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 Cap 01 - Rising, A Ilha do Destino
Zed
 Posted: Dec 21 2016, 03:09 PM
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Zed




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Algum tempo atrás…

O mar estava feroz naquele dia. Ondas enormes que faziam o navio balançar violentamente, mesmo guerreiros de longa data que estavam acostumado com as mais variáveis situações estavam enjoados pelo Convés. “Merda... “ A chuva constante atrapalhava minha visão, não apenas isso, o céu estava coberto de nuvens escuras dificultando ainda mais meu trabalho. – FIQUEM CALMOS! – Berrei aos companheiros que pareciam assustados. – Uma tempestade como essa não é nada, os deuses estão do nosso lado! – Pois é.... Mas não estavam.

Não muito tempo depois fomos engolidos por uma enorme onda e minha memória então se tornava um borrão.

Atualmente...

Ainda me recuperava aos poucos do quase afogamento. Sozinho consegui expelir a agua de meus pulmões, mas ainda estava enfraquecido e cansado. “Que lugar é esse?” Me perguntei analisando o que estava em minha volta. – Gwyniâ? – De fato sua geografia de certa forma era semelhante, coberta em gelo e sem muitos recursos em volta. Mas ainda assim parecia ter suas diferenças de minha terra natal.

- O que aconteceu com os outros? – Olhei em volta procurando por companheiros que pudessem ter sobrevivido ao desastre. Também procurava por minhas armas. Checando rapidamente notei falta de meu escudo, provavelmente perdido no fundo do mar, por sorte o machado que meu irmão havia feito antes da grande viagem ainda estava intacto preso ao meu cinto. Saque-o e usei como apoio para me levantar, como dito anteriormente, não estava em minhas melhores condições.

“O que eu faço? Procuro por eles? Espero aqui? ” Desde que me lembrava, não era a primeira vez que me encontrava completamente sozinho e perdido, mas em todas as vezes que isso havia acontecido em minha adolescência/infância, ao menos sabia que minha vila estava por perto e que haviam esperanças, mas desta vez me parecia diferente, naquelas terras possivelmente hostis não tinha ninguém para contar, ninguém além de mim mesmo e dos conhecimentos que havia adquirido ao longo dos anos.

“Eu vou procurar por eles depois. Por hora eu preciso arrumar um abrigo e comida. ” Se soubesse sobre a existência de vilas próximas, poderia procurar por elas, mas apenas saberia caso conseguisse avistar do lugar onde estava. Até onde bem sabia, podia estar em um único bloco flutuante com nada além de algumas árvores e gelo.(Presumi que tem arvores na ilha e na zona onde estou.)

“Por hora... Comida... “ Já era capaz de sentir o estomago roncar. Quanto tempo havia passado desde o naufrágio? Bom, teria tempo de refletir sobre isso depois. Seguiria meu caminho, a princípio a esmos, mas atento aos meus arredores, tentando fazer um reconhecimento da região e também tentando marcar em minha memória pontos mais importantes aos quais poderia precisar ou querer retornar depois.

Para evitar ficar perdido, iria marcar algumas arvores com meu machado. Não usaria símbolos como setas, isso poderia facilitar que inimigos me encontrasse, usaria marcações que apenas eu mesmo poderia interpretar e que para qualquer outro iriam apenas ser símbolos que qualquer idiota pudesse ter feito.

Embora não tivesse muita esperança de encontrar arvores com frutos ou quaisquer ervas comestíveis, não podia simplesmente ignorar este conhecimento. Mesmo nos piores terrenos plantas ainda muitas vezes eram capazes de sobreviver. E não importando o quão faminto pudesse estar, sempre verificaria a procedência do alimento, para garantir que ele não fosse venenoso.

Tudo bem, não era um grande expert em venenos, mas ainda assim meus anos sobrevivendo nos campos de batalha me permitiam ter boas pistas. Mas claro, haviam outras formas de se conseguir comida por ali. Animais eram uma das principais.

Pessoas comuns poderiam sentir-se enojadas ou intimidadas se comessem as mesmas coisas que meu povo, felizmente, não tinha este problema, era capaz de comer qualquer coisa uma vez que ela estivesse morta e preferencialmente um pouco cozida, mas até mesmo carne crua seria um banquete naquela situação.

Caso tivesse ou não sucesso em encontrar comida. O passo seguinte seria procurar por abrigo. Uma caverna que pudesse me proteger do frio, ou uma região com arvores em um formato estratégico, na verdade não era importante, a única coisa que precisava no momento era um lugar onde pudesse sentar, criar uma fogueira e assar qualquer coisa.

Objetivos:
[ ] Me tornar regente da ilha.

This post has been edited by Zed: Dec 21 2016, 10:41 PM
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Corvo
 Posted: Dec 22 2016, 06:11 AM
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Corvo




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Reconhecimento.


Crowley POV
O navio que eu usava para viajar terminava de afundar a alguns quilômetros da costa, tenho que me lembrar de nunca mais aceitar ir em nenhum navio tão precário, meu gracioso companheiro, Wilber, nós salvou de afundarmos no mar, ainda bem, eu nunca conseguiria sair daquele lugar sem ajuda, eu realmente não gosto do mar.

Por hora, acho melhor procurar um lugar algum lugar para acampar. Não deveria atacar humanos em primeira instancia, se quiser conseguir algo nessa ilha, seria bom causar uma boa impressão. Eu subiria nas costas do meu pássaro. - Wilber, hora de voar, vamos ver se tem algo de útil nesse lugar. Precisamos de uma lugar bom para acampar, e algo para comer.

Wilber POV

Mestre parecia que estava bem, pobre mestre, mesmo com asas não consegue voar. Não importa, eu levarei meu mestre aonde ele precisar. Eu ergueria vôo, voando baixo, apenas alguns metros acima das arvores, por segurança. Voando pela ilha, a procura de algum animal de porte médio, que estivesse sozinho.

Assim que avistasse o animal, eu desceria em um rasante em direção a presa, o acertaria com as garras das patas, não só perfurando, mas prendendo. Se a presa não morresse naquele instante, eu subiria voo, ainda a segurando, assim que subisse quinze metros do solo, eu soltaria a presa, para que ela morresse com o impacto no chão. Depois eu pegaria o cadáver, comendo logo qualquer parte que houvesse se separado do torço, e levando o resto do animal com as patas.

Em seguida, eu procuraria alguma clareira, um lugar mais aberto, o mestre gostava de assar as presas as vezes, nunca compreendi isso, mas ele é o mestre, ele sabe o que faz.

Crowley POV

Agora temos nossa comida, excelente. Eu procuraria alguns galhos do chão, e cortaria com a foice alguns galhos mais secos e folhas secas também. Eu limparia qualquer neve de um pequeno espaço para colocar os galhos, para não criar problemas. Então armaria uma pequena fogueira, mas ainda não a acenderia.

Eu pegaria o resto do animal, e cortaria com a foice uma parte para só aquela minha refeição, depois arrancaria a pele apenas dessa parte que eu iria comer. Todo o resto do animal, jogaria para meu animal comer, ele gostava de comida crua. A carne não estaria muito salgada, bem, o gosto natural do animal já seria o suficiente.

Eu usaria um galho seco e algumas folhas secas, protegidas pelos outros galhos, e então giraria o galho seco sobre as folhas ate criar fogo, depois esperaria crescer um pouco, eu tiraria a mascara de corvo, e a proteção do meu rosto, e sopraria um pouco para fazer a chama crescer. Depois do fogo pronto, eu colocaria a lamina da foice sobre o fogo, e colocaria o pedaço de carne sobre a lamina da foice, depois de algum tempo, eu viraria a carne usando dois galhos. Tiraria a carne antes dela ficar bem passada, eu preferia carne mal passada, mantém mais o gosto. Eu fincaria um galho na carne depois de pronta, e comeria como espeto(s).

Depois de comer, eu colocaria o protetor de rosto, e a mascara. Pegaria neve com as mãos e apagaria a fogueira, ficar com aquilo muito tempo aberto poderia chamar atenção, se fossem apenas animais, não teria problema, afinal nunca tive problema com tais, e duvido alguma fera ter coragem de enfrentar meu pet. O problema seria achar algum humano, humanos podem ser bem mais perigoso de bestas, esse é um dos motivos de eu adorá-los.

Wilber POV

Enquanto meu mestre criava o fogo, eu me alimentaria, era tão bom comer, pena não ser carne podre, eu adoro o gosto forte, e aquelas minhocas que vêem junto são deliciosas. Eu bicaria a carne, e usaria minhas patas para rasgar os pedaços,e depois engoliria.

Enquanto meu mestre se alimentava, eu sobrevoaria o local que estávamos, em circulo, para observar e mostrar que aquele era meu território, e olhar bem para ver se nenhum intruso iria entrar ali.



This post has been edited by Corvo: Dec 22 2016, 03:14 PM

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Maelstrom
 Posted: Dec 22 2016, 11:37 PM
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Maelstrom




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O vento uivava enquanto passava gélido pela paisagem invernal da praia da ilha, ondas se quebravam sobre a areia sob o céu nublado em um abraço violento. Uma sombra aparecia na água, um pescador num barquinho próximo via o enorme ponto cinza se formar na água e o observava a caminho da areia achando que eram peixes. No entanto não eram peixes, nem nada muito comum para todos ali, a figura que se erguia em meio as ondas

A água salgada escorria pela lisa casca de Maelstrom enquanto suas patas cravam a areia em um movimento rítmico, desengonçado e de tom sinistro; com o som de patas como as de uma aranha gigante o tritão aos poucos saia da água e atravessava a areia com suas garras cheias de água do mar e a vontade escassa de boas intenções.

A primeira vontade do tritão era se armar, então ele precisa arranjar materiais para fazer algum veneno e maneiras de carregá-lo. Com esse pensamento em mãos e água do mar a secar em sua casca, o tritão andava pelas ruas da cidade em busca de duas coisas, uma loja de ervas para comprar plantas venenosas ou um bar, a criatura entraria no primeiro que visse desses.



Objetivos da aventura:
Produzir veneno(s), encontrar com os outros, me tornar pirata e conseguir alguma recompensa.

OFF:
1 post fraco, ainda me acostumando ao estilo do forum

This post has been edited by Maelstrom: Dec 22 2016, 11:38 PM

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Wednesday
 Posted: Dec 29 2016, 09:29 PM
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Wednesday




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Zed acordava do desmaio que teve devido ao acidente marítimo e por muita sorte consegue tirar sozinho as águas que estavam em seus pulmões.
Ele ainda estava enfraquecido por conta de seu acidente , mas logo se levanta e parte em busca de suprimentos e abrigo.

O frio era intenso naquela ilha, qualquer pessoa comum poderia começar a passar mal em poucos minutos exposto aquele frio, mas o jovem aventureiro vinha de um povo que aguentava tal clima com firmeza. A ilha fazia com que Zed por um momento pensasse estar em outra ilha, mas ele sabia que certamente não estava onde pensava estar.
Mesmo o frio estando em condições absurdas Zed seguia sem muitas dificuldades ilha adentro, sua única preocupação era a fome e de fato era preocupante, pois seu estômago parecia estar querendo comer as próprias tripas de tão faminto que estava.

Enquanto seguia adiante o jovem tentava mentalizar o caminho de onde vinha, mas a paisagem até o momento só apresentava blocos de gelos e neve por todo lado. Ele via ao fundo algumas árvores com a copa cheia de neve, mas ainda parecia distante, certamente deveria caminhar mais um bucado para chegar até aquelas árvores.

Demorou cerca de 25 minutos para que Zed chegasse até aquela pequena região que continha árvores, mesmo ele sendo provindo de um povo resistente a aquele clima, ele sentia a fadiga e em determinado momento ele cambaleia um pouco. Suas pernas estavam exaustas e ele não havia percebido, o frio parecia estar afetando os sentidos de seu corpo e ficaria pior caso ele não repusesse suas energias.

Ele examinava as árvores em busca de frutos, mas nenhuma parecia oferecer tais alimentos, sem muita esperanças Zed caminhava já com algum esforço em meio aquelas árvores em busca de algo que pudesse comer então eis que ele vê algo na neve.
Parecia patas de algum animal, eram pequenas em seu diâmetro e estavam fundas na neve, isso era sinal de que havia passado por ali havia pouco tempo. O rastro seguia adiante no meio das árvores.

Agora só o jovem viking poderia nos dizer o que acontecerá a seguir!


ENQUANTO ISSO ALGUMAS CENTENAS DE METROS DE DISTÂNCIA.....

Wilber pousa na ilha gelada depois de pegar carona nas costas de seu corvo gigante e logo demonstra sua frustração em ver que seu navio havia naufragado.
Não demorou muito para que percebesse que aquela ilha era muito fria e percebendo isso ele tenta arrumar algum abrigo, talvez não tenha sido a melhor ideia montar no seu megazord, digo, corvo gigante e buscar por abrigo, pois o vento gelado rasgava sua pele com o frio e fazia com que o aventureiro tremesse bruscamente. Sua roupa ajudava a cobrir o frio mas diante do frio daquela ilha ela (roupa) não era o suficiente para que Wilber ficasse intacto.

O corvo de Wilber encontrava uma presa e rapidamente a abatia. O aventureiro enfim chegava ao solo e agradecia por estar ali onde o vento estava mais ameno.
Descendo das costas de seu pet o médico observa que seu corvo abateu um lindo coelho branco, que agora sangrava pelos ferimentos das garras que o seu pet havia feito.

Não era grande coisa mas por hora servia para saciar o aventureiro e seu grande corvo.

Wilber podia ver um ponto verde a uma certa distância de onde estava, certamente aquilo eram árvores.
Tendo isso em mente Wilber segue rumo as árvores e demorando uns 15 minutos para que chegasse ao local ele começa a preparar uma fogueira com os galhos de árvores que ali tinham. O frio estava insuportável para o jovem aventureiro e isso começava a afetar seu corpo. Suas mãos já não mexiam como ele ordenava e suas pernas tinham um pequeno atraso no movimento. Certamente se ele ficasse muito mais exposto naquele tempo ele não sairia vivo daquela situação.

Wilber tentava criar uma fogueira, mas o vento da ilha atrapalhava sua intenção, demorou um pouco para que ele conseguisse de fato acender a pequena fogueira que havia projetado. O fogo aliviava suas mãos e trazia um grande conforto para o aventureiro, o fogo também trazia o cozimento da carne que ele havia pego anteriormente e logo ele se alimenta junto com seu companheiro silvestre.

Apesar do sucesso em se alimentar, o aventureiro ainda estava exposto ao frio congelante da ilha e isso não era bom. O fogo havia espantado os sintomas que havia sentido anteriormente, mas se ficasse mais tempo naquele frio os sintomas voltariam.
Enquanto pensava, Wilber também escutava pequenos sons vindos de algum lugar, ele não conseguia identificar de onde vinha e nem se estava perto, será alguma ameaça ou algum humano perigoso??

Wilber havia se alimentado e criado uma fogueira para si em meio aquela pequena floresta, mas e agora o que ele faria a seguir?


ENQUANTO ISSO DO OUTRO LADO DA ILHA.....

Um pescador avistava algo no mar e logo essa coisa o surpreendia se mostrando ser um camarão gigantesco.
O pescador se assusta com a cena e logo se alarda. a aparência assustadora do tritão fazia com que o pescador entrasse em desespero e com isso o pescador arremessa uma lança em direção ao camarão que cai a alguns metros dele e finca no chão cheio de neve.

- PESSOAL VENHAM VER ISSO!!! É UM MONSTRO!! NÃO DEIXEM ELE IR PARA A ILHA, NOSSAS FAMÍLIAS ESTÃO EM PERIGO!!

Ao dizer isso, outros 3 tripulantes aparecem munidos de lanças e pedaços de ferro, todos pareciam bem assustados com a cena que viam.

Enquanto que os pescadores estavam em completo desespero, o tritão observava aquela situação, mas antes disso tudo acontecer, enquanto ele ainda saia da água o frio tomava conta de seu corpo. Ao primeiro passo fora d'água o tritão sentia a geada fria da ilha e arregalava os olhos por conta do frio absurdo que sentia.

Apesar da grossa pele que ele tinha, sua espécie de camarão era nativa de águas tropicais, logo não era acostumado ao frio e isso fazia com que o aventureiro tivesse grandes danos ao corpo.
Suas patas perdiam a sensibilidade rapidamente, seus movimentos pareciam estar retardados pelo frio e ele sentia que se ficasse mais exposto aquele frio poderia acabar morrendo. Definitivamente sair da água e ir direto para aquela geada era algo assustador de se fazer.

Maelstrom podia ver algumas casas a algumas centenas de metros de distância, parecia uma vila, mas sua condição física em relação ao frio tenderia a piorar rapidamente se não fizesse nada para amenizar o frio. Contanto, o tritão podia notar que aquela embarcação poderia ajudar em seu problema. Os humanos tinham roupas e o pequeno navio certamente tinha quarto para seus tripulantes.

O que faria por agora o bestial?

----- Odin Wednesday ----- Arqueólogo -----







Olá pessoal, primeiro post em sua aventura espero que gostem!

Gostaria que o Maesltrom colocasse a ficha em seu perfil para que eu pudesse acessar com mais facilidade.

Posso postar a cada 3 dias, mas acredito que por ser aventura em bando é normal que fiquemos mais tempo numa rodada.

Por favor, não sumam!! Avisem caso forem viajar ou algo do tipo.

Estejam conscientes que vocês são level 1, ou seja, são humanos quase normais (exceto pelo Maesltrom kk)

Qualquer dúvida, sugestão ou crítica me chamem no skype,zap ou PM aqui no jogo, vou sempre tentar resolver suas tretas!

Bom jogo a todos!




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Zed
 Posted: Dec 30 2016, 02:18 AM
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Zed




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Zed is Offline

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Durante um tempo perambulei pela neve faminto e enfraquecido devido ao últimos acontecimentos. “Por onde quer que eu ande só tem gelo por aqui. ” A princípio aquela ilha não parecia ter indicio de civilização, ou talvez apenas não tivesse sido capaz de alcança-la. Ao menos, algo havia sido captado por meus olhos. Um rastro de um animal pequeno na neve.

“Um coelho? “ Era o que podia presumir a princípio. Pareciam frescas, então ainda era possível persegui-lo. “Quem diria, eu caçando um coelho pra não morrer sozinho no meio do nada.” Antes de nossa partida havia como de costume sido oferecido sacrifícios aos deuses, para que tivéssemos uma viagem segura e sem contratempos, mas aparentemente desta vez não havia sido oferecido o suficiente, ou mesmo fosse meu destino ter sido separado de meus colegas. Talvez uma provação divina, mas ainda era incapaz de saber, meu único foco era conseguir me alimentar.

Seguiria a trilha já com o machado em mãos. Iria me atentar aos arredores, sons mesmo que mínimos não seriam tolerados passar despercebidos. Não apenas aos animais que pudessem habitar a região, mas para a presença de outros humanos que pudessem estar perambulando pela região, não seria estranho caso houvesse uma vila pelas redondezas.

Uma vez que conseguisse encontrar o animal que rastreava, iria tentar abate-lo com o machado antes que ele pudesse me notar ou fugir. Não era um expert na arte da caça se comparado aos vários outros do vilarejo, mas tinha certa experiência pelos anos em campos de combate tendo de caçar minha própria comida muitas vezes.

Na hipótese de conseguir abater minha presa, meu próximo passo seria retornar até a zona com arvores ou qualquer outro lugar com acesso a madeira. Tentaria juntar alguns galhos ou madeiras mais secas e tentar criar uma fogueira usando uma arvore como cobertura para o vento, mas com espaço o suficiente para que pudesse me abrigar do vento e também ficar a uma distância segura do fogo.

Assaria a presa e iria aproveitar a comida, descansado também próximo ao calor e uma vez que aquecido e alimentado, procuraria começar a criar um abrigo por ali. O fogo ajudaria a aquecer temporariamente mas não me salvaria de uma nevasca.

Usando madeiras maiores e outros matérias como cascas de arvores finas o suficiente para se transformarem em cordas. Montaria um pequeno abrigo. Solido era a única exigência. Por sorte trabalho com madeira era uma de minhas capacidades, mas a carência de materiais de trabalho dificultaria minha vida.

“Uma vez que tenha um abrigo posso esperar uma hora que o clima estiver melhor para explorar. Preciso de roupas quentes, um se encontrar um urso eu posso tentar fazer um casaco com a pele dele... Isso se eu conseguir vencer o urso sozinho... “ Um guerreiro como eu em circunstancias normais não se sentiria intimidado a enfrentar uma fera como esta, claro, porém não estava em minhas melhores condições. E mesmo o menor dos ferimentos poderia acabar se tornando uma grande infecção sem cuidados, meus movimentos teriam de ser cuidadosos a partir daquele ponto.

Caso o tudo até então tivesse dado certo e o clima parecesse seguro iria retomar a explorar a ilha, mas sempre tendo noção geográfica de onde estava meu abrigo e de como retornar até ele. A princípio procuraria principalmente por indícios de civilizações e fontes de alimento. Caso tivesse a sorte de encontrar novas trilhas iria seguir caçando e acumulando algumas presas, seriam uteis mais para frente.

E a qualquer momento, caso viesse a sentir cede, ao menos não teria preocupações visto que podia facilmente transformar o gelo em água ao colocá-lo em minha boca.
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Corvo
 Posted: Dec 30 2016, 04:35 PM
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Corvo




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Primeiro encontro.





Maldito frio, eu preciso de um lugar quente, ou vou congelar aqui, não tem como sobreviver a noite nesse inferno congelado. Tenho umas oito horas ate precisar comer de novo, talvez menos, o importante agora é achar um lugar quente onde eu possa descansar. Já com as luvas e mascara de volta em lugar, eu pegaria um pouco de neve e passaria sobre o cabo da lamina da arma para esfriar minha arma. Eu a pegaria, ainda colocando alguma neve sobre a palma da mão para não queimá-la contra o calor. Eu limparia minhas mãos da neve assim que esfriasse.

Teria percebido minha fogueira, ou talvez meu animal? Mesmo assim, ninguém sairia nesse frio sem motivo, deve ser um caçador ou uma fera? Só havia uma forma de descobrir. Eu seguraria minha foice com ambas as mãos.

Quem é? E o que quer? Apareça! Não sobrou nenhum pedaço do coelho, se não eu compartilharia. - Diria em uma voz seria e rígida.
Se quem estivesse ali aparecesse e sentisse perigo :

Se você se aproximar mais um passo, eu vou decepar sua cabeça. - Diria apontando a foice para ele. Fazia mesmo que eu não tivesse nenhuma real intenção de lutar. - O que você quer? É melhor pensar duas vezes antes de fazer algo idiota.

Se quem eu falasse fosse um perigo imediato para mim, eu não perderia meu tempo. Eu saltaria para trás, me viraria e correria em toda velocidade em direção a floresta, para o lado oposto que ele estivesse. Eu não sou lutador nato, e não havia vantagem naquela luta, e nem ao menos eu tinha a vantagem surpresa.

Wilber, encontre alguma caverna, ou construção que pareça abandonada, é para lá que vamos. - Diria para meu pet. E continuaria a correr ate achar tal construção que ele apontasse a direção.

Se quem estivesse ali não aparecesse:

Wilber, Encontre-o! - Gritaria para meu animal que sobrevoava o lugar.

Eu esperaria pelo meu animal responder meu comando em posição de defesa, com a enorme foice na horizontal, assim poderia afastar com um golpe giratório qualquer um que se aproximasse. Então eu usaria a tática para que se ele fosse perigoso, para evitar o combate. Se ele viesse em minha direção, eu já fugiria, já que sou muito rapido. Se ele acabasse por conseguir me atacar, de perto ou longe, eu faria um rolamento para rolar para de trás de alguma das arvores, e então fugir para outra direção.

Se quem estivesse ali aparecesse e não sentisse perigo:

Ola, eu me chamo Aliester Crowley. Não sou dessa terra, acabei por vir para ca a pouco tempo, saberia onde existe algum lugar para escapar desse frio? - Diria usando toda a elegância possível. (Investigador, sensitivo)

Se ele soubesse para onde ir, eu o seguiria. Se não:

Meu corvo pode achar um lugar para sobrevivermos a esse frio. - Diria apontando para cima. Não posso dispensar algum aliado, não sei quando vou achar pessoas uteis.

Wilber, Encontre alguma caverna ou construção abandonada, para podermos passar a noite. - Diria alto para que meu animal escutasse. E assim como na outra situação, eu seguiria para essa direção, só que dessa vez acompanhado por essa nova pessoa.

Faria assim que chegasse na caverna/local abandonado:

Lá eu faria o mesmo que aqui, buscaria madeira e galhos da floresta, e faria uma nova fogueira assim como havia feito antes, usando a foice para cortar a madeira. Só que pegaria mais madeira para fazer uma maior, e como estaria em algum lugar coberto e sem neve, eu tinha que manter assim. Eu colocaria alguns pedaços de madeira na borda da caverna, se fosse uma caverna, para impedir que neve entrasse na caverna. Se houvesse espaço, meu corvo poderia entrar na caverna também.

Se fosse uma casa, por ser uma ilha de inverno deveria haver alguma lareira, eu colocaria a madeira ali e acenderia usando pedras para criar fagulhas ou girando galhos secos. Então eu fecharia as janelas e a porta. Deixaria meu corvo do lado de fora, ele era mais resistente que eu, principalmente pelas suas penas.



This post has been edited by Corvo: Dec 30 2016, 04:37 PM
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Maelstrom
 Posted: Jan 1 2017, 03:48 AM
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Maelstrom




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Maelstrom estava saindo da água tranquilo em direção a ilha, mas como um raio o frio de fazer urso polar pedir arrego arrebatava cada gota de conforto que o tritão possuía, seus olhos arregalavam pelo susto da temperatura muito mais gelada do que o esperado.

-Mais que diabos de ilha gelada do caralh*...

Nesse momento uma lança cai próxima a Maelstrom e após gritos de um local outras pessoas aparecem armadas e o comentário sai da boca composta de camarão sem nem passar pelo filtro da noção.

-Ahh então vocês são os caipiras que vivem numa poha de ilha gelada dessa? O que diabos vocês fazem no dia a dia? Enfiam a porr* de uma tocha no c* enquanto se abraçam com uns cinquenta cobertores e falam “N-n-n-nós a-a-amamos iss-s-s-sso aquiiiii”... Put* que pariu vão caçar um lugar confortável para morar…

Mas o comentário sobre a escolha de lar dos nativos não duraria muito, pois algo passava pela mente crustácea do grandão naquele momento “eles devem ter cobertores e outras coisas do tipo no barco” um sorriso sem dentes e sem uma boca humanoide surgia na face do camarão.

-Sabe de uma coisa homenzinho… Você vai me aquecer… Vem cá me dar um abraço.

O tritão então avançaria em direção ao barco enquanto sinaliza pros pescadores com as garras como se os chamasse.

-Tragam um cobertor pro seu amigão aqui…

Caso alguém o atacasse ele bloquearia o ataque com suas garras e diria em tom de aviso:

-Testa minha paciência não humano, eu to bem de boa com vocês e permanecerei de boa se me derem a porr* de um cobertor… Mas não me testa não...





[SPOILER=OFF]estou acostumado com um tipo de forum onde posto 1 zilhão de tentativas tentando prever ações de npcs, mas parece q n funfa assim aqui, então peço que o GM tenha um pouco de paciência para me explicar os erros e como arruma-los conforme forem sendo feitos, obrigado[/SPOILER]
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Wednesday
 Posted: Jan 1 2017, 07:04 PM
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Wednesday




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O rapaz encontrava pegadas sobre a neve e não perdia tempo em descobrir de que animal era, sua fome o castigava junto com o frio, um dos dois ele tinha que matar se não quem o mataria seria as condições que ele estava.
Seguindo as pegadas, Bjorn imaginava que estava perseguindo um coelho, mas para sua surpresa, quando ele encontrou o dono das pegadas ele viu um pequeno cervo certamente um filhote.

O animal não tinha visto o aventureiro e por este fato sua vida acabou-se naquele momento. Bjorn surpreendia o animal pulando pra cima dele e atacando-o com seu machado, o golpe acertava bem no pescoço do bicho e fazia com que o animalzinho começasse a sangrar bastante enquanto agoniava aos berros em seus últimos momentos. Devido ao seu pulo, Bjorn rola no chão junto com animal que havia abatido e ao levantar a cabeça é surpreendido:

Se você se aproximar mais um passo, eu vou decepar sua cabeça. - O que você quer? É melhor pensar duas vezes antes de fazer algo idiota.

O jovem via um homem todo de preto vestido de uma máscara de corvo apontando uma foice em sua direção junto a um corvo gigantesco não muito longe do homem de preto. Qualquer pessoa ficaria assustada diante daquele ser macabro que ele via.

O que o jovem Bjorn faria nesta situação? E após resolver este conflito o jovem ainda montaria seu abrigo?

ENQUANTO ISSO...

O jovem Aleister acabava sua refeição e se aprontava para sair daquele lugar, mas escutava sons vindo do meio das árvores:
Quem é? E o que quer? Apareça! Não sobrou nenhum pedaço do coelho, se não eu compartilharia. Poucos segundos depois ele é surpreendido por um ser humano rolando na neve junto a um cervo com machado no pescoço.

- Se você se aproximar mais um passo, eu vou decepar sua cabeça - O que você quer? É melhor pensar duas vezes antes de fazer algo idiota. dizia enquanto apontava sua foice em direção ao outro homem.

Aleister demonstrava estar nervoso com a situação e a imagem que ele passava ao outro homem não era lá muito amigável, tanto em atitude quanto em aparência.

Teria uma abordagem diferente depois de conversar? O corvo fugiria e buscaria abrigo em alguma caverna?

ENQUANTO ISSO...

O tritão parecia ter pisado com o pé esquerdo naquela ilha e demonstrava que sua sorte não estava muito boa naquele dia.
Os pescadores do qual ele havia ultrapassado o avistam e o atacam, eles estavam com medo do tritão e não pensavam com muita razão devido ao medo.

Maelstrom por outro lado não parecia ter uma paciência muito grande e respondia com certa grosseria aos pescadores. Continuando, o camarão gigante avança em direção ao barco exigindo um cobertor para que pudesse diminuir seu frio.

Os pescadores se desesperavam com a situação e novamente atacavam com arpões de pesca para tentar afugentar aquele monstro. - AAAAaaaaaaaaa!!! Ele está vindo pra cá, ele quer nos matar pra pegar nossos cobertores!!!

O tritão bloqueava os ataques com suas garras e anunciava para que os pescadores não testassem sua paciência. apesar de dizer que estava calmo, os pescadores estavam em completo desespero por causa de Maelstrom e ao se aproximar mais daquele barco, os pescadores pulam nas águas geladas daquele local para fugir da embarcação.

Por estar bem perto da costa 3 dos pescadores conseguem pular e nadar um pouco para a terra firme e depois correr em direção a vila próxima daquela costa, mas teve um humano que pulou na água e por algum motivo começou a se afogar. - SOCORRROOOO!!!

Os outros membros já estavam longe daquela cena e o tritão que no momento já estava a beira do pequeno barco era o único próximo daquele homem.

O que faria o camarão pistoleiro?

----- CAPÌTULO I ----- RISING -----




@Zed e @Corvo - Na próxima rodada vcs podem postar novamente sobre o que farão para fugir do frio. Lembrando que o Zed ainda não comeu e os dois estão com bastante frio. A temperatura está em torno de -20 °, esqueci de falar isso no post anterior.

@Maelstrom devido a sua raça e a desvantagem natural dela (preconceito severo) os humanos (principalmente de lugares com poucos habitantes, pode-se dizer " do interior") tem muita repulsa ao seu personagem. Acho que te assustei no primeiro post né? kk


Enfim, posto depois que todos postarem e eu consigo postar a cada 3 dias (devido aos eventos de fim de ano do fórum, da vida real, missões do fórum, minha adv etc kk)

This post has been edited by Wednesday: Jan 1 2017, 07:07 PM
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Zed
 Posted: Jan 1 2017, 08:39 PM
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Zed




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Seguindo as pegadas que a princípio julguei ser as de um coelho, me via feliz em estar errado. “Um cervo? “ Sorri e salivei simultaneamente antes de dar o bote na criatura que caiu morta sem maiores problemas. Por outro lado, notava a existência de um estranho mascarado e um corvo gigante mais afastado. “O que diabos? ” Nunca antes em minha vida havia visto algo semelhante.

Bestas de tamanho acima da média já pude anteriormente testemunhar, mas normalmente em mamíferos e com uma diferença gritante no quão acima da média. Não contente, o sujeito também se vestia de uma forma ainda mais inusitada. Por um momento questionei até mesmo se era um humano naquelas vestes, mas pude me sentir mais seguro disto ao ouvi-lo falar. Afinal, humanos eram as únicas criaturas existentes racionais neste mundo. Claro, haviam os deuses, mas eles não costumavam se misturar em meio aos humanos e duvido muito que um deus pudesse sentir-se ameaçado por um reles humano como eu.

- Calma ai amigo... – Disse tentando ganhar tempo, mas ainda mantendo o machado empunhado e a outra mão aberta e visível aos seus olhos. Não pretendia iniciar um confronto dada a minha situação, mas tinha de estar preparado para caso fosse inevitável. E era exatamente esta a impressão que queria passar.

- O que eu quero é apenas o cervo. – Virei os olhos em direção a caça abatida por um breve instante e logo voltei a encarar o estranho. – Eu naufraguei na baia, existe alguma vila por perto? – A conclusão natural que era capaz de chegar é que se tratava de um habitante local. Claro, podia estar errado.

Caso o sujeito aparentasse se tranquilizar com minhas respostas ou mesmo baixar a guarda iria dar um voto de confiança e guardar novamente a arma em meu cinto. – Se não se importa eu prefiro ir logo, o frio e a fome estão cruéis. – Olhei para a presa abatida novamente. – Mas sinta-se livre para comer comigo. Não é muito mais posso dividir se tiver fome... – E por algum motivo me vi inclinado a sorrir e prosseguir. – Meu povo costuma tratar bem os amigos... – Seria seguro? Não sabia dizer.

Caso ele concordasse em dar passagem, fosse comigo ele ou não. Iria arrastar o animal abatido até um lugar próprio para montar acampamento e que houvessem recursos próximos para a criação de uma fogueira. Seguiria então a montar o acampamento como antes descrito. Primeiro focando em matar a fome e o frio e então investindo um pouco mais de esforço para criar um abrigo “definitivo”. – Sou Bjorn. E você? – Perguntaria ao homem enquanto esperasse a comida ficar pronta.
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Corvo
 Posted: Jan 2 2017, 02:34 PM
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Corvo




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Fazendo amigos, abrigos e casacos.


Aliester POV

Era só um humano caçador, parece que um dos meus palpites estava certo, e tinha achado uma presa maior que a minha, bem já estava alimentado, então não precisava comer, e aquilo ali deveria durar bastante tempo. E era ótimo achar um aliado. Eu abaixaria minha arma. Parece que ele não era daqui como eu, seria tão mais útil achar alguém dessa terra.

Eu não sei onde tem uma vila por aqui, mas provavelmente deve alguma. Também não sou daqui, meu navio também afundou, parece que o mar não esta a nosso favor hoje. - Dizia me aproximando dele e do animal morto, e então desferiria um corte na cabeça do cervo, para decepá-la.

Um crânio de animal morto tem algum significado, tanto para os animais quanto para os humanos. Magia não existe, mas existe a ilusão, a manipulação e truques, e minha aparência e meu animal monstruoso ajudavam bastante nisso.

Claro, eu irei com você, é mais fácil sobrevivermos juntos do que separados. Depois quando o tempo melhorar, posso mandar meu Wilber, meu corvo procurar alguma vila. - Diria apontando para meu pet. - Venha, Wilber.

Eu o seguiria, segurando o crânio decepado do animal em uma mão, e seguraria a foice com a outra, a usando para dar suporte para caminhar sobre a neve. Assim que chegássemos no ponto onde ele parasse, enquanto ele começava a fazer o abrigo, eu usaria minha foice para retirar a pele do animal com cuidado, a pele poderia vir a ser útil, ajudaria bastante nesse inferno, um tratamento com fogo ajudaria a deixar a pele melhor.

Depois de fazer isso, eu pegaria o crânio do animal decepado, e um galho grosso e reto, usando a foice para cortar um galho da arvore. Eu usaria a foice para afiar as pontas da do galho, em uma eu fincaria a base do crânio do animal, e a outra no chão, com força para prender-se a terra abaixo da neve, um pouco a frente do abrigo. Esse tipo de coisa é útil para intimidar predadores e humanos agressivos, é um sinal claro de território.

Depois disso, eu o ajudaria a fazer o abrigo, colocando mais galhos para dar suporte ao abrigo, e pedras para dar suporte aos galhos e não afundassem na neve e tudo fosse ao chão. Embora o frio, já não tinha fome, e o nórdico iria resolver isso, afinal ele precisava preparar sua carne. Assim que terminasse de ajudar o novo aliado a terminar nosso abrigo definitivo, eu o acompanharia para dentro do lugar, e se fosse grande o suficiente, também meu pet, se não o deixaria de guarda do lado de fora.

Antes de entrar, eu pegaria três galhos grossos, dois um pouco maiores que a fogueira e um mais longo. Eu os fincaria no chão próximos a fogueira e deixaria a pele secar e para ficar pronta para ser usada, não seria bonita, mas seria bom contra o frio. Se a pele fosse o suficiente para dois casacos, primeiro eu partiria com a foice para partir a pele.

Se eles eram bons com os amigos, seria falta de respeito no comer. Eu pegaria um pequeno pedaço e ofereceria a meu pet, e se ele não quisesse, eu comeria. Se ele tivesse comido, depois eu comeria outro pequeno pedaço, apenas por respeito ao convite.

Eu? Me chamo Aliester Crowley, e aquele ali é meu corvo Wilber. Venho de uma ilha vizinha, mas como pode ver. - Viraria um pouco de lado, tomando cuidado com o fogo, e mostrando minhas asas para Bjorn, que não só pela aparência, mas também pelo nome, era um membro de alguma tribo de bárbaro . - Sou um Skypean, ou como somos conhecidos no mar azul, "povo das nuvens", desci a muito tempo do mar branco, para ca, o mar azul. Sou tanto um profissional na arte do adestramento de animais, como meu belo Wilber, como um conhecedor das artes da medicina.






[spoiler=Histórico do Corvo]Nome do Player: Aliester Crowley
Nºde Posts: 03 posts
Ganhos:
Extras: Na floresta congelada
[/spoiler]
[spoiler="Objetivos]
Conseguir um casaco para não congelar ( )
Encontrar uma vila ( )
Dominar uma vila ()
Dominar as vilas da ilha ()
Dominar toda a ilha ()
Ser a mão do rei ()
Fazer a horda de corvos ()
[/spoiler]
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Zed
 Posted: Jan 3 2017, 04:10 AM
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Zed




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O estranho concordou em me acompanhar. O que deu tempo para que pudéssemos trocar algumas palavras e pudesse tirar algumas conclusões a seu respeito. Primeiramente não podia deixar de dar ênfase ao seu animal de estimação. Um enorme corvo. “Como diabos ele ficou tão grande? ” Parecia de certa forma uma criatura saída de lendas que contavam em minha vila para as crianças. Nenhuma em especifica me vinha a mente, apenas a memória divagava em tal área.

Não apenas isto, ele também revelava ser de um lugar totalmente inusitado, assim como também o fato de que possuía asas em suas costas. Fiquei abismado encarando-as por um bom tempo. Assim como refletindo sobre todas as informações dadas. “Um mar branco? Nas nuvens? Com ilhas que voam? “ Era difícil de acreditar. Mas suas asas demonstravam que ao menos uma pessoa comum ele não era, agora, o quão verídica era sua história.

- Pelo visto tivemos acidentes parecidos. – Comentei. – No meu caso, estava viajando com três navios. Eu era o navegador de um deles, mas uma tempestade fez com que afundássemos. Não sei o que aconteceu com os outros. – Mantive um olhar sério observando o fogo. – Bom... Infelizmente não tenho muito tempo pra me preocupar com eles agora. – Abri um sorriso encarando o sujeito. – Tenho que me preparar para sobreviver por aqui. Por hora montar um acampamento e então explorar a ilha. – Iria durante a converta também tentar observar possíveis reações. Mesmo mascarado seu corpo poderia dar algum sinal. – Penso em montar um grupo. Um pequeno exército e tomar o controle de uma vila. Eu não vou morrer como um ninguém no meio do gelo.“Nem mesmo se assim os deuses quiserem. “Com o tempo, podemos expandir a influencia e tomar toda a ilha. Eventualmente quem sabe até mesmo ilhas adjacentes. -

- O que me diz? Se trabalharmos juntos, as coisas podem ser mais fáceis. E nós dois acabarmos nos encontrando em situações tão parecidas? ... Não pode ser coincidência. Eu acredito que nosso encontro estava destinado a acontecer. – Estendi a mão ao ser alado. – O que me diz Corvo? Que tal ser meu primeiro aliado? Aquele que vai ficar ao meu lado e testemunhar toda a gloria que vou adquirir. – Dei algumas gargalhadas baixas. – Desculpe, as vezes meu ego me sobre a cabeça. – Sorri ao companheiro. – A gloria que VAMOS adquirir. – Aguardei então por um aperto de mãos.


This post has been edited by Zed: Jan 3 2017, 04:11 AM
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Corvo
 Posted: Jan 3 2017, 02:02 PM
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Corvo




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Convite.


Provavelmente ele não estava acreditando totalmente na minha historia, mas quem o faria? Mesmo sendo a verdade, para um humano que sempre viveu no mar azul deveria ser algo surreal. Talvez já que ele era um nórdico pudesse pensar que eu fosse algum tipo de deus caído ou algo parecido.

Esse homem, ele parece alguém ótimo para se aliar, provavelmente aqueles que vieram no navio eram para dominar esta ilha, e se um dos navios afundou e os outros se separaram, eles viram procurá-lo, ou seja mais aliados. Não a motivos para não me aliar, e só tenho a ganhar, tomar o controle dessa ilha, eu não me importo se sou o líder ou não, contanto que eu possa me divertir e fazer meus experimentos. Além do mais, o líder sempre é o algo principal dos inimigos.

Vejo que nossa aliança será boa para ambos os lados, e tomar essa ilha se tornara mais fácil unidos. - Eu apertaria sua mão, aceitando o convite. - Temos que descobrir se mais alguém desses outros navios esta vivo, e procurar outras pessoas para nos aliarmos. Nesse caso eu sou bom em avaliar bons aliados e grupos úteis.




This post has been edited by Corvo: Jan 3 2017, 02:03 PM
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Maelstrom
 Posted: Jan 3 2017, 11:41 PM
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Algo interessante no mundo é a maneira como o mundo da voltas, após tentarem empalar o tritão, com uma simples aproximação deste os pescadores fugiam, no entanto um deles caía na água e parecia não saber nadar.

-HAHAHA… Acho que você se fude* não? Ta boa a água ai? Morninha?

O tritão riria do homem se afogando enquanto se apressaria ao barco, uma vez nele ele procuraria ver se a vela estava no mastro ou não.

Se a vela tivesse no mastro, Maelstron cortaria com as garras as cordas que segurassem as velas tentando derrubar o pano e o rasgar em um manto para si, apenas rasgando a vela caso a mesma estea baixa.

No caso da vela não estar no mastro, o tritão procuraria ela pelo convés, provavelmente deveria estar por ali.

Em sua procura o tritão lançaria um olhar para as entradas pro interior do barco em busca de alguma que ele pudesse passar com seu tamanho anormal. Se achasse adentraria a mesma em busca de panos e coisas para se cobrir.

Caso houvesse alguma lamparina acesa e Maelstrom já possua seu “manto”, ele pegaria a lamparina, depois iria para a beirada do barco mais próxima a terra e jogaria a o objeto retentor das chamas no barco para se esquentar no calorzinho do fogo. Caso contrário ele simplesmente iria com seu manto para a cidade.

This post has been edited by Maelstrom: Jan 3 2017, 11:42 PM
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Wednesday
 Posted: Jan 7 2017, 01:53 PM
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Wednesday




Revolucionário - Líder da Rage -



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- BJORN E ALIESTER Bjorn ficava feliz em ver que seu palpite sobre o coelho estava errado, afinal um filhote de cervo era muito mais atraente do que um simples coelho.
Agora que ele havia abatido a sua presa ele percebia um ser estranho ali acampando na neve. Seu primeiro contato com aquele ser vivo era bem tenso e por pouco eles não se atacam, mas por conta da boa conduta de ambos eles puderam se entender e logo iniciavam um diálogo amistoso.

Os dois tinham algumas características parecidas entre si por exemplo o fato de não serem desta ilha e também da vontade de dominar aquela pequena ilha.

Graças a isso eles cooperam para construir um pequeno acampamento para poderem se abrigar do frio. Não era algo lá muito luxuoso, mas era o suficiente para passarem um tempo longe do frio.

Aleister conseguia retirar a pele do cervo abatido e disso ele fazia um casaco para se proteger do frio, Bjorn se alimentava da carne do animal e logo sentia suas forças se restabelecendo, ambos já estavam recuperados depois de suas chegadas aquela ilha gélida.

Imagem da situação de vocês kk: http://prntscr.com/dsnaf6

Após todos os preparos, os aventureiros entram na pequena cabana e se abrigam do frio. Lá passam o tempo se conhecendo melhor e um tempo depois eles percebem que o clima ficava menos frio e que poderiam agora andar pela neve sem correr o risco de serem morrerem por causa do frio.

Ao mesmo tempo que os aventureiros percebiam a melhora do clima eles também começavam a escutar algumas pessoas fora de seu pequeno acampamento.
Várias vozes se comunicavam e pareciam se aproximar do local onde estavam e mesmo longe a dupla conseguia ouvir um deles anunciando baixinho para os outros membros: - Ei pessoal, silêncio, tem um acampamento ali, vamos fazer esse daí nos levar pra vila mais próxima. Sem matar por enquanto!

Seriam inimigos? O que a dupla (trio) fariam agora?

MAELSTROM

Ao ver que o homem se afogava o tritão nada fazia além de zombar do desespero do homem e deixava ele morrer nas águas gélidas daquele mar. Os outros homens já tinham sumido de vista e muito provavelmente tinham voltado para a vila mais próxima que dava para o tritão ver dali de onde estava. Tudo que sobrava era apenas o tritão o barco e os arpões fincados na neve da costa.

Maelstrom entrava no pequeno barco a procura de algo para se cobrir, pelo seu tamanho ele mal conseguia entrar nas cabines mas logo teve duas ideias para se aquecer. Primeiro pegou a vela do navio e se enrolou nela depois pegou a lamparina que iluminava a cabine do barquinho e a jogou no barco para que o fogo o aquecesse.

Não sabe-se se por intenção própria ou por acaso, o tritão acaba ateando fogo no barco todo e logo tem que sair do barco para não ser engolido pelas chamas.
Aproveitando o fogo o tritão fica próximo ao barco em chamas para se aquecer até que as chamas acabassem.

Bem quando as chamas acabaram o tritão também notava que o frio ficava mais ameno sobre a ilha e isso era sinal de que ele poderia andar por ela sem morrer congelado.

O tritão via a vila mais próxima apenas a algumas centenas de metros de distância e também podia notar uma certa movimentação pelas ruas nevadas daquela cidadezinha.

E agora o que o tritão faria? Continuaria sua busca por engenhocas químicas? Foto do tritão: http://prntscr.com/dsnqu2

----- CAPÌTULO I ----- RISING -----














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Zed
 Posted: Jan 7 2017, 02:33 PM
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Zed




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Com o auxílio de Aleister, montar o acampamento se tornava uma tarefa mais simples. E nossos pontos de vista acabavam em algum momento tornando-se semelhantes o suficiente para que uma aliança surgisse. “Ainda não sei o quão bem ele é capaz de lutar, mas ao menos ele não parece que vai atrapalhar. ” Tendo meu povo como ponto de vista, ele não devia ser um combatente tão eficiente, mas em uma vila sem um exército potente ele certamente parecia capaz de causar alguns estragos. E mesmo que sozinho não fosse capaz de muito, seu corvo era intimidante ao ponto de que até mesmo eu hesitasse em iniciar um confronto despreocupadamente.

Para tomar a ilha apenas dois homens não seriam o bastante. Ainda precisávamos de mais homens para iniciar uma operação como aquela. E por sorte ou por azar era isso que parecia estar cada vez mais próximo. Homens, um número indeterminado até então, mas com uma única voz que pude ouvir mesmo do interior da cabana. – Ei... – Mantive o tom baixo e coloquei o indicador em frente a boca em sinal de silencio. Saquei o machado e mantive uma posição abaixada e tentando me manter “furtivo” dentro daquele pequeno espaço. – Assim que eles chegarem eu pulo em cima de todos, você me dá cobertura, mas se possível vamos tentar dialogo. – Podia ser arrogância de minha parte achar que seria capaz de lidar com um grande número sozinho, ou mesmo me achar superior ao meu companheiro quanto a arte de iniciar o confronto. Mas fisicamente era visível que era superior fisicamente falando.

Uma vez que os inimigos estivessem próximos, iria manter o silencio por ali até ter certeza. Quando estivessem próximos a porta iria saltar da cabana violentamente com o machão em mãos tentando derrubar o primeiro homem que surgisse em minha frente e erguer a arma. – AFASTEM-SE OU EU ABRO A CABEÇA DELE! – Quis ganhar tempo, mas ao menor sinal de resistência do próprio derrubado ou de seus companheiros iria descer o machado e comprimir minha promessa.

Fosse este ou não o estopim da batalha, iria logo voltar para o centro do confronto. Iria avançar pelas linhas inimigas sozinho tentando atacar pelos lados. Permanecer no centro e ser cercado seria morte certa.

Ainda havia a questão de quantos inimigos estaria a lidar. Tentaria ir reduzindo seus números de pouco em pouco. Derrubando um de cada vez com golpes de meu machado e tomando cuidado para evitar ferimentos no processo. Recuando e usando a própria arma para aparar e criar novas oportunidades para atacar.

Porém, caso o dialogo parecesse possível, iria começar a discursar. – Não somos desta ilha, acabamos de naufragar por aqui e não queremos confusão. Quem são vocês e a que vieram? – nunca iria deixar a guarda baixa e sempre manteria o machado empunhado, preferencialmente com um refém para garantir que uma luta não começasse ainda. Felizmente, após aquela refeição estava renovado para batalhar.
mp
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