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 Mission Report 002 - Looking for the Owl
D'Phraga
 Posted: May 7 2018, 01:38 PM
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D'Phraga




一等兵, Ittōhei



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Dawn of a New Day Tsukichi Artemis


À meia-noite, no mês de…
Fico parada embaixo da mística lua.
Escurecendo, orvalhando, um vapor opiáceo,
Exala a partir de seu aro dourado,
E, de seu suave gotejar, gota a gota,

Desde a tenras horas da infância eu não estive
Como outros eram - Eu não vi
Como outros viram - Não pude trazer
Minhas emoções de uma primavera em comum --

Oh, brilhante dama! Poderá isto ser verdade -
Oh, querida dama, terás tu nenhum medo?
Porque e o que tu estás a sonhar aqui?

Minhas tristezas -- Não pude despertar
Ao mesmo tom de felicidades, o meu coração --
E tudo que amei -- Amei a sós --

Meu amor, ela dorme! Oh, que seu sono
persistente, profundo seja!
Peço aos deuses que ela repouse
Eternamente de olhos fechados
Enquanto passem os pálidos fantasmas!

Que os relâmpagos no céu
Voando, passem por mim --
Pela tempestade, pelo trovão --
E pela nuvem que se formou
(Enquanto o resto do Céu mantinha-se azul)
Como um demônio em meus olhos --

Levantou-se de supetão, em susto, jogando suas cobertas no chão e revelando seu corpo seminu a pálida luz do amanhecer que entrava pela janela. Os primeiros raios do sol surgindo para agraciar a mais um dia.

Levou sua mão esquerda a testa, em resposta a uma leve dor, proveniente do machucado em sua cabeça. E com sua outra mão, alcançou as cobertas caídas, puxando-as de volta para a cama.

“Não lembro de me cobrir quando fui dormir… Deve ter sido uma das meninas.”

Olhou em volta, reparando ter sido a primeira a acordar. O beliche a sua frente, ocupado pelas duas companheiras de quarto, que apesar de compartilharem o mesmo espaço pela segunda noite seguida, ainda não conseguiu conhecer.

Com um pouco de dificuldade, saiu da cama, sentindo o corpo pesado, como se tivesse participado de uma exaustiva batalha enquanto dormia. Algo que não fazia sentido, mas, ainda assim, sentia flashes passarem por sua mente, como memórias, flashes de rostos, pessoas que não conhecia, e algo... Gigante.

Sacudiu a cabeça com força, procurando afastar essas imagens estranhas que passavam por sua mente.

“Deve ter sido algum outro sonho louco. O estranho, é que dessa vez não consigo lembrar de nada...”

Ainda sacudindo sua cabeça, e sentindo uma névoa ofuscar o vale de suas memórias, fez o que qualquer pessoa sã faria, e escolheu ignorar o sonho, seja lá o que tiver sido. Mas, ao parar e abrir seus olhos carmesins, teve o descuido de olhar para cima, em direção a vazia cama que sobrepunha a sua.

Sentiu o pesar voltar em seu coração, e as lágrimas encherem seus olhos mais uma vez. Com as costas da mão, enxugou-os, impedindo-se de entrar em prantos.

“Amanhã irei montar uma equipe de buscas e você fará parte dela. ”

As palavras da Comandante Benne ressoavam em sua mente, lembrando-a da importante missão que teria neste dia.

“Senpai, prometo que vou pegar Dante e Felícia. N-não vou deixar… Não vou deixar que você tenha ido em vão.”

Conforme o sol subia no horizonte, iluminando cada vez mais aquele quarto,através da porta entreaberta, Artemis decidiu, apesar de ser ainda muito cedo, se arrumar.

Pegou sua toalha e dirigiu-se ao banheiro, para jogar uma água no corpo e expulsar o cansaço e lerdeza que a noite de sono provocava.

Diferente da noite anterior, desta vez só ficou um pouco mais de 2 minutos no banho, apenas sentindo o suave toque da água morna escorrer pelo seu corpo.

Fechou o registro e se enxugou com a toalha, indo em seguida, com a mesma enrolada em seu corpo, até a sua cama.

Durante todo o momento, procurou fazer o mínimo de barulho possível para não acordar as outras meninas.

Chegando a sua cama, Artemis foi até o seus pertences, pegando um conjunto de lingerie rosa claro e o vestindo. Em seguida, foi até onde estava seu uniforme e se surpreendeu com o que viu.

Pendurado perto de sua cama, estava um uniforme um pouco diferente do que tinha usado na noite anterior, mas sua maior fonte de surpresa estava ao lado do uniforme, um rifle marrom, de aparência meio antiquada.

“Eu lembro da Comandante falar que eu ia receber uma recompensa… Mas… um rifle? Eu nem sequer sei usar isso!”

Pegou o rifle em suas mãos, sentindo um leve desconforto.

“Meio antigo, pouco ergonômico… Não parece uma arma muito confiável...”

“Mas tem espaço para aprimoramentos...”

Deixou a arma no mesmo lugar em que a encontrou. Usá-la sendo que nem sequer saber como iria mais atrapalhar do que ajudar durante a missão.

“Bem, vamos colocar esse uniforme feio. Sério, nunca iria muito fazer um uniforme mais bonitinho.”

Vestiu seu uniforme, incrementando-o com o seu cinto vermelho e seus brincos de rubi, em seguida, pegou suas luvas e esferas, prendendo-as junto ao cinto.

Por último, procurou prender os seus longos cabelos branco-prateados em um rabo de cavalo, antes de colocar o feio boné que fazia parte do seu uniforme.

Com cuidado para não fazer nenhum tipo de barulho, saiu do dormitório, indo em direção aos intrincados corredores que compunham a base da Marinha de L’arcan.

Ainda está bem cedo. Acho que tenho algum tempo antes de ter me apresentar para a Comandante. Dizia conforme andava pelos corredores Acho que vou explorar um pouco a base, será que aqui tem alguma biblioteca?

Hana wo kubete uta wo kubete ♪♪

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winthor
 Posted: May 10 2018, 03:24 PM
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A garota estava bastante atordoada com o acontecido, isso sem comentar o quanto estava atormentada, os sonhos insistiam em não deixá-la em paz e hora ou outra apareciam para fazer uma visita infeliz. O tempo passava lento enquanto ela se recuperava da última visita que seus sonhos fizeram, o tic tac era quase estrondoso em sua mente.

Cada um passa pela dor da perda de um jeito. Seja ele com bravura ou não, eles são sempre marcantes. Há quem diga que o melhor a se fazer é esquecer tudo e seguir em frente, sem olhar para trás, outros preferem eternizar aquele que se foi em suas lembranças, pele ou até mesmo em objetos. Há quem chore durante dias, se tranque no quarto e se exclua do mundo, há quem decida passar por tudo isso se vingando com quem foi o responsável e há também aqueles que não sofrem nem um pouco com o acontecido.

Cada forma de expressar é valida e isso depende de cada um e cabe a cada um agir da melhor forma. Por mais que os sonhos lhe perturbassem Artemis não podia fazer nada, decidida a melhorar seu estado mental, resolveu se refrescar. Foi tudo muito rápido, o banho a troca de roupas a surpresa pelo rifle. A garota andou para explorar a base em busca de algo interessante para fazer e poder esquecer um pouco o que havia acontecido.

Depois de alguns minutos zanzando por ai a garota encontrou o que desejava, uma pequena porta de madeira escrita no topo bem visível “BIBLIOTECA”. Uma sala media, com quatro prateleiras cheias de livros e algumas mesas com quatro cadeiras cada. Naquele local havia uma gama de informações elevada, bastava apenas que o indivíduo tivesse algum interesse em adquiri-las.

Estava escuro devido a falta de luz, mas era possível notar sobe a mesa mais longe da porta que havia um livro grosso de capa vermelha, estava fechado, alguém deve ter esquecido ali. O local era bem iluminado, caso desejasse era só apertar o interruptor e as luzes acendiam. Ainda havia bastante tempo antes do sol nascer e Artemis poderia ler o que desejasse, isso se fosse que ela procurasse.

O que você faz?



@D'Phraga

QUOTE (OFF)
Hello! Como eu disse serei seu Mestre Pokemon!  Me marque sempre que postar pra saber que vc postou, farei o mesmo xD Qualquer duvida, critica e sugestão só mandar PM, divirta-se.

Be Happy!
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D'Phraga
 Posted: May 12 2018, 07:10 PM
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D'Phraga




一等兵, Ittōhei



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Library Girl Tsukichi Artemis

“(°o°)w Eles tem uma biblioteca!! Wow, Marinha você está subindo em meu conceito!”

Entrou sem nem pensar duas vezes quando viu a pequena porta de madeira com os dizeres Biblioteca, seu lado nerd tomando conta do si em busca de uma sede de conhecimento que remediem sua dor em uma medida paliativa de fugir de suas angústias internas.

“Mas ainda assim, é bem pequena… Apenas 4 prateleiras?”

Analisou rapidamente a sala antes de levar sua mão esquerda até o interruptor e acender a luz, iluminando aquele mediano espaço, que apesar de pequeno, mostrava-se estar cheio de livros.

Fechando a porta logo em seguida, Artemis foi imediatamente até a primeira prateleira, vendo cada livro um por um, fileira por fileira. Primeiro, procurando ver se o título do livro estava escrito em sua lombada, caso não estivesse, retiraria o livro para ver seu nome impresso na capa ou folheando-o para ter um rápido vislumbre do que era o seu conteúdo.

“O que eu deveria pegar? Acho que algo relacionado a missão seria bom… Talvez tenha algum livro que fale sobre a família Mondor. Algo de magnetismo, eletrofísica e mecânica também nunca é demais.”

“Hummm… Um livro sobre minks pode ser interessante também. Queria saber o que foi aquilo que o Lobster fez com os punhos. Se formos pensar assim, também sempre quis aprender mais sobre Akumas no Mi e seu efeitos no corpo humano, será aqui tem algo assim?”

“Seria bom também aprender um pouco sobre primeiros socorros e medicina… Quem sabe assim eu… Eu possa salvar alguém, ao invés de entrar em pânico por não saber o que fazer...”

Pegou todos os livros que lhe chamaram a atenção na primeira prateleira, e logo em seguida, foi para segunda, repetindo todo o processo. Terminado a segunda prateleira, foi para terceira e depois para quarta.

Passado por toda as prateleiras, foi, carregando todos os livros, para uma das mesas, sendo atraída quase que instintivamente para aquela que já tinha um livro esquecido sobre sua superfície.

Deixou sua pilha de livros em cima da mesa, e puxou uma cadeira para poder sentar. Procurou em todo o instante, não fazer nenhum barulho. Por mais que estivesse sozinha, ainda assim, estava em uma biblioteca e por isso, tinha como uma obrigação moral respeitar a regra de silêncio.

“Será que ninguém sabe que é falta de educação não devolver o livro para o seu lugar depois de lê-lo?”

Passou sua mão direita por cima da capa vermelha, sentindo sua textura com a ponta de seus dedos. Leu o título do mesmo e em seguida começou a folheá-lo para ter uma noção de seu conteúdo, se fosse interessante, continuaria a lê-lo caso o contrário, iria deixá-lo de lado e passar a ler o primeiro livro que tivesse achado relacionado à família Mondor.

@winthor Hey Ho! Let’s Go!

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winthor
 Posted: May 14 2018, 12:50 PM
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A garota estava um tanto quanto eufórica quando percebeu que havia ali uma biblioteca, claro que não era das maiores, mas qualquer forma de conhecimento é valida. Depois de verificar todas as prateleiras e pegar os livros que mais chamaram a atenção ela estava lá sentada, tentando decidir qual livro seria o primeiro.

O livro de capa vermelha tinha o título de “ERVAS E SUAS APLICAÇÕES”. Como indicado no título da capa, era um livro que mostrava as mais diversas ervas e o que se poderia fazer com elas.

(Dice Roll: 9; Dificuldade 10 - Falhou)

Artemis não consegue perceber nada de interessante no livro, então começa a procurar outro que suprisse suas necessidades. Logo começou a ler um que contava a história da ilha.

. . .

L'arcan é uma ilha relativamente pequena e densamente povoada do West Blue. Diversos rios cortam a ilha, e com exceção das regiões montanhosas, boa parte da vegetação deu lugar às cidades em constante crescimento.

L'arcan é uma cidade que vive do comércio. Devido a falta de recursos naturais que lhes permitissem ter uma vida fácil, desde o início os moradores do local aprenderam a produzir e comercializar os mais diferentes tipos de produtos. A relativamente ligação com os outros Blues, graças ao Expresso do Oceano, permitiu que a cidade se tornasse um importante ponto de troca, o que ajudou para que a cidade chegasse a sua atual prosperidade.

. . .

Lá havia a história da ilha e também da cidade, desde os primórdios até os dias atuais, bem não tão atuais assim, mas continha fatos considerados recentes. Depois de algumas páginas lidas finalmente chegou onde queria, talvez não fosse tudo o que precisava, mas já era alguma coisa.

. . .

Don Mondor: Tendo adentrado na ilha quando ainda era apenas uma pequena criança sem nada, Don Mondor aprendeu rapidamente a se virar na cidade, ascendendo de maneira assustadora. Em poucos anos, o jovem havia se tornado um rico, e pouco a pouco sua influência foi se espalhando por toda a ilha. Durante essa época, Mondor decidiu investir no comércio que começava a prosperar graças ao Expresso do oceano, e após anos, chegou até a liderança do local. Mondor preza pela liberdade da ilha, mas manter suas forças preparadas para agir quando algo ocorre diferente do planejado.

Felícia: Filha do orgulhoso Don Mondor, Felícia é sua única herdeira, e por isso trabalha tanto. É uma garota idealista e sonhadora.

. . .

Realmente não eram mais do que histórias e como surgiram. Essas pequenas informações poderia ajudar ou não Artemis, isso somente o tempo dirá. A garota estava tão fundo na leitura, que não percebeu que havia alguém em sua presença, a pessoa havia entrado pela porta e nem sequer foi notada.

Já do lado de dentro e observando a garota a figura resolve interromper o transe, junto com a interrupção um ar sombrio também aparece. -Estaria você em perigo? Sussurrou no ouvido de Artemis, a figura estava tão próxima que era possível sentir sua respiração.

O que você faz?



@D'Phraga
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D'Phraga
 Posted: May 16 2018, 11:38 AM
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D'Phraga




一等兵, Ittōhei



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D'Phraga is Offline

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Looking Through the Books Tsukichi Artemis

“Ervas, hum? Até que é interessante, mas não é o que eu preciso no momento. Quem sabe outra hora.”

Deixou o livro de capa vermelha de lado, demonstrando um certo desinteresse em relação ao seu conteúdo, puxando em seguida um novo livro.

“Vamos ver, a história de L’arcan...”

“Aqui está falando um pouco da cidade… Mas isso é meio que conhecimento comum. Qualquer que more aqui sabe que a L’arcan é uma cidade comercial.”

“Ah! Os Mondor! Finalmente!”

“Vamos ver, Vamos ver! Chegou na ilha ainda criança, era pobre, cresceu de forma assustadora… Provavelmente por conta da sua ligação com o submundo.”

“Bla bla bla, ficou rico. Expresso do Oceano. Esse livro não fala nada sobre as atividades criminosas dele. Apesar que… pela forma que a Comandante Benne estava agindo ontem, acho que existiam mais suspeitas do que provas concretas sobre os crimes do Don Mondor.”

“Ah, Felícia! Vamos ver, idealista e sonhadora, trabalha tanto por ser a filha única, hum? Também não tem muita coisa sobre ela.”

Fechou o livro com insatisfação, colocando-o de lado, junto ao livro de ervas, começando a formar assim uma pilha de ‘Livros até que interessantes, mas não muito úteis’.

Como que se em um reflexo quase que automático, puxou um novo livro de sua pilha de interesse e começou a lê-lo com um pouco de desinteresse, sua mente divagando e não permitindo que a jovem marinheira conseguisse se concentrar 100% na leitura.

“Idealista e sonhadora… Quantos anos será que ela tem?”

“O livro fala que ela trabalha muito por ser a única herdeira, então ela deve conhecer os todos os negócios da família, tantos os legais quanto os ilegais. O quão envolvida será que ela estava com os crimes do próprio pai?”

Inerte em meio aos seus próprios pensamentos e a sua leitura dinâmica que se entrelaçam em uma constante mistura de conhecimento e especulação, Artemis tinha uma grande dificuldade de perceber a passagem de tempo.

Há quanto tempo já estava ali, lendo? Não sabia, era um mistério. Há quanto tempo que tinha alguém atrás de si, a observando? Outro mistério.

Sentiu uma respiração próxima de seu ouvido e escutou a pessoa misteriosa sussurrar uma frase que dependendo da situação, poderia ser considerada como uma ameaça.

Sua reação? Ignorar.

“Então todo o futuro dos Mondors está sobre os ombros da Felícia… Se ela for jovem, isso é uma pressão muito grande. Hech! Independente disso, ela acabou de perder o pai! Não importa se ele era um criminoso ou não, só consigo imaginar como ela deve estar se sentindo.”

Com as mãos, passou mais algumas páginas do livro a sua frente, fazendo uma leitura meio que automática, seus olhos carmesins focados nas palavras, mas sem necessariamente buscando compreendê-las.

“Falando nisso, alguém falou alguma coisa de perigo, não? Ah! A pessoa atrás de mim… Acho que eu deveria dar alguma resposta...”

Sem nem sequer levantar os olhos do livro, Artemis começou a falar, em tom de voz baixo, se dirigindo para a pessoa em suas costas.

Bem… Eu estou em uma biblioteca dentro de uma base da Marinha com o que? Aproximadamente uma centena de Marinheiros? Uma comandante extremamente poderosa e um capitão que supervisiona todo o West Blue. Acho que em perigo é a última coisa que eu vou estar aqui.

Terminou de falar e por fim, finalmente levantou sua cabeça, tirando os seus olhos da direção do livro, o fechando, e virando-se em direção a pessoa que sussurrou em seu ouvido.

@winthor Hey Ho! Let’s Go!

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winthor
 Posted: May 16 2018, 12:34 PM
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winthor




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winthor is Offline

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Sensata! Essa é a palavra que resume o que aconteceu, a garota estava completamente certa. Quem é maluco o suficiente para entrar na base da marinha logo pela manhã e “ameaçar” a segurança de alguém ali.

-Hehe, fico feliz que você tenha tanta segurança em nós. Afirmou a figura feminina. -Esqueci “meu” livro aqui, quando voltei você estava ai toda vidrada na leitura, parecia nem estar aqui, hehe, queria te dar um susto, mas pelo visto não foi possível. A garota então passa para o lado de Artemis e puxa o livro de capa vermelha que estava em cima da mesa desde o começo.

-Alias, já se alimentou? Perguntava descontraidamente enquanto colocava o livro embaixo do braço esquerdo. -É sempre bom estar bem alimentado. Afirmou, o que não era novidade para ninguém, mas pelo visto estava tentando ser gentil.

-Vamos lá, os outros devem estar lá também, já está quase na hora de nos reunirmos. Falava enquanto saia em direção do refeitório. Que pessoa estranha, nem se conhecem direito e já quer dar sustos, pior ainda é que saiu sem se apresentar, onde estão os bons modos hoje em dia?

A garota não lhe é estranha, mas Artemis não consegue dizer, com certeza, de onde a “conhece”. Apesar de muitos livros sobe a mesa a garota guarda-os com maestria, afinal, como ela mesmo disse, não é de bom tom deixar os livros espalhados por ai. Assim que guardou o último seguiu para o refeitório como indicado, chegando a porta sentiu um cheiro tão gostoso que deu água na boca.

Ao adentrar no local percebe que ali está apenas um grupo seleto de cinco pessoas, seis se contar ela própria, a garota da biblioteca também estava lá, com o livro vermelho em seu colo.

O refeitório é um lugar amplo, maior que a biblioteca com certeza, com várias mesas espalhadas pelo local e uma porta dupla no fundo, onde provavelmente é a cozinha. O grupo que estava ali só estava pensando em comer, bem pelo menos naquele momento. A menina do livro vermelho acena para Artemis e indica um lugar vazio para ela sentar. Felizmente o prato do dia é curry, e está bem cheiroso, e pela reação daqueles que estão comendo deve estar delicioso também.

Há aqueles que não comam curry logo cedo, por achar que é um prato “pesado”, para esses pobres infelizes foi feito algumas panquecas com mel, para que possa saciar sua fome. Artemis ainda estava parada na porta quando seu estômago roncou.

O que você faz?



@D'Phraga

Spoiler
Curry
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D'Phraga
 Posted: May 16 2018, 03:54 PM
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D'Phraga




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D'Phraga is Offline

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Hungrily Ashamed Tsukichi Artemis

O cheiro delicioso do curry a acertou como um soco na boca do estômago, desvirtuando os seus pensamentos e a fazendo esquecer, por um instante, como tinha chegado naquela parte da base.

O seu estômago entretanto, em um ato de rebeldia involuntário a aquele cheiro estonteante, puxou-a de volta, ancorando-a no agora e fazendo com que levasse as duas mãos a frente de sua barriga, cobrindo-a como em um reflexo, enquanto sentia sua face enrubescer em uma mistura de timidez e vergonha.

“(/ / • /ω/ • / /)”

“Por favor… Que ninguém tenha ouvido...”

Ficou parada, olhando para o refeitório em um “pseudo-transe”. Felizmente, ninguém no local parecia dar atenção para a porta de entrada, todos pareciam estar bastante concentrados em sua comida. Todos, menos uma garota.

“Ah! A garota estranha do livro de ervas… Verdade… Foi ela que me chamou para vir aqui.”

Ainda com o rosto meio avermelhado, Artemis saiu de seu transe, andando devagar até onde estavam servindo o curry, pegando um prato para si e logo depois, sentando-se ao lado da garota do livro vermelho.

“Por que tenho a sensação de que a ‘conheço’ de algum lugar?”

Com sua mão direita, pegou a colher e se serviu de uma gentil porção do curry com arroz, levando-a até a boca.

Sentiu o sabor a atingindo, novamente, como um soco na boca do estômago, se dando conta finalmente, do quanto estava com fome.

“(˘ ▽ ˘) っ ♨”

“Meu deus! Quando foi a última vez que eu comi?”

Era uma boa pergunta. Procurou se lembrar da última refeição que tinha feito e se deu conta de que tinha sido quando se alistou a 2 dias atrás.

“Verdade… Não comi nada na noite daquele dia, já que a Comandante deixou todo mundo sem jantar. E ontem, fiquei o dia inteiro sem comer, já que me atrasei de manhã...”

“(˘ ▽ ˘) っ ♨”

Continuou comendo, literalmente devorado o curry com várias colheradas seguidas, parecendo um verdadeiro animal faminto.

“(˘ ▽ ˘) っ ♨”

Comia e comia, sem nem sequer se dar conta de que não estava sozinha. E, quando finalmente se lembrou que tinha alguém sentado ao seu lado, parou, abruptamente.

Sentiu a colher escorregar pela sua mão e seu rosto avermelhar-se mais uma vez. Virou lentamente o seu rosto para o lado, em direção a garota do livro vermelho.

“⊙﹏⊙”

Hump Hum Pigarreou, tentando disfarçar E-então, ervas… É uma leitura interessante. Dá para fazer várias coisas com ervas, como remédios, estimulantes, até venenos e drogas.

Afastou o prato com as mãos e com um guardanapo, limpou sua boca, retirando qualquer vestígio do crime cometido a aquele café da manhã.

Acho que você não chegou a me dizer o seu nome. Continuou a puxar assunto, esperando que com isso, sua sensação de vergonha passasse O meu é Artemis.

Endireitando-se na cadeira, a jovem engenheira procurou analisar melhor as feições da sua colega marinheira, observando-a, uma vez que não conseguia afastar a sensação de familiaridade para com a mesma.

@winthor Hey Ho! Let’s Go!

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winthor
 Posted: May 17 2018, 12:39 PM
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Parece que alguém estava com bastante fome e aquele prato de curry estava milimetricamente pensado para nutrir.

-Ah, claro. Falou a garota do livro vermelho enquanto reparava que seu livro ainda estava ali. -Bem interessante para falar a verdade, aprendi coisas incríveis com ele. Falava sorridente.

Apesar de haver outras pessoas lá, apenas as duas trocavam palavras. -Ah! Que coisa, sou muito esquecida as vezes. De fato, além de não falar o nome quando se “conheceram”, também esqueceu o livro na biblioteca. -Eu sou Rosete, prazer em conhecê-la. Estendia a mão para cumprimentá-la.

Todos ali já estavam terminando suas refeições, alguns brincavam de empilhar os pratos que haviam comido, como forma de competição. A alegria foi interrompida com um bater de porta, era Benne. Ela estava putaça e chegou metendo o pé na porta para abrir com força total, há quem diga que essa porta é reparada diversas vezes devido aos chutes dela.

-ENTÃO VOCÊS TÃO AI SEUS PUTOS. Nervosa nem se preocupou com o linguajar, muito menos linguística. -EU NÃO FALEI QUE ERA PRA BUSCAR A MALUCA AI E APARECER NA FRENTE DA CORPORAÇÃO? Apontava para Artemis enquanto bufava de raiva. Aqueles que antes brincavam com os pratos e davam risadas, agora estavam chorando de medo.

-ISSO NÃO VAI SAIR BARATO PARA VOCÊS, TODOS VOCÊS. Olhava para o grupo com um olhar mais mortal que uma meitou afiada. -VOCÊS AI. Apontava para um trio na mesa. -TEM 10 SEGUNDOS PARA LEVAREM O QUE EU FALEI PARA A ENTRADA. O grupo nem esperou ela terminar de falar e já saiu correndo e chorando ao mesmo tempo. -QUANTO A VOCÊS. Apontava para os 3 restantes, isso incluía Artemis. -PELO BEM DE VOCÊS, ESPERO QUE ESTEJAM PRONTAS PARA PARTIR. Esperava uma resposta positiva. -Caso não estejam sugiro que se aprontem rápido e me encontrem na entrada também. Pela primeira vez ali, ela não gritou e ainda piscou para o grupo que ficou.

Benne saiu pisando fundo de tão puta que tava, seu bico parecia de criança quando esta emburrada, seus punhos estavam fechados e socou a porta para abri-la, essa que não teve a mesma sorte do que na entrada e saiu voando até a parede antes de cair no chão.

-Acho melhor nos apressarmos, ela não está de bom humor. Falava Rosete enquanto se levantava e ia segundo o seu rumo apressada. O que você faz?



@D'Phraga

Spoiler
+2 de Dano no primeiro ataque - Curry
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QUOTE (Off)
Você é a pessoa mais dificil de marcar com @D'Phraga que já vi.
mp
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D'Phraga
 Posted: May 18 2018, 03:51 PM
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D'Phraga




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D'Phraga is Offline

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Maybe It's a Bad Day Tsukichi Artemis

Prazer.

Por educação, estendeu a mão para comprimentar Rosete, se sentindo aliviada por ela aparentemente não se importar com a voracidade de sua fome.

Isso pode parecer meio estranho já que eu só estou aqui a 2 dias, mas… Eu por acaso já te vi em algum lug…

Sua fala era interrompida, seu queixo caindo em um sinal de surpresa e descrença, conforme a imagem que tinha formado da Comandante Benne era desmanchada em um milhão de pequenos pedaços.

Não conseguiu ter nenhuma reação enquanto a Comandante dava as suas… ordens? Apenas ficou lá, parada e boquiaberta até a Comandante sair.

O-o que a-acabou de acontecer. - Conseguiu dizer enquanto viam todos no local levantarem desesperados.

Para não ficar para trás, levantou-se também e começou a correr até poder alcançar e ficar lado a lado de Rosete.

É… O-o que aconteceu com a Comandante imponente, eloquente e… inspiradora que eu conheci ontem? Parece até que a personalidade dela mudou completamente?

“Eu já vi a Kurisu-sensei ter umas mudanças de humor grandes em alguns dias, mas nada tão… drástico.”

Continuou a andar até a entrada da base, procurando não atrasar ainda mais, apesar de não achar que tenha se atrasado tanto assim, até porque, não parecia que tinha ficado tanto tempo assim na biblioteca e muito menos comendo.

“Até mesmo eu quando estou nos meus dia, não fico tão alterada assim. Eu acho...”

@winthor Hey Ho! Let’s Go!

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QUOTE (Off)

Que vergonha de post esse meu. Mas ta foda, a criatividade me deixou hoje.

Esses @ mesmo quando conseguem me marcar, eu quase nunca recebo a notificação. E quando recebo, só acabo reparando beeem depois de já ter visto o post em que fui marcado. kkkkk
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winthor
 Posted: May 21 2018, 10:14 AM
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winthor




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winthor is Offline

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-Quando ela está nervosa é impossível. Vai por min você nunca vai querer ver ela nervosa de verdade. Desse jeito ai ela só estava sem paciência. Disse Rosete enquanto corria para pegar o que fosse necessário.

Artemis logo estava na frente da base e percebeu ser a primeira, isso se tirasse Benne, que já estava ali sentada em uma caixa de madeira, ela lia algumas folhas quando percebeu que a garota havia chegado. -Hmm. Ela pegou um cronometro em seu colo e apertou um botão. -5 segundos? Parabéns. Informava o tempo que ela levou desde que Benne sentou-se ali. 10 segundos depois o restante chega inclusive Rosete, cada um com uma mochila e o trio que saiu antes, além da mochila tinham também uma mala grande, que os 3 carregavam.

-Hora, hora, se não são os atrasadinhos, achei que havia falado em 10 segundos. Ela apertava o botão do cronometro e olhava, ele mostrava 16 segundos e 59 milésimos. -Já vi que vou ter que cortar o almoço de todo mundo de novo. Ela cuspia para o lado e se levantava, Benne chutou a caixa que estava sentada para frente e colocou os papéis que segurava em cima dela. -Venham! Indicou para se aproximaram.

-Nossa missão é procurar e capturar Felicia e Dante. Nada de matar, precisamos deles vivos, queremos as informações dos negócios dos Mondor, isso fara a cidade ser limpa. Pausava para que as informações fossem absorvidas. -Não sabemos se Felicia estava envolvida com os negócios do pai, mas temos as informações que Dante “assumiu os negócios”. Tenham muito cuidado, a rede de negócios de Mondor era grande e tem muita gente insatisfeita por ai. Ela mostrou o jornal da notícia.

Jornal

-Temos que capturá-los em nome da justiça! Ela retirou o jornal e as fotos dos foragidos da caixa e as guardou no bolso, então puxou um papel enrolado no estilo pergaminho, ela desenrolou o colocou em cima da caixa. -Este é o mapa da ilha, não sabemos onde estão, mas fizemos um cerco pra que não escapem pelo mar. Nosso efetivo esta cuidando dessa parte. Ela suspirou e pegou folego para continuar falando. -Nos vamos vasculhar a cidade em busca deles, não enfrentem Dante sozinhos. É uma ordem. Benne colocou pequenos den den mushis na caixa. -Assim que tiverem a confirmação que é ele, chamem reforços. Em cima da caixa havia um pequeno den den mushi para cada um.

Benne esperou para que cada um pegasse o seu, então ela retirou um lápis do bolso e começou a rabiscar o mapa. Vamos começar vasculhando por aqui e vamos seguir essa linha aqui. Ela riscou o caminho para que todos entendessem. -Chegando nesse local vamos nos separar para cobrir esse espaço mais rápido. Ela deixou o mapa ali algum tempo para todos entenderem e então recolheu e guardou. -Todos entenderam? Esperava a resposta. -Vamos. Assim seguiram pelo caminho indicado.

-Estou tão animada. Disse Rosete enquanto caminhavam para o destino inicial. O clima estava ameno e ventava um pouco, que dava a sensação de frescor. O ponto inicial não era longe e logo estariam lá, todos caminhavam alegre, menos o trio da mala, que tinha certas dificuldades de carregá-la, devia estar pesada. 10 minutos de caminhava foi o bastante, já estava no local indicado por Benne, lá estavam outros marinheiros, fazendo o “cerco”, todos portando rifles.

-Certo! É aqui que nos separamos. Ela então olhou para cada um dos 6 que estavam com ela. -Qualquer sinal de Dante chamem reforço, não se esqueçam. Ela então pegou a mala do trio. -Em nome da Justiça vamos capturar esses dois. Em duplas cada um por uma rua dessa, não deixem passar nada. Vamos!

Benne então saiu sozinha para um lado e o restante deveria escolher uma rua e seguir vasculhando o local, a forma como fariam isso cabia a cada um. -Podemos ir juntas se quiser. Informou Rosete.

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 Posted: May 24 2018, 02:03 PM
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Building Tension Tsukichi Artemis

5 segundos.

O que é possível se fazer em 5 segundos? Bem, a cada 5 segundos cerca 500.000 reações químicas acontecem dentro de cada célula dos nossos corpos, e nosso coração bombeia 578g de sangue.

A cada 5 segundos cerca de 500 raios atingem a terra em algum lugar do mundo, 80.000.000 de toneladas de água evaporam da superfície, cerca de 70 xícaras de chá e 254 de café são consumidas.

Mas, nesse caso específico, 5 segundos foram o suficiente para se receber um elogio de uma estressada e impaciente comandante.

Acho que não fiz nada mais do que minha obrigação, mas, obrigada Comandante.

Usando um pouco de modéstia, Artemis agradeceu ao elogio e aguardou por alguns segundos, conforme os outros marinheiros se juntavam a elas, na frente da base.

Ainda estava estranhando a mudança súbita, de um dia para outro, no humor da Comandante, mas quanto a isso, nada poderia fazer a não ser seguir adiante e tentar não irritar ainda mais a sua superior.

17 segundos.

Com 17 segundos uma infinidade muito maior de coisas podem acontecer, mas nesse caso, este tempo não era merecedor de um elogio, mas sim de uma punição.

“Por que eu tenho a sensação de que também estou incluída nesse ‘sem almoço’? ╥﹏╥”

Com o grupo de homens e mulheres reunidos em frente a base, a Comandante Benne começou a explicar os detalhes da missão. Missão essa, que Artemis sabia muito bem qual seria.

Conforme Benne falava, a jovem marinheira teve o impulso de perguntar se o mink Lobster Lobus tinha revelado alguma informação, mas, considerando o estado de espírito de Benne, Artemis preferiu se conter e nada falar.

“Não enfrentem Dante sozinhos, hum?”

“Depois do que aconteceu ontem com Lobster, acho que faz sentido...”

Sentiu uma sensação de pesar e tristeza apertar em seu peito, entretanto, procurou reprimir essas emoções. Tinha uma missão a cumprir e não podia deixá-las tomarem o controle.

“...Nós, marinheiros, nunca devemos perder as estribeiras. Devemos permanecer sempre calmos independentemente da situação a qual nos encontramos ou vivenciamos... ”

Repetiu mentalmente as palavras do Capitão Armstrong, transformando-as quase como um mantra pessoal.

Ainda prestando atenção nas explicações da Comandante Benne, Artemis pegou o den den mushi colocado em cima da caixa de madeira e o guardou no bolso de seu uniforme, assim como também pegou o jornal, fazendo uma rápida leitura dinâmica da matéria sobre a queda de Don Mondor.

“Parece que não existe mesmo nenhuma informação sobre o quão envolvida a Felícia estava com os negócios do pai...”

“O que me leva a imaginar que a real ameaça seja mesmo o Dante.”

“Principalmente se considerarmos essa ameaça que ele fez no Jornal… Provavelmente deve ser esse o ‘Ás’ que o Capitão Armstrong comentou ontem.”

Finalizadas as explicações, a jovem Ittōhei seguiu o grupo pelas ruas de L’arcan até o local onde teriam que se separar.

Envolta em meio aos seus pensamentos, a jovem mal prestou atenção ao que os seus companheiros falavam a sua volta, ou como estavam se comportando, só reparando quando por fim, chegaram ao seu destino e tiveram que se separar em duplas.

Ah, sim, claro, sem problemas. Respondeu, de forma meio atrapalhada.

Vamos então por essa rua aqui.

Apontou para a rua mais próxima e começou a andar, a passos lentos. Enquanto caminhava, pegou suas luvas que estavam presas ao seu cinto e as colocou, dando 2 leves socos com a mão esquerda na palma da mão direita.

“Não vou me deixar ser pega desprevenida de novo, que nem ontem.”

Conforme andava, procurou manter seus brilhantes olhos carmesins atentos para qualquer situação, usando da sua percepção aguçada para identificar qualquer movimento, situação, objetos suspeitos e, se precaver e antecipar qualquer situação de perigo.

“Mondor tinha muitos amigos no submundo, e eles estão planejando um contra ataque...”

Relembrou um trecho que tinha lido no jornal, usando-o como motivação para se manter ainda mais atenta.

“Não posso deixar acontecer o mesmo que ontem, não posso...”

Podia sentir a tensão se acumular em seus ombros a cada passo que dava, uma pressão crescente surgindo a partir da amarga lembrança da “emboscada” que sofreu no dia anterior, resultando naquela tragédia.

“Atenta, atenta, mantenha-se atenta Artemis….”

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 Posted: May 25 2018, 11:23 AM
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[Rosete] -Sim! Respondeu Rosete quando a rua foi indicada. Cada dupla seguiu para uma rua e Benne seguiu por outra sozinha enquanto carregava a mala. As ruas estavam vazias, ainda era cedo, o clima era fresco, o que não dificultava a caminhada, a rua era tomada de sobrados para todo lado, alguns pareciam até abandonados.

Cada passo era uma tensão maior, quem poderiam encontrar ali? Seria amigo ou inimigo? Teriam a sorte de encontrar Dante e Felicia logo de cara? [Rosete] -Ei. Chama a atenção. [Rosete] -Relaxa um pouco, você parece tensa. A tensão de Artemis era palpável. [Rosete] -Existem dias bons e dias ruins, vamos trabalhar para que hoje seja um dia bom. Sorria ao final da frase.

A dupla continuava andando e observava tudo por onde passava, cada detalhe era verificado com uma olhada lenta. Apesar de falar para relaxar Rosete também estava tensa, diversas vezes mirava seu rifle para um local esperando ter encontrado alguma coisa. Era uma situação complicada, a cidade era grande e apesar do cerco quem garantia que Dante ainda estava ali?

[Rosete] -Acho que não tem nada por aqui. Falava descontente, seu rifle ainda estava em mãos, mas agora não apontava para lugar nenhum.

Teste de Percepção; Dificuldade 10
1d20(1)+6=7 Falha

Andando pela rua “deserta” a dupla passa por diversas casas e ao passar por um sobrado “abandonado” não percebem nada. No entanto, havia alguém espreitando a dupla caminhar desavisada. Quem seria amigo ou inimigo? Apesar dos olhos atentos, não identificaram nenhum movimento suspeito e continuavam seguindo a rua.

O espreitador logo colocou um rifle de precisão na janela do segundo andar e mirou enquanto a dupla andava, elas já haviam passado a casa e estavam de costas para o atirador. BANG*. Ouviu se o barulho do rifle atirando e a bala tinha endereço certo.

Teste de Sorte; Dificuldade 12
1d20(13) Sucesso

Felizmente para a dupla a bala passou de raspão na perna direita de Artemis, fazendo um breve risco em sua perna e sentir um leve formigamento. Com o tiro o atirador não estava mais escondido e a dupla sabia que ele estava na janela do segundo andar do sobrado do lado direito atrás delas.

[Rosete] -Mas que merda é essa? Disse Rosete assim que escutou o tiro. Logo percebeu que se tratava de um atirador no alto e se abrigou num muro proximo para evitar outro tiro. [Rosete] -Você está bem? Perguntava ao ver que Artemis havia sido "acertada". A marinheiro logo percebeu que foi um tiro de raspão e ficou feliz por isso, afinal a oportunidade de ser um tiro certeiro havia sido perdida.

[Rosete] -Vamos! Temos que saber quem é. Pode ser um dos adeptos de Mondor. Indicava a porta do sobrado mais a frente. Era uma porta dupla de 3 metros de altura e 2 de largura, a porta ficava bem embaixo da janela que o atirador estava. Olhando para a janela dava para ver o cano do rifle do inimigo, isso indicava que qualquer movimento ele atiraria.

Rosete preparava seu rifle e olhava para Artemis. [Rosete] -Você terá que forçar a entrada, eu te dou cobertura. Falava enquanto já tentava mirar o atirador. Artemis podia escolher fazer isso, ou poderia ter uma ideia melhor. A situação estava critica.

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 Posted: May 25 2018, 03:01 PM
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Rollin' Entrance Tsukichi Artemis

Tensa? Eu? Não… Eu não estou tensa…

Era uma mentira, claro. Uma mentira que nem mesmo consiga acreditar, uma vez que sentia o peso da tensão se acumular em seus ombros.

Você fala de mim, mas, você também está bem tensa. Não tem porque ficar apontando esse rifle para tudo quanto é lado.

Fazia uma retórica para Rosete, apontando como a mesma também estava tensa e de certa forma, até meio que impaciente.

A tensão gerava ansiedade a cada passo que a dupla de marinheiras davam, e, esta ansiedade agia como uma venda sob os seus olhos, privando seus sentidos dos perigos à espreita, conforme passavam por um casebre aparentemente abandonado.

Sentiu o projétil passando de raspão antes mesmo de ouvir o tiro, um formigamento e um ardor subindo por sua perna direita e fazendo seus olhos, em espanto, se arregalar.

Por instinto, virou-se em direção à origem do som, reparando em um indivíduo a espreita no segundo andar do casebre que tinham acabado de passar.

Como não percebemos que tinha alguém ali? Fazia uma pergunta retórica.

No fundo sabia muito bem a resposta, a completa tensão, nervosismo e ansiedade das duas fizeram com seus sentidos adormecesse o suficiente para que o indivíduo do casebre passasse despercebido.

Seguindo a deixa de Rosete, Artemis se escondeu junto da mesma atrás de um muro, se protegendo assim de novos disparados do atirador misterioso.

Estou bem, o tiro me pegou só de raspão.

“Não é como se fosse uma rabada do Lobster.”

Tomando cuidado para não entrar na mira do atirador, espreitou pelo muro procurando uma forma de entrar no casebre.

Conforme Rosete tinha dito, precisavam descobrir quem estava por trás dos disparados, até porque, se tivessem sorte, essa pessoa poderia fornecer boas pistas sobre o paradeiro de Felícia e Dante.

Reparou que havia apenas uma única forma de entrar, e que esta, estava bem debaixo da mira do atirador.

Rosete fazia uma sugestão, e ao que percebia, era talvez a única opção que tinha. Mas, antes disso, havia algo muito importante que precisava fazer.

Encostando-se contra o muro, usou sua mão direita para desferir um tapa em seu próprio rosto, fazendo-o virar para a esquerda.

Em seguida, usando as costas da mesma mão, deu-se um segundo tapa, dessa vez na sua outra bochecha, fazendo o seu rosto virar agora, para a direita.

Conforme sentia as laterais de sua alva face enrubescer, sentiu também a tensão acumulada nos seus ombros se esvair.

Nós, marinheiros, nunca devemos perder as estribeiras. Devemos permanecer sempre calmos independentemente da situação a qual nos encontramos ou vivenciamos.

Repetiu a frase do Capitão Armstrong, dessa vez, não em pensamento, mas sim, em voz alta, para que Rosete pudesse também ouvir.

Levou suas mãos até a sua cintura, retirando suas MagnoSpheres do cinto e as jogando para cima até a altura do seu rosto.

Em um rápido movimento, fechou as mãos em punhos, logo abaixo das feras, e girou os pulsos para ativar o campo magnético de suas luvas e “prender” as esferas em um um campo flutuante a alguns centímetros de suas mãos.

Rosete, quão boa é a sua mira? Você acha que consegue acertar o cano da arma?

“Se eu estivesse com um arco, acho que eu conseguiria acertar a saída dos projéteis e inutilizar aquele rifle. Pelo menos eu acho… Faz tanto tempo que não pego em um arco...”

De qualquer forma, assim que você disparar, eu vou entrar. Pelo que parece, essa casa só tem uma única entrada e saída. Eu dúvido que ele seja louco o suficiente para pular a janela, mas vai saber, então, assim que eu entrar, espere alguns segundos para ver a reação dele antes me seguir para me dar cobertura, ok?

Esperou a resposta de Rosete e o seu disparado antes de agir. Sabia que teria que agir rápido, se um tiro de um revólver ou pistola leva aproximadamente 0.036 milésimos de segundos para sair do cano da arma, o tiro de um rifle seria muito mais rápido.

Assim que viu Rosete disparar, pôs-se a correr.

Um, dois, três passos e logo depois de jogou ao chão, flexionando os joelhos para se impulsionar para frente.

Precisava cobrir uma considerável distância para chegar até a porta e, levando em consideração que poderia levar um tiro a qualquer momento, simplesmente correr em linha reta não era um plano muito inteligente.

Conforme caía, usou as palmas das mãos como amortecedores e ponto de equilíbrio. A mão esquerda, posta em uma posição vertical e a direita horizontal, permitindo ao braço direito de Artemis dobrar de forma natural para que ela pudesse rolar por cima de seu ombro direito, cobrindo assim uma maior distância e parando em pé de frente a porta.

Não era uma especialista em técnicas de rolamento, mas, sua formação em luta de rua a permitia usar pelo menos alguns rolamentos frontais básicos.

Procurou parar em frente a porta em sua base de boxe. Como rolou por cima do ombro direito, sua base estava invertida, com a perna direita a frente.

Por sorte, treinou para ser ambidestra e poder lutar normalmente mesmo em uma base southpaw (canhota).

Fechando os punhos, firmou o peso do corpo no pé dianteiro e girou, em um único movimento, sua cintura, ombro e pulso em um direto de esquerda, fazendo a esfera de sua arma se propagar em direção a porta.

Por que atacar a porta? Bem, a porta poderia ser leve ou pesada, estar aberta ou trancada, e, não tinha como saber. Muito menos, testar cada possibilidade, por isso, naquela fração de segundo, decidiu quebrar a porta para poder entrar.

Mirou o seu soco e, por consequência, sua esfera no meio das portas duplas, onde provavelmente estaria a fechadura. Assim que ocorresse o impacto, recuaria rapidamente seu braço, trazendo de volta a esfera para perto de seu punho.

Com a porta aberta, adentrou no recinto, usando os seus olhos para perceber todo o ambiente ao seu redor e, mantendo sua percepção e sua noção de perigo aguçadas para poder reagir de forma apropriada caso o atirador não estivesse sozinho.

Uma vez já dentro do casebre, procurou um lugar para se abrigar de disparos, se possível, próximo da escada que leva para o segundo andar, esperando assim poder pegar o atirador de surpresa caso o mesmo resolvê-se descer a escada.

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Spoiler

MagnoBoxing: Enquanto aprendia os fundamentos básicos do boxe, Artemis usou o seu intelecto para modificar o estilo de luta que usa exclusivamente as mãos para atacar, aprimorando-o para se adaptar ao seu corpo pequeno e leve. Usando suas luvas magnéticas e suas esferas de ferro, ela consegue aumentar o alcance das técnicas de boxe, podendo desferir poderosos golpes a curta, média e longa distância.
(Requisito: Lutador de Rua | Armas-de-impulsão | Armas-de-arremesso)
Talentos:
Foco em Ataque (Distância) x4 (4PE): O usuário recebe um bônus +2 em acerto nos ataques à distância.

Perceptivo (1PE) [Raça]: Não possui exatamente a apuração em um sentido físico, mas sim em sua capacidade de percepção. Consegue notar mais detalhes em ambientes e obter informações como armadilhas, segredos e outros com um pouco mais de facilidade.
Benefício: Interpretativo. Concede um bônus +2 nos testes de Percepção.

Noção do Perigo (1PE): Seu personagem praticamente tem um sexto sentido e sempre está alerta, podendo pressentir quando está sob qualquer tipo de ameaça. Isso não significa que ele "sente" personagens, e sim que sabe quando há risco perto.
Benefício: Concede um bônus +4 nos testes de Percepção.

Nome do item: Patas de Saltar
Descrição física: São quase como patas de coelho de verdade!
Raridade: Lendário
Efeito: +1 ND, +1 Ataque; O usuário se torna imune a danos de queda;
Custo: Sem Custo

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 Posted: May 29 2018, 09:46 AM
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[Rosete] -Minha mira? Repetiu em voz alta para confirmação. [Rosete] -É boa, a melhor da minha rua. Sorria ao final. [Rosete] -Certo. Deixa só eu me preparar. Rosete tira da mochila uma espécie de mira e coloca em seu rifle. [Rosete] -Estou pronta. Ela tremia um pouco quando disse que estava pronta, balançou a mão esquerda para tentar passar a tremedeira e depois colocou no rifle.

Ventou fraco, como se antecedesse a um momento importante, Rosete estava com o olho na mira, procurando o melhor momento para disparar, ela engoliu a saliva que estava em sua boca, uma gota de suor descia em seu rosto, ela então preparou o rifle. BANG* O disparo saiu e foi direto no atirador, pena que ela não estava tão confiante para fazer aquilo, pois a bala acertou a parede, cerca de 1 milímetro do atirador, fazendo ele recuar a arma. Isso daria alguns segundos para Artemis.

Resistência da Porta: 20
1d20 (11)+7+2=20 Sucesso

Uma das portas rachou por inteira e virou pequenos pedaços que saíram voando com o impacto, a outra ficou por um triz, presa apenas por um parafuso, a garota havia conseguido entrar. O local estava bem empoeirado e com o impacto a poeira estava no ar, fazendo uma leve “fumaça”, o que fez Artemis tossir. BANG* A garota ouviu outro tiro do lado de fora, seria Rosete ou o atirador?

O sobrado não era dos maiores e do lado de dentro na parte de baixo havia 4 cômodos, a sala, que era o maior deles, 1 banheiro e 2 quartos. Artemis estava na sala, onde no teto possuía um lustre de cristal grande, dois sofás escorados na parede da esquerda e no fundo, a escada ficava na parede da direita e subia em lances de degraus para a esquerda, no centro da sala havia uma lona azul tampando grande parte de sala e alguns outros objetos que estavam por lá.

Era ruim de respirar ali, tinha cheiro do mofo e velharia, sinais que ninguém usava aquele local por um bom tempo. Depois do tiro que escutou lá fora o silêncio tomou conta, Artemis não escutava nada além do normal e também não avistava Rosete entrando, isso quer dizer que ela estava esperando? Ou que havia sido atingida?

O silêncio foi interrompido por um grito que veio do andar de cima, não deu para entender o que era, apos o grito veio um barulho de passos, alguém estava correndo para o andar de baixo, assim que pisou no primeiro degrau Artemis soube que havia alguém descendo, o degrau rangeu baixo, mas a marinheira ouviu.

Teste de Furtividade; Dificuldade 10
1d20 (3)+2= 5 Falha

[???] -Tsc… É só uma garota? Que merda, você me assustou. Disse o desconhecido. Ele tinha o cabelo de dread, uma faixa branca na testa, vestia uma camisa regata na cor creme, uma calça jeans e um tênis simples, possuía também tatuagens nos dois ombros e antebraços e duas munhequeiras azuis, com uma caveira desenhada. [???] -O que você quer aqui? Cho cho, vai brincar para lá. Falou para a garota. O homem estava no segundo lance de escada, bem acima de Artemis, mas parecia despreocupado. O que você faz?



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 Posted: Jun 1 2018, 10:36 AM
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Under Arrest Tsukichi Artemis

Coff, Coff… Coff, Coff…

“Arrrg… Não.. Consigo… Respirar...”

Sentiu o mofo intoxicando seus pulmões conforme tentava respirar o ar empoeirado do casebre.

“Arrg… Eu poderia ter colocado menos força no soco…. De qualquer forma estou dentro.”

Ouviu um segundo tiro sendo disparado e sentiu o corpo se contrair em resposta. Infelizmente ou não, o tiro não foi contra si, mas sim, disparado no lado de fora.

“Será que foi a Rosete que atirou? Espero que sim...”

Deu um passo, dois, com olhos reparando em cada canto do casebre abandonado. Cada novo detalhe que reparava, se fazendo acreditar cada vez mais que este não vinha sendo usado a muito tempo.

Não parecia ter ninguém no primeiro andar, o que abria possibilidade de talvez, o atirador estar sozinho no segundo andar.

“Cadê a Rosete? Ok que eu pedi para ela esperar alguns segundos, mas não precisa esperar tanto.”

Um grito.

Não conseguiu identificar o que era aquele grito ou se fora um homem ou mulher a gritar. Como não houve nenhum outro disparo, julgou que não tenha sido o atirador a gritar, o que só poderia indicar que… Existia outra alguém ali.

Seu impulso com o grito foi de subir correndo as escadas para averiguar, mas antes mesmo que pudesse agir, ouviu passos, alguém estava descendo.

Procurou se esconder para surpreender o possível atirador, mas, devido ao seu impulso de correr até as escadas, não conseguiu reagir a tempo, sendo reparada pelo homem de dreads que descia do segundo andar.

“Tsk… Homens… (;¬_¬)”

Sou uma Ittōhei da Marinha e você está preso por atacar duas oficiais da Marinha!

Procurou intimidar o homem ao dizer sua posição e organização e dando-lhe voz de prisão. Sabia que provavelmente não iria funcionar, suas tentativas de intimidações quase nunca funcionavam.

Enquanto falava, foi andando até as escadas, parando a alguns poucos metros em frente ao primeiro lance.

Logo em seguida, focou seus olhos para homem, reparando em suas feições e principalmente suas reações.

Desça com as duas mãos atrás da cabeça, se ajoelhe e entregue-se pacificamente!

Estava sendo ingênua com as suas ordens? Talvez. Mas não esperava que o homem fosse se entregar e, por isso, continuava a manter os seus olhos atentos, procurando ler todas as suas reações.

Como ele iria reagir ouvindo que ela era da Marinha? Como seu corpo iria se comportar a voz de prisão? Se e quando ele reagir, o que ele vai fazer?

Manteve todos esses pensamentos em mente enquanto continuava a observa-lo, lê-lo, esperando por sua reação e se mantendo preparada para contra-reagir assim que necessário.

Se o mesmo viesse para cima de si, conforme estava esperando, Artemis estava preparada para desviar para o lado com sutil passo, colocando o peso do corpo na bola do pé esquerdo e usando-o como pivô para girar o corpo em um gancho de direita mirado no plexus do homem, na intenção de forçá-lo a cair de joelhos no chão e limitar sua movimentação.

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