se reunia. - Vamos, é hora. - E me dirigi às fileiras que estavam sendo formadas.

- "Preciso me posicionar para conseguir mais visibilidade, quem sabe desde o início já não é um teste.." - E assim me posicionei na fila central, a terceira, tentando garantir um local entre os primeiros da fileira. Me mantinha ereto, com os braços ao lado do corpo e os pés juntos, uma postura de atenção, ouvindo o discurso da Tenente. Ao ouvir as palavras desta dirigidas a mim, manteria o semblante, apenas acenando com a cabeça. - Sim, Tenente. - E voltaria à neutralidade. Aquilo certamente me renderia algumas inimizades dentre os recrutas, me vendo como um favorecido dentro do grupo. Já esperava, e estava preparado.

Após receber as tarefas a serem realizadas nos próximos dias, procurei novamente Calêndola. - Pena não termos ficado no mesmo grupo. Mas não desista, iremos passar. Até mais. - E com um breve aceno me afastei, indo em direção aos dormitórios onde faria as devidas preparações para descansar e estar pronto para o trabalho no outro dia.

E assim o primeiro dia como recruta da marinha começava. Me levantei ao som da primeira sirene, prontamente comendo o oferecido pela instituição, banhando e vestindo o uniforme adequado. Estava encarregado da limpeza nesse primeiro momento e não esperava muitas surpresas dentro dessa tarefa. Assim, me dirigi ao encarregado pelo grupo, tomando posse de uma vassoura, uma pá, um pano seco e um produto de limpeza. O oficial fora claro, eu deveria limpar o pátio e em seguida os móveis de dentro do prédio. Prontamente segui as ordens. O pátio externo era o local onde havia me incrito, era grande com algumas poucas árvores e estátuas de condecoração a oficiais famosos. Com minha missão dada, iria cumpri-la. Me reunindo com os outros encarregados pela tarefa tomei a dianteira. - Vamos terminar isso rápido e de maneira eficiente. Nós aqui iremos começar daquele lado, indo do prédio ao portão, e vocês irão do portão ao prédio, nos encontraremos no centro do pátio, com tudo perfeitamente limpo. Aqui é a Marinha, e o mínimo que esperam de nós é a perfeição. Hoje será o dia que este pátio esteve mais limpo em toda a história da base. VAMOS! - Se tivesse alguma resistência por parte de algum recruta de acatar minhas orientações apenas o ignoraria, mantendo o pulso firme.

Varria sistematicamente, iniciando em uma extremidade do pátio e seguindo até a outra, criando faixas de limpeza. Folhas, papeis e outros itens semelhantes eram catados pela pá e depositados em um saco carregado por um dos recrutas em cada grupo. Oficiais passavam, avaliando o trabalho feito. Não estava preocupado com eles, afinal estávamos fazendo o melhor que podiamos. Ao término da limpeza do pátio, jogaria o saco de lixo no local adequado, me reunindo novamente com o grupo.

- Iremos agora limpar os móveis internos. Aqui é crucial sermos uniformes em nossa limpeza, pois se uma parte dos móveis estiver inadequadamente limpa todo o grupo será taxado como ineficiente. Não espero menos que a perfeição de nenhum de vocês, iremos todos passar, pois faremos tudo com dedicação! - Tentava criar um espírito de grupo e união dentre os presentes, afinal nunca iríamos avançar nos sabotando. Uma equipe unida vale mais que um exército desunido.

- Novamente iremos cada subgrupo começar de uma extremidade do prédio, limpem tudo, não quebrem nada, e nos encontramos no centro. - E me dirigiria à extremidade do prédio por onde começaria a limpeza. Dos panos que recebemos colocaríamos o produto em quase todos, mantendo um seco, para apenas retirar o excesso de produto de limpeza. Limpávamos de maneira organizada, com um levantando os itens de cima do móvel e outros passando o pano com produto em partes diferentes do móvel, para no fim um único utilizar o pano seco retirando o aspecto molhado, e então devolver os itens ao local apropriado.

Finalmente haviamos terminado a limpeza de todos os móveis. - Obrigado, equipe. Conseguimos terminar mais rápido que o esperado. - Em seguida me dirigi ao oficial responsável pelo time de limpeza, devolvendo os itens recebidos pela manhã, apenas para ser surpreendido por mais tarefas. Limpar as celas vazias, os banheiros, espanar o teto. E assim foi feito. Cada integrante ficou responsável por limpar uma cela inteira por vez, em seguida uma dupla limpava um banheiro por vez. Após o término, cada um avaliava o trabalho feito pelo outro, corrigindo os defeitos e garantindo um serviço impecável.

A última tarefa que era limpar o teto foi a mais complicada pela logística. Instalamos andaimes com a ajuda dos integrantes que eram mais proficientes no manejo de metal e madeira. Em seguida fomos limpando o teto, comigo no topo do andaime por ser o mais apto a equilibrar-me na plataforme instável. Enquanto eu limpava o teto os outros moviam o andaime, garantindo uma limpeza mais rápida e organizada, sem ter que subir e descer, ou montar e desmontar a estrutura.

Fora cansativo, estávamos exaustos, mas satisfeitos com nosso trabalho. Devolvemos as ferramente, e mais uma vez nos apresentamos ao oficial responsável. - Senhor, trabalho concluído!

@T. Wall

Posted by: T. Wall May 22 2018, 06:59 PM
O primeiro dia correu sem muitos problemas.

Limpar a base #153 da Marinha não é tarefa fácil, porque ela é imensa, mas também não é nenhum bicho de sete cabeças. Bastando um pouco de boa vontade e iniciativa. E, por falar em iniciativa, Gracie se saiu super bem neste quesito. Tomando para si a responsabilidade de organizar e motivar os demais membros do grupo, ele demonstrou uma habilidade natural para guiar os demais.

Tudo bem que alguns oficiais faziam questão de sujar bem na cara dos recrutas - como um que sempre passava com um pirulito e jogava o plástico que o envolvia no meio do pátio - e um outro que passava para hastear a bandeira e chutava a pilha de folhas varridas, dentre outros episódios pontuais, tudo correu sem maiores problemas.

Vez ou outra vocês puderem presenciar a tenente Hammabell observando o trabalho, preenchendo formulários e acompanhando no pátio o treinamento do grupo que fazia exercícios físicos.

Ao terminar a tarefa, Gracie e seu grupo foram até um dos oficiais responsáveis pelo treinamento.

Marinheiro: Uó... Faz tempo que não vejo a base um brinco como agora... Pa-parabéns recrutas... - Disse o marinheiro que havia saído de sua sala e percorrido todo o corredor, passando pelo primeiro andar e visto tudo brilhando.

(...)


No dia seguinte, Gracie encontrou no mural no pátio que estava designado para cuidar das armas de canhões da base. Encontrou um outro oficial, que o levou para um galpão dentro da base onde havia várias estantes com armamentos.

Marinheiro: Sem bem-vindos ao Arsenal da base #153 da Marinha. Aqui temos boa parte dos armamentos da base. Em sua maioria espingardas padrão vindas do North Blue e sabres de batalha vindas do South Blue. Aqui estão os materiais para limpeza. Os canhões ficam posicionados ao redor dos muros da base e devem ser limpados com lã de aço na parte interna e não devem usar água ou álcool. Usem essa substância que garante a limpeza... - Ele mostra um galão de vinte litros com um material negro. - As lâminas precisam ser afiadas na máquina e fio e as espingardas desarmadas e polidas. Ao trabalho! - Disse o oficial, puxando uma cadeira e folheando o jornal do mês que, curiosamente, veio com algumas páginas mostrando receitas de bolo.

Descreva como foi o segundo dia no próximo post. Considere que apenas três marinheiros do dia anterior estão nesse grupo de dez, o restando são novos marinheiros. Se quiser, Calêndola pode estar no grupo deste dia.

@Gracie

Posted by: Gracie May 24 2018, 03:45 PM
#Modo Fanfic ON

O segundo dia começava e mais uma vez os novos aspirantes a marinheiros saltavam da cama. Após receberem as orientações para as devidas tarefas, todos partiam a mais um dia de trabalho. Gracie agora estava com um novo grupo de pessoas e dentre elas estava Calêndola. O grupo passou alguns minutos decidindo como fariam a divisão dos grupos para as tarefas e após um breve período de calorosas discussões, principalmente sobre quem faria para com a moça de cabelos ruivos e seios avantajados, se decidiram. Apesar da vontade do jovem Ringabell em permanecer próximo a sua recém-feita amiga, os outros pareciam também bastante interessados em conhecer melhor a moça, e por fim ficaram em duplas diferentes.

- Calêndola, se esforce, a Tenente está olhando tudo, o teste já começou. - O rapaz falava sério após retirar a garota de uma conversa frívola com um outro aspirante que não ficara muito feliz com a intromissões. - Lembre-se que iremos passar. Sua viagem até aqui não pode ter sido pra nada. - O rapaz não tinha interesse em ser grosso ou incoveniente, mas se sentia na obrigação de ajudar a moça a seguir o caminho correto e ter noção da situação que estavam.

Após a devida organização, Gracie e seu novo companheiro naquela empreitada, Oken, partiam em direção aos canhões. Oken era um jovem nativo de Shells Town. Seu pai era dono de uma pequena padaria e tinha grandes ambições, costumava se gabar para todos que um dia sua padaria estaria espalhada pelos quatro Blues e seria o melhor pão do mundo, até os dragões celestiais iriam querer comer de sua iguaria. Obviamente eram apenas delírios de grandeza, o homem era preguiçoso e seu pão medíocre, mas conseguia ganhar o bastante para sustentar a família. Oken, por sua vez, nunca tivera interesse pelo negócio do pai e não sabia preparar nem ovo frito, quanto mais um pão. Entretanto, o rapaz tinha apreço pelas artes marciais e idolotrava os mestres da espadas, tendo o sonho de um dia ser considerado um grande espadachim e portador de uma meitou, uma das melhores espadas do mundo. - Gracie! Você sabe usar uma espada???? Homens de verdade lutam com espadas!! Só quem é forte de verdade treina o caminho da espada...você já ouviu falar das Meitous? São espadas lendárias! Mais fortes que qualquer outra! Capazes de cortar navios ao meio!!! IIIIKKKE - O jovem loiro tinha calafrios com suas próprias histórias.

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- Não. - Gracie respondia secamente à tagarelice de Oken e seu fanatismo por espadas. Como alguém poderia ser tão simplório a ponto de cultuar simples armas, o neto de Ulysses refletia. Apesar disso, Oken não era uma má escolha como parceiro. Era proativo e eficaz. Ao alcançarem os canhões, que se espalhavam ao redor de toda a base, logo dividiram as tarefas. - Oken, pare de falar por um instante. Iremos virar o canhão em 180º, você limpará a parte externa e eu tirarei a foligem de dentro com a lã de aço. Assim devemos conseguir um bom ritmo. - Ringabell tomava novamente a dianteira com seu instinto de liderança. Alguém devia tomar as rédeas para um grupo seguir adiante eficientemente, e ele fazia questão de assumir o papel.

O resto do grupo havia se divido com o trabalho com as lâminas e rifles. Calêndola estava no primeiro, cuidado do fio das espadas e afins. Enquanto isso, Oken e Gracie já tinha as roupas sujas de foligem e terra, que encardiam os canhões. Apesar de parecer fácil a limpeza não era nada simples. A crosta no metal era difícil de tirar e a foligem interna demorava a sair mesmo com a lã de aço e o produto específico, demandando persistência e força de vontade, mais do que força física. Por vezes, a foligem saia de uma vez formando uma fumaça que enegrecia a farda branca da dupla. - Oken, precisamos nos apressar, não podemos nos apresentar com as roupas sujas! - Apesar da dificuldade o ritmo dos dois ia bem, e um por um os canhões da base se encontravam em um estado de limpeza notável. - Cof, cof, aaaaaaaaaaaaargh, que gosto ruim!!!! Entrou na minha boca Graaaaacie!!!! Porque eu não fui sorteada pras espaaaaaaaadas????? - O loiro passavam a mão na lingua tentando tirar o pó preto que impregnava seu rosto. - Ei, pare de gritar meu nome. É embaraçoso. Tsc, a culpa é sua que tivemos que sortear. Se não ficasse insistindo em ser dupla da Calêndola cada um poderia ter escolhido onde queria ir..

- Cof, cof..mas ela é tão linda Gracie!!!! Você é gay? ARGH! - A escova de limpar os canhões se chocava contra a cabeça de Oken, sujando seus cabelos. Gracie o fitava com um olhar sério, os cabelos negros caindo no rosto suado. - Eu uso a cabeça de cima, não a de baixo, idiota. Trabalhe - Era difícil ver Ringabell perder sua compostura daquele jeito, mas o falatório de Oken mais cedo ou mais tarde tiraria qualquer um do sério.

O dia passou rapidamente e a dupla já estava exausta. O ritmo havia caído mas faltava pouco trabalho e a medida que o sol se aproximava do horizonte a limpeza do último canhão era concluída. - AAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHH acabaaaamos!!!! - E Oken se jogava no chão, suado e sujo, feliz por ter concluído seu trabalho. Gracie recolhia as ferramentas e olhava para o céu. O prazo limite para concluírem a tarefa estava quase no fim e precisavam se apresentar. - Se levanta Oken, precisamos nos apresentar e devolver os utensílios. Não vai dar tempo de nos limparmos. - E assim a dupla se adiantou em direção onde o oficial encarregado aguardava. Os resto da equipe já havia concluído suas tarefas. - Aqui está os itens de limpezas, senhor. Limpamos -puf, puf- todos os canhões ao redor da base - E batia continência. Oken imitava, o tanto quanto sua exaustão permitia. E assim o segundo dia de serviço era concluído.

@T. Wall

Posted by: T. Wall May 25 2018, 10:28 PM
O segundo dia corre sem muitos problemas.

Gracie percebe que muitos olhares - sobretudo masculinos - estão sobre Calêndola. Afinal, são poucas recrutas na marinha, muito embora todas sejam reconhecidas pela dureza destas. O campo de amizade do jovem Ringabell também aumentava com a presença do jovem Oken e seu sonho em ser um grande espadachim

A equipe se dividiu bem e conseguiram dar conta dos armamentos e dos canhões da base, terminando a tarefa no final da tarde. O marinheiro responsável inspecionou todos as armas cuidadas de forma minuciosa e pediu a renovação dos procedimentos, principalmente em algumas espingardas que não estavam bem montadas.

Fez questão de fazer um breve discurso sobre o que poderia acontecer se fosse colocado pólvora e munição em uma espingarda montada de forma equivocada. O resultado não seria muito bom... Hehe!

Marinheiro: Estão liberados, Recrutas, amanhã todos na sala de comando bem cedo, ok? A aula de estratégia será dada com a tenente Hammabell... - Comentou o inspetor do grupo, dispensando-os.

(...)


No dia seguinte, todos foram conduzidos a uma grande sala, nela havia várias cadeiras para comportar a turma. A tenente Hammabell estava de pé em frente a uma mesa. Na mesa, havia um mapa da cidade.

Tenente Hammabell: Bom dia, Recrutas!

Hoje vamos aprender um pouco sobre estratégia. Uma vez por semana vocês estarão aqui nesta sala para discutirmos sobre este tema. Estratégia vem da língua antiga em poneglyph strategya...
- E então ela faz uma longa explicação sobre a etimologia da palavra. - Esse aqui é um mapa de nossa cidade, Shells Town.

Quero ver como vocês vão lidar com isso. Considere que vocês tem cem homens e nenhum barco a seu favor e a ilha é invadida por dois navios de guerra pirata. Como vocês lidariam com a situação?
- Ela coloca sobre o mapa vários bonequinhos azuis na base da marinha e dois navios em miniatura e colocam no lado sul da ilha, onde fica o porto. Como ninguém se pronuncia para responder, ela aponta para Gracie: - Ringabell, o que você faria nesse caso?

@Gracie

Posted by: Gracie May 26 2018, 08:42 AM
#1: Seleção para Marinheiro


Ouvia atento às explicações da Tenente. Sua postura e seu modo de falar eram inspiradores, ela possuía o que era necessário para ser respeitada como uma oficial da marinha. Ela era uma verdadeira líder, e ainda tinha muito a crescer dentro da instituição. Ainda tinha um pouco de fuligem em meus cabelos apesar de tê-lo lavado incontáveis vezes e para evitar reprimendas por parte dos superiores os mantinha presos em um rabo de cavalo frouxo, que escorregava por entre minhas escápulas. - "Finalmente estamos começando"

Apesar de ter me esforçado o máximo que conseguia nos dois últimos dias me sentia mais um faxineiro do que propriamente um recruta da Marinha. Aguardava pelas aulas de estratégia ansiosamente, e finalmente o dia chegara. Sentava-me quase de frente à Tenente, e a olhava atentamente durante a explicação. Não me perdoaria se deixasse algum detalhe passar, ou se deixasse de aprender algo importante por me distrair com bobagens. Ao ouvir a Ten. Hammabel se referir a mim, me levantei, ereto e sério.

- Tenente. Primeiramente iria distribuir nossas forças com funções específicas. Tendo um contingente limitado é importante que todos contribuam. Iria destacar um grupo de 5 para servir como batedores, escolhendo os membros mais experientes em missões furtivas. O objetivo deles seria quantificar os oponentes e avaliar seu poderio bélico. Enquanto isso, 35 seriam escalados para preparar os canhões e 25 para a trazer a população para dentro da base, os outros 35 deveriam preparar armas e equipamentos e assumir formação de infantaria dentro do quartel. Os 5 da missão de reconhecimento ao passar as informações iriam ser destacados para ferver o máximo de água possível em fogueiras improvisadas no topo dos muros. - Em seguida respirava um pouco, recobrando o fôlego e revisando o plano.

- Após os canhões estarem a postos, 15 deveriam descer e também integrar a força principal. Dessa maneira teríamos 25 nos muros, de artilharia pesada. Com os cidadãos dentro da base, o plano seria aproveitar nossa posição defensiva para impor baixas precoces aos oponentes. Atacaríamos com os canhões incansavelmente, mirando na linha de frente. Se conseguissem avançar além da linha de efetividade dos canhões, já estando perto da base, abriríamos o portão para permitir a saída da nossa força principal. Os artilheiros dos canhões iriam assumir com seu rifles, permitindo suporte a distância e informações privilegiadas de terreno alto. Quando a primeira leva estivesse cansada, os soldados na retaguarda trocariam, assumindo a linha de frente. Se algum contingente de inimigos conseguisse se aproximar dos muros da base, iriam ser alvejados por água fervente, um método eficaz para incapacitar grupos e comprometer a moral do adversário. - Levava em seguida a mão ao queixo, ainda pensativo.

- Na hipótese dos inimigos invadirem a parte interna da base, armas seria dadas aos civis aptos ao combate. A luta nesse ponto se basearia em múltiplos combates individuais e não poderíamos deixar de usar todo auxílio disponível. Aqueles inaptos ao combate seriam protegidos na parte interna do prédio, de portas trancadas, com o suprimentos disponível na base.

Talve aquele não fosse o melhor ou mais elaborado plano já construído naquela aula, porém era o melhor que Gracie conseguia conjecturar naquele breve momento. Obviamente estratégias e planos de combate deveriam ser simulados e todas as hipóteses cobertas, mas se alongar demais com certeza não era o foco da aula.

- Tenente, é isso. - Bateria continência e aguardaria as palavras da oficial, mantendo o semblante sereno e atento.

@T. Wall

Posted by: T. Wall May 26 2018, 03:53 PM
Conforme o jovem recruta se levantava, todos na sala olhavam atento.

Enquanto Gracie falava, a tenente movia as peças na mesa, como se fosse um jogo de tabuleiro, dividindo as tropas formada por bonecos azuis na proporção indicada pelo mesmo e anotando num quadro próximo, com uma canetinha, as quantidades e as funções. Quando ele falou sobre ferver água ela arqueou a sobrancelha, parando de anotar por um instante.

Ten. Hammabell: Hm, hehe... - Sorriu, voltando a anotar no quadro. Em seguida, foi até o tabuleiro, pegou um saquinho com alguns bonecos plásticos vermelhos e disse: Muito bem, vamos agora simular o que aconteceria...

Antes disso, é preciso fazer algumas perguntas preliminares que você sequer considerou: Qual o objetivo de uma invasão pirata?

Se estivéssemos na Grande Rota, de onde venho, muitos ataques piratas são para objetivos maiores, mais complexos. Nos blues, e o East Blue não é diferente, noventa por cento dos ataques piratas tem um único objetivo: saquear e pilhar. Os bandos, em sua maioria, estão iniciando suas trajetórias e, muito provavelmente, estão e busca de grana e tesouros para financiar viagens mais longas e notoriedade.
- Ela então começa a posicionar as peças dos piratas no mapa, espalhando-os pela cidade.

Ten. Hammabell: Assim, sendo, sua ideia de abrigar a população na base foi acertada. Proteger as vidas civis é nossa missão principal. Porém, proteger a base da marinha, somente, é entregar ao inimigo o que ele quer: o resto da cidade... - A capitã faz uma pausa. Em seguida ela continua:

Ten. Hammabell: Agora pense comigo... Se como você imaginou e começasse a atacar com os canhões dentro da cidade você poderia até mitigar as forças inimigas, mas também terminaria por destruir a cidade ao redor da base o que terminaria além de não ser efetivo, afinal os canhões não armas tão precisas assim, terminaria por destruir ainda mais a cidade, gerando um custo posterior de renovação das estruturas e paralisação da produção...

Com isso, acho que vocês começarão a perceber que o nosso trabalho não é só combater a pirataria, mas garantir a segurança das pessoas e dos territórios...
- Em seguida, ela continua a espalhar as tropas piratas. - Enquanto você se preocupa e guarnecer a base, os piratas saqueiam os arredores e pegam comida, tesouros, produtos diversos e retornam para o navio. A sua ideia da água é boa, mas qualquer pirata com o mínimo de sanidade saberia que a base é o ponto mais forte da ilha e faria de tudo para não topar conosco...

Além disso, até você sacar isso tudo e suas tropas saírem do portal, provavelmente eles levariam tudo da ilha e partiriam no barco...
- Concluiu, por fim, escolhendo as peças, movendo os navios para longe da ilha. - Mas você foi bem, pensou em proteger as pessoas e a ideia da água foi criativa... hehe! - Sorriu.

Ten. Hammabell: Certo, quem mais tem ideias?

E assim passaram o dia, sugerindo estratagemas para aquela situação hipotética. No final, a tenente terminou sem dar muitas pistas qual seria a melhor forma de lidar com a situação. Algumas ideias sugeriam até o pedido de ajuda do QG da Marinha e um Buster Call - o que provocou muitas risadas e um grande sermão da importância deste instituto capaz de destruir completamente uma ilha. No final do dia, todos foram dispensados.

(...)


Quarto dia, o "dia de folga" que na verdade seria um treino aberto aos recrutas. Logo cedo, muitos estavam no pátio. Foram instruídos a não trazerem suas armas. A tenente estava no meio do pátio, de pé e com as duas mãos atrás da cintura.

Ten. Hammabell: Bom dia, recrutas, hoje é o primeiro dia de treino. Sejam todos muito bem vindos. Vamos começar com uma série simples. Quero dez voltas no pátio, duzentos polichinelos, cem abdominais... Em duas horas! - E então pegou um apito que estava repousando entre seus seios, presos por uma cordinha, e assoprou dando início.

Narre como foi essa parte do treino. Oken está com você. Calêndola está em outra atividade hoje.


@Gracie

Posted by: Gracie May 26 2018, 04:56 PM
#1: Seleção para Marinheiro


O estudo de estratégia fora fascinante e as situações simuladas pela Tenente abriram minha mente à quão vastas as possibilidades são. Finalmente me sentia como iniciando a vida como marinheiro e aprendia as habilidade cruciais para me tornar um verdadeiro defensor dos mares.

Era o quarto dia e teríamos o treino físico. Já estava acostumado com rotinas de treinos pesadas, instigado pelo meu avô desde a infância, e o hábito havia ficado incrustado em mim. Apesar disso, nunca era prazeroso realizar movimentos repetitivos até a exaustão, e tudo o que me motivo a terminá-los era o simples costume de ir até o final quando começava algo. Em pé, me alongava enquanto os outros se reuniam no local, ainda não havia notado nenhum indivíduo familiar. Mas infelizmente não permanecera assim por muito tempo. - "Ahhhhh, hoje o dia vai ser mais rápido, apenas treinos físicos" - Pensava ingenuamente.

A Tenente se posicionava no centro do pátio enquanto nós, recrutas, formávamos fileiras bem alinhadas ouvindo suas palavras. Após receber nosso primeiro exercício o grupo iniciou quase como uma massa dotada de consciência própria, juntos e rítmicos. - Um, dois, um, dois, um, dois - Mantínhamos uma distância segura entre um e outro, estavam todos descansados e motivados, o verdadeiro teste nem começara. Após as voltas preconizadas serem completadas, reformamos as filas rapidamente e nos lançamos ao alto, iniciando os polichinelos. A minha frente um indivíduo baixo e de cabelos loiros assanhados saltava mais alto que todos e também gritava mais alto. - UM, DOIS, TRÊS, QUAAATRO, CIIIINCO.. - Só podia ser uma pessoa, Oken.

Primeiro tentei fingir que não o via. Olhei ao redor, angustiado, tentando identificar uma rota de fuga onde me distanciaria do pequeno barulhento. Mas era tarde demais, os polichinelos haviam acabado, e ele me vira. - OOOOOOOEEEEEE GRAACIE SEU DESGRAÇADO!!! - Oken me acertou com um soco na barriga, mais forte do que deveria, e se lançou ao chão ao meu lado, empurrando o recruta que antes ocupava tal lugar. - Nada de descansar seu espertalhão KIEKIEKIE Soube que fez papel de bobo na aula de estratégia!! - A única coisa mais irritante que Oken como um todo, era sua risada. Se é que isso era possível. Sem resposta, iniciei os abdominais, acelerando para acompanhar o resto do grupo.

A primeira série havia se findado. - Descanso de 50 segundos, aproveitem! - A tenente anunciou, passando entre as fileiras, com os olhos afiados. - Menos você, quero mais 100 abdominais. - Por um momento pensei que ela apontava para mim, mas notei que sua fala era dirigido a Oken. O rapaz abriu um belo sorriso olhando-a deitado no chão. Eu sabia o que passava na mente dele, e sabia para onde ele estava olhando. - OOOOOOOOOOOOSSU - Ele bateu continência e se lançou a empreitada, desistindo, exausto, por volta de 50º abdominal. Ele não era bem atlético, isso era certo.

Após o breve período de descanso a nova tarefa foi dada. - Todos irão correr até a praia da ilha. Lá irão tirar seus sapatos e farão 200 "tiros" de 100m indo e voltando na areia. - Um outro oficial então assumiu a dianteiro do grupo, puxando o ritmo. Corremos até a praia. O sol estava alto, escaldante, mas brisa litorânea era refrescante, dando nova força aos músculos fadigados. Após nos organizarmos, iniciamos o exercício. Em poucos segundos um dos recrutas ergueu a mão e falou despreocupadamente. - Terminei - E foi até a lateral, observando o resto da equipe treinar. O pior é que ele havia realmente terminado. E não apenas ali, em todos os outros exercícios individuais ele terminara mais rápido que todos os outros e simplesmente ficara olhando o céu, despreocupado.

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Todos terminaram o exercício. Alguns vomitavam, outros arfavam deitados. Me aproximei do rapaz careca, curioso. - Gracie. Ringabell Gracia. Você parece ter treinado muito. - Ele estava sentado na areia fitando o céu, e nem notara minha aproximação. Ao ouvir minhas palavras, olhou para mim e levou o dedo ao nariz. - Hã? Ah, sim. - E voltou a fitar o horizonte. Aquilo me irritara, mas não a ponto de me tirar do sério, me sentei ao seu lado. - Como é seu nome?

Vagarosamente ele me fitou novamente, já tendo descartado a caca que tirara do nariz. - Ichi. Ichi Panchi. Eu treinei até cair o cabelo. - E deu dois tapas na própria cabeça, demonstrando o quão reluzente era, refletindo a luz do sol propositalmente no meu rosto.

Vendo que se tratava de mais um idiota me levantei, a Tenente já se aproximava para dar as próximas ordens mas senti um peso nas costas, me levando ao chão. - WRESTLING NA AREIAAA! - Meu rosto se chocou contra areia fofa e quante da praia. Me virei rapidamente, furioso, e lancei aquela criatura loira por cima de mim, utilizando o pé como apoio, prontamente me erguendo. - Oken, da próxima vez que você fizer isso, eu vou te enforcar durante a noite. - Obviamente não iria, mas falara sério o bastante para o rapaz engolir em seco. Ichi nos olhava, com um sorriso bobo no rosto, mais interessado naquela pequena briga que no céu. - Vocês são engraçados.

Ten. Hammabell mais uma vez chamava atenção. havia trocado de trajes, vestindo calças mais curtas e uma camisa mais leve, se adaptando ao clima quente. - Muito bem, recrutas. Todos de volta à Base. São 2 passos, uma flexão e um salto para o alto. VÃO! - Por um momento nós, aspirantes, nos entreolhamos pedindo ajuda, mas não havia o que ser feito, apenas obedecer e nos lançamos ao sofrimento. O ácido lático se acumulava, a dor era generalizada, o suor daqueles vários jovens encharcavam a trajetória que tomavam. Era um pedacinho do inferno, ou para aqueles que estavam fazendo o exercício, uma eternidade de sofrimento. Demoramos, mas conseguimos, alguns, talvez a metade, já que alguns desmaiaram no caminho, outros deitaram, incapazes de se moverem. A frente das portas da base estava Ichi, sentado, comendo um bolinho de arroz, sem uma gota de suor. Após entrarmos na base, alguns carregados, a tenente nos dispensou. - Parabéns a todos, desmaiar não é desistir, insistir até não se mover não é desistir, nos próximos meses vocês irão se superar continuem com o bom esforço. DISPENSADOS.

E assim nos dirigimos a nossos dormitórios, nos banhamos e jantamos, terminando o 4º dia.

QUOTE
OFF: Não resisti lol


@T. Wall

Posted by: T. Wall May 27 2018, 11:42 AM
No quinto dia, seu corpo ainda sente as dores do treinamento físico.

O "dia de folga" se mostrara ser o mais cansativo de todos. A dor muscular tardia (DMT) ardia as juntas e deixava todos muito cansados. E o pior, seria o dia de patrulha. Por sorte, não houve muitas ocorrências. Salvo resolver algumas brigas de vizinhos, um furto simples de frutas, tirar o gato de uma senhorinha da árvores.

Enfim, coisas triviais.

Mais dois ciclos se passaram (sinta-se livre para narrar algo que ache necessário, principalmente com relação a evolução da sua relação com os demais NPCs já criados) e estávamos por volta do vigésimo dia do mês probatório. Até essa data, vocês não tinham cruzado com o capitão John Doe, o que era no mínimo estranho, porque sua fama é de ser um homem onipresente.

Em contrapartida, a Tenente se mostrava bastante rígida nos primeiros dias e, agora, com algumas desistências dos mais fracos, já acolhia a todos como uma verdadeira mãe. Ou tia. Ou prima (vai que ela ache que vocês estão chamando-na de velha, haha!).

O dia está ameno, estamos no meio da tarde. Gracie você está numa das tropas em patrulha. Você, Oken, Calêndola, Panchi e outros seis marinheiros. Normalmente as tropas de patrulha eram divididas em sete divisões com dez marinheiros cada. E se revesavam nos setores da ilha. Vocês estavam próximo ao porto e tudo parecia tranquilo...

Marinheiro: O-o-ooe... - Um dos marinheiros aponta para a linha do horizonte. Em princípio, parecia apenas mais um navio mercante chegando. Porém, mesmo naquela distância algo chamava a atenção.

Oken: Bandeiras negras... são piratas! - Constatou Oken, apontando ainda em tom baixo para não alertar a população. - O que faremos? - Disse, olhando automaticamente para Gracie.

Ichi Panchi, por sua vez, estralava o pescoço, espreguiçando-se:

Panchi: Finalmente um pouco de ação, heh! - Abriu um sorriso, algo extremamente raro, pois ele sempre parecia entediado.

Calêndola: Precisamos avisar a Tenente, não sabemos quantos são... Lembrem-se das aulas de estratégia. Estou certa, Gracie-san? - Indagou a moça, posicionando-se ao grupo.

Qual seria a decisão do grupo? E como Gracie assumiria sua posição?

@Gracie

Posted by: Gracie May 27 2018, 01:03 PM
#1: Seleção para Marinheiro


Os dias se passavam e uma rotina era criada apesar da rotatividade de tarefas. Muitos já haviam desistido, era esperado, sem motivação e desejo de se entregar totalmente ao ofício era pouco provável que alguém aturasse aquele tipo de sofrimento. Apesar de tudo, havia coisas boas naquelas primeiras semanas. Tivera poucos amigos durante toda a vida, e esses poucos já haviam partido e se distanciado, tocando suas próprias vidas. Ali, naquela Base, durante o treinamento exaustivo, conseguira alguns indivíduos que poderia chamar de companheiros. Com frequência estávamos nos mesmos grupos e nossa relação se aprofundava. Mesmo com sua personalidade infantil Oken era confiável e dedicado, o que me fez vê-lo como um bom amigo. Calêndola era comunicativa e tinha habilidades úteis, não tinha como não gostar da moça. Panchi...eu não sei como ele se aproximou de nós mas sua habilidade física é tão incrível que nos inspirou a dedicação máxima. Estava feliz. Finalmente dava início à minha jornada, tinha companheiros promissores e já me sentia mais forte, confiante e satisfeito.

O vento vindo do mar se chocava contra meus cabelos os fazendo ricochetear em meu rosto mas de maneira refrescante. Era uma tarde agradável, mais um dia de patrulha, e os quatro estavam presentes. Dificilmente algo de importante acontecia durante tal atividade, então era o verdadeiro dia de descanso na nossa rotina, e isso alegrava os ânimos. Saudava os cidadãos com um discreto aceno de mão, como quem pergunta se vai tudo bem. - Boa tarde. Boa tarde. - Entretanto, se o serviço da marinha fosse sempre assim, não haveria razão para existir. Um dos recrutas chamou atenção a um navio a distância.

Fitei a embarcação, confuso pela exclamação ansiosa do colega, mas Oken solucionara o mistério. - São corajosos de virem até aqui. - O ar ficava pesado e o grupo de patrulha se enrijecia, se preparando para o combate. Olharia rapidamente ao redor, tentando identificar mais precisamente o que havia na região que poderia nos ser útil. - Você, vá até a Base e avise que um navio pirata se aproxima da ilha. - Apontaria a um dos marinheiros, o que parecia mais capaz fisicamente, fora Panchi, Oken e Calêndola. - Vocês dois. Cada um para um lado do porto, avisem a população para fecharem suas casas e comércios e se dirigirem à Base. Não há tempo para carregar nada, a vida deles é mais importante. - Apontaria a outros dois. Precisávamos saber as intenções do navio mas estávamos muito expostos.

- Se preparem, hora de colocar o treino em prática. Três semanas de sofrimento e é hora de mostrar que realmente queremos ser marinheiros. VAMOS - Existia a possibilidade de alguns ali nunca terem encarado um combate de vida ou morte..e contra piratas não poderiam vacilar, o preço a pagar viria a ser alto. - Manteremos a embarcação a vista mas não ficaremos visíveis no porto, em fila indiana, com alguns metros de distância um do outro, nos movimentaremos por entre as edificações, pelo menos um sempre estará com visão do navio. Armas em punho. Oken, Panchi e vocês dois serão nossa linha de frente caso engajemos em combate. Eu e você, iremos dar suporte e protegeremos a nossa médica, na linha intermediária. Calêndola, você fica na retaguarda nos cobrindo a distância e preparada para tratar rapidamente qualquer um ferido. Nossa missão não é capturar a todos e afundar esse navio, senhores e senhorita. Mas se eles vierem para terra firme não podemos deixá-los livres, iremos suprimi-los, evitando que se espalhem o máximo possível até a Tenente chegar com reforços. Se estivermos em desvantagem recuaremos. Nada de sacrifícios!! - Estava nervoso, era a primeira vez que iríamos lutar juntos contra uma ameaça real..e sem saber quase nada de nossos inimigos. Após assumir o comando, não iria tolerar que morressem em minhas mãos. Não mesmo. A Tenente chegaria logo, tinha certeza, só tínhamos que proteger a cidade e os habitantes. - Alguém reconhece aquela bandeira?

@T. Wall


Posted by: T. Wall May 28 2018, 04:43 PM
Tão logo a situação se desenha, Gracie assume uma posição de liderança.

Quando ele ordena de um dos marinheiros - mesmo que foi o primeiro a ver a embarcação inimiga no horizonte - ir a base, ouve uma reclamação:

?: Ei, garoto, quem disse que você é o líder? - A voz veio de uma das marinheiras que estava grupo. Gracie sabia seu nome, Élida. Ela tinha algumas marcas, uma espécie de maquiagem especial, no rosto, cabelos castanhos e usava o boné da marinha. Sua arma era um bastão de ferro.

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Élida: Tsc... Ringbell, o netinho mimado de um herói da marinha... Está querendo ganhar notoriedade, não é fedelho? - Indagou, olhando-o de baixo para cima.

Oken: O-oe... Élida, não adiante criar encrenca agora...

Panchi: Hum... mas ela tem razão, ninguém conferiu ao Gracie a qualidade de líder... - Disse Panchi, tirando meleca do nariz, com seu jeito despreocupado de ser.

Oken: De que lado você 'tá, Panchi?! - Retrucou o baixinho.

Marinheiro: Grrr... que seja, vou avisar a Tenente e a base, precisamos cuidar disso! - E o marinheiro partiu. Enquanto isso, Élida cospe no chão.

Élida: Maricas... - Em seguida, ela olha para Gracie, que continua falando sobre seu plano. - Nem a pau que vou seguir ordens de você, Ringabell... Vou esperar quem realmente tem autoridade, a tenente... - O outro marinheiro olha para o grupo e segue Élida. Ambos vão caminhando na direção da base, muito provavelmente para buscar o apoio da tenente.

O impasse segue, Oken decide então tomar a dianteira e começa a avisar as pessoas. Calêndola faz o mesmo na direção oposta. As pessoas relutam um pouco, mas quando no horizonte é possível ver a bandeira hasteada, todos começam a correr. Gritaria, algazarra...

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Panchi e você, Gracie, estão próximos ao porto. Em cerca de quarenta minutos o navio atraca. O ruído da âncora descendo surge, em seguida, uma prancha é colocada com acesso ao deck. Alguns homens e mulheres descem, todos maltrapilhos, com armas enferrujadas, mas com bastante sede de sangue.

Atrás deles, um homem:

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?: Fufufufufu... Parece que as pessoas foram avisadas da nossa chegada... - Capitão olha ao redor, percebendo apenas vocês dois. Devo supor que isso seja obra de vocês, Marinheiros... Vão enfrentar Jinru, o ganso, e o Bando do Ganso? Fufufufufufu...

E agora, Gracie, como lidar com a ameaça iminente?




@Gracie

Posted by: Gracie May 28 2018, 05:27 PM
#1: Seleção para Marinheiro


Ao ouvir a resistência de Élida, não expresso manifesto. Me mantenho ereto, com o Bisento apoiado no ombro e os cabelos negros oscilando com a brisa marítima. Não era o momento para discussões infrutíferas, um inimigo estava próximo e muito precisava ser feito, quem não quisesse ajudar faria muito bem em se retirar. E assim a recruta birrenta o fez. - Vamos ter que fazer nossa parte, não podemos abandonar o posto. - Oken e Calêndola assumem a responsabilidade de avisar os cidadão, entretanto a retirada da população fora em desespero. Nada inesperado, afinal nenhum oficial reconhecido pelos habitantes estava presente, e corriam pelas suas vidas. O importante é que haviam recuado, deixando o porto livre. - Panchi, é hora de colocar seu treinamento à prova. - Provoquei o careca, o inflamando para o embate.

Provavelmente a Tenente logo estaria chegando com algum batalhão, tempo considerável havia se passado até o navio ter ancorado no porto e agora apenas precisavam controlar o dano à cidade. Estava determinado e confiante, aquele era o certo a se fazer, não deixaria nenhum pirata machucar Shells Town se tivesse como evitar. Com os adversários chegando à terra firme, não hesitaria. Firme e sério, como um marinheiro deveria ser. - Vocês são corajosos de virem aqui, estão vendo a Base ali atrás? Vão todos apodrecerem lá dentro. - Retruquei, intimidador. Os indivíduos que compunham o bando pareciam não estar em boa forma, provavelmente passavam períodos de fome, com recursos limitados, armas de má qualidade. Apenas o capitão se mostrava um oponente digno, e suas palavras de confiança me deixavam com uma pulga atrás da orelha. Iria baixar o Bisento do ombro, o segurando em posição de combate e me afastaria de Panchi, evitando que fôssemos alvos fáceis enquanto juntos. - "Oken e Calêndola já devem estar voltando, espero que não se precipitem para cima dos oponentes" - A moça era sensata e saberia que quanto mais tarde iniciássemos o combate mais tempo ganharíamos, por outro lado Oken era um caso perdido e sabia que a qualquer momento ouviria os gritos do loiro.

Se os piratas atacassem com tiros a distância correria para lateral e me lançaria atrás de algum barril, casa, ou qualquer tipo de barreira semelhante, buscando proteção. Não iria avançar em meio à massa de inimigos e não tinha como escapar de projéteis enquanto combatia corpo-a-corpo com algum deles. - Acho que Jinru, o Ganso, não é tão corajoso assim...precisa se esconder atrás de seus homens para combater apenas um marinheiro. Seria Jinru, uma galinha em vez de Ganso? Guruguruguruguru - A risada saia involuntariamente, achando a própria provocação engraçada. Se algum ataque corporal fosse desferido contra mim utilizaria passos rápidos diagonais, recuando para fugir das investidas, ganhando espaço, retrucando com estocadas com a Bisento e uma investida horizontal caso o oponente demonstrasse um abertura em sua defesa, objetivando abrir um ferimento em sua barriga, o incapacitando. - Shells Town não é lugar para piratas!

@T. Wall

Posted by: T. Wall May 29 2018, 12:46 PM
Panchi: Huh? - Quando provocado, Panchi estava olhando para cima, distraído com um pássaro que batia em revoada.

Só então percebe que os piratas do Bando do Ganso estavam na ilha. Ele sorri, estralando as mãos.

Panchi: Heh, já não era sem tempo... - Comenta.

A intimidação de Gracie, porém, não pareceu surtir muito efeito. Pois os piratas começaram a gargalhar das ameaças vazias. Nesse ínterim, Oken e Calêndola se aproximaram do grupo pelo flanco. Um quarteto contra quase oitenta piratas...

Jinru, o ganso: Ora, ora... São só vocês?! - Indagou o pirata, sorrindo. Seus homens faziam coro. - Não foi aqui que o Capitão foi morto recentemente? Os jornais não noticiaram, mas as notícias se espalham como uma revoada de gansos, fufufufufufu...

O pirata olha para o topo da cidade, vendo a base da marinha no alto. Em seguida, eleva o punho direito, que carrega um sabre. Dois tiros irrompem da frente da embarcação, causando duas explosões aproximadamente no meio da cidade. A poeira sobre ao longe.

Os olhos de todos ficam assustados: os piratas não estavam para brincadeira...

Jinru, o ganso: Shells Town será o que eu quiser que seja, fedelho! - Responde o prepotente capitão. Ao passo que aponta agora a mão para frente, uma deixa para que seus homens avancem. - Ataquem, homens! Fufufufufu! - Cerca de quinze vão em direção ao quarteto e os demais se dividem em dois grupos de vinte e vão nas direções esquerda e direita da ilha.

Dois homens um bem obeso e outro magrinho vão em sua direção, Gracie. Um tenta te dar um chute de baixo para cima, enquanto o outro espera sua reação para desferir um golpe de espada.

O que você fará?

QUOTE
Off: Vamos estabelecer a dinâmica de combate:

Em seu turno você sempre terá direito a um movimento, defesa e ataque. A defesa pode ser convertida em contra-ataque, mas haverá dano colateral. Defesa e ataque serão tantos quanto forem necessários, normalmente voltados aos altos que já estão engajados em combate com você. Nesse caso, dois homens.

Lembre-se de fazer referência a peculiaridades e aprimoramentos no seu post. Ah, os NPCs ficarão sob meu controle durante esses turnos e até segunda ordem, ok? Nada impede que você tente ataques ou defesas combinadas, se vai dar certo, somente os dados, brinks, somente eu direi.


@Gracie

Posted by: Gracie May 29 2018, 09:05 PM
#2: A invasão pirata!


Apertava o cabo do Bisento com força, dentes cerrados, olhos bem abertos, sentia o suor escorrer pelo pescoço e um frio incômodo na boca do estômago. Sem controle sobre meu corpo dei um passo para trás, um momento de fraqueza. A fumaça subia do meio da cidade, as gargalhadas dos piratas inundavam minha mente como uma enchente. Estava com medo. Já havia sentido aquilo antes, o medo de morrer, muitos anos atrás, nessa mesma cidade, enquanto ainda morava com meu avô. Olhei ao redor vendo meus companheiros, não queria que morressem, não queria que seus sonhos, seus anseios, toda as suas vidas, chegasse a um fim na mão daqueles criminosos, ainda mais quando havia sido eu que insistira para que ficassem. O peso de liderar era muito maior do que apenas dar ordens, de impor respeito, era ser responsável por tudo que acontecesse àqueles que seguiam minhas orientações. - Tsc...desgraçados...Co-como ousam disparar contra a cidade.. - Com certeza algumas pessoas haviam no mínimo se machucado bastante com aquele ataque. Famílias, trabalhadores, crianças...pela minha provocação eles atiraram para impor medo, e outros que pagaram por isso.

A lembrança de Ulysses veio por um momento. Ele brigava e explicava sobre cadeia de comando, hierarquia e muitas outras coisas que pareciam besteira na época. Talvez se o tivesse ouvido não estaria naquela situação agora. Estava sendo ingênuo...estava sendo novamente um pivete achando que alcançaria meu avô apenas porque acreditava nisso...precisava de mais, precisava de conhecimento, de poder e de aliados. - RECUEM! - Não gritara por estar amedrontado mas porque era o sensato a fazer. Não iria me perdoar se algum daqueles três morressem para um bando de piratas moribundos, não iria me perdoar se não dissesse para baterem em retirada. Entretanto, era tarde demais. Os oponentes avançavam. - "Do que adianta uma Base da Marinha na ilha se demoram o dia todo para contra-atacarem. Tsc."

Dois oponentes vinham em minha direção, prontamente me preparia para o combate. Assumiria um posição mais baixa, de pés afastados, com o bisento apoiado em ambas as mãos, uma mais a frente e outra ligeiramente recuada.

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Tentaria me defender da investida do primeiro com uma esquiva lateral, lançando meu corpo com passadas largas para o lado contrário de onde o outro inimigo estava, afinal não iria me expor à área de ataque do oponente. - É melhor se preparar, pirata! - Com um esquiva bem sucedida, atacaria aproveitando o momento de desbalanço do oponente. Enquanto ele ainda não tivesse recuado a perna totalmente estocaria com o Bisento, tentando ser rápido e compacto, objetivando perfurar a coxa do criminoso. Caso a esquiva fosse ineficaz defenderia com um bloqueio, utilizando minha própria perna para parar o avanço do pirata. Logo, giraria o Bisento de maneira ascendente, tentando tirar um lasca do tronco do alvo, lhe infligindo um corte.

Na eventualidade do espadachim investir contra mim, responderia com um salto para trás, mais precisamente uma rápida cambalhota no ar utilizando minha aptidão acrobática. Pousando, investiria, fazendo uso de meu alcance superior, estocando em direção à barriga do oponente. Após o resultado da troca de golpes, tentaria avaliar a situação dos outros marinheiros, e recuaria almejando dar a volta e ir em auxílio daquele que estivesse em desvantagem.

- ORAAAAAAAAAAAA!

QUOTE
OFF: Não entendi bem, então não detalhei muito os diversos casos de ataques e defesas, não sabia se poderia cobrir múltiplas situações de defesa e criar "backups" para caso uma falhasse. Se puder melhorar algo ou tiver fazendo algo errado, só dizer :)


@T. Wall

Posted by: T. Wall May 30 2018, 09:16 PM
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Conforme os grupos de piratas iam para as duas direções da ilha, os risos se dispersavam. O grupo com cerca de quinze avançava contra os marinheiros, enquanto outros ficavam guardando o capitão, Jinru, que mantinha o semblante altivo e desdenhoso.

Fugir não era uma opção. Pois um grupo já vinha contra vocês...

Calêndola lidava com três piratas d'uma vez. E finalmente, de relance, você via o seu estilo de combate. Somente no deslocamento, um deles cai com um senbon perfurando o olho esquerdo e parando a atividade cerebral. Ela se movia com graciosidade, retirando mais agulhas de sua roupa e utilizando-o para esperar os inimigos em pontos virais com extrema habilidade.

Oken lidava com dois piratas com espadas. O tintilar das armas chamava a atenção de todos. Aproveitava-se de sua estatura menor para passar por entre as pernas de um dos inimigos, fazendo o outro cortar o companheiro. Os dois começam a discutir, enquanto o jovem espadachim marinheiro perfura um deles. Em seguida, volta a trocar golpes com o outro.

Panchi... Bem, Panchi já havia desmaiado os três piratas. Apenas batia as mãos, como se estivesse limpando-as. Um novo grupo parte da direção do capitão para lidar com o marinheiro, quatro agora.

E quanto a você, Gracie, primeiro a hesitação e depois a postura resoluta. O bisento em posição. O primeiro golpe, um chute, passa de raspão e você consegue sentir o vento balançar seus cabelos. Se houvesse acertado, poderia ser um nocaute.

Mas não acertou e isso abriu uma janela de oportunidade. Com uma estocada rápida você perfura a coxa do inimigo.

Pirata: Guargh! - Ele grita de dor. - Ora, seu... - Porém quando ele pisa no chão, sua perna fraqueja pela ferida, fazendo-o não conseguir apoiar. Provavelmente alguma terminação nervosa tinha sido atingida. E ele se afasta um pouco mancando...

O segundo, com a espada, porém foi em seguida e não houve tempo para cambalhota. Pois com o contragolpe você se expôs ao golpe do segundo inimigo. Agora é você que toma uma estocada, na altura do ombro, na parte superior, que abre um rasgo no deltoide, causando-lhe dor e fazendo o sangue escorrer.

Até agora, nem sinal da tenente e de reforços... O que fazer, Gracie?

QUOTE
PV (Gracie): 17/20

Off: Não tem mistério, você pode realizar sem uma movimentação (avançar ou recuar em combate, saltar, abaixar) e as defesas e ataques serão proporcionais à quantidade de oponentes engajados em combate. Entenda como engajado em combate, aqueles inimigos mais próximos de você, conforme a ilustração/mapa que está no post. Para esses você pode atacar e/ou defender uma vez por oponente, para combates múltiplos.

Se ainda tiver dúvidas, me mande MP.


@Gracie

Posted by: Gracie May 30 2018, 09:54 PM
#2: A invasão pirata!


A batalha se desenrolava e o bando pirata se espalhava pela cidade. Sentia a lâmina perfurando a perna do inimigo, o impacto do golpe fora satisfatório e confiante abri um sorriso, me preparando para atingir o outro oponente. Não era arrogante ou prepotente, entretanto no calor da batalho é fácil ser levado por uma vantagem momentaneamente, abrindo brechas na defesa. Fora o que aconteceu. Senti o aço frio perfurar meu ombro, o sangue quente escorrer por dentro da roupa, pintando de vermelho a farda da marinha. Um deslize, mas o bastante para tirar minha vantagem naquele combate. - Argh, desgraçado! - Soltei, ferido.

Apesar de machucado, a situação ao redor se desenrolava melhor do que esperava. Calêndola demonstrava sua expertise, ferindo os oponente com suas agulhas maestralmente deixando-me sem palavras. Inicialmente duvidara que a moça fosse realmente capaz de lutar com tal arma, entretanto após vê-la incapacitar um dos piratas notei o quão injusto fui. Ela era capaz, mais do que isso, era uma marinheira distinta. Oken com seu jeito ímpar também se sobressaia sobre os oponentes. Porém, Panchi fora o que mais me surpreendeu. Julgava o rapaz apenas um cabeça de vento que sem pensar se exercitava mais do que o bom senso orientava. Porém, sua capacidade física sobrepujava os piratas, derrubando um atrás do outro. Vendo meus companheiros indo bem, me senti impelido a me esforçar mais. O medo passara e um raio de esperança brilhava a frente. - "Conseguimos dar conta desses piratas! Vamos defender até reforços chegarem! - Primeiro deveria findar o combate com o espadachim.

Avançaria contra o pirata com a espada, iria fintar uma estocada, tentando trazer a defesa do oponente ao centro, e utilizando um giro acrobático iria rapidamente mudar a direção do ataque. Com o rodopio, traria a lâmina do Bisento de maneira descendente na diagonal, mirando o ombro do inimigo, querendo cortar seu trapézio e descer em seu peito, causando um ferimento notável. Quanto ao adversário ferido, conseguindo uma vantagem sobre o espadachim, iria suceder com uma estocada contra sua barriga, buscando retirá-lo de vez do combate. Se em algum momento um ataque fosse dirigido contra mim, tentaria saltar lateralmente ou recuar com passadas largas, o que fosse mais propício contra o ataque, tentando escapar do alcance da arma pirata. - Te-haaaa

Conseguindo sobrepujar os oponentes com os quais estava engajado, gritaria. - EI! Panchi! Precisamos quebrar a defesa do Jinru! Acabar com a formação! Avance que vou ajudar! Calêndola, assim que possível nos dê cobertura. Oken! Ataque!! Perdemos nossa chance de recuar, nossa melhor defesa é a ofensiva! - E assim avançaria para próximo de Panchi, planejava utilizar a supremacia física do careca como uma fronte e atacar os oponentes a média distância estocando com o Bisento, dando suporte a Panchi. Tínhamos que derrubar Jinru, assim instabilizaríamos o grupo inimigo. Era a melhor estratégia que conseguia pensar e tinha que usar todos os recursos disponíveis para tentar sair vitorioso com o menor número de baixas. - Marinheiros! LUTEM!

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OFF: Acho que entendi! Curti o mapa http://i.imgur.com/Ozgus6F.gif deu pra entender bem melhor a situação


@T. Wall

Posted by: T. Wall Jun 1 2018, 02:31 PM
A batalha no pier de Shells Town desenrolava.

Gracie lidava com um espadachim gordo, vez que o outro pirata estava caído próximo dele. Porém, ainda não estava incapacitado... Quando você busca um ardil, fingindo estocar o bisento, não percebe que o pirata caído gira o corpo no chão e te aplica um golpe na parte anterior de sua coxa, quebrando sua formação.

Você tomba para frente, abrindo o caminho para um golpe do espadachim. Este sobe com a espada na diagonal, chocando-a com a lâmina do bisento. As duas faíscam e, por pouco, você não é ferido.

Ichi Panchi se aproxima, pegando o pirata caído pelos cabelos, que tenta inutilmente se desvencilhar.

Panchi: Tsc... Isso não é uma luta justa... - O jovem careca simplesmente arremessa o pirata contra Jinru como um projétil qualquer. O pirata do Bando do Ganso arregala seu único olho, enquanto salta para o lado. Alguns piratas tentam proteger o capitão, que já havia saído da linha de arremesso, mas são lançados no mar.

Jinru, o ganso: Ora seu... - Jinru irritasse com a persistência do pequeno quarteto de marinheiros. Calêndola se livra dos inimigos que estão ou mortos ou descordados e Oken continua seu duelo particular de espadas. - ... Trarei destruição a esse lugar imundo!

Novamente ele ergue o braço e dois novos tiros são disparados dos canhões frontais de seu navio. BOOOM! BOOOM! Os balaços atingem mais adiante, levantando fumaça e poeira. Onde estava a tenente e os demais?

De repente, uma figura surge do lado esquerdo. Um homem, sozinho, arrastando o corpo de, pelo menos, cinco piratas do bando. Conforme se aproxima, ele larga os homens um pouco mais a frente dele. Jinru se volta para o lado de onde o homem vinha.

Jinru, o ganso: Q-quem é você? O que está fazendo com meus homens? - Indaga o capitão.

?: Eu é quem deveria fazer as perguntas aqui, hã? ... Quem você pensa que é para invadir a minha jurisdição? - O homem eleva o rosto, exibindo olhos afiados e um semblante confiante. Olha para o pirata abrindo um sorriso...

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Oken: C-c-capitão... John Doe?! - A voz de Oken sai entrecortada, pois havia acabado de tombar o último inimigo. Só agora, Gracie, você percebe que o homem estava sem nada que indicasse que pertencia a marinha. Uma roupa negra e simples apenas e um pingente prateado no pescoço.

Cap. John Doe: Uó... alguém me reconheceu, finalmente... - Então ele abre um sorriso, colocando a mão na cintura, onde havia a bainha de quatro espadas, duas longas e duas curtas, e então percebe que estava faltando algo: - Ué... onde deixei meu casaco?!

Jinru, o ganso: Fufufufufuf... Então você é o Capitão dessa ilha... Será curioso lutar contra você... Homens, ataquem! - O capitão ordena mais uma onda de ataque.

Panchi, Calêndola e Oken se preparam. Mais dois inimigos vem na sua direção, mas você ainda tinha que lidar com o gordo com a espada. Nesse meio tempo, os dois capitães engajavam em combate...



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PV (Gracie): 16/20


@Gracie

Posted by: Gracie Jun 2 2018, 08:42 PM
#2: A invasão pirata!


Sinto o impacto da espada contra minha lâmina, me desequilibrando por um breve momento. Fora afobado, subestimara o oponente ferido supondo já não ser uma ameaça, descobri estar errado da pior maneira possível. O chute do inimigo não fora tão forte mas quase me tirara do combate. De toda maneira não poderia vacilar novamente. Em um combate, aquele que perde o foco é também quem perde a luta. Primeiro deveria resolver o desafio a minha frente, para apenas em seguida ir ao próximo. Porém, Panchi veio ao meu auxílio. Enquanto me recuperava e reconstituia minha pose de combate, o careca arremessou o adversário mais magro em direção à Jinru, o Ganso. "Ele é mais forte do que eu pensava. É como se esses oponentes fossem apenas crianças."

Mais dois diparos voam em direção à cidade causando destruição. Jinru era mais perigoso do que supusera e seu navio no porto era sua principal arma e ameaça. - Tsc, precisamos acabar com isso antes que destrua tudo. - Cerrava os dentes e apertava o Bisento, onde a guarnição da Base estaria nesse momento crucial? O que poderiam estar fazendo que era mais importante que conter tal ameaça? Será que não estavam preocupados com o povo mas apenas em manter as aparências? As perguntas povoavam minha mente, porém toda minha atenção se voltava a um sujeito que inesperadamente aparecera. - E-ei! Aqui é perigo- - Alarmado tento afastar o desconhecido, mas é quando o vejo carregando cinco oponentes. Mal conseguira derrotar um daqueles piratas e ele arrastava vários como sacos vazios. Oken solucionou o mistério. - CA-CAPITÃO JOHN DOE??!!

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A exclamação saíra involuntariamente, impulsionada pela situação inusitada. Nunca esperaria o capitão em pessoa estar ali, ainda mais sozinho, sem nenhuma identificação. Imaginava que o Capitão Doe fosse imponente, com sua capa da marinha escrita justiça, e andasse com fileiras de marinheiros em seu encalço prontos para o combate. Entretanto, era totalmente o contrário. A imagem de John não impunha medo ou respeito, pelo menos a primeira vista, e suas vestes eram tão simples que poderia ser confundido com um civil. Apesar disso, não duvidava do poder do Cpt. Doe, e ao digerir a ideia do marinheiro mais forte da ilha estar ali, ficava mais aliviado. "Temos que dar o máximo de suporte ao capitão"

- Precisamos apoiar o capitão! Panchi, você é o mais capaz, o ajude para que os piratas ao redor não atrapalhem a batalha com o Ganso. Temos que derrubar o máximo de piratas possíveis! - E assim me voltaria novamente ao espadachim. Aquele inimigo já me dera trabalho demais e era hora de findar o combate singular antes que a dupla de novos oponentes me alcançassem. Iria partir em direção ao pirata, giraria o Bisento horizontalmente objetivando um golpe na altura do peito do oponente, se bloqueasse ou esquivasse sucederia com um chute frontal no plexo solar, aproveitando a aceleração do movimento anterior. Se fosse alvo de ataque tentaria defender com minha arma, bloqueando com o cabo e em seguida retrucaria com um rodopio e um chute giratório mirado no rosto.

Com a chegada dos dois novos oponentes lutaria na defensiva. Fintaria com estocadas, e ao notar uma abertura giraria verticalmente o Bisento, obrigando sua lâmina a descer sobre o adversário, tentando cortar seu trapézio. Em um segundo momento, percebendo um momento oportuno atacaria o outro com um chute ascendente em direção ao queixo, aproveitando o impulso para dar uma cambalhota no ar para trás e recuaria, adotando novamente posição defensiva. Me defenderia a principio com esquivas utilizando passadas rápidas, recuando, e na necessidade bloquearia com o cabo do Bisento.

@T. Wall

Posted by: T. Wall Jun 3 2018, 11:55 AM


Quando um novo grupo de piratas vinha na direção dos marinheiros, o quarteto se preparou para a defesa. Um grupo de aproximadamente dez piratas avançava, porém, dois deles tombam repentinamente. Do ato de um prédio, um grupo de doze marinheiros, seis em cada prédio, portando rifles davam cobertura. No alto estava Élida.

Élida: A Tenente disse para darmos coberturas à vocês. Vão palermas! - A garota olha com desdém, mas abre um sorriso. A cavalaria havia chegado. Da direita, alguns piratas vinham correndo, alguns se batendo, outros sangrando e com hematomas na face e corpos, mancando. Uma tropa de marinheiros de aproximadamente vinte vinham com a Tenente Hammabell à frente.

Panchi sai correndo na direção do pequeno grupo que avançava contra vocês quatro, saltava em com as duas mãos desferia um soco duplo na cara de dois inimigos, nocauteando-os instantaneamente! Calêndola lançava suas agulhas cirúrgicas mirando os membros inferiores, deixando dois ou três com dificuldades de locomoção.

Oken, por sua vez, entrava num duelo particular contra um homem portando duas machadinhas. Enquanto, Gracie, você estava no seu duelo particular...

O seu primeiro golpe, com o bisento, atinge o peito do obeso espadachim que não tinha muita esquiva. O golpe abre a blusa e a carne do inimigo que grita de dor.

Pirata Espadachim: Gasp... Ora seu! - Ele então tenta aplicar duas estocadas, mas alerta, você consegue bloquear com o cabo do bisento, num movimento firme, fazendo a arma se desvencilhar de seu dono, saltando em pleno ar e caindo há cerca de cinco metros. Esta foi a janela de oportunidade, desarmado, um chute no peito, já ferido, e outro giratório no rosto nocauteiam o inimigo.

Quando olha ao redor, percebe que o capitão e Jinru lutavam em outro nível. Só conseguia acompanhar o barulho do choque entre as lâminas. O capitão embainhava e desembainhava suas espadas de diferentes tamanhos numa rapidez impressionante. Enquanto "O Ganso" demonstrava grande habilidade com apenas um sabre e um olho.

Jinru, o ganso: Fufufufufu... É um prazer lutar com um oponente tão formidável, capitão! - Comenta o pirata em voz alta. - Mas isso não vai impedir o caos na sua ilha! - Ele levanta a mão e dois novos disparos saem do navio. Nesse momento, John Doe arregala os olhos e é como se ele desaparecesse do seu raio de visão.

O momento seguinte, você observa algo impressionante: o capitão se divide em dois. E ele e sua cópia literalmente fariam em pleno ar as balas de canhão, que, partidas ao meio, caem com sua trajetória interrompida.

D O N !


Todos param de lutar com aquela cena impressionante!

Cap. John Doe: Eu já falei, não vou deixar ninguém se meter na minha jurisdição! - E então o capitão volta a ser um só e parte em direção ao pirata inimigo.

Dois novos inimigos se apresentam contra você, Gracie. O primeiro tenta estocadas, mas sua esquiva é suficiente para evitar os golpes. O segundo, vinha desarmado, e lhe dá uma rasteira, fazendo-o cair e seu bisento se afastar uns dois metros. O primeiro, com uma espada, agora vem na sua direção com um golpe de cima para baixo.

O que você vai fazer?

QUOTE
PV (Gracie): 14/20


@Gracie

Posted by: Gracie Jun 4 2018, 07:26 AM
#2: A invasão pirata!


Finalmente os reforços haviam chegado. - Já não era sem tempo! - Élida e um grupo de atiradores nos davam cobertura do alto dos prédios e Ten. Hammabel liderava a infantaria. Jinru estava enrascado, era hora do contra-ataque da marinha! - Vamos prender todos - Falei praticamente para mim mesmo, confiante, logo após nocautear o espadachim gordo. Sentia um calafrio estranho descendo a espinha, de empolgação, sendo tragado pelo calor da batalho que tomava proporções cada vez maiores. - "Os mais fortes da base estão aqui, iremos proteger a ilha!"

A batalha com a nova dupla se iniciava e via meu Bisento ser lançado ao chão. - Tsc, pirata imundo - Assumindo posição de combate desarmado, elevo os punhos e começo a dar rápidos saltos, oscilando os locais das pisadas, deixando meu corpo leve. - "Ulysses sempre disse que era preciso saber lutar sem arma...o velho pensou em tudo" - Apesar de saber se virar bem no combate corporal, minha preferência eram as armas-de-haste que permitiam uma oscilação rápida entre ataque e defesa junto com as acrobacias.

De repente, mais dois estrondos. Olho de relance para a embarcação pirata e vejo o clarão da pólvora queimada lançando duas bolas. - Vão destruir a cidade toda assim! - Entretanto o Cap. John Doe mostrou para que veio, o homem se dividiu em dois e bloqueio as bolas de canhão. Nunca ouvira nem falar de algo daquele tipo, estava pasmo. - EEEEEEEEEEEEEEH?! - Como um ser era capaz de se dividir em dois, e parar em pleno ar tiros de canhão?? O capitão podia não ser tão imponente mas já havia conquistado minha admiração e respeito, a força para defender a cidade sozinho era o que tornava John diferente de todos nós, ele era confiável.

Baixando a vista, voltei aos dois oponentes, tinha minha própria luta para concluir e poder ir em auxílio do Capitão. Iria tentar desviar do ataque inimigo com um cambalhota para trás obliquamente, tentando para próximo do Bisento caído. Me manteria atento aos dois oponentes desta vez, pronto para esquivar-me com rolamento laterais, agachando ou dando cambalhotas para trás, recuando, o que fosse mais propício. Pousando da esquiva, iria, com o pé, lançar o Bisento no ar e pegá-lo com a mão. - "Sabia que esse truque ia ser útil um dia" - Se necessário, porém, me abaixaria e pegaria a arma. Assumiria minha posição de batalha com a arma-de-haste e avançaria contra os adversário. Iria fingir um ataque descendente em direção ao espadachim tentando trazer sua arma para o alto, objetivando bloquear-me, para em seguida rodopiar o Bisento e impulsionar a ponta sem lâmina em direção ao queixo exposto do inimigo, tentando nocauteá-lo.

Quanto ao oponente desarmado, iria fintar estocadas, tentando atraí-lo a se aproximar de mim, então tentaria bloquear o ataque com minhas pernas ou cotovelos e em seguida atacar com com o Bisento, aproveitando-me da proximidade do pirata para aprofundar a lâmina em sua carne, o tirando do combate.

- Te-HAAA - Se conseguisse findar aquele combate com a dupla prontamente avançaria em direção à luta do Capitão John. Não planejava participar da batalha com O Ganso mas sim combater os outros piratas que rodeavam o local. - Ten. Hammabel! Quais suas ordens?! - Com a oficial em campo era hora de integrar o batalhão. A cadeia de comando era essencial para supremacia de uma equipe militarizada como a marinha.

@T. Wall

Controle de Aventura:

Turno: 14

Ganhos: -X-
Perdas: -X-

NPCS Conhecidos:

▪ Calêndola: Moça de cabelos ruivos, dócil, com conhecimentos médicos e que luta com sebons. Aspirante a marinheira
▪ Oken: Loiro, baixinho e barulhento. Sempre alegre e fala o que vem na cabeça. Aspirante a marinheiro
▪ Panchi: Careca, distraído e muito forte. Se destacou em todos os treinos físicos e derrubou vários piratas na luta contra Jinru, o Ganso. Aspirante a marinheiro
▪ Élida: Moça de cabelos lisos negros e tatuagem no rosto. Personalidade difícil, não gosta de Gracie. Aspirante a marinheira


Posted by: T. Wall Jun 5 2018, 10:00 AM
O píer de Shells Town se tornou um verdadeiro campo de batalha com aproximadamente cento e oitenta pessoas lutando ao mesmo tempo. Gritos e ataque e dor para todos os lados. Calêndola havia integrado a formação da Tenente Hammabell que fazia um sinal para o alto das casas mais próximas da região, onde havia atiradores estrategicamente posicionados. Élida e outros atiradores disparavam distância e, aproveitando-se do alcance dos rifles da marinha, minaram as forças, fazendo alguns piratas recuarem para o navio.

Oken continuava duelando contra o inimigo com os machados, levando leve vantagem pelo seu tamanho e agilidade. Panchi, por sua vez, parecia um trator. Avançava e causava um grande estrago nas linhas inimigas, surpreendendo a tenente.

Panchi: Uuuuuryyyyaaa!!! - O impacto dos golpes do recruta impressionavam, não parecia ser um humano.

Tenente Hammabell: Muito bem é hora de mostrar parte do que vocês aprenderam, quero todos em formação, mas expulsar esses piratas de nossa ilha e prender quem ficar para trás! - Comentou a tenente, fazendo um sinal conhecido e logo o grupo que vinha com ela formava uma espécie de seta, com o grupo marchando de forma coesa. Alguns piratas vinham de forma desordenada contra a formação, mas eram minados à distância por flechas, agulhas e outras armas arremessadas. A tenente demonstrava habilidade com os punhos e pernas, desacordando dois ou três que conseguiam se aproximar.

Gracie estava em seu duelo particular e, agora, desarmado. A lembrança de seu avô e seus ensinamentos quanto ao combate desarmado ajudaram-no a não ser surpreendido sem sua arma de estimação. As estocadas não pegam por pouco, mas a rasteira é inevitável. Por sorte, havia se recuperado e evitado outro golpe (um golpe com a perna de cima para baixa, como um martelo), saltando para trás e ficando próximo do bisento.

Colocando o pé embaixo do cabo e jogando-o para cima, o bisento retorna a sua mão. Um senbon corta o ar e atinge o ombro do espadachim, fazendo-o perder os movimentos do braço. Ao olhar para trás, de relance, você vê Calêndola dando-lhe uma piscadela.

A finta vem no automático e ao rodopiar o bisento, o cabo da arma pega na ponta do queixo, em cheio, fazendo o inimigo cair totalmente desacordado, com os olhos totalmente brancos. O inimigo desarmado tenta lhe aplicar um chute rodado, mas você impede o golpe com o cotovelo flexionado.

Os dois capitães demonstravam uma grande habilidade. Porém, estava claro que John Doe parecia estar apenas se divertindo. A forma como oscilava entre as quatro lâminas que portava na cintura era impressionante. Embainhava e desembainhava com uma rapidez e precisão quase cirúrgicas. Não demora muito e Jinru se afasta, respirando ofegante.

Jinru, o ganso: Mpf... mpf... E... Eu pensei que após a queda do Morgan essa ilha estaria desguarnecida... Mas me enganei, fufufufu... - Sorri o ganso.

Cap. John Doe: A marinha não ia deixar uma cidade estratégica como Shells Town desguarnecida, Ganso. Até porque, alguns dos nossos melhores recrutas vieram dessa ilha... - O capitão sorri, fazendo uma pausa e embainhando todas as espadas.

Jinru, o ganso: Fufufufuf... Eu não estou nem aí para seus recrutas! - Ele então puxa o tapa olho, revelando um olho de cor vermelha. Doe arregala o olho com a revelação e, no instante seguinte, Jinru parte na direção de Panchi, que lutava contra um grupo de piratas, nas suas costas. Se conseguisse, atacaria o recruta sem que ele sequer visse de onde veio o golpe.

Cap. John Doe: Oe, oe! - O capitão desaparece, mas será que ele chegaria tempo?

Você, Gracie, acaba de desacordar o inimigo com um golpe do seu bisento e via o capitão pirata indo na direção de Panchi, estava a cerca de quinze metros de você. Se corresse, conseguiria fazer algo. Mas será que conseguiria lidar com o golpe de um pirata que lutava em pé de igualdade com o capitão da Marinha?


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PV (Gracie): 14/20


@Gracie

Posted by: Gracie Jun 5 2018, 04:10 PM
#2: A invasão pirata!



Após derrubar o espadachim com um golpe no queixo olho de relance para Calêndola para agradecê-la silenciosamente. Aparentemente estávamos conseguindo aos poucos criar uma coesão naquele pequeno grupo de recrutas da marinha. O campo de batalha era dominado por nossas forças. Tenente Hammabell controlava pessoalmente a infantaria, abrindo um buraco no meio das tropas inimigas, levando os piratas ao caos. Élida e outros marinheiros davam conta dos desgarrados, abatendo os fugitivos, criando um inferno em plena costa de Shells Town para os criminosos. Se eles achavam que estávamos lá para brincadeira acabaram de sentir na pele que estavam enganados.

Capitão John Doe mostrava o porque de sua patente. Ele brincava com Jinru, deixando clara a diferença de poder. O estilo de luta me encantava, as espadas saindo e voltando das bainhas enquanto as mãos do capitão dançavam no ar alternando entre ataque e defesa. Percebi naquele momento o quão inocente fui em achar que daria conta daquele bando apenas com nosso pequeno grupo de recrutas. Arriscara a vida deles ao pressioná-los com minhas ordens inconsequentes. Sentir o amargo sabor do arrependimento mas também uma profunda gratidão ao Capitão e à Tenente por terem chegado antes que algo pior chegasse a acontecer. Não conseguiria repousar a cabeça no travesseiro se um deles tivesse sido assassinado pelo Bando do Ganso.

- Tenente, voc- - Me engasgo com minhas próprias palavras ao notar uma verdade cruel. Jinru mostrava porque era um criminoso. O capitão pirata avançava, com um olho estranhamento vermelho, velozmente contra Panchi que se encontrava ocupado com alguns outros piratas. - "Ele não vai conseguir se defender" - O Ganso poderia cair mas planejava levar quem pudesse para a cova com ele. Isso eu não permitiria. Reflexamente iria partir a toda velocidade em direção a Panchi, Bisento em mãos, sentidos atentos, tentando tirar o máximo de potência que meus músculos ainda tivessem.

PANCHIIIII!!!! - Gritaria exasperado, olhos fixos, semblante contorcido. Iria tentar desviar de qualquer ataque vindo a mim enquanto estivesse na trajetória em direção a meu aliado. Utilizaria abaixadas e saltos em zigue-zague para evitar as investidas inimigas. Logo no início já me manteria sentinela para evitar que o piratad desarmado próximo a mim me atrapalhasse. - "Eu vou conseguir" - Me aproximando de Panchi me lançaria em sua defesa, planejando bloquear com o Bisento e meu próprio corpo se necessário. Faria de tudo para evitar que Jinru conseguisse alcançar seu objetivo de assassinar o desavisado Ichi Panchi.

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- JINRUUUU DESGRAÇADO!!! - O ódio saia na forma de um urro feroz, quebrando por um momento fugaz a seriedade e calma que tanto tentava manter.

Manobra Utilizada: Defesa Total (Perde ação de ataque e ganha 1/2 de bônus em defesa)

@T. Wall

Controle de Aventura:

Turno: 15

Ganhos: -X-
Perdas: -X-

NPCS Conhecidos:

▪ Calêndola: Moça de cabelos ruivos, dócil, com conhecimentos médicos e que luta com sebons. Aspirante a marinheira
▪ Oken: Loiro, baixinho e barulhento. Sempre alegre e fala o que vem na cabeça. Aspirante a marinheiro
▪ Panchi: Careca, distraído e muito forte. Se destacou em todos os treinos físicos e derrubou vários piratas na luta contra Jinru, o Ganso. Aspirante a marinheiro
▪ Élida: Moça de cabelos lisos negros e tatuagem no rosto. Personalidade difícil, não gosta de Gracie. Aspirante a marinheira


Posted by: T. Wall Jun 6 2018, 04:48 PM
Panchi: Uryaaaa! - Panchi estava de costas, lutando com dois piratas, enquanto Jinru, o Ganso, avançava contra ele numa velocidade impressionante. Seu rosto se contorcia, já imaginando sua espada perfurando o peito do recruta...

Tenente Hammabell: Ichi! - Grita a Tenente Hammabell, fazendo um sinal para a Élida e os demais em cima das casas próximas ao píer.

Oken: OE, PANCHI! - Exclama, Oken, terminando se fatiar o estômago do pirata com machados que duelava até então.

Calêndola: PANCHI! - Todos em uníssono, inclusive você, no exato momento em que você resolve agir. Calêndola percebe que, como você estava mais próximo, teria mais chances de intervir. Então ela prepara algumas agulhas retiradas de sua blusa, lançando cinco. Três delas na direção de Jinru e duas, incrivelmente, na direção de Panchi.

As duas primeira cravam nas panturrilhas de Panchi. - ARG! - Reclama o rapaz, caindo de joelhos instantaneamente. No exato momento em que Jinru percebe os objetos brilhando a luz do sol. Com um movimento rápido com o braço ele dissipa duas das agulhas, mas uma terceira atinge seu joelho, fazendo-o perder um pouco o passo e o impulso.

É o tempo suficiente para que você, Gracie, vença alguns inimigos - apoiado pela infantaria que já espalhava e derrotava a maioria dos piratas - e se postava para o bloqueio. O choque é inevitável!

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Você sente a força do pirata diretamente sendo transferida para a espada e da espada para o bisento e do bisento para seu corpo. As duas lâminas faíscam com o choque, deslizando lentamente. Suas pernas são arrastadas para trás lentamente, enquanto Panchi, de joelhos e olhos quase minúsculos assistia aquela cena impressionante.

Todos assistiam àquela cena impressionante.

Os músculos do seu braço e seu peitoral enrijecem e as veias saltam, seu corpo não aguentaria mais um segundo sequer o impacto do golpe. O bisento voaria e cravaria no chão e você seria perfurado num golpe diagonal.

Futuro incerto...

Jinru, o ganso: Fufufufu... Gasp... - Ele começa sorrindo, mas logo tosse. E de sua boca sai sangue... Por entre os dois ombros, duas espadas menores estão cravadas. Ele olha bem para você, um olho castanho e o outro carmesim. - Ma... Ma... mar... marinheiros de merda... - A mão fraqueja aponto de largar a espada no chão. Ela tintila por alguns segundos, quando Jinru, finalmente, tomba.

Sobre você, Gracie, manchando-o de sangue... A invasão estava contida.

Panchi estava a salvo e você estava vivo.

Os piratas largam suas armas, erguendo as mãos em sinal de rendição. A tenente começa a prender os piratas. Calêndola e Oken vão até vocês. Assim como o capitão John Doe. Ele retira o pirata de cima de você, Gracie, puxando as duas espadas ensanguentadas.

Cap. John Doe: Eerr... Você está bem, recruta? - Diz o capitão, nesse momento, Calêndola esta tirando as agulhas das panturrilhas de Ichi, que reclamava. Enquanto Oken batia continência ao capitão. - Não precisa toda essa formalidade... Ahf... Que dia atípico... Que dia atípico... - Suspirou o capitão, aguardando sua resposta.


QUOTE
PV (Gracie): 10/20

Off: Conte como foi toda sua reação da cena e se quiser pode aproveitar o momento para interagir com os NPCs e fazer alguma pergunta ao capitão. Permanece a regra que, por hora, os NPCs são controlados por mim. Quando não forem relevantes eu repasse para você.

#pas


@Gracie

Posted by: Gracie Jun 6 2018, 08:05 PM
#3: Shells Town salva!


Sentia o tempo passar em câmera lenta. Marinheiros e piratas se engalfinhavam em pelejas individuais, projéteis desciam como chuva do altos do prédios derrubando os criminosos que ousavam se desgarrar do cenário principal. O sangue dos ferimentos prévios pingavam de um dos meus dedos, as pernas quentes já dormentes engajadas em uma corrida desesperada. Os cabelos colados ao rosto pelo suor. Um único objetivo: parar Jinru. Agulhas voam ao meu lado e imediatamente sei o autor dos disparos, Calêndola. A jovem marinheira me impressionava cada vez mais com suas respostas rápidas, decisões inteligentes e visão do campo de batalha, aos poucos mudava minha opinião sobre ela, a tornando cada vez mais atraente em todos os aspectos. Entretanto, aquele não era o momento para tais pensamento. Panchi corria perigo e iria fazer de tudo para salvá-lo.

- "Não vai dar tempo!" - O Ganso era muito mais rápido do que supusera, porém naquele exato momento a passada do pirata diminuiu e o brilho metálico da agulha de Calêndola brilhou preso ao joelho do criminoso. Um pequeno raio de esperança, uma virada do destino. Ao me aproximar de Panchi ergo o Bisento em posição defensiva. Milésimos de segundos depois sinto o impacto. Todos os músculos do meu corpo tremeram, gritando de dor e fadiga, senti o gosto amargo de bile na boca e a cabeça pesada pelo estresse físico acentuado. Nunca sentira um golpe tão poderoso, uma intenção assassina tão perversa. - "Então isso é um pirata de verdade.." - A mistura de ódio e desespero nebulavam minha mente, senti o corpo fraquejar, não suportaria tamanho impacto, cairia nas mãos do primeiro bando pirata que lutei. O mundo não era fácil, bem que meu avô me avisou. - Tsc

Entretanto, não estava sozinho. O sangue escorreu da boca de Jinru e senti a força de seu golpe dissipar-se. Uma sombra se projetou por trás do pirata e logo reconheci o Cap. John Doe. Me senti grato, deixando o corpo inteiro relaxar enquanto o Ganso caia em minha direção. Tombei, sem forças, o Bisento escapando da minha mão. Havíamos conseguido. Jinru estava morto, seu bando rendido e a cidade salva. Levantei os olhos, buscando fitar Panchi. - Cof..Guruguru...cof...Panchi, tem que prestar atenção no oponente - Tentei disciplinar o careca, cansado, ensanguentado e com um sorriso aliviado no rosto.

Ao sentir o peso do pirata ser tirado de cima de mim tento me erguer. Meu uniforme vermelho, sangue meu e de Jinru, o corpo moído, dores por todos os lugares. Mas me lembrei de uma triste realidade, não fora realmente um sucesso. Os disparos do Ganso com certeza havia comprometido os civis. Olhei por um breve momento para Calêndola que se aproximava e falei baixo. - Obrigado - A garota tinha sido essencial para parar Jinru. Em seguida, tentei me endireitar, ficando ereto o máximo que a dor permitia, fitando o Capitão. Bateria continência, apesar da desaprovação do superior, e me curvaria, em desculpa. - Cof..DESCULPE, CAPITÃO. NÃO CONSEGUIMOS PARAR OS DISPAROS DO NAVIO E A CIDADE FOI DANIFICADA. - Sentia as lágrimas se formarem em meus olhos, os fechei tentando contê-las, em vão. - P-Por favor, me treine para ser mais forte e conseguir defender todos como o senhor fez!! - As palavras saíam com uma amargura palpável, profundamente sentia-me inútil, incapaz.



@T. Wall

Controle de Aventura:

Turno: 16

Ganhos: -X-
Perdas: -X-

NPCS Conhecidos:

▪ Calêndola: Moça de cabelos ruivos, dócil, com conhecimentos médicos e que luta com sebons. Aspirante a marinheira
▪ Oken: Loiro, baixinho e barulhento. Maníaco por espadas. Sempre alegre e fala o que vem na cabeça. Aspirante a marinheiro
▪ Panchi: Careca, distraído e muito forte. Se destacou em todos os treinos físicos e derrubou vários piratas na luta contra Jinru, o Ganso. Aspirante a marinheiro
▪ Élida: Moça de cabelos lisos negros e tatuagem no rosto. Personalidade difícil, não gosta de Gracie. Aspirante a marinheira


Posted by: T. Wall Jun 8 2018, 10:22 PM
Panchi: Mas eu estava prestando atenção, nos dois oponentes que estava lutando, não imaginei que o capitão deles viria contra mim... - Replicou Panchi, já liberado por Calêndola que sorria para seu pedido de obrigado, acenando.

Cap. John Doe: E você tem razão, jovem, a culpa foi minha de ter pegado leve com esse pirata... OE, HAMMABELL! - Ele coloca a mão na altura da bochecha, gritando pela tenente.

Tenente Hammabell: QUIÉ?! - Berra do outro lado do píer a tenente, que instruía os marinheiros a como fazer as prisões e levar os piratas remanescentes para a base. Nesse momento, alguns moradores abriam as janelas e saiam de suas casas, presenciando o cenário de destruição na ilha e o massacre contra os piratas no píer.

A tenente se aproxima de vocês, com um papel dobrado.

Cap. John Doe: Conseguiu alguma informação? - Indagou o capitão. Nesse momento, ele ouve a seu pedido de desculpas e minimiza. - Não se culpe tanto, garoto, você fez muito para um recruta. Todos vocês, na verdade... - Hammabell entrega o papel ao capitão que abre na frente de todos, o cartaz e procurado de Jinru:

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Cap. John Doe: Tenho certeza que isso dará uma ótima manchete e reparará parte do prestígio de Shells Town, Hahahaha! - Ele começa a gargalhar, no momento em que ouve você falar sobre treiná-lo. Ele para por um instante, suando frio: - Te... Te... Te treinar?! HAHAHAHAHAHAAH! Tô fora!

Ele entrega o cartaz para a tenente, dando um largo sorriso. E em seguida sai correndo em direção a base. No caminho, diz:

Cap. John Doe: Vocês estão em ótimas mãos, tenho certeza que a Tenente Hammabell vai cuidar de tudo!!! - E some.

Tenente Hammabell: JOHN DOE, ORA SEU!!! - A tenente estava visivelmente irritada, o corpinho pequeno e a cara imensa, os olhos brancos, com a mão erguida reclamando do capitão. Mas logo ela se recompõe. - O capitão não gosta de muitas responsabilidades. Na verdade, nós éramos subordinados do mesmo esquadrão da Marinha que foi enviado da Grande Rota para cá. Por isso que ele não está acostumado a estar no comando, deve estar doido para voltar para Logue Town, com a capitã Justance.

Mas ele tem razão, vocês fizeram muito hoje. Não só vocês...
- A voz dela aumenta, ao passo que ela começa a falar para todos os marinheiros e para a população:

Tenente Hammabell: A marinha de Shells Town mandou hoje uma mensagem clara ao mundo. Morgan Mão-de-Machado pode estar morto, mas o espírito inquebrável da base #153 da Marinha permanece. Os cidadãos podem ficar tranquilos, pois vamos proteger e reconstruir a cidade quantas vezes forem necessárias! - Os cidadãos e marinheiros comemoraram. O ataque havia findado, enfim...

QUOTE
Off: No próximo post, quero você narre como foi o restante dos dias que faltam para o término do primeiro mês. Pode voltar a usar os NPCs criados por você e relate, principalmente, como foi a ajuda na reconstrução da cidade e a vigia dos presos na base. Considere que depois de quatro dias um navio da marinha veio pegar os presos para levar para Logue Town.


@Gracie

Posted by: Gracie Jun 11 2018, 07:41 AM
#3: Shells Town salva!


Após o fim da batalha os esquadrões se dividiram para certificarem se alguns dos civis necessitava de asistência médica e quantificar o estrago feito a cidade. O navio de Jinru assim como os seus pertences foram confiscados e levados à base. Os marinheiros feridos foram prontamente levados às enfermarias da marinha para serem cuidados e dentre estes estava Gracie. O dia se findava com a justiça prevalecendo mais uma vez, mantendo a emblemática cidade de Shells Town a salvo. Tenente Hammabell coordenava o fluxo de serviço e prioridades, e os soldados se mantiveram ocupados até tarde da noite, quando todos os criminosos haviam sido devidamente presos.

Na enfermaria, Gracie estava deitado, enfaixado dos ombros à cintura, com um olhar cansado. Ao seu lado, Calêndola corrigia algumas ataduras e cuidava de alguns ferimentos, afinal o atendimento feito inicialmente não era o ideal já que muitos outros feridos aguardavam. Calêndola: - Gracie, nenhum civil morreu ou foi gravamente ferido. A notícia sobre os piratas se espalhou e a maioria conseguiu se manter sãos e salvos. - O jovem de madeixas negras contorciasse enquanto um algodão embebido tocava seus cortes, mas sorriu contido, com uma expressão agradecida. Era óbvio o alívio no rosto do recruta, era óbvio o quão satisfeito estava em ouvir tais palavras.

Após a saída da médica, Oken e Panchi visitaram Gracie. O primeiro falava sem parar, mostrando como havia derrubado esse ou aquele oponente, em como o Cap. John Doe era incrível e como ele se dividira para parar os projéteis. Panchi por sua vez se aproximou tímido do companheiro acamado e com um leve soco, para o careca pelo menos, acertou o ombro de Gracie, como um agradecimento sem jeito. Entretanto, o punho de Ichi acertou o corto no deltoide do rapaz, que urrou de dor. Gracie: - SAIAM DAQUI! - Furioso arremessou frascos e travesseiros na dupla que saíram da enfermaria assustados. Ringabell sorriu sozinho por alguns minutos após o acontecido, ainda sentindo o ombro latejando. Esse grupo daria trabalho..mas valeria a pena..

No dia seguinte a Tenente Hammabel reuniu todos os marinheiros aptos no pátio. Gracie os observava da janela, havia sido obrigado a ficar de fora, orientação dos médicos da Base, precisava de descanso. Os soldados não vestiam o típico uniforme da marinha mas sim roupas específicas para obras, com luvas, botas, capacetes de proteção e regatas. De longe, pareciam um grande grupo de operários prontos para construção. E isso não era muito longe da verdade. Após ordens e gestos, a Tenente os dispensou. Algum tempo após cada grupo era responsável por uma tarefa, alguns carregavam madeira, outros tijolos, ferramentas, cimento e etc. O dia avançou e o serviço foi incessante. Gracie os olhava, desejando poder ajudar. Com certeza seria melhor estar lá fora que preso naquela enfermaria. E assim, a noite chegou e as tropas retornaram a base.

No dia seguinte o mesmo ato se repetiu. Porém, Ringabell fora liberado de sua estadia na enfermaria mas ainda restrito quanto a esforço físico. Diante disso, foi encarregado com a função de auxiliar na prisão. Logo cedo, após se vestir, o jovem desceu até o nível subterrâneo onde se encontravam as jaulas. Os piratas amontoavam os pequenos cárceres, e estavam cabisbaixos, abalados. Gracie os olhava odioso, se lembrando do mal que fizeram a ilha sem nenhum motivo palpável. Gracie: - Recruta Ringabell Gracie se apresentando ao serviço - Bateu continência. Um oficial encarregado do setor o olho de relance e acenou com a mão, mostrando uma cadeira. O trabalho consistia de vigiar os presidiários e organizadamente fornecer água e comida em horários específicos. Um trabalho monótono e normalmente sem surpresas. Sargento L'amer: - Em alguns dias navios virão para levar a maioria deles para LogueTown, onde serão julgados. Por mim, atearíamos fogo em todos e os amarraria no mastro do navio pirata, os deixando vagar os arredores da ilha, para mandar um aviso para os outros vagabundos. - ShiShiShi

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O sargento era carrancudo e barbudo, mantinha seu machado na mão a maior parte do tempo e possuia tatuagens vermelhas pelo corpo. Alguns diziam que era feitas com o sangue dos piratas mortos por ele, outros apenas o chamavam de lunática. De um jeito ou de outro era o responsável pelos presos da base. A noite, falavam, ele caminhava batendo o machado na grade das jaulas, mantendo os presos acordados em estado de terror. Vez ou outra um dos cárceres amanhacia morto, com um corte profundo na cabeça. O Sargento afirmava terem sido os outros presos e os castigava. Mas, até o momento, eram apenas histórias e suspeitas, sem ninguém nunca ter provado nada. Gracie não estava interessado nas lendas de terror que inventavam sobre a prisão. Estava agradecido por ter saído da enfermaria e esperava que no dia seguinte pudesse ajudar na reconstrução da cidade.

No terceiro dia, Gracie havia sido liberado para ajudar na área externa, porém ainda deveria evitar peso. O rapaz foi alocado então na organização, sua responsabilidade era junto com o resto da equipe de orientar quanto a disposição dos materiais no pátio da base para que pudessem agilizar na sua distribuição nas áreas necessitadas na ilha. Na mão segurava uma lista com o material disponível e uma planta da base e da cidade e com a ajuda de alguns outros soldados distribuia ordens às equipes que carregavam o material até o local indicado. Ao longo do dia adaptações foram sendo feitas para aprimorar o trabalho de modo a se tornar cada vez mais eficiente.

No quarto dia, segundo a Tenente quando os navios chegariam para buscar os presidíarios, Gracie ficara escalado para participar da escolta. Logo cedo foi organizada a ordem de saída e assim que o navio chegou no porto grilhões e correntes foram colocadas em todos os presos. Aos poucos, em pequenos grupos, foram escoltados lentamente até o navio, que possuia sua própria guarnição de soldados. Alguns civis lançavam lixo e afins nos piratas, gritando xingamentos e ameaças. ???: - SHAME! - Até certo ponto nada era feito, porém quando a integridade física dos presos era ameaçada a escolta parava os civis, orientando que isso mancharia o nome de Shells Town como se torturasse seus presos. Alguns cidadãos se irritavam, outros entendiam, cada situação era ímpar. Por vez ou outro um dos piratas se precipitava e tentava fugir, tropeçando nos grilhões e derrubando vários outros consigo. Por fim, todos foram transportados sem problemas, deixando apenas em Shells Town os civis que eram presos por alguns dias, por pequenos delitos.

Os dias passavam e Gracie se recuperava aos poucos, sendo alocado em serviços progressivamente mais exaustivos até voltar a suas tarefas corriqueiras na base. Retornou o seu treinamento e estudos, pensando em como poderia se sair melhor nas próximas empreitadas

@T. Wall

Controle de Aventura:

Turno: 17

Ganhos: -X-
Perdas: -X-

NPCS Conhecidos:

▪ Calêndola: Moça de cabelos ruivos, dócil, com conhecimentos médicos e que luta com sebons. Aspirante a marinheira
▪ Oken: Loiro, baixinho e barulhento. Sempre alegre e fala o que vem na cabeça. Aspirante a marinheiro
▪ Panchi: Careca, distraído e muito forte. Se destacou em todos os treinos físicos e derrubou vários piratas na luta contra Jinru, o Ganso. Aspirante a marinheiro
▪ Élida: Moça de cabelos lisos negros e tatuagem no rosto. Personalidade difícil, não gosta de Gracie. Aspirante a marinheira


Posted by: T. Wall Jun 15 2018, 01:25 PM
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Quando um dos navios da marinha de Logue Town atraca no porto de Shells Town há uma grande polvorosa! As pessoas se amontoam com a possibilidade da capitã Olivia Justance aparecer pessoalmente, tendo em vista sua proximidade com o capitão-interino John Doe. Porém, naquele dia, os recrutas de Shells Town, sua população e principalmente os prisioneiros tiveram um encontro ainda maior.

Uma tropa de marinheiros todos milimetricamente fardados e com mosquetes de batalha com repetição dupla desceram pela prancha. Aproximadamente trinta deles. Faces cerradas, em formação, descendo até o píer e fazendo um caminho para a descida de uma figura exótica.

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Conforme passa pelos seus marinheiros com mosquetes estes fazem uma saudação, colocando as armas na altura dos ombros e trocando para o lado seguinte. O homem, também com um tapa-olho, passa por todos apenas acenando com a cabeça. A tenente Hammabell estava na frente do pelotão de recrutas de Shells Town, que circundavam os prisioneiros. Assim que vê a figura em sua frente, arregala os olhos e bate continência. Todos repetem o gesto.

Tenente Hammabell: ... Ca-capitão Armstrong! - Ela gagueja levemente, surpresa ao vê-lo.

Cap. Armstrong: Hammabell, vi que fez um excelente trabalho aqui... - Ele olha para a cidade, abrindo um sorriso. Oken estava do seu lado, sussurra:

Oken: Na-não ac-acredito... Esse é o capitão Victor Armstrong? Um dos heróis da Marinha de Ohara? - Sussurra ele, suando frio.

Panchi: Herói de onde?... - Panchi estava do seu olho lado, coloca a cabeça para frente, mostrando que estava futucando o nariz com o dedo mindinho - um péssimo hábito que tinha. Mas logo, a conversa entre os superiores toma conta a atenção.

Cap. Armstrong: Olivia pediu desculpas por não ter vindo. Pediu que viesse em seu lugar. Como fui mandado pelo G5 para o East Blue também para conter essas porcarias que colocaram no jornal sobre as ilhas, vim dar um apoio até novas ordens... Ah propósito, onde está o Doe? - Indagou-lhe, olhando ao redor: - Ele não perde esse hábito de fugir das formalidades, huh? - Então o capitão abre um sorriso, pegando o rifle de assalto que tinha nas costas e desferindo um tiro repentino!

A bala passa em riste indo até o telhado.

Cap. John Doe: Ouch! - O capitão Doe, no alto do telhado, dá um grito e cai do telhado. As pessoas olham assustadas, algumas mulheres gritam. Mas logo que cai no chão, morto, o corpo do capitão se desfaz... E, no meio da multidão, ele aparece. Como se o outro fosse uma mera cópia. - E você não perde esse hábito de atirar em tudo que se move...

Reclama o capitão-interino. Os dois dão um longo aperto de mão, na verdade, um segurando o antebraço do outro. John Doe entrega o corpo de Jinru, o Ganso, numa sacola preta, enquanto Hammabell conduz os presos para o navio. O capitão assina alguns papeis.

Cap. John Doe: Volta quando para Logue Town?

Cap. Armstrong: Se possível, agora mesmo... Quem sabe não dou a sorte de topar com algum navio pirata no caminho e prendo mais alguns? Haha!

Cap. John Doe: É... os piratas desse mar estão em maus lençóis com você navegando... Diz para a Olivia que estou com saudades... - Doe abaixa o tom de modo que só o capitão Armstrong ouvisse.

Cap. Armstrong: Hahaha... Pode deixar! - Victor sorri.

Depois de um tempo a Tenente desce do navio.

Tenente Hammabell: Pronto capitão Armstrong. Presos entregues... Bom retorno...

Cap. Armstrong: Obrigado Tenente. Capitão... - Ele faz uma breve reverência, despedindo-se. O capitão sorri. E então após alguns procedimentos de manobra o navio começa a deixar o porto...

Se quiser, pode narrar no próximo post como foi sua reação ao ver essa cena e esses personagens juntos.

(...)


Chega finalmente o último dia do mês!

Após vários treinamentos seguindo o cronograma do treinamento todos estão prontos para receberem sua primeira condecoração e salário mensal. O dia está ameno, várias nuvens no céu e um sol agradável logo pela manhã.

Narre sua preparação para o grande dia. A condecoração será no pátio da base # 153.

@Gracie

Posted by: Gracie Jun 17 2018, 08:46 AM
#3: Shells Town salva!


Já não sentia os machucados doerem tanto apesar de ter que suportar alguns incômodos quando me esforçava um pouco mais. Apesar do desconforto, não reclamava ou deixava transparecer, todos aqueles cortes, hematomas e escoriações havia conseguido para defender a cidade, seus habitantes e meus companheiros, estava satisfeito. Permanecia o mais ereto que conseguia, com o Bisento apoiado no ombro. Observava boquiaberto aos ocorridos naquele belo dia. Mais uma figura poderosa aparecia e fazer John Doe parecer um pivete catarrento. "EEEEH? Como ele conseguiu vê-lo e acertá-lo dessa distância???? E COMO ESSE CARA TÁ SE MULTIPLICANDO?! - Um passo para trás e os olhos esbugalhados. O disparo fora tão rápido e suave que só notara pelo estrondo da pólvora. E um dos Capitães John havia desaparecido...Na primeira vez que vira o superior se multiplicar pensei que fora apenas uma ilusão no calor da batalha, mas acabei de presenciar novamente o ocorrido. - Ei, ei, como o capitão consegue se dividir em mais de um??? Que tipo de poder é esse??? - A voz tremulava involuntariamente, deixando claro meu estado de espírito. Apesar de tudo, os prisioneiros foram devidamente entregues e a cerimônia se encerrou. Voltei seguindo o batalhão, ainda abalado, com a mente perdida em conjecturas quanto a realidade dos poderes daqueles homens. "Como vou conseguir alcançá-los desse jeito?"

~X~

Acordara mais cedo, não por ansiedade mas porque minha preparação era mais prolongada que a dos demais. Finalmente terminava de enfaixar o tronco, a última parte, com ataduras e loções que Calêndola me orientara a utilizar. Meu corpo era essencial para concluir meus objetivos, não podia descuidar dele se quisesse realmente chegar onde queria, se quisesse fazer a mudança no mundo que esperava. "Um prédio se faz com pequenos tijolos.." - Refletia, já vestindo o uniforme adequado para o dia. Por fim, o mês de treinamento tinha acabado e saberíamos quem seriam oficialmente os novos soldados da #153 Base da Marinha de Shells Town. Estava ansioso, mas comedido. Todas as experiências dos últimos dias haviam me desgastado mentalmente, já não conseguia erguer meu espírito como gostaria. De todo modo, terminei meus cuidados. Havia tomado todo o cuidado possível para com o uniforme, os cabelos tipicamente desgrenhados estavam amarrados em um rabo de cavalo frouxe, caindo por entre as escápulas, e a barba irregular tentara consertar sem muito sucesso. - Vamos lá - Deixaria a arma no lugar adequado já que não cabia tais itens em uma reunião formal como aquela. E então me dirigiria ao pátio, com as mãos nos bolsos e andar despreocupado. Cumprimentaria os superiores adequadamente e em seguida voltaria ao passo descomprometido.

@T. Wall

Controle de Aventura:

Turno: 18

Ganhos: -X-
Perdas: -X-

NPCS Conhecidos:

▪ Calêndola: Moça de cabelos ruivos, dócil, com conhecimentos médicos e que luta com sebons. Aspirante a marinheira
▪ Oken: Loiro, baixinho e barulhento. Sempre alegre e fala o que vem na cabeça. Aspirante a marinheiro
▪ Panchi: Careca, distraído e muito forte. Se destacou em todos os treinos físicos e derrubou vários piratas na luta contra Jinru, o Ganso. Aspirante a marinheiro
▪ Élida: Moça de cabelos lisos negros e tatuagem no rosto. Personalidade difícil, não gosta de Gracie. Aspirante a marinheira


Posted by: T. Wall Jun 17 2018, 06:15 PM
Uma manhã de sol e muitas nuvens.

Foi assim que você e os demais acordaram naquele dia. Após a entrega dos prisioneiros para Logue Town uma equipe do Jornal Mundial foi enviada para Shells Town e alguns depoimentos foram colhidos. (Off: Descreva uma fala, por ser em off, para a seguinte pergunta: Como você se sentiu quando percebeu que a ilha estava sendo invadida? Qual foi sua reação recruta?)

Isso, há dois dias atrás.

Um mês. Trinta dias exaustivos. Apesar do combate com o "Bando do Ganso", o treinamento prosseguiu nos dias seguintes. Montar guarda, limpar a base, fazer patrulha. O dia a dia da marinha seguiu, além de ajudar a ilha de Shells Town a se reerguer mais uma vez. Entre essas atividades você pode ver o capitão John Doe ajudando-a ativamente, em vários lugares ao mesmo tempo. De um marinheiro mais experiente você ouviu o seguinte: "Parece que o Capitão Doe adquiriu na Grande Rota uma habilidade incomum de conseguiu duplicar seu corpo em vários..."

Quando você vem caminhando, percebe que poucos marinheiros estavam logo cedo ali. Mas logo percebe alguns rostos conhecidos chegando. Calêndola, Oken, Panchi, Élida. Estes são alguns dos pouco mais de setenta recrutas, dos cento e cinquenta originalmente inscritos que permaneceram. Mais da metade havia desistido no caminho. Boa parte, após a batalha contra a invasão piratas. Houveram algumas baixas, é bom que se diga. Dois recrutas vieram a óbito. Um em campo e outro alguns dias após a tentativa de tratamento.

Toda batalha deixava marcas e assim havia sido à Gracie que tinha hematomas no tronco e ganhara uma cicatriz no ombro esquerdo. Mas já estava plenamente recuperado.

Marinheiro: Atenção, Recrutas, em formação!

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(Off: Desconsiderar as capas e imaginar todos recrutas em posição.)


D O N !


A tenente Hammabell vem caminhando lentamente do interior da base #153 da Marinha. Carregava um pergaminho enrolado. Um marinheiro ao seu lado carregava uma espécie de baú. À frente dos recrutas havia uma espécie de púlpito, com um sistema de som através de Den Den Mushi. Ela se aproxima, testando o som:

Tenente Hammabell: Caham... - O sistema dá uma leve microfonia, mas um marinheiro trata de regular o som rapidamente. O sistema estava ligando não só aos https://onepiecemuckdoidao.weebly.com/uploads/1/6/4/8/16481242/722974325.jpg na base, mas também em toda Shells Town. - Damos início, neste momento, a primeira formação de recrutas da Base #153 sob o comando do Capitão-Interino John Doe. Sou a Tenente Hammabell e serei a responsável por prestar o discurso de iniciação...

Ela arfa o ar lentamente, abrindo o pergaminho:

Tenente Hammabell: Sinto-me muito honrada em fazer parte deste momento. Shells Town vive um novo momento em sua história. Vocês, os setenta novo recrutas desta base, mostraram nesses trinta dias que possuem as aptidões necessárias para servir a Marinha e o Governo Mundial.

Coragem. Integridade. Segurança. Vontade.

São características daqueles que desejam manter a paz e a ordem neste mundo. Este é apenas o primeiro passo em suas trajetórias. Mas, acreditem, a Marinha é benevolente com aqueles que possuem em seus espíritos a vontade de ir além. E vocês, meus jovens recrutas, demonstraram isso na invasão sofrida dias atrás. Os atos de coordenação e bravura de vocês salvaram a ilha do pior.

E a vontade de ajudar a mostrar aos cidadãos de Shells Town que eles não estão sozinhos. Calêndola...
- Ela aponta para a jovem recruta. - Seus serviços prestados durante o combate e principalmente na ajuda na ala da enfermaria lhe garantiram a honra de ser a juramentista desta turma, por favor, venha aqui...

Calêndola olha, incrédula, mas Oken faz um sinal de positivo. Ela leva as mãos juntas na altura dos fartos seios e caminha até o púlpito. A tenente mostra uma parte do pergaminho e pede que ela leia:

Calêndola: Anon... Por gentileza... repitam comigo... - Sua voz sai trêmula, mas logo ela continua: - Prometo...

Marinheiros: Prometo! - Os demais respondem.

Calêndola: Ser um ponto de luz nos mares...

Marinheiros: Ser um ponto de luz nos mares!

Calêndola: Trazer paz aonde estiver...

Marinheiros: Trazer paz onde estiver!

Calêndola: Navegar livre e trazer liberdade...

Marinheiros: Navegar livre e trazer liberdade!

Calêndola: Onde quer que esteja...

Marinheiros: Onde quer que esteja!

Calêndola: Que a gaivota seja a bandeira temida...

Marinheiros: Que a gaivota seja a bandeira temida!

Calêndola: Nos mares adiante...

Marinheiros: Nos mares adiante!

Calêndola: Pois sou a Marinha...

Marinheiro: Pois sou a Marinha!

Calêndola: Indomável e cintilante!

Marinheiro: Indomável e cintilante!

Após o término das palavras, uma salva de tiros de espingardas por parte dos marinheiros mais antigos se fez. Algo em torno de um minuto. Após isso, foi oferecido um banquete e os marinheiros estavam liberados para se confraternizar. Aproveite para interagir com seus amigos (Pode usar os NPCs). O evento ainda não terminou.

@Gracie

Posted by: Gracie Jun 20 2018, 11:36 PM
#3: Shells Town salva!


Os tiros cortavam o ar a cada disparo e os pelos dos braços de Gracie eriçavam de empolgação. O discurso da tenente, ver Calêndola como juramentista e acima de tudo o sentimento de dever cumprido era impagáveis. Após o fim da salva e o zumbido nos ouvidos diminuírem o jovem marinheiro olhou os arredores. Oken e Panchi estavam ali perto e cruzando rapidamente o olhar com o primeiro apreciou, por um breve momento apenas, a presença do espadachim. Oken: - SHISHSISHI - O loiro erguia ambos os polegares e um sorriso anormal, tão feliz estava. Para Ringabell, ele era a personificação da imaturidade, porém o considerava leal e por isso mantinha seus laços com o rapaz. A resposta foi apenas um aceno com a cabeça, com o rabo de cavalo frouxo balançando às costas.

Ao lado de Oken estava Panchi, o olhar perdido e o dedo vasculhando o interior da narina direita. A pose típica do careca. Gracie o fitou e pensara em todo o esforço e sofrimento que fora salvar aquela criatura boçal. Porém, Ichi era um companheiro forte e quando a hora chegasse tinha fé que poderia contar com o amigo. Gracie: - Ei, Panchi, tira o dedo do nariz. - A represália saíra em um tom nada convincente, o jovem já sabia que era inútil tentar discipliná-lo.

Por fim, se virou novamente ao palco por onde Calêndola descia. A ruiva passava envergonhada pelas fileiras em direção a seu lugar de origem. Mantinha as mãos erguidas, com olhos tímidos e um caminhado apressado. Ao vê-la passar Gracie saiu brevemente de sua postura e apareceu no campo de visão da amiga. Um sorriso no rosto mal barbeado e os braço avergonhadamente abertos, convidando, relutante, a moça para um abraço. Calêndola parou por um instante confusa e então entendeu o gesto, não entrou totalmente no abraço mas tomou os braços de Gracie no seu e os apertou, retribuindo. Em seguida ela acelerou, saindo da frente de Ringabell e retornando à seu lugar.

Aparentemente a Tenete assumiria o comando do Den Den Mushi alto-falante mais uma vez, em direção ao fim da cerimônia solene.

QUOTE
OFF: Depois do desespero o importante é manter a imagem HUAHUAHAUA

Gracie: Me senti temeroso pela vida dos habitantes e pela integridade da cidade. Nós, marinheiros, temos apenas uma reação ao ver piratas: Suprimi-los, combatê-los, e levá-los a justiça.


@T. Wall

Controle de Aventura:

Turno: 19

Ganhos: Cargo na Marinha
Perdas: -X-

NPCS Conhecidos:

▪ Calêndola: Moça de cabelos ruivos, dócil, com conhecimentos médicos e que luta com sebons. Aspirante a marinheira
▪ Oken: Loiro, baixinho e barulhento. Sempre alegre e fala o que vem na cabeça. Aspirante a marinheiro
▪ Panchi: Careca, distraído e muito forte. Se destacou em todos os treinos físicos e derrubou vários piratas na luta contra Jinru, o Ganso. Aspirante a marinheiro
▪ Élida: Moça de cabelos lisos negros e tatuagem no rosto. Personalidade difícil, não gosta de Gracie. Aspirante a marinheira


Posted by: T. Wall Jun 22 2018, 08:14 AM
Oken: SHISHISHISHISHI... parece que alguém está caidinho pela juramentista... SHISHISHISHISHI! - Oken sussurra, contendo o riso com sua mãozinha.

Panchi: Hã? ... Quem foi que caiu? - Ichi, por sua vez, parecia não entender a malícia do pequeno espadachim.

De fato, a sua percepção sobre Calêndola parece ter mudado desde que a conheceu. Em verdade, ao longo do mês a sua postura de apenas querer crescer a todo custo e agora entender que não conseguirá ir longe sem pessoas bacanas ao seu lado, parece ter crescido. (Off: No próximo post, conte um pouco de sua percepção sobre esse fato e descreva com mais exatidão seus sentimentos por Calêndola).

Não demora muito, e a Tenente toma o púlpito novamente.

Tenente Hammabell: Abertas as formalidades e o juramento, passamos agora ao momento de entrega de seus uniformes. - A tenente pede que os homens que a auxiliavam para trazer algumas caixas. - Durante esses trinta dias vocês vestiram a farda e trabalharam duro. Novamente, agradecemos o empenho de todos. Todos vocês agora são recrutas da Marinha (Shinpei) e receberão seus salários iniciais e novas fardas. Por favor conservem com o carinho e atenção que tiveram nesses dias iniciais.

Os auxiliares entregam, um a um, as novas fardas e, sobre estas, um bolinho de B$ 250.000,00 como salário inicial de todos.

No próximo post, Gracie, mostre qual foi sua reação ao receber seu primeiro salário e também sua nova farda. O que passa pela sua cabeça?.

QUOTE
Item recebido:

Uniforme da marinha
Descrição: Marinheiros pertencentes a essa categoria base utilizam uniforme padrão, composto por uma camisa branca com botões e o símbolo da marinha estampado nas costas, lenço azul em volta do pescoço, calça azul marinho, bota preta, e um boné escrito "marine".
Bônus: Interpretativo
Valor: B$ 0,00

Salário B$ 250.000,00




@Gracie

Posted by: Gracie Jun 30 2018, 06:19 PM
#3: Shells Town salva!


Ouvindo a provocação de Oken, enrijeci, corando e olhando fixamente à frente. Não entendia o porquê daquela tentativa de abraço, por qual motivo estava tão desconcertado pela brincadeira do loiro, e muito menos qual a razão de já ter tal apreço e consideração pela ruiva, que julgara tão superficial no início. Provavelmente era apenas atração física, era uma mulher bonita...mas se assim o fosse cultivaria tais sentimentos desde o começo. Talvez as fortes emoções vividas tivessem aprofundado os breves laços, principalmente com Calêndola, que fora tão presente ao meu lado...a cabeça fervia, passava desconfortavelmente os dedos entre os fios negros, tirando do rosto os cabelos que fugiam do rabo de cavalo mal-feito. Não conseguia entender..ou assumir..exatamente o que sentia. Gracie: "Não posso me entregar a pensamentos tão frívolos no início da minha jornada como marinheiro.. Precisava ser forte, um pilar, e crescer na instituição, tinha que inspirar meu aliados e não agir como um bobo diante deles.

A voz da Tenente me arrancou do mar de pensamentos em que afundava, e agora me acalmava, deixando os problemas futuros para o futuro. Em posição, me mantinha durante o discurso, aguardando a conclusão. Estendi os braços, contendo um sorriso eufórico ao ver o uniforme e o humilde mas gratificante primeiro salário. Com cuidado, conferi o valor e o guardei em minhas vestes. Então, segurei firme a farda. Havia conseguido, aquela era a prova final, apesar de toda a dificuldade, ingressara na mesma instituição que meu avô e agora só tinha um destino: Almirante. A imagem de um Gracie crescido e maduro, com o manto da justiça às costas floresceu pedante em minha mente, senti o corpo leve e abracei as vestes novas, excitado. E então, voltava a mim, ficando ereto, soltando um pigarro desconfiado.

Gracie: - EI! Oken! O que você quis dizer com caidinho? - O semblante fechado e os cabelos já soltos, sobre o rosto davam ao rapaz uma aparência mais sombria. Com passadas pesadas e o corpo curvado se dirigia ao loiro, ávido para tirar satisfações. Com certeza, precisava trabalhar melhor minhas reações, mas a situação excepcional gerava um tufão de emoções, fortes demais para minha inexperiência. No fim do dia, evitaria Calêndola, envergonhado,

Por fim, seguiria com as atividades. Comeria e voltaria a meus aposentos, onde guardaria o novo uniforme e o dinheiro adequadamente. Ansioso pelo primeiro dia como oficialmente integrante da ~Kaigun~

@T. Wall

Controle de Aventura:

Turno: 20

Ganhos:
Ingresso na Marinha;
B$250.000;
Uniforme da Marinha;
Perdas: -X-

NPCS Conhecidos:

▪ Calêndola: Moça de cabelos ruivos, dócil, com conhecimentos médicos e que luta com sebons. Aspirante a marinheira
▪ Oken: Loiro, baixinho e barulhento. Sempre alegre e fala o que vem na cabeça. Aspirante a marinheiro
▪ Panchi: Careca, distraído e muito forte. Se destacou em todos os treinos físicos e derrubou vários piratas na luta contra Jinru, o Ganso. Aspirante a marinheiro
▪ Élida: Moça de cabelos lisos negros e tatuagem no rosto. Personalidade difícil, não gosta de Gracie. Aspirante a marinheira


Posted by: T. Wall Jul 2 2018, 10:12 AM
Enquanto Gracie vivia um turbilhão de emoções com a promoção, todos ao redor pareciam felizes com suas fardas. A maioria dos marinheiros também contavam seus primeiros salários e, alguns, trocavam notas com outros por conta de apostas feitas ao longo dos trinta dias (algo comum em qualquer batalhão) normalmente com motivos idiotas como "quem aguenta mais tempo na patrulha", "quem limpa mais rápido os canhões", "quem toma menos bronca da tenente".

Porém, quando Gracie pensa em ir tirar satisfações com Oken, Hammabell retoma o microfone. Parece que ainda havia informações a serem passadas. Ela abre um outro pergaminho, colocando na bancada do púlpito, enquanto começa a falar:

Tenente Hammabell: Feitas as formalidades de entrega dos salários e uniformes, sigamos para promoções especiais. Todos vocês, igualmente, ingressaram na Marinha. Porém, alguns de vocês merecem destaque... - Ela fez uma pausa. - Seja pelos serviços prestados ou pelo empenho nos treinos, alguns de vocês receberão uma promoção automática com base em situações muito específicas. A primeira, não poderia ser outra pessoa, Calêndola... - Assim que ela falou o nome da companheira, todos se voltaram para a moça que corou:

Tenente Hammabell: Seu desempenho, mas, sobretudo, seu apoio na ala médica desta base possibilitaram uma rápida recuperação de seus companheiros. O espírito de equipe é algo que merece ser exaltado. Por conta disso, você foi elevada ao cargo de Soldado de Primeira Classe (一等兵, Ittōhei)!

Todos batem palmas para a médica que cobre o rosto com as mãos, com o rosto completamente vermelho.

Tenente Hammabell: Pela sua bravura no campo de batalha e, principalmente, pelo desempenho nos treinamentos físicos. Os reportes demonstraram que é um lutador acima da média, mas ainda existe muito a ser melhorado, como foi o caso da distração contra o inimigo. A despeito disso, Ichi Panchi, você foi promovido à Soldado Aprendiz (二等兵, Nitōhei)!

Panchi: Hããã? - Todos começam a bater palmas, e Oken dá uma cutucada nele.

Oken: Se liga, Panchi, você foi promovido! SHISHISHISHI! - Os dois começam a gargalhar.

Qual a reação de Gracie diante das duas promoções?

@Gracie

Posted by: Gracie Jul 3 2018, 12:46 PM
#3: Shells Town salva!


Batia palmas, com o uniforme novo sob o braço e um semblante sério. A notícia inesperada fora ainda mais ímpar para mim, afinal havia estado com os dois durante suas ações diferenciadas e sabia que ambos mereciam tal reconhecimento. Entretanto, não estava realmente feliz. Não que sentisse inveja ou desejasse o mal para meus recém adquiridos colegas, mas não o senso de auto crítica me consumia. Havia dado o meu melhor, treinara, estudara e me motivara, todo dia, toda semana, até chegar onde estava, e ainda sim não era o bastante. Tinha grandes ambições, muitos objetivos mas meu ainda não era o bastante para concluí-los. "O que poderia ter feito melhor?" - Era a pergunta que pairava por trás dos meus olhos vazios, que fitavam o nada muito atrás da figura de Tenente.

Após o breve transe, retornei. Olhei para os lados, desconfiado, como se alguém ali pudesse ler minha mente conturbada. Mas logo me acalmei, finalmente a cerimônia chegaria ao fim. Precisava parabenizar Panchi e Calêndola, eles mereciam. Por tanto, assim que possível, me dirigiria a ambos, estendendo a mão com um sorriso atravessado no rosto, me expressando de maneira recatada. - Parabéns - O dia fora cheio de boas surpresas mas também de decepções pessoais. Precisava descansar, reorganizar as ideias e me preparar para poder seguir em direção de onde queria chegar dentro da instituição. Iria me dedicar para ser tão bom e tão notável quanto precisasse ser.

- Pessoal, vou me deitar, ainda sinto algumas dores - E então com um breve aceno de cabeça me distanciaria, retomando o plano traçado ao me dirigir ao local de repouso.

@T. Wall

Controle de Aventura:

Turno: 21

Ganhos:
▪ Ingresso na Marinha;
▪ B$250.000;
▪ Uniforme da Marinha;
Perdas: -X-

NPCS Conhecidos:
▪ Calêndola: Moça de cabelos ruivos, dócil, com conhecimentos médicos e que luta com sebons. Aspirante a marinheira
▪ Oken: Loiro, baixinho e barulhento. Sempre alegre e fala o que vem na cabeça. Aspirante a marinheiro
▪ Panchi: Careca, distraído e muito forte. Se destacou em todos os treinos físicos e derrubou vários piratas na luta contra Jinru, o Ganso. Aspirante a marinheiro
▪ Élida: Moça de cabelos lisos negros e tatuagem no rosto. Personalidade difícil, não gosta de Gracie. Aspirante a marinheira


Posted by: T. Wall Jul 3 2018, 04:25 PM
Em meio àquela profusão de sentimentos, sobretudo de autocobrança, Gracie pesava a autocrítica jogando sua mente numa série de pensamentos carregados. Estaria ele cobrando-se demais? Talvez, sobretudo, porque sua cabeça a mil não conseguia dar conta da continuação que vinha adiante.

Tenente Hammabell: A exemplo do agora Soldado Aprendiz (二等兵, Nitōhei), Ichi Panchi, existem três outros recrutas que mereceram a mesma promoção... - A tenente retomou o discurso. - Élida pela maturidade em se dirigir até a base e buscar reforços, assim como pela coordenação dos atiradores, vocês proveram a cobertura para seus companheiros no campo de batalha, parabéns! - Várias pessoas bateram palmas para seu desafeto particular que apenas olhou para você com um sorriso de certa superioridade.

Tenente Hammabell: Kishima Oken, sua destreza em combate também foram notáveis, além de sua aplicação durante o treinamento. Parabéns! - Novas palmas, Oken não continha em si mesmo, gargalhando fartamente. E, por fim... - Ringabell... - Seu nome foi dito pela tenente, que fez uma longa pausa. Os olhos se voltaram pra você que até então estava de cabeça baixa, com algumas mechas sobre a testa. - ... Um sobrenome não é nada. Mas uma atitude é tudo. No reporte do acontecido ouvimos de seus amigos que foi sua ideia ficar e lidar com o inimigo, enquanto alguns iam avisar à base. Apesar de arriscado, sua atitude foi digna de um verdadeiro líder. Ter a coragem de liderar, mesmo diante da incerteza do sucesso é algo para poucos...

Porém, a displicência no campo de batalha é paga com a vida, conforme você presenciou no caso dos piratas e, principalmente, de seu capitão. Merecidamente, pelo seu desprendimento no campo de batalha para salvar seu companheiro Ichi Panchi, também foi promovido à patente Soldado Aprendiz (二等兵, Nitōhei)!


Palmas, muitas palmas! Várias pessoas ao seu redor deram "tapinhas" em suas costas e Oken gargalhava seu "SHISHISHISHI!" característico. Cinco promoções naquele dia, todos que estavam ao seu redor. Não bastava apenas entrar na Marinha, mas já engatar uma promoção de cara é um feito e tanto!

Conte-nos, Gracie, como está se sentindo agora?



@Gracie

Posted by: Gracie Jul 7 2018, 09:58 AM
#3: Shells Town salva!


Ao ouvir meu sobrenome e a clara referência a mim, gelei. Paralisado no tempo e espaço, de olhar fixo, mãos rígidas e boca levemente aberta. Havia conseguido, apesar de tudo, havia conseguido. A onda prévia de auto-crítica foi varrida como uma ilha lavada por uma enchente, o coração saltou no peito e os pelos se eriçaram. Havia feito o meu melhor, colocado em prática tudo que aprenderam apenas para poder crescer naquela instituição, e agora fora recompensado. A alegria se espalhou como um calor nostálgico por todo meu corpo, me sentia leve, motivado e acima de tudo recompensado.

Não olhei ao redor, evitando contato visual com meus companheiros, estava eufórico mas contido, não queria demonstrar tantos sentimentos de uma vez, afinal de uma imagem que queria passar apesar de como estivesse por dentro. Por fim, o punho se fechou levemente e oscilou, em sinal de conquista, brevemente. "É melhor você se cuidar, velhote, eu to chegando!" - Uma peleja interna se montava em meu âmago, um duelo particular com as conquistas prévias de meu avô.

Por fim, me aproximaria do meu grupo de aliados, sérios, contendo o sorriso. O uniforme novo apertado nas mãos, e satisfação suficiente para preencher além de mim mesmo. - Conseguimos. Vamos descansar que amanhã teremos nosso primeiro dia como verdadeiros marinheiros! - A expressão era claramente uma parabenização, reconhecendo todos ali como um grupo e demonstrando o quanto esperava mais ainda que alcançássemos.

@T. Wall

Controle de Aventura:

Turno: 22

Ganhos:
▪ Ingresso na Marinha;
▪ Promoção a Soldado Aprendiz;
▪ B$250.000;
▪ Uniforme da Marinha;
Perdas: -X-

NPCS Conhecidos:

▪ Calêndola: Moça de cabelos ruivos, dócil, com conhecimentos médicos e que luta com sebons. Toma decisões importantes em combate e sabe como analisar o campo de batalha. Soldado de Primeira Classe.
▪ Oken: Loiro, baixinho e barulhento. Maníaco por espadas e reconhece vários oficias da marinha, provavelmente pelo seu fanatismo. Sempre alegre e fala o que vem na cabeça. Soldado Aprendiz.
▪ Panchi: Careca, distraído e muito forte. Se destacou em todos os treinos físicos e derrubou vários piratas na luta contra Jinru, o Ganso. Mal hábito de enfiar o dedo no nariz. Soldado Aprendiz
▪ Élida: Moça de cabelos lisos, negros e tatuagem no rosto. Personalidade difícil, não gosta de Gracie. Soldado Aprendiz


Posted by: T. Wall Jul 7 2018, 05:07 PM
Após as promoções, a Tenente Hammabell continuou:

Tenente Hammabell: Àqueles que não foram promovidos neste ato, não desanimem! - Falou com determinação. - A capitão-interino, John Doe, é um exemplo de como a persistência pode ser a chave para a progressão. Ele passou seus cinco primeiros anos numa base no North Blue treinando todos os dias. Ficou durante cinco anos como Zatsuyo, um mero ajudante, até que seus trabalho duro foi reconhecido e ele então foi mandado num navio para Logue Town e, depois, para a Grande Rota.

Nos mesmos cinco anos seguintes o antigo Zatsuyo se tornou um capitão e um dos mais valorosos companheiros que eu e a capitã Justance poderíamos ter. Sendo assim, não desanimem!
- Falou, por fim. - E sejam bem-vindos à marinha!

Marinheiros: Aye, Tenente-sama! - Responderam a maioria em uníssono.

Tenente Hammabell: Agora vão todos colocarem seus novos uniformes, para uma foto oficial da formação dessa primeira turma. Vão, vão! - Indicou a tenente, apontando para os vestiários.

No caminho, Gracie se aproxima de seus companheiros.

Calêndola: Anon... estou muito feliz por todos nós! - Disse a médica com as mãos abaixo dos seios, tímida.

Oken: Shishishishi... Falou a pessoa que teve a maior promoção. Você arrasa, Calêndola! - Brincou Oken.

Élida: Heh... Ringabell deve ter sido promovido por pena... - Provocou Élida, passando pelo grupo com alguns marinheiros que lhe acompanhavam nas risadas. Sem ficar para uma réplica.

Gracie, agora sim, narre como foi colocar a nova farda. Como foi a foto final da formação da turma (onde você ficou na foto, etc). E, por fim, como foi a noite. NPCs liberados para uso no próximo post (exceto Élida e Hammabell).

@Gracie

Posted by: Gracie Jul 11 2018, 08:01 PM
#3: Shells Town salva!


No vestiário era uma verdadeira baderna. Falavam alto, gargalhavam e davam tapinhas uns nas costas dos outros. Era notório que todos estavam bastante felizes por terem se tornado marinheiros. Oken, sem roupa alguma, dançava em cima de um dos bancos e logo outros quatro se juntaram ao rapaz, fazendo um versão tosca e vergonhosamente triste da dança cancan. Outros gritavam e aplaudiam a pequena exibição enquanto outros grupos continuavam com seus afazeres, vestindo seus uniformes, falando sobre sonhos e objetivos. Gracie, após furiosamente desviar o olhar de Oken, nu, vestiu o novo uniforme, em silêncio. Estava muito feliz para se importar com qualquer outra coisa, e olhar para baixo e ver a vestimenta o enchia de orgulho.

Alguns minutos em seguida, Panchi, distraído, topou no banco em que o grupo dançava, lançando o móvel para frente violentamente, obrigando os recém-formados marinheiros dançarinos a se esborracharam no chão. Neutro, o careca os fitou e com o dedo no nariz falou: [Panchi] - Cuidado - Os cinco bailarinos retrucaram com ameaças e desafios porém após o semblante de Ichi se fechar, cada um foi para um canto, amedrontados. Apesar do seu jeito desleixado, Panchi vestia seu uniforme recém-adquirido de maneira impecável, não havendo nenhum amassado, era óbvio que até o cabeça de vento estimava a instituição e respeitava sua tradição. Ao ver a cena, Gracie abriu um sorriso aliviado e deu um tapinha nas costas do amigo. [Gracie] - Hahaha, essa foi boa Ichi - E o careca devolveu com uma risada silenciosa.

Após finalmente todos estarem devidamente uniformizados, se retiraram em direção ao pátio. Neste já havia uma estrutura de madeira, montada pelos marinheiros mais antigos, uma espécie de arquibancada com vários níveis para permitir que todos aparecessem adequadamente na fotografia de recordação. As fileiras saindos dos vestiários masculino e feminino se amontoavam em frente a estrutura, esperando orientação. Calêndola chamava atenção de todos, no pequeno espaço de tempo ela havia feito pequenas mudanças no seu uniforme, notadamente permitindo que seus seios se acomodassem confortavelmente e que a roupa se adaptasse as suas curvas. Os cabelos ruivos estavam presos por uma sebon, deixando alguns fios ondulados soltos, em uma espécie de penteado que emitia um ar elegante. O jovem Ringabell a fitou por alguns instantes, a admirando, mas logo foi surpreendido por uma cotovelada de Oken em suas costelas. [Oken] - Ei, babão. Shishishis. Oe, Panchi seu desgraçado.. - E o loiro saiu em meio à multidão, gritando com o careca sobre quase ter machucado suas bolas douradas.

A gritaria de Oken chamou a atenção e a marinheira estrela do evento fitou Gracie. Se aproximou do rapaz, que manteve-se parado, e abriu um sorriso estonteante. [Calêndola] - Gracie-kun! Estou tão feliz~ nunca vou esquecer esse dia! - Antes mesmo que pudesse responder, um oficial chama a atenção de todos, pedindo que se organizem nas fileiras para a foto. Após um breve período de confusão todos conseguem se acomodar. Calêndola ficou na primeira fileira, central, outras moças se espalharam na fila da frente. Gracie e Oken ficaram lado a lado, um pouco mais a direita em uma fila do meio, enquanto Panchi estava logo atrás dos dois, lançando cacas de nariz despreocupadamente, incitando a fúria do loiro. Um grito pode ser ouvido, pedindo atenção a foto, e todos respiraram fundo, enchendo o peito, batendo continência em uníssono. o clarão irrompeu e a imagem daquela turma de recém-formados marinheiros ficou gravada eternamente em retratos que foram distribuídos a todos como recordação.

Logo ocorreu uma breve conversa, alguns chorando, outros correndo e festejando, e outros simplesmente satisfeitos em sua comemoração silenciosa. Por fim, os oficiais ordenaram que se recolhessem aos dormitórios pois no dia seguinte já estariam assumindo suas novas funções como verdadeiros marinheiros e não como meros aspirantes. Após as despedidas, cada um foi a seu devido dormitório, encerrando a noite.

@T. Wall

Controle de Aventura:

Turno: 23

Ganhos:
▪ Ingresso na Marinha;
▪ Promoção a Soldado Aprendiz;
▪ B$250.000;
▪ Uniforme da Marinha;
Perdas: -X-

NPCS Conhecidos:

▪ Calêndola: Moça de cabelos ruivos, dócil, com conhecimentos médicos e que luta com sebons. Toma decisões importantes em combate e sabe como analisar o campo de batalha. Soldado de Primeira Classe.
▪ Oken: Loiro, baixinho e barulhento. Maníaco por espadas e reconhece vários oficias da marinha, provavelmente pelo seu fanatismo. Sempre alegre e fala o que vem na cabeça. Soldado Aprendiz.
▪ Panchi: Careca, distraído e muito forte. Se destacou em todos os treinos físicos e derrubou vários piratas na luta contra Jinru, o Ganso. Mal hábito de enfiar o dedo no nariz. Soldado Aprendiz
▪ Élida: Moça de cabelos lisos, negros e tatuagem no rosto. Personalidade difícil, não gosta de Gracie. Soldado Aprendiz


Posted by: T. Wall Jul 13 2018, 11:46 AM
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Quinze dias se passaram desde a formação da primeira turma da base #153 da Marinha.

Os dias seguintes foram como todos os trinta anteriores a entrada. Muito trabalho, revezamento de tarefas. Hammabell não alisava ninguém, muito menos aqueles que receberam promoção. Calêndola estava atuando mais na enfermaria, ajudando alguns que se machucavam nas tarefas rotineiras. Oken, Panchi e você permaneciam na infantaria.

Enquanto Élida recebia treinamento com os atiradores.

Estamos no meio da tarde. Gracie, você está no pátio fazendo exercícios com os demais marinheiros, supervisionados pela tenente Hammabell que estava sentada numa mesa colocada embaixo de uma árvore, quando uma revoada de gaivotas dos correios revoa pelo pátio. Elas entregam alguns exemplares do http://rpgonepiece.com/index.php?showtopic=6307. Uma publicação mundial.

Alguns marinheiros pegam os exemplares e começam a folhear. Hammabell pega um e se senta na cadeira, abrindo um sorriso.

Oken: Shishishishi... fomos citados no jornal. Minha mãezinha falou, shishishishi! - Comentou o jovem Oken, dando sua risada característica.

Panchi: Huh, bacana... quando ela vai trazer aqueles quitutes da padaria aqui de novo? - Falou Panchi, com o característico dedo mindinho no nariz.

Oken: Em breve, Panchi... Oe... - Ele tem um estralo e sua cabeça fica imensa com dentes afiados: - FOI VOCÊ QUE COMEU MEUS QUITUTES?!

E ele começa a correr atrás de Panchi em círculos que fica rindo. Enquanto isso, um exemplo cai aos seus pés, Gracie. Ao lê-lo, vê que você foi citado. Conte-nos, no próximo post, sua reação a notícia.

@Gracie

Posted by: Gracie Jul 14 2018, 08:12 AM
#3: Shells Town salva!


Mais um dia de tranamento e a rotina se prolongava. Ao contrário dos primeiros dias, as tarefas agora pareciam mais fáceis e triviais, fazendo parte do dia-a-dia dos novos marinheiros. Os gritos de Oken ameaçando Panchi, que parecia bastante distraído olhando para o céu enquanto corria do loiro, faziam meus ouvidos doerem. Me distanciei da dupla, procurando um pouco de paz e uma das edições caiu aos meus pés. Olhei o jornal por alguns instantes, pensativo sobre o que teriam falado sobre nós e lembrei-me que logo após a batalha com Jinru um jornalista havia feito algumas perguntas, se aproveitando do calor do momento.

[Gracie] - Hmm - Os cabelos negros desgrenhados caiam ao rosto ao me abaixar, e logo levantava passando a mão nas madeixas, as lançando para trás despreocupadamente. Buscando uma sombra próxima, me mantive em pé, agora com o jornal aberto nas mãos. Passei os olhos nas diversas notícias, focando em apenas identificar o que falavam de Shells Town. Não estava ansioso ou algo semelhante, mas naquele momento não tinha interesse em saber outras informações, poderia ler o jornal com calma a noite. Finalmente encontrei, e o orgulho encheu meu peito. Não especificamente por terem me citado ou por, apesar de tudo, minha resposta ter sido satisfatoriamente séria. Estava feliz por nossa Base estar sendo reconhecida como uma força da Justiça em Shells Town. Estava realmente feliz por afastar a larga sombra que pairava sobre a reputação dos marinheiros da ilha, antes tidos como injustos e opressores. Aos poucos, mudaríamos a história, não só daquela pequena ilha mas de todo o mundo.

[Gracie] - Guruguruguru - A risada gutural saia por entre os dentes expostos em um sorriso satisfatório. Fechei o jornal e o dobrei ao meio, o guardando nas vestes para leitura posterior. Então, segui onde o trabalho em aguardava, ainda com a dupla fazendo galhofa. [Gracie] - Ei, seus desgraçados, vão trabalhar! - A brincadeira infantil havia me tirado do sério, e o grito autoritário saíra instintivamente. Acreditava que os dois idiotas seriam úteis novamente na hora que fosse preciso. Tentava acreditar.

@T. Wall

Controle de Aventura:

Turno: 24

Ganhos:
▪ Ingresso na Marinha;
▪ Promoção a Soldado Aprendiz;
▪ B$250.000;
▪ Uniforme da Marinha;
Perdas: -X-

NPCS Conhecidos:

▪ Calêndola: Moça de cabelos ruivos, dócil, com conhecimentos médicos e que luta com sebons. Toma decisões importantes em combate e sabe como analisar o campo de batalha. Soldado de Primeira Classe.
▪ Oken: Loiro, baixinho e barulhento. Maníaco por espadas e reconhece vários oficias da marinha, provavelmente pelo seu fanatismo. Sempre alegre e fala o que vem na cabeça. Soldado Aprendiz.
▪ Panchi: Careca, distraído e muito forte. Se destacou em todos os treinos físicos e derrubou vários piratas na luta contra Jinru, o Ganso. Mal hábito de enfiar o dedo no nariz. Soldado Aprendiz
▪ Élida: Moça de cabelos lisos, negros e tatuagem no rosto. Personalidade difícil, não gosto dela. Soldado Aprendiz
▪ Tenente Hammabell: É a oficial que administra a Base de Shells Town, sendo responsável por toda organização e comandos, já que o Cap. John Doe não se preocupa com tais "trivialidades". Deveria utilizar roupas mais decentes.
▪ Cap. John Doe: Claramente tem problemas com responsabilidades e realização de tarefas. Porém é muito poderoso e quando é necessário assume a posição de líder, mostrando porque é um Capitão da Marinha. Tem um estranho poder de se multiplicar.


Posted by: T. Wall Jul 14 2018, 12:41 PM
(...)

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Em algum lugar da Grande Rota


Passos apressados vinham do interior do convés.

Um marinheiro com uma cicatriz que vinha acima do supercílio esquerdo até abaixo da bochecha abria uma porta. De costas, numa grande cadeira de couro marrom um homem de cabelos grisalhos fumava um cigarro de palha. A fumaça exalava com certa insistência, ao passo que uma xícara de café recém passado lançava também sua fumaça em cima de uma mesa de mogno envernizada.

Ali, alguns papéis e um porta retrato com a foto de dois homens. Um mais velho, com cabelos negros e um garotinho com o cabelo da mesma cor sorrindo.

Marinheiro: Coc-contra almirante! - O homem com a cicatriz usava um terno azul e, por cima, um sobretudo branco somente sobre os ombros característico das mais altas patentes da marinha.

???: Hum?! O que foi, Spades? - Indagou o homem, virando a cadeira. Muda-se a câmera, o homem sentado continua de costas, enquanto o com a cicatriz bate continência e coloca uma edição do jornal sobre a mesa.

Spades: Chegou a mais recente edição do Jornal do Oceano, olhe... - Uma página já estava dobrada e marcada. O contra almirante sentado observa o papel, pegando com uma das mãos, lendo-o lentamente. Em seguida bate com o mesmo na mesa.

???: Guruguruguru, guruguruguru... - O senhor, com seu jeito estranho, gargalhava. O outro, percebendo a alegria deste, também gargalha. Ele aponta uma cadeira para que o outro sentasse. E ambos começam a conversar:

Spades: Quem diria, huh? Mais um Ringabell para a corporação...

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RINGABELL ULYSSES
contra-almirante da marinha (Grande Rota)


Ulysses Ringabell: Hah, eu tinha certeza que meu neto seguiria meus passos, assim como um mais um são dois, Spades! E veja só, no primeiro mês, já sai no jornal... Guruguruguru... Não podia esperar menos!

E os dois continuam confabulando.

Do outro lado do oceano, em Shells Town, você nem imaginava das repercussões daquela notícia. Continuava fazendo seu serviço com zelo e empenho. Quem sabe, em breve, não estaria na Grande Rota e poderia encontrar seu avô?

O tempo, Gracie, é relativo. E trilhar o caminho da retidão parece ser seu destino...

Off: Fique à vontade para fazer um post de encerramento para seu personagem nessa aventura.

QUOTE
Evolução da aventura: Concluída (+40 XP)
Nível da aventura: Blue (00 XP)
Nível da escrita: Normal (+10 XP)
Nível de interpretação:Excelente (+30 XP)
Nível de interatividade: Excelente (+20 XP)
Intensidade de postagem: Assíduo (+10 XP)
Integrantes da missão: Solo (+00 XP)
Total: +110 XP

Gemas: +4 (Bom)
Fama de Facção: +7
Fama Global: 0

Itens recebidos:

Uniforme da marinha
Descrição: Marinheiros pertencentes a essa categoria base utilizam uniforme padrão, composto por uma camisa branca com botões e o símbolo da marinha estampado nas costas, lenço azul em volta do pescoço, calça azul marinho, bota preta, e um boné escrito "marine".
Bônus: Interpretativo
Valor: B$ 0,00

Promoção de patente: Soldado Aprendiz (二等兵, Nitōhei)

Itens perdidos: n/a

Dinheiro total: B$ 250.000,00

Observações:

Não tenho muitos comentários a você, Gracie.

Essa foi uma das aventuras que peguei do começo, com um jogador que estava começando no fórum e tinha um objetivo muito claro. Isso ajuda DEMAIS na hora da construção da narrativa. Eu tenho um tipo de narração mais aberto, eu gosto de deixar com que o jogador crie o cenário comigo, tanto que todos os NPCs que ficaram próximos a você foram criação sua, a exceção de Calêndola que foi um gatilho.

Eu gosto da forma como você interpreta, gosto do seu personagem, gosto das decisões que você toma, até mesmo assumindo alguns riscos. O background do seu personagem também é rico e isso ajudou demais. Eu tentei fazer algo chato como o ingresso na marinha se tornasse algo útil e divertido, enriquecedor ao seu personagem. Acredito que conseguimos cumprir o papel, tanto que a aventura foi ao Jornal do Oceano.

Enfim, agradeço pela oportunidade e um grande abraço!

Ademais, posso continuar narrando para você, se assim quiser. Só preciso que confirme no próximo post ou via MP. Se não quiser, só deixar claro também e segue o baile.

Paz e bem!

Chegamos ao final da aventura! Caso queira, poderá postar um encerramento do mesmo. Não se esqueça de fazer a avaliação como narrador, seguindo os parâmetros do fórum.



@Gracie

Posted by: Gracie Jul 14 2018, 05:49 PM
#3: Shells Town salva!


O dia se findava e o pôr do sol pintava de laranja as nuvens que lentamente transitavam no céu. O clima estava agradável e uma brisa soprava vinda do mar. Sem dúvidas era um excelente fim de tarde, se não fosse pelo grupo claramente exausto no pátio da Base da Marinha de Shells Town. Oken, Panchi e Gracie guardavam finalmente os utensílios, tendo terminado as tarefas ordenadas. Apesar de cansados estavam satisfeitos, a rotina árdua e os longos treinos já era parte de seu dia-a-dia, fornecendo um sentimento de satisfação ao completá-los. O trio conversava, o loiro falava alto com gestos amplos, o careca vasculhava o nariz enquanto olhava ao redor, respondendo brevemente e Ringabell tentava disciplinar os colegas, claramente sem sucesso, apenas fazendo parte do diálogo em seguida. Para qualquer um de fora era óbvio que se tornavam cada vez mais próximos.

Vinda do outro lado do pátio, de dentro da edificação uma moça ruiva de seios fartos e olhos sinceros ia de encontro ao trio de rapazes. Ela mostrava um bolo delicadamente preparado que o trio saberia algum tempo depois que foi um presente de um dos pacientes da enfermaria onde a moça servia como médica. Apesar disso, os quatros devoraram a refeição como janta, em meio a gargalhadas. Se alongaram no refeitório, até finalmente serem expulsos pela responsável pela cozinha.

Tarde da noite, já banhados e de roupas limpas os quatro amigos se encontravam no alto de um dos muros da base, apontando para o céu estrelado.

[Oken] - Eu vou conseguir uma Meitou e com ela vou acabar com todos os criminosos SHISHSISHSI - O loiro bradava, de braços abertos para o alto, sobre o parapeito da muralha.

[Calêndola] - Vou seguir os passos da minha vó, me tornar uma grande marinheira e com a medicina salvar o máximo de inocentes possível. - A ruiva discursava quase como um pedido, de olhos fechados e sorriso largo.

[Panchi] - Tão brilhante... - O careca continuava perdido.

[Gracie] - Vamos tomar as rédeas do mundo, e suprimir o mal. - Falava o jovem, com a imagem de seu pai na mente.

Aquela noite ficaria gravada na mente daqueles quatro, como a fatídica noite de suas promessas, e como a marca de sua aliança.

@T. Wall

Controle de Aventura:

Turno: 25

Ganhos:
▪ Ingresso na Marinha;
▪ Promoção a Soldado Aprendiz;
▪ B$250.000;
▪ Uniforme da Marinha;
Perdas: -X-

NPCS Conhecidos:

▪ Calêndola: Moça de cabelos ruivos, dócil, com conhecimentos médicos e que luta com sebons. Toma decisões importantes em combate e sabe como analisar o campo de batalha. Soldado de Primeira Classe.
▪ Oken: Loiro, baixinho e barulhento. Maníaco por espadas e reconhece vários oficias da marinha, provavelmente pelo seu fanatismo. Sempre alegre e fala o que vem na cabeça. Soldado Aprendiz.
▪ Panchi: Careca, distraído e muito forte. Se destacou em todos os treinos físicos e derrubou vários piratas na luta contra Jinru, o Ganso. Mal hábito de enfiar o dedo no nariz. Soldado Aprendiz
▪ Élida: Moça de cabelos lisos, negros e tatuagem no rosto. Personalidade difícil, não gosto dela. Soldado Aprendiz
▪ Tenente Hammabell: É a oficial que administra a Base de Shells Town, sendo responsável por toda organização e comandos, já que o Cap. John Doe não se preocupa com tais "trivialidades". Deveria utilizar roupas mais decentes.
▪ Cap. John Doe: Claramente tem problemas com responsabilidades e realização de tarefas. Porém é muito poderoso e quando é necessário assume a posição de líder, mostrando porque é um Capitão da Marinha. Tem um estranho poder de se multiplicar.



QUOTE

Avaliação do Narrador

Posta dentro do Prazo (48h por post)? 25
25- Postou até antes sempre. (Média maior que 3 posts a cada 48h)

Enredo e desenvolvimento? 25
25 - História e Narrativa muito boas

Julgamento de ações: 25
25- Excelente. Sua combinação de ações, análise dos efeitos das técnicas sobre o oponente e sobre mim, não me deixam reclamar.

Escrita: 25
25- Excelente, o narrador descreve tudo com cuidado. Deixa o texto coeso e as cenas muito bem interligadas. Chega a deixar a leitura empolgante pela combinação das cenas e suas descrições.

*-* Jiji! UAHAUHA Curti muito a aventura Wall e também de ter deixado eu participar da construção da história mais ativamente. E vamos para a próxima aventura!!

http://i.imgur.com/CZGVweN.gif

Posted by: Yusuke Urameshi Jul 17 2018, 09:15 PM
Avaliação:

QUOTE

@Gracie - Uma aventura parecendo ter dois narradores, o que só foi possível com a criatividade vista pelos dois lados. E mais importante seguindo sempre uma coerência. Foi muito legal de acompanhar o trabalho de vocês.


Pontos positivos:
-Criatividade com limite, como teve carta branca para criar NPCs para interagir com o seu personagem, mostrou respeitar os limites que poderia chegar com eles. O que gerou um ótimo resultado. Não demonstrou extrapolar essa "liberdade" que recebeu, e isso é muito bom.

-Mesmo sendo a primeira aventura, mostrou grande qualidade em detalhes de seu personagem, que imagino só melhorar daqui para frente.

Pontos negativos:
-Na próxima aventura tente adicionar junto a sua narração algumas de suas vantagens, não necessariamente usar o tempo todo, mas nos momentos corretos. Como por exemplo poderia ter usado a sua "Sorte" para lhe auxiliar em algum momento. E assim com as demais também.
Dae só colocar junto aquele seu spoiler no final do seu post, as informações de tal vantagem.


Vou ajustar o ganho de fama de acordo com os seguintes itens:

Sucesso da missão: Blues (+1) - Se tornou marinheiro.
Captura de alvo(s)/criminoso(s) com vida*: Blues (+1) - Ajudou a prender, vigiar e escoltar.
Apreender e/ou destruir recursos de facções adversárias: Blues (+1) - No post do player houve menção ao confiscamento do navio e pertences dos piratas.

Estou retirando os seguintes itens do ganho de fama:

Derrotar e/ou Capturar NPC importante: Blues (+3) - Tanto a luta como a finalização dela foi mérito do Capitão John Doe.
Salvar cidade ou ilha: Blues (+3) - Mais uma vez méritos do Capitão John Doe, que alem de neutralizar o líder adversário que gerou a rendição automática dos subordinados. Alem de conseguir evitar danos das bolas de canhão.

Obs: Não estou dizendo que não houve o minimo de assistência, mas sendo sincero, sem a presença de alguém como o Capitão ou pelo menos a Tenente, seria um banho de sangue unilateral.

Recompensa:
+110 XP;
+4 Gemas;
+3 Fama de Facção;
+Promoção de patente: Soldado Aprendiz (二等兵, Nitōhei);
+Salario: B$ 250.000,00;
+Itens:
Uniforme da marinha
Descrição: Marinheiros pertencentes a essa categoria base utilizam uniforme padrão, composto por uma camisa branca com botões e o símbolo da marinha estampado nas costas, lenço azul em volta do pescoço, calça azul marinho, bota preta, e um boné escrito "marine".
Bônus: Interpretativo
Valor: B$ 0,00



Perdas:
-x-



QUOTE
@T. Wall - Utilizou de uma narrativa um pouco arriscada, que é deixar o player ajudar a construir um pouco que que fica em sua volta. Mas não houve problemas, graças ao trabalho de ambos. Em particular foi bem legal que mesmo dando essa "liberdade", você sempre se mostrou presente para dizer os limites que poderia ir.

Realmente algo desse tipo deu outra forma de lidar com esse começo, que muitas vezes é muito chato ao entrar na marinha.

Minha unica ressalva de grande importância é na figura(imagem) que escolheu(ou o player escolheu) para ser Ulysses Ringabell. Devido já possuir um NPC em http://rpgonepiece.com/index.php?showtopic=32 que tem essa imagem, e não só isso, também é da marinha, só que no caso ele é Tenente.
Então no futuro sugiro escolher outra imagem para o Ulysses Ringabell.

Tirando isso, esta fazendo um excelente trabalho como narrador. Mostrando melhoras a cada aventura que acabei avaliando de uns tempos para cá.


Recompensa:
+25 XP;
+2 Gemas.


Duvidas, reclamações ou elogios só me mandar PM.
http://i.imgur.com/fwZi6on.gif

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