Naruto RPG Akatsuki JS
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Born: 30 October 1996
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Ficha:: http://rpgonepiece.com/index.php?act=ST&f=7&t=5918
Atalho 1: No Information
Imagem da Facção: http://files.jcink.net/uploads/bnwrpg/marinheiro.png
Cargo da Facção: Zatsuyo (雑用)
Cor da Facção: 3d7af6
Pronome:: Ele
Idade: 21
Alias: Akarui Hihawke
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Joined: 11-May 18
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Tadiotto

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Aug 3 2018, 07:55 AM


A mais óbvia de todas as escolhas para continuaaaar essas maravilhosas entrevistas, sem sombra de duvidas, seria o Hangão dos dedos mágicos, então cá estamos nóóoóóóós!

Vamos as perguntas! @Hang

1 - Porque a Hie Hie? (</3)

2 - Você se baseou em algo para criar seu personagem atual ou ele surgiu do nada, da sua malina-mente?

3 - Eu realmente sou curioso, então... qual a sua historia com o fórum, desde que pisou pela primeira vez nestas verdes terras? ~ Se for achar muito chato responder, só pula xD

4 - Qual estilo de historia mais lhe agrada criar e consequentemente narrar? Ou não há preferencia? (Algo mais suave, investigativo, tiro, porrada e bomba, sás coisas)

5 - Livro preferido e porque?

6 - Comida preferida?

7 - NPC do fórum que mais lhe agrada, personagem de player que mais lhe agrada, e personagem de OP que mais lhe agrada, e porque. :3

8 - É só isso por enquanto, obrigado.

Jul 30 2018, 02:05 AM
[dohtml]
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<div class="imagTad">Never Tell Me the Odds</div>
<div class="texto">Já tinham se passado várias horas desde que Akarui havia deixado a enfermaria. A pele clara da garota ainda estava marcada por alguns hematomas, sendo o mais visível em seu pescoço; uma linha assimétrica de tons verde-escuros e roxos, que desenhava com surpreendente precisão os elos de uma corrente, que outrora fora pressionada contra aquela região da marinheira. Entre as marcas haviam alguns arranhões, obra própria, adquiridos em uma busca desesperada pela sobrevivência. Engolir e até falar eram atividades que a moça buscava fazer somente quando necessário.<br>
<br>
Havia recebido uma visita de seu pai apenas enquanto estava sendo tratada. O mesmo, convocado como um dos reforços, logo pôde notar que a zatsuyo ferida era sua pequena garota. Não recebera bronca alguma, apenas um doloroso, e ainda assim delicioso e longo abraço. Akarui tinha informado-o sobre a viagem que iria realizar, e sentiu a desaprovação. Mas não houve uma única palavra para firmar esse sentimento. Mesmo que Mudai não concordasse, resolveu não impedir sua filha. Pensava que agora era hora para ela crescer e amadurecer, e assim, com uma árdua caminhada pela frente, se tornar uma marinheira de verdade.<br>
<br>
O curto encontro rendeu muitos pensamentos para a jovem, que parecia ter acumulado mais dúvidas e traumas em uma noite do que durante toda sua vida. Mas isso com toda certeza era uma falácia. Akarui havia passado por muita coisa, mesmo com sua pouca idade. Acontece que, as vezes, nossa própria mente manipula o que acreditamos saber, um mecanismo de defesa que parece ser maligno, mas visa apenas a nossa segurança.<br>
<br>
Em casa, a primeira ação a ser tomada foi um demorado banho. Akarui via em momentos como esse a oportunidade perfeita para refletir sobre todos os acontecimentos de sua vida. Deixava a água do chuveiro milimetricamente ajustada para uma temperatura que se equilibrava em uma linha tênue entre "muito quente" e "ponto-de-relaxamento-máximo", nome este dado pela garota para a sua temperatura favorita. O liquido colidia contra seu corpo, em sua maioria na nuca e ombros, trazendo consigo uma camada de vapor devido a diferença da temperatura ambiente. A água escorria pela pele escoriada e ainda assim bela e delicada da marinheira, delineando suas curvas não tão chamativas. Akarui massageava o couro cabeludo e deslizava as mãos pelo cabelo liso e molhado, com os olhos fechados, como se aquilo fosse parte de um ritual.<br>
<br>
E para ela realmente era. Um ritual de renovação, onde todo o peso acumulado do dia, ou da semana, ou até do mês, era levado pela corrente e ia embora pelo ralo. A cada músculo dolorido que relaxava a garota liberava um suspiro de gratidão e alivio. - Fuuuuu ♪ -. E então era vez de limpar o restante do corpo. As mãos ensaboadas deslizavam pelas bochechas, passando pelo pescoço com cuidado, e então terminavam o movimento no final dos ombros. Em um deles, um enorme hematoma. Akarui tinha cuidado ao lavar aquela região pois a dor ainda se fazia frequente e presente, até com o menor dos toques. <br>
<br>
Movimentou o corpo levemente para trás, apontando o nariz para o teto e mergulhando o rosto completamente na água que saia no chuveiro. Os olhos comprimidos eram atingidos pelas gotas, assim como toda a face e cabelos da jovem. A água escorria pelo restante do corpo, retirando a espuma que estava espalhada. O "mergulho" durou alguns segundos, até que ela retirou o corpo do jato d`água. A mente de Akarui era ocupada apenas pelo som do chuveiro trabalhando para aquecer a temperatura da água, e o som das gotas atingido tanto seu corpo quanto o chão do banheiro.<br>
<br>
Abriu os olhos e passou as mãos pelo rosto, tirando o excesso de água. Sentiu o vento gelado bater contra seu corpo molhado e estremeceu. - Frioooo! -. Falou antes de agarrar uma toalha próxima. Gastou os minutos seguintes secando o corpo e o cabelo da melhor maneira que pôde, para então vestir o uniforme de zatsuyo. Os tons carmesins haviam sido retirados e a marinheira nem ao menos se lembra bem como. "Talvez tenha sido meu pai..." Pensou piscando os olhos. Por um milésimo de segundo presenciou novamente a cena do prisioneiro sendo atingido, o jato de sangue voando contra sua face e suas mãos vermelhas devido ao liquido quente. Seu corpo estremeceu com a lembrança. "Só tenho a agradecer ele por isso."<br>
<br>
Alguns novos fantasmas assombravam a mente da garota. Mas pelo menos agora ela tinha um objetivo um pouco mais definido para se apoiar. Isso a ajudava a lidar com seus problemas. "O barco deve sair logo. Preciso me arrumar e ir em direção ao porto... essa "caçada" é a minha chance de provar a todos que não sou um peso para a marinha ou para meu pai. E é também uma oportunidade de conhecer melhor os motivos daquele garoto ter feito o que fez, e de ter acabado na prisão. No final de tudo, espero que ele retorne para onde saiu. Também espero que dessa vez eu consiga acreditar em meu próprio potencial! " Pensava olhando para suas mãos.<br>
<br>
Havia utilizado boa parte de seu tempo na enfermaria para refletir sobre suas capacidades. Se sentia agora mais confiante, ou pelo menos mais determinada a não se entregar ao desespero. Saia do banheiro e ia em direção ao quarto, onde agarrava uma mochila média que não era utilizada a um bom tempo. Dentro dela colocava sua lanterna e algumas pilhas, assim como sua capa de chuva, item comum a maioria dos habitantes de Branch. Ia então para a cozinha, agarrando duas garrafas médias d`água e três sanduíches e os colocando dentro da mochila. Não era muito, mas era o que a garota tinha a disposição naquele momento. Após isso colocou a mochila nas costas e a capa de chuva por cima de toda a vestimenta.<br>
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<center><img src=https://78.media.tumblr.com/a7edc0fb877f423ed304cd72f14c0fa0/tumblr_p9toqmkfDZ1ui7oe1o1_500.gif width=400 height=></center><br>
<br>

"Eu prometo que você não vai precisar chorar dessa vez, pai... Eu vou retornar com o prisioneiro vivo. Eu vou mostrar para todos que também sou forte." Já havia comido antes do banho, não restava mais nada a se fazer a não ser partir. Abriu a porta de casa e recebeu os raios de sol por entre as nuvens. Como era de se esperar, um chuvisco leve caia dos céus. Akarui mostrou a face, encarando o imenso azul do céu. Se sentia bem ao sentir a chuva tocando sua pele, se sentia mais ligada com a natureza, com seus arredores, com o mundo. Seguiu em direção ao porto se lembrando do dia em que havia se alistado. Pisava nas poças quase permanentes de Branch, exatamente como em seu primeiro dia.<br>
<br>
"Já faz um tempo que não tenho contato com o mar... Eu acho que, se eu acabar esquecendo por algum tempo do meu real objetivo, essa viagem vai me fazer muito bem." E ela estava sendo sincera. Era apaixonada pela natureza, maravilhada pelo mar, e se sentia bem podendo ter contato com o mesmo, talvez como reflexo de sua infância preenchida por constantes viagens entre ilhas.<br>
<br>
Seguia a passos largos, porém distraídos até o porto. Observava as pessoas e suas rotinas, assim como o céu e a paisagem de Branch. Quando alcançasse seu destino, buscaria o navio responsável por seu transporte naquela úmida manhã, se apresentaria, e então subiria a bordo, capturada em seu próprio mundo interno, que a cada dia seguia mais e mais em direção ao caos.<br>
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--------------------------<br>
<br>
Itens Adquiridos
Spoiler
Nome do item: Mochila Média.<br>
Descrição física: Mochila de couro média, modelo para ser usado nas costas.<br>
Raridade: Comum.<br>
Efeito: Mochila utilizada para guardar qualquer item ou equipamento que o jogador possua, mas com limite máximo de 30 (trinta) unidades. Além disso comporta espaço para guardar até 10.000.000 B$.<br>
Custo: 50.000 B$<br>
Tipo do item: Chave (Comprado uma única vez).<br>
<br>
Nome do item: Lanterna<br>
Descrição física: Instrumento em forma cilíndrica com lâmpadas e vidro na ponta. Uso como fonte de energia pilhas ou baterias.<br>
Raridade: Comum<br>
Efeito: Ilumina um cone a frente da pessoa para que ela possa se locomover/achar coisas no escuro.<br>
Custo: B$ 5.000<br>
<br>
Nome do item: Pilhas/Baterias<br>
Descrição física: Uma pequena quantidade de pilhas e baterias para instrumentos elétricos.<br>
Raridade: Comum<br>
Efeito: Servem como fonte de energia para vários aparelhos.<br>
Custo: B$ 1.000 <br>
<br>
VALOR GASTO: 56.000.00 B$
<br>
<br>
OFF ~ Eu tomei a liberdade de adquirir alguns itens. Caso tenha feito de alguma forma errada, basta me avisar que retiro.<br>
~ Coloquei o pensamento da mesma forma que a fala. Chega a confundir muito? Se ficar pior assim eu tento achar outra cor. Realmente aquele roxo super claro dificulta a situação.</div>
[/dohtml]

@Hang
May 15 2018, 06:20 PM
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[dohtml]<div style="width: 470px; padding: 10px; font-family: lato; font-size: 12px; font-weight: 500; text-align: justify; background-color: #fff; color: #333;">[/dohtml]




O som da garoa colidindo contra o telhado tomava conta do quarto, um feixe de luz da primeira hora da manhã iluminava o aposento. A garota que lá residia preguiçosamente esticava o corpo ainda entre as cobertas, os olhos apertados se acostumavam devagar com a iluminação recém-chegada.

- YaaaaawwwwnnnnnBocejou enquanto esfregava os olhos com os indicadores.

Com uma aparente imensa dificuldade, Akarui arrastou o corpo pela cama, indo em direção a janela, a proximidade fez com que a respiração da moça embaçasse suavemente o vidro.
Com os olhos já habituados ela observou os acontecimentos do mundo exterior, o céu, as gotas d’água que atingiam a janela, o sol, que timidamente se mantinha entre algumas nuvens e então... os fechou novamente. O corpo cedeu, como se voltasse a seu estado anterior em câmera lenta, indo de encontro ao abraço aconchegante da cama.


- AKARUI! ESTOU SAINDO! SE CUIDE!O grito do pai interrompeu o místico ritual de acordar que a jovem realizava, mas também fez com que seu coração acelerasse imensamente, distribuindo por todo seu corpo uma dose generosa de adrenalina.

Ela arregalou os olhos e em um salto se pôs em pé, agarrou o vestido, o shorts e a calcinha que estavam jogados próximo a escrivaninha e correu em direção ao banheiro para tomar um banho. Alguns quentes minutos depois a porta foi aberta, e todo o vapor que estava preso passeou pelo quarto, como se abrisse caminho para a passagem da garota.

“Hoje é o dia em que vou me alistar... Acho que deveria ter contato ao papai. Espero que ele não fique muito irritado quando souber. Por algum motivo fiquei extremamente ansiosa! Não posso criar expectativas muito altas antes mesmo de saber se eu vou ser aceita. ”

Akarui ajoelhou-se ao lado da cama e esticou o braço para de baixo da mesma, tateando o chão até encontrar suas sapatilhas, as calçou e seguiu em direção a saída da casa, agarrando e vestindo rapidamente uma capa de chuva transparente que estava pendurada próxima a porta.



Ao pisar no chão molhado um sorriso tímido se abriu e seu rosto subitamente apontou para o céu, aquela visão era extremamente agradável para a moça, que se manteve alguns segundos estática, absorvendo as sensações do ambiente. O caminho até o local do alistamento já era conhecido, pois muitas vezes a mesma acompanhara seu pai.

~x~

Chegando no local, um marinheiro já não muito jovem, com o uniforme tradicional da marinha e uma boina azul, estava sentado atrás de uma mesa cheia de papeis que pareciam formulários, sua pele branca era bastante castigada pelo sol, seus olhos claros ainda não haviam chegado na jovem que, fixamente, observava seu volumoso bigode.

- Olá! Eu gostaria de me alistar!Akarui prontamente se pronunciou, ainda com os olhos fixos no bigode. Mantinha as mãos unidas atrás do corpo, buscando disfarçar o nervosismo do momento.


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